A Polinésia Francesa faz parte do território ultramarino da França e é formada por cinco arquipélagos que incluem 118 ilhas. Papeete é a capital da PF e fica no Tahiti – Oceano Pacífico -, e é lá que se encontra o único aeroporto internacional do país: Aeroporto Internacional de Faa’a (PPT).
Particularmente, não acredito que existam períodos “inapropriados” para viajar para a Polinésia Francesa, porém, no período entre os meses de novembro e maio as possibilidades de chuvas são maiores, então é considerado um risco. Nós viajamos em novembro de 2015 e na primeira manhã em Bora Bora acordamos com um pouco de chuva, que logo passou.
A Polinésia Francesa foi o destino escolhido por mim e pelo meu marido para a nossa lua de mel por ser um lugar paradisíaco que reúne tudo o que buscávamos: tranquilidade, mar, montanha, belezas naturais e que inspira o romantismo.

Cerca de três anos antes de nos casarmos já tínhamos pesquisado sobre alguns destinos: Maldivas, Seychelles, Mauritius, Bali e Polinésia Francesa. Porém, foi apenas um ano antes de nos casarmos que concluímos que a Polinésia Francesa seria (e foi!) o destino ideal-e-perfeito para nós. Decididos, começamos com as buscas: passagens, hospedagens, passeios e demais gastos nas ilhas.
Como chegar na Polinésia Francesa: optamos via Los Angeles. Com as milhas do cartão de crédito não tivemos despesas com as passagens até Los Angeles (Delta Airlines), pagando apenas as passagens de LAX – PPT via Air France. Os voos para a Polinésia Francesa permitem bagagem de 23 quilos + a bagagem de mão. Devido aos horários dos voos para Papeete (a decolagem é sempre às 23:55), passamos o dia descansando em um hotel nas proximidades do aeroporto de Los Angeles, pois chegamos lá por volta de 11:00. Algo que eu achei legal durante o voo para a Polinésia Francesa: não lembro exatamente em que momento, mas as comissárias de bordo trocam os trajes da companhia por trajes um pouco mais tropicas e acessórios com pérolas negras para entrar no clima.
Hospedagens: Moorea e Bora Bora + uma noite no Tahiti (retorno), devido aos horários dos voos. Com indicação, meu marido entrou em contato com uma agência de turismo do Tahiti – “e-Tahiti” – que nos apresentou as opções de hospedagens e de passeios nas ilhas que queríamos visitar, e então escolhemos o que mais nos interessava.
Chegando em Papeete (14.11.2015): clique aqui para assistir.

Na época que viajamos, o aeroporto estava em obras, portanto, parecia tudo muito confuso, mas foi possível perceber que o aeroporto é um tanto quanto rústico, e pequeno. Representando a e-Tahiti, um funcionário nos recepcionou com colares de boas-vindas e nos levou até o porto para embarcarmos em um ferry até Moorea.
» Moorea: optamos pelo Sofitel Kia Ora Moorea Beach Resort, e nos hospedamos em um bangalô sobre a água.



Ao chegarmos no resort (14.11), fomos recebidos com colares de boas-vindas com flores e uma bebida tradicional feita com abacaxi (todas as frutas que comi na PF eram bem doces). Devido ao horário que chegamos não foi possível nos acomodarmos no bangalô de imediato, mas como já poderíamos usufruir das áreas do resort, assim fizemos. Fomos para o bangalô depois uma hora de aguardo e curtimos um pouco a lagoa. Na primeira noite, jantamos em um dos restaurantes do resort, onde teve apresentação de dança tradicional da região.


15.11, segundo dia em Moorea: nadamos com os golfinhos no período da manhã (eu adorei, mas hoje em dia sou um pouco mais informada e não apoio) e depois voltamos para o resort, onde almoçamos, e aproveitamos a tranquilidade do mar para praticarmos stand up paddle e nadarmos. Para a comemoração de uma semana de casamento, optamos por um jantar à beira mar.








16.11, terceiro dia em Moorea: fizemos um tour de catamarã que nos possibilitou o contato com tubarões e arraias da ilha. Almoçamos em um restaurante em uma das ilhas por onde passamos que ofereceu um prato da PF chamado poisson cru à la Tahitienne e churrasco. Após o almoço, ficamos na lagoa só relaxando. Ao retornarmos para o resort, ficamos no bangalô observando o pôr do sol e depois fomos jantar.



17.11, quarto e último dia em Moorea: como era o nosso último dia por lá, optamos por ter o dia livre, então, tomamos café da manhã e praticamos snorkeling na lagoa durante toda a manhã. A vida marinha que se encontra no resort é um espetáculo à parte. Almoçamos, arrumamos as malas e partimos para o aeroporto para embarcarmos para a tão sonhada ilha de Bora Bora. Antes de irmos embora, fomos presenteados com colares de conchas do mar como lembranças.





No resort tinha uma loja com itens que os hóspedes podem precisar durante a viagem, além de souvenirs, então aproveitamos e compramos o que queríamos ali mesmo para guardar de recordação.
Alimentação no Sofitel Moorea Kia Ora Beach Resort: o café da manhã é excelente e possui muitas variedades, e está incluso na diária da hospedagem. Optamos por jantar todos os dias nos restaurantes do resort para usufruir do espaço que escolhemos e pela facilidade.
Locomoção em Moorea: contratamos o serviço da empresa Moorea Adventure.
Sobre o aeroporto de Moorea: é beeem mais rústico do que o aeroporto de Papeete e extremamente pequeno, com um jardim que é mais um monte de mato e aparentemente descuidado. Eu achei estranhíssimo que o funcionário que conferia as passagens e as bagagens era também o responsável por sinalizar para as aeronaves, cumprindo as duas funções ao mesmo tempo. É melhor fazer de conta que não entende o que tá acontecendo para não desistir de embarcar… ehehe
O tempo de viagem de Moorea para Bora Bora é de 45 minutos.


» Bora Bora: optamos pelo InterContinental Bora Bora Resort & Thalasso Spa, e nos hospedamos em um bangalô sobre a água.



17.11, primeiro dia em Bora Bora: chegamos na ilha e fomos de catamarã até o resort, e lá também fomos recebidos com colares de boas-vindas com flores. Durante o caminho, já fiquei encantada com a beleza dos tons de azul da água que banha a ilha, e quando cheguei no resort, então… Em Moorea, tudo já era tão fora do normal, mas Bora Bora é surreal. Ao entrar no bangalô, sentimos um cheiro tão bom, e para contribuir com a recepção, champagne e som de músicas instrumentais transmitindo tranquilidade. Depois de xeretar todos os detalhes do bangalô, pulamos no mar para observar o primeiro pôr do sol na ilha. Noite: jantamos em um dos restaurantes do resort, onde teve apresentação de dança tradicional da região.


18.11, segundo dia em Bora Bora: exploramos a ilha através de um passeio de barco que é chamado Romantic Tour. Nosso guia Glenn, hospitaleiro e gentil, nos levou em lugares da ilha para praticarmos snorkeling e vermos corais, uma barracuda, tubarões, arraias, além de peixes. Depois disso, fomos até um local da ilha tão espetacular (e particular), onde Glenn preparou um almoço especialmente para nós. É um passeio que vale muitooo a pena! Chegamos no resort e aproveitamos o resto da tarde por ali passeando um pouco com caiaque. De noite, jantamos, e eu comi uma das sobremesas mais deliciosas que já experimentei.














19.11, terceiro dia em Bora Bora: de manhã, nos aventuramos com parasailing. É um passeio para quem quer ver a ilha do alto por trinta minutos e não tem medo, pois ficamos conectados com o barco através de uma corda enquanto a navegação acontece. Subimos até 300 metros de altura. Subimos mais ou menos 300 metros de altura. De cima, a visão é espetacular, mas eu demorei um pouco para acostumar e relaxar com a situação. Durante a tarde, foi a vez de mergulharmos com cilindro pela primeira vez na vida, e então descemos cerca de sete metros com os instrutores e observamos um pouco do fundo do mar da ilha. Depois de duas experiências tão incríveis, jantamos ao ar livre em um dos restaurantes do resort.


20.11, quarto e último dia em Bora Bora: passamos o dia no resort, curtindo todas as áreas que ainda não tínhamos visitado, fomos até a loja de souvenirs e lá compramos o que queríamos para recordação. No resort tinha uma loja de joias com todo tipo de pérolas em cores incrivelmente lindas por causa da água que banha a ilha. Enfim, depois de usufruirmos de algumas das áreas do resort que ainda não tínhamos visitado, voltamos para o bangalô e lá almoçamos. Depois, nadamos mais um pouco no mar até nos organizarmos para partirmos do paraíso.


Alimentação no InterContinental Bora Bora Resort & Thalasso Spa: optamos por incluir o café da manhã e o jantar nas diárias. Comida deliciosa. O café da manhã é bem variado.
Locomoção em Bora Bora: todos os passeios que fizemos possuíam embarcações que nos buscavam/levavam.
Sobre o aeroporto de Bora Bora: é bem pequenininho, mas um pouco mais organizado. Não tem espaço na área de embarque para que todos os viajantes se acomodem confortavelmente enquanto aguardam, então a situação fica bagunçada.
» Papeete – Thaiti: nos hospedamos por uma noite no hotel Tahiti Nui em razão do horário do voo.
E assim encerramos nossa lua de mel pela indescritível Polinésia Francesa.
Informações úteis:
Moeda: franco CPF.
Idioma: francês.
Próximo destino: Los Angeles.
Em todos os momentos fomos tão bem recebidos, sempre com sorrisos, hospitalidade e gentileza, as pessoas foram muito atenciosas, foi um atendimento com excelência em todos os sentidos e nos sentimos muito bem nos dois lugares que nos hospedamos.
O momento de ir embora da Polinésia Francesa é de felicidade. E gratidão! Os mesmos sentimentos que senti quando a aeronave pousou no Tahiti, é emocionante. Os momentos que vivi ali ao lado do meu marido proporcionaram memórias tão incríveis, provavelmente estarão entre as recordações mais especiais que vivenciarei ao longo da vida, sem dúvidas.
Não acredito!!! Que sonho ir aí!!
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great post, we had a wonderful time there. I love you.
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