Brasileira, graduada em psicologia, apaixonada por cães, fotografia, natureza, história, gastronomia, viagens e pelo Natal. Moro na Bélgica (Oost-Vlaanderen) desde nov/2016.
Localizado no sul da França, o incrível Parque Nacional das Calanques – terrestre e marinho – se estende de Marselha a La Ciotat. Inclui as rochas das Calanques, Arquipélago Frioul, Arquipélago Riou, a Ilha Verde e as rochas do Cap Canaille.
Faz quase um século que a sociedade civil solicita a proteção da área, e depois de muitos projetos sobre a preservação desde a década de 1990, o Parque Nacional finalmente foi inaugurado em 18/04/2012 com regulamentações para sua proteção.
Área terrestre: 8.500 hectares.
Área marinha: 43.500 hectares.
Biodiversidade: proteção de 140 espécies terrestres de animais e plantas protegidas + 60 espécies do patrimônio marinho.
Estudos revelam a presença do homem há 27.000 anos na região da caverna Cosquer.
O Parque Nacional surgiu como a ferramenta para proteger e gerir de forma sustentável o território natural que é tanto terrestre quanto marinho e ainda periurbano.
Cerca de 2.000.000 pessoas visitam o Parque Nacional a cada ano.
Calanques: são acidentes geológicos que tem como principal característica uma angra ladeada por falésias compostas de calcário.
O calcário está presente também na água e contribui para sua cor belíssima.
As calanques de Marselha abrigam a água com cor mais bonita da região, especialmente na praia da Calanque d’en-vau. O acesso terrestre até a calanque começa em Cassis.
No horizonte das praias com águas cristalinas estão os iates que formam o cenário de Mônaco, que se completa com os edifícios que estão nas montanhas, indicando que o país cresce verticalmente.
Mônaco é um microestado que está localizado dentro da França. Com onze bairros em 2,02 km² de extensão, politicamente autossuficiente, Mônaco ocupa o segundo lugar na lista dos menores países do mundo, atrás do Vaticano.
A economia é baseada no turismo, nos cassinos como rendimento nacional e em atividades que mantém monopólios.
Pessoas com poder aquisitivo elevado são atraídas até Mônaco principalmente pelo fato de não existirem taxas tributárias de imposto de renda, o que contribui para um considerável número de lojas mundiais de grife e de restaurantes premiados pelo guia “Michelin”. Por tais fatores é que Mônaco tem um dos custos de vida mais altos do mundo.
Com as construções medievais conservadas, Èze é um vilarejo que está localizado a 13 km de Nice, portanto, quem está nas proximidades “precisa” ir até lá. Obrigatoriamente!
O primeiro registro já encontrado que cita Èze é do século IV, porém, com outros nomes que remetem ao atual. O vilarejo que atinge um pouco mais de quatrocentos e vinte metros de altura foi construído sobre as ruínas de um castelo do século XII.
Antes de o Château Eza se tornar um dos melhores hotéis do vilarejo, foi a casa de verão da família real sueca de 1923 a 1953.
O que fazer em Èze? Caminhar pelas ruelas e se encantar com o charme do vilarejo, apreciar os artesanatos que são produzidos por artesãos que ali residem e entender as razões que levaram escritores a escolherem o local para habitar: tranquilidade e inspiração. Em Èze existem galerias de artes que apresentam obras dos artistas da região.
Os locais de acesso público que possibilitam a vista panorâmica a partir Èze são limitados, mas encontramos o bistrô LE NID D’AIGLE que nos possibilitou a experiência enquanto tomávamos café da manhã confortavelmente na sombra e com a brisa do mar. Também é possível desfrutar da vista panorâmica a partir dos restaurantes dos hotéis de Èze, além do Jardim Exótico de Cactos, que optamos não visitar porque planejamos fazer um passeio no Jardim Exótico de Mônaco. Mas, para quem se interessar, clique aqui para obter mais informações sobre a atração.
Existe uma trilha que liga a parte baixa até a parte alta de Èze que se chama “Chemin de Nietzsche”, em homenagem ao filósofo que escreveu os trechos de um livro ali. Para subir, noventa minutos. Para descer, cinquenta minutos. O grau de dificuldade é médio.
Igreja de Notre-Dame de l’Assomption d’Èze.
Ainda fizemos outra refeição no vilarejo no final da tarde, no retaurante LE PINOCCHIO. A comida é ótima, o ambiente é agradável, o preço é justo, porém, o atendimento deixou um pouco a desejar. A localização é fácil, está na entrada de Èze, e foi por tal razão que o escolhemos.
Desde que comecei com as pesquisas sobre Èze, imaginei que o vilarejo me fascinaria. E ainda assim eu fui surpreendida!
Èze é uma raridade, e eu adoro destinos que fogem um pouco do óbvio, é inexplicável o quanto os vilarejos me encantam, as flores, as luminárias, cada detalhe. Ah, Èze… Que um dia eu possa voltar e permanecer aí por mais tempo.
Para quem vai de carro até Èze: tem um estacionamento na entrada do vilarejo (carros não entram no local). As vistas panorâmicas do trajeto são lindas.
Os acessos de transportes públicos até o vilarejo também são fáceis.
Três cidades da Riviera Francesa também estavam no roteiro, mas infelizmente não conseguimos conhecê-las como gostaríamos.
Saint-Tropez (100 km de Nice)
Cannes (35 km de Nice)
Menton (30 km de Nice)
As três cidades estão na lista dos lugares para conhecermos quando retornarmos à região.
Na próxima semana disponibilizarei um post sobre Mônaco. Até lá!
Marselha está localizada na costa do Mar Mediterrâneo e é uma importante cidade da França. É a cidade mais antiga do país, ocupa o segundo lugar na lista das cidades mais populosas do país e abriga o maior porto comercial do país.
O território natural não urbanizável de Marselha ocupa quase metade da cidade.
A cidade foi fundada em 600 a.C., mas estudos arqueológicos comprovam a presença humana na região de Marselha desde 30.000 a.C.
Com o colapso do Império Romano no século V, a cidade foi disputada por alguns grupos e em 1482 foi incorporada à França. Na época da Revolução Francesa, uma tropa com soldados do exército francês partiu de Marseille à Paris para ajudar no combate, e durante o trajeto cantavam uma música composta pelo oficial Claude Joseph Rouget de Lisle, em 1792, a “La Marseillaise”, que inicialmente era uma canção para encorajar os soldados e que posteriormente, em 1975, se tornou o hino nacional do país.
Assim como em Nice, é notável a influência da cultura italiana em Marselha devido à migração para a região no final do século XIX.
Conhecendo um pouco de Marselha
O antigo porto (Vieux Port) é ladeado pelos fortes Saint Jean e Saint Nicolas e é o local a partir do qual a cidade nasceu, e continua a ser um dos cartões-postais da cidade. Lá ficam as embarcações e restaurantes com comida típica da cidade.
São muitos os edifícios religiosos na cidade, porém, não foi o tipo de passeio que planejamos para a viagem, mas passamos pela frente de duas construções e observamos.
A catedral da arquidiocese de Marselha, Cathédrale Sainte-Marie-Majeure (La Major) com construção entre 1852 e 1893 em estilo neobizantino é um projeto do arquiteto Léon Vaudoyer e colaboradores (que assumiram a responsabilidade após a sua morte).
A igreja Saint-Laurent que se encontra na Esplanade de la Tourette.
Nice é a maior cidade da Riviera Francesa (ou Cotê d’Azur, em razão dos tons de azul do mar).
Situada na costa do Mar Mediterrâneo, no litoral sul da França, a cidade é a capital do departamento dos Alpes Marítimos e é a quinta cidade mais populosa do país. Na década de 1820, ingleses criaram a avenida beira-mar da cidade, que foi se ampliando com o passar dos anos, por isso o nome Promenade des anglais. Vários edifícios foram construídos entre as duas guerras mundiais e foi a partir de 1920 que a cidade começou a se destacar entre os destinos para turismo, principalmente durante os meses de verão, e então hotéis de luxo foram construídos na cidade, despertando o interesse de pessoas com poder aquisitivo mais elevado, o que impactou na construção de cassinos e de palácios na região.
Nice já pertenceu à Itália, então é possível notar a influência do país na cidade.
Chegando em Nice, atravessamos a avenida beira-mar de carro e eu observei semelhanças com as praias de uma cidade brasileira muito conhecida. Coqueiros, a prática de esportes no calçadão, caminhada, corrida, bicicletas, patins, skates, o clima, os edifícios, enfim, praticamente tudo fez com que eu me lembrasse do que o Rio de Janeiro tem de mais bonito.
Conhecendo um pouco de Nice
Foto com vista panorâmica da Baie des anges, tirada das escadas que dão acesso ao topo da colina do Le Château.
No centro da cidade, entre a Velha Nice e a Nova Nice está a Place Massena. Os edifícios que circundam a praça possuem características em estilo italiano, com os tons em vermelho nas paredes e janelas em azul, além dos prédios que se misturam entre laranja, rosa e amarelo. No centro da praça está uma fonte com uma estátua de Apollo. Ao longo da linha do bonde elétrico que atravessa a praça estão os postes que sustentam sete estátuas que representam os continentes do planeta, obra de Jaume Plensa.
Vieux Port
Le Negresco
Na praia
São muitos os restaurantes que beiram o mar e que também oferecem locação das espreguiçadeiras com guarda-sol, além da opção de atendimento no local para petiscos/lanches e bebidas. Nós optamos pelo “Ruhl Plage”. Também existem locais públicos para quem não quer pagar por isso, ressaltando a importância de levar guarda-sol para se proteger e algo para sentar ou deitar confortavelmente na praia, pois na Riviera Francesa a maioria das praias não tem areia, mas pedras. Sugiro que você use algo para proteger os pés ao entrar no mar.
O topless é comum na Riviera Francesa há décadas.
Cães e demais animais de estimação não são permitidos na praia, limitando o acesso dos mesmos até o calçadão.
Este texto é a introdução de uma viagem que fizemos na região da Provença (em francês: Provence-Alpes-Côte d’Azur), no sul da França.
Abaixo está o roteiro com informações não detalhadas sobre os destinos que escolhemos, mas nas semanas a seguir serão publicados os textos sobre os locais que visitamos com mais detalhes.
Nos hospedamos em duas cidades, Nice e Marselha, de onde partimos para os demais locais.
O objetivo da viagem foi de aproveitar as praias das regiões.
Passeios com atrações culturais não estão inclusos no roteiro.
Dia 1 (10/08): Saída às 02:30 da Bélgica. Chegamos às 16:00 em Nice e reservamos a tarde do primeiro dia para descansar. À noite, caminhamos pelo calçadão após o jantar.
Dia 2 (11/08): Começamos o dia na Baie des fourmis, em Beaulieu-sur-Mer, caminhamos pela Promenade Maurice Rouvier até a Plage cros dei pin de Saint-Jean-Cap-Ferrat, seguimos para a Plage des marinières, em Villefranche-sur-Mer, visitamos a colina do castelo de Nice e passamos a tarde na praia (Ruhl Plage – Nice).
Dia 3 (12/08): Visitamos um dos vilarejos mais apaixonantes da região: Èze, e também Mônaco.
Dia 4 (13/08): O dia amanheceu nublado, e começamos pela Place Massena de Nice. Mesmo assim, seguimos com o plano de visitar Cannes, mas não conseguimos aproveitar a cidade por causa do clima, então decidimos voltar pelo percurso que possibilita vistas panorâmicas das praias, mas sem parar. Para compensar o dia, jantamos no restaurante que mais nos conquistou durante a viagem.
Dia 5 (14/08): Partimos de Nice para Marselha, parando um pouco para conhecer uma das praias de Saint-Tropez. Ao entardecer, caminhamos no centro de Marselha.
Dia 7 (16/08): Ilha de Porquerolles a partir de Hyères.
Dia 8 (17/08): Retorno.
Foi pesquisando sobre o roteiro que faríamos que comecei me encantar pela França (afinal, o país é muitooo além de Paris… ehehe). E hoje, após ter visitado os lugares que mencionei acima, confesso que o país me conquistou como eu jamais imaginei que aconteceria.
Para quem, como nós, pretende ir de carro a partir da Bélgica: na ida levamos treze horas e trinta minutos em 1220 km para chegar em Nice e retornamos de Marseille em doze horas para 1070 km até a Bélgica. Na ida foi tudo conforme o que planejamos, mas na volta saímos de Marseille por volta das 16:00 e a quantidade de carros nas estradas gerando lentidão impactou bastante.
Quilometragem total (incluindo os passeios nas cidades): 3100.
Pedágio: € 226,70 para atravessar a França de ponta a ponta com estradas bem estruturadas. As áreas que beiram as estradas possuem banheiros e locais para quem quiser lanchar também com estrutura.
Banheiros
Informações úteis:
Clima (agosto 2018): calor e dias ensolarados durante o dia (e de noite também, ehehe) – afinal, o pôr do sol acontece às 20:30. Temperaturas dos locais por onde passamos começam e encerram entre 20°C e 25°C na época, ultrapassando 30°C à tarde.
O dia a dia é um aprendizado em todos os sentidos para quem mora em outro país. Quanto mais nos envolvemos com a sociedade e a cultura de onde moramos, mais conhecemos sobre o país.
Morar na Bélgica despertou em mim o interesse por informações sobre o país, por isso, listei 30 curiosidades (interessantes / estranhas).
A Bélgica tornou-se independente em 1830. Antes, era parte dos Países Baixos e parte da França.
Bruxelas é a capital da União Europeia.
O país possui três idiomas oficiais: neerlandês, francês e alemão.
Permaneceu 541 dias sem governo (após as regiões Flandres e Valônia não chegarem a um acordo sobre questões políticas que resultou em uma coalização governamental entre 2010 e 2011).
É possível cruzar o país de ponta a ponta em apenas três horas de carro.
Estima-se que existem mais de mil e quinhentas cervejas que são fabricadas na Bélgica. A Stella Artois provavelmente é a cerveja belga mais conhecida pelos brasileiros.
Cada marca de cerveja belga produz seu copo para que a bebida seja servida.
A Bélgica também é conhecida mundialmente pela fabricação de chocolates. Algumas marcas de chocolates belgas conhecidas mundialmente são: godiva, neuhaus, guylian e leonidas.
Uma invenção que é adorada por muitos também é belga: batatas fritas. Outros países como Espanha e França lutam pelo título, porém, o registro mais antigo é belga, de 1681.
O waffle também é uma criação belga.
Em 2009, a cidade de Gante criou a campanha “quinta-feira vegetariana” para incentivar as pessoas a não comerem os animais em um dia da semana. Além de restaurantes, escolas também adotaram a campanha.
A couve-flor de Bruxelas é originária da Bélgica, mas não existem dados que oficializem que o produto é de Bruxelas.
Na Bélgica existe a “lei da maionese”: um decreto real de 1955 determina as composições da maionese produzida no país.
É o país com o maior número de castelos por metro quadrado no mundo.
O cartunista belga Georges Prosper Remi é o criador do pergonagem Tin Tin e dos quadrinhos “As aventuras de Tin-Tin”. Os belgas também são criadores de “Os smurfs”, “Asterix e Obelix”, “Spirou e Fantasio”, “Os snorks”, entre outros. Bruxelas abriga um museu sobre “As aventuras de Tin-Tin”, o Musée Hergé.
O livro “O manifesto comunista”, de Karl Marx e Friedrich Engels, foi escrito em Bruxelas em um refúgio para europeus no exílio, entre 1845 e 1847. O restaurante Le Cygne na Grand-Place é um dos locais onde o livro foi escrito.
O saxofone foi inventado por um belga, Adolphe Sax – nascido em Dinant, no início da década de 1940.
Na Bélgica é pago uma das taxas de impostos mais altas do mundo, 40% do ganho bruto. A tributação representa 45% do PIB do país.
Com o objetivo de melhorar o atendimento à população, o departamento de polícia da região de Oost-Vlaanderen encaminha correspondências aleatoriamente para os residentes para que eles respondam anonimamente um questionário avaliando o serviço prestado.
Os belgas propuseram o nome da moeda “euro” e o símbolo (€).
É um dos países que mais concedem cidadanias per capita no mundo.
A educação é obrigatória até dezoito anos de idade.
A linha de tram (bonde elétrico) mais longa do mundo está na Bélgica, entre De Panne e Knokke-Heist, costa litorânea do país.
Tomorrowland, um dos principais festivais de música eletrônica do mundo, acontece na cidade de Boom.
O Índice de Massa Corporal também foi inventado por um belga, Adolphe Quetelet.
Antuérpia é conhecida como a capital mundial dos diamantes.
O circuito Spa-Francorchamps é o maior ainda em uso pela Fórmula-1.
O primeiro resort de saúde e bem-estar do mundo foi construído e inaugurado em Spa, por isso o nome se tornou sinônimo de locais especializados em saúde e bem-estar em todo o mundo.
Bicicletas: segundo uma pesquisa realizada em 2017, 70% dos belgas tem uma bicicleta. 82% da população que vive na região de Flandres tem uma bicicleta e utilizam como meio de transporte para atividades do dia a dia ou ciclismo. 52% da população que vive na região de Valônia tem uma bicicleta e utilizam, principalmente, para o lazer. Em Bruxelas, 50% da população tem uma bicicleta.
O vaso sanitário dos imóveis da Bélgica (e nos demais países europeus também) geralmente está instalado em um cômodo separadamente do local para banho.
Extra: A marca Kipling foi criada em 1987, em Antuérpia.
Conhecem mais curiosidades sobre a Bélgica? Comentem!
Assim como o Big Ben é para Londres e a Estátua da Liberdade é para Nova York, o Atomium está para Bruxelas.
Construído em 1958 e com 102 metros de altura, o Atomium representa um cristal elementar de ferro ampliado 165.000.000 vezes. São 9 esferas de 18 metros de diâmetro que representam os átomos e que se conectam por tubos.
Incomum, o Atomium foi planejado pelo engenheiro belga André Waterkeyn com colaboração de André Polak e Jean Polak para ficar em exposição por seis meses que foram prorrogados devido à sua popularidade, o que contribuiu para que o monumento se tornasse um ícone. O Atomium foi o principal pavilhão do evento de exposições tecnológicas conhecido como “Expo 58” (ou Feira Mundial de Bruxelas de 1958), simbolizando o desejo de manter a paz entre as nações, a fé no progresso tanto técnica quanto científica e uma visão otimista para o futuro da humanidade.
Foi restaurado de 2004 a 2007 e o alumínio foi substituído por aço inoxidável brilhante.
Das nove esferas, cinco podem ser visitadas através de escadas rolantes e elevadores que conectam os tubos às esferas. No interior das esferas: uma exposição permanente sobre a Feira Mundial de 1958 e a história do Atomium; exposições temporárias; um restaurante e a vista panorâmica da cidade a partir da esfera superior. Encerrando a atração, um shopping com itens especiais sobre o Atomium.
Mini-EUROPA
Endereço: Square de l’Atomium – 1020 Bruxelas
Horários
Diariamente das 10:00 às 18:00. A bilheteria fecha às 17:30, sendo o último horário para a entrada.
24/12 e 31/12: das 10:00 às 16:00. A bilheteria fecha às 15:15, sendo o último horário para a entrada.
25/12 e 01/01: das 12:00 às 18:00. A bilheteria fecha às 17:30, sendo o último horário para a entrada.
Preços
Adultos (18 – 65): € 15 | Idosos (à partir de 65 anos): € 13 | Adolescentes (115 cm – 17 anos): € 8 | Pessoas com deficiência: € 8 | Crianças (até 115 cm) e pessoas com mobilidade reduzida: livre
Contrastando com a tranquilidade dos passeios pelos centros históricos das cidades, a Bélgica também pode ser um destino para quem gosta de agitação, já que são muitos os festivais com edições anuais que acontecem, especialmente, no verão (junho – setembro). Sem falar nos eventos regionais que são menos populares.
São mais de 300 festivais que acontecem anualmente no país, e abaixo eu listei alguns dos principais que acontecem no verão:
Tomorrowland
É o festival mais conhecido do país e acontece em Boom. Com a primeira edição 2005, atualmente é considerado o maior festival de música eletrônica do mundo, com tickets geralmente esgotados em menos de uma hora após disponibilizados para compra. Desde 2017, foi autorizado o projeto para que o festival aconteça em 2 finais de semana de julho (já tinha acontecido em 2014 em celebração de dez anos de festival). É possível acampar no local.
Em 2019, o festival ganhará uma edição especial de inverno em março que acontecerá na França – Alpe d’Huez. Para mais informações, clique aqui.
Rock Werchter
O foco do festival é o rock, mas atualmente também inclui pop (e outros). Além das renomadas atrações internacionais também é possível prestigiar os artistas do país que sempre ganham espaço. Acontece em quatro dias desde 2003 e está entre os melhores festivais da Bélgica.
Entre 1975 e 1999, o festival acontecia em duas cidades, Torhout e Werchter, nomeado de “Torhout-Werchter”. A partir de 1999, tornou-se Rock Werchter e passou a acontecer apenas em Werchter.
Do Rock Werchter também surgiram o WT Classic e o Werchter Boutique que acontecem uma semana após o evento principal.
Chegamos em Los Angeles… (para ler o artigo sobre a nossa lua de mel na Polinésia Francesa, clique aqui).
A cidade de Los Angeles localiza-se no estado da Califórnia – Estados Unidos. É conhecida como a capital mundial do entretenimento, o que contribui para que artistas busquem por residência na cidade.
Aproveitamos a conexão em LA para visitarmos algumas das atrações turísticas da cidade.