Brasileira, graduada em psicologia, apaixonada por cães, fotografia, natureza, história, gastronomia, viagens e pelo Natal. Moro na Bélgica (Oost-Vlaanderen) desde nov/2016.
Este é um dos artigos sobre uma viagem de duas semanas pela Itália. Recomendo a leitura do que já publiquei anteriormente para acompanhar/entender o roteiro da viagem.
Sirmione é uma das cidade mais procuradas por quem deseja visitar a região do Lago di Garda (o maior lago da Itália, localizado ao norte do país e cercado por cidades de três regiões italianas: Lombardia, Veneto e Trentino-Alto Adige).
A cidade é pequenininha, então é prático se locomover pela cidade. Nós não permanecemos em Sirmione nem por um dia completo, mas eu gostaria de ter ficado mais para visitar as águas termais para relaxar e fazer tudo com mais calma para apreciar os detalhes que passam despercebidos quando o tempo é limitado.
Ainda assim, foi inesquecível. Passeamos de barco com nossa cachorrinha, caminhamos pelas ruas da cidade e assistimos a um pôr do sol maravilhoso.
Entre as coisas que eu também teria feito se tivesse mais tempo é talvez visitar o Castello Scaligero e passar o dia em uma das praias que acessam o lago. Também gostaria de ter visitado algumas outras cidades ao redor do lago.
Foi em Sirmione que encerramos a viagem de duas semanas pela Itália. De lá, voltamos para a Bélgica.
Hospedagem
Nos hospedamos em um apartamento muito bem localizado, acolhedor e limpo, que eu recomendo demais: San Lorenzo Apartments. O atendimento foi excelente do início do fim da nossa estadia.
Reconheço que os artigos sobre a viagem foram breves, e o motivo é que agora eu sou mãe e atualmente tenho um bebê de cinco meses para cuidar. Provavelmente assim permanecerá! ehehe
Este é um dos artigos sobre uma viagem de duas semanas pela Itália. Recomendo a leitura do que já publiquei anteriormente para acompanhar/entender o roteiro da viagem.
Depois de visitarmos a Toscana, seguimos rumo à Veneza.
Como na cidade não entram veículos, deixamos o carro no estacionamento AUTORIMESSA COMUNALE.
Veneza entrou no roteiro com o objetivo de levarmos a Mel para passear de gôndola. Afinal, em menos de vinte e quatro horas na cidade não seria possível fazer tudo o que gostaríamos por vontade, de visitar todos os lugares que gostaríamos com calma.
E concluímos com sucesso nosso objetivo.
Conseguimos também passear na região mais central e ir a um restaurante (Taverna Scalinetto).
Quem sabe no futuro teremos a oportunidade de visitar a cidade com mais calma para desfrutar das atrações que Veneza tem a oferecer.
Na semana que vem comentarei sobre nossa visita à Sirmione.
Este é um dos artigos sobre uma viagem de duas semanas pela Itália. Recomendo a leitura do que já publiquei anteriormente para acompanhar/entender o roteiro da viagem.
Hoje comentarei sobre a nossa experiência em Siena e San Gimignano.
Partimos de carro desde Firenze para visitar as cidades em um único dia. Viajar de carro pela Toscana é uma delícia por causa das deslumbrantes vistas panorâmicas que podem ser observadas. Entretanto, pode não ser tão fácil dirigir na região e ser necessário estacionar o veículo do lado de fora dos vilarejos e, dependendo, distante dos centros históricos e então caminhar.
Participamos de uma visita com guia, que explicou a história da catedral e nos levou a lugares onde o acesso só é permitido com guia. Eu achei o interior da catedral de Siena muito mais interessante se comparada com a catedral de Florença. E a fachada dela também é belíssima! No chão de mármore está uma das obras-primas que podem ser encontradas na catedral.
biblioteca piccolomini
De lá, seguimos até a Piazza del Campo, um dos pontos mais populares da cidade. Lá está a Torre del Mangia com um pouco mais de cem metros de altura e o Palazzo Pubblico (que abriga o Museu Cívico com exposições de obras-primas dos artistas da região), além de restaurantes/cafés.
Caminhamos pelas ruas da cidade e almoçamos na Trattoria Fonte Giusta para encerrar nossa visita ali.
Para mais informações sobre o restaurante, clique aqui.
palácio salimbeni
Siena é Patrimônio Mundial da UNESCO e um dos locais mais interessantes da Toscana para visitar.
San Gimignano
De Siena, partimos para o vilarejo de San Gimignano (também listado como Patrimônio Mundial da UNESCO).
O vilarejo é reconhecido por suas torres. No século XIV, eram setenta e duas torres (que abrigavam as famílias mais ricas do local), e atualmente são 14. A torre da prefeitura pode ser visitada, e parece que a vista panorâmica de lá é bem interessante.
piazza del duomo
Ao redor da Piazza del Duomo estão: a torre da prefeitura, a Câmara Municipal e a catedral Collegiata Santa Maria Assunta.
Na Piazza della Cisterna está a premiada Gelateria Dondoli com o título de melhor sorvete do mundo nas edições de 2006/2007 e 2008/2009, e alguns outros prêmios também importantes. Minha opinião em 2020: não foi o melhor sorvete que eu já tive a oportunidade de experimentar, nem perto disso (e isso não significa que o sorvete não é bom).
Nós visitamos o vilarejo no período da tarde. Foi um dos vilarejos com mais gente por metro quadrado que visitamos. O calor estava intenso, então não caminhamos o quanto gostaríamos para ver um pouco além do centro histórico do vilarejo. Ainda assim, foi válido!
Nós visitamos todos os vilarejos da Toscana durante o dia, quando a circulação de visitantes é intensa. Imagino o quanto deve ser prazeroso aproveitar à noite, quando as ruas estão mais tranquilas e é melhor para observar tudo.
Este é um dos artigos sobre uma viagem de duas semanas pela Itália. Recomendo a leitura do que já publiquei anteriormente para acompanhar/entender o roteiro da viagem.
Partimos de Firenze (onde nos hospedamos) para visitar os vilarejos Montalcino, Pienza e Montepulciano em um único dia (cansativo, mas queríamos muito visitá-los e assim realizamos no tempo que tínhamos). O meio de transporte utilizado foi um carro. Viajar de carro pela Toscana é uma delícia por causa das deslumbrantes vistas panorâmicas que podem ser observadas. Entretanto, pode não ser tão fácil dirigir na região e ser necessário estacionar o veículo do lado de fora dos vilarejos e, dependendo, até um pouco distante dos centros históricos e então caminhar.
No artigo de hoje, comentarei sobre a nossa experiência em Montepulciano.
Assim como citei no artigo sobre Montalcino, Montepulciano também fica no topo de uma colina e é conhecido pela produção de vinho, o Nobile de Montepulciano.
Montepulciano começou a receber mais visitantes após um dos filmes da saga Crepúsculo ter sido filmado lá. Inclusive, fotos dos atores podem ser vistas pela cidade.
Nós entramos no vilarejo através da Porta al Prato depois de bastante tempo em busca de vaga para estacionar o carro.
É um vilarejo com subidas e descidas mais íngremes.
Nós jantamos no vilarejo antes de irmos embora, afinal, já era tarde.
E ainda assistimos a um pôr do sol maravilhoso.
Como não se apaixonar pelos vilarejos da Toscana?!
Existem algumas outras atrações para visitar em Montepulciano, depende muito do que a pessoa busca com a viagem. Para nós, com o tempo que tínhamos, passear pelas ruas do vilarejo sem destino foi incrível.
Este é um dos artigos sobre uma viagem de duas semanas pela Itália. Recomendo a leitura do que já publiquei anteriormente para acompanhar/entender o roteiro da viagem.
Partimos de Firenze (onde nos hospedamos) para visitar os vilarejos Montalcino, Pienza e Montepulciano em um único dia (cansativo, mas queríamos muito visitá-los e assim realizamos no tempo que tínhamos). O meio de transporte utilizado foi um carro. Viajar de carro pela Toscana é uma delícia por causa das deslumbrantes vistas panorâmicas que podem ser observadas. Entretanto, pode não ser tão fácil dirigir na região e ser necessário estacionar o veículo do lado de fora dos vilarejos e, dependendo, até um pouco distante dos centros históricos e então caminhar.
No artigo de hoje, comentarei sobre a nossa experiência em Pienza.
Arrisco afirmar que foi o vilarejo mais charmoso que visitamos na Toscana. As decorações geralmente com flores nas janelas ou na frente das casas chamam a atenção de quem passa.
De Pienza é possível ter uma vista panorâmica linda do Val d’Orcia.
Pienza é Patrimônio Histórico da Humanidade e super romântica! Adoraria ter explorado um pouco mais.
Como não se apaixonar pelos vilarejos da Toscana?!
Existem algumas outras atrações para visitar em Pienza, depende muito do que a pessoa busca com a viagem. Para nós, com o tempo que tínhamos, passear pelas ruas do vilarejo sem destino foi incrível.
Este é um dos artigos sobre uma viagem de duas semanas pela Itália. Recomendo a leitura do que já publiquei anteriormente para acompanhar/entender o roteiro da viagem.
Partimos de Firenze (onde nos hospedamos) para visitar os vilarejos Montalcino, Pienza e Montepulciano em um único dia (cansativo, mas queríamos muito visitá-los e assim realizamos no tempo que tínhamos). O meio de transporte utilizado foi um carro. Viajar de carro pela Toscana é uma delícia por causa das deslumbrantes vistas panorâmicas que podem ser observadas. Entretanto, pode não ser tão fácil dirigir na região e ser necessário estacionar o veículo do lado de fora dos vilarejos e, dependendo, até um pouco distante dos centros históricos e então caminhar.
No artigo de hoje, comentarei sobre a nossa experiência em Montalcino.
Localizado no topo de uma colina, o vilarejo é conhecido pela produção dos vinhos Brunello di Montalcino e Rosso di Montalcino que são produzidos a partir da uva sangiovese que é cultivada na região.
Para quem gosta de vinho, além de visitar o vilarejo que tanto encanta, também é interessante visitar uma das vinícolas que ficam ali nas proximidades.
Para quem não tiver oportunidade de visitar alguma das vinícolas e ainda assim quiser levar o vinho da região para casa, é possível encontrar opções nas lojas que ficam no centro histórico do vilarejo. Existem lojas que oferecem degustação.
Nós optamos pela visita a uma vinícola para degustação: Caparzo.
A visita para degustação foi agendada antecipadamente. A visita – em 2020 – começou com a apresentação da história da vinícola e de como os vinhos são produzidos, tudo enquanto conhecemos as instalações da vinícola.
Em seguida, fomos levados até a sala onde a degustação acontece. Lá, nos deixaram à vontade para degustar.
Depois, escolhemos os vinhos que queríamos levar para casa.
Como não se apaixonar pelos vilarejos da Toscana?! E Montalcino conquista mais ainda quem gosta de vinho, como nós.
Existem algumas outras atrações para visitar em Montalcino, depende muito do que a pessoa busca com a viagem. Para nós, com o tempo que tínhamos, passear pelas ruas do vilarejo sem destino foi incrível. E ainda conseguimos visitar a vinícola que queríamos. Foi sensacional!
Este é um dos artigos sobre uma viagem de duas semanas pela Itália. Recomendo a leitura do que já publiquei anteriormente para acompanhar/entender o roteiro da viagem.
Nos hospedamos em Florença para visitarmos um pouco da capital da Toscana, é claro, mas também para irmos de carro até alguns dos vilarejos da região.
Neste artigo, comentarei apenas sobre o que fizemos em Florença, sem mencionar sobre os vilarejos que visitamos na região, lugares que abordarei nos artigos das semanas que virão.
Ponte Vecchio
A ponte mais antiga da cidade atualmente é local de comércio: joalherias.
Foi construída como é hoje em 1345, após uma inundação. Uma obra de arte homenageia o ouvires Benvenuto Cellini na ponte.
Cattedrale di Santa Maria del Fiore
A catedral começou a ser construída em 1296, obra do arquiteto/escultor Arnolfo di Cambio. No decorrer dos séculos, o edifício passou por alterações que foram conduzidas por profissionais da região até se tornar como é atualmente.
Particularmente, eu diria que é a catedral mais bonita que eu já vi pessoalmente (externamente), e eu não sei explicar o motivo, mas algo no estilo dela me fascina.
As Capelas Medicee estão localizadas no interior da Basilica di San Lorenzo, onde foram construídas entre os séculos XVI e XVII. Tornaram-se um museu em 1869, que atualmente é composto pela Sagrestia Nuova (Nova Sacristia) e pela Cappella dei Principi (Capela dos Príncipes), além de criptas da família Medicee e de pessoas que foram importantes para a história da cidade.
Fotos: Cappella dei Principi – uma maravilhosa obra de arte com mármore, pedras preciosas e afrescos.
No mercado central de Florença, o visitante encontra muitos dos produtos da região expostos em barracas e tem a oportunidade de comer no local ou comprar os produtos de sua escolha e levar para casa.
A praça foi projetada pelo arquiteto Giuseppe Poggi e construída em 1869, dedicada a Michelangelo e abriga cópias de algumas das obras do artista.
Fica em uma colina que possibilita uma belíssima vista panorâmica de Florença.
Nós estivemos no local para assistir ao pôr do sol e foi lindo! Recomendo!
Porta Romana
Fundada em 1328, antigamente, a Porta Romana era o local que permitia que as pessoas saíssem da cidade em direção a Siena.
Hospedagem
Optamos por alugar um apartamento pelo Airbnb. A localização era ótima, com quarto, banheiro, sala e cozinha, tudo o que precisávamos para a estadia. Por ser no térreo, tinha também uma área externa com plantas e espaço para estendermos as roupas que lavamos. A Mel aproveitou bem! A vaga para estacionar o carro na garagem não era no prédio, mas não era longe. O apartamento era muito aconchegante, confortável e limpo.
Alimentação
Trattoria La Casalinga
O restaurante ficava próximo de onde nos hospedamos.
Pedimos bruschetta de entrada para compartilhar e massa como prato principal para cada um. Comida bem feita, simples e deliciosa.
Recomendação do dono do apartamento que nos hospedamos. Arrisco afirmar que foi a melhor experiência gastronômica durante a viagem.
Como o clima estava agradável e estivemos no restaurante para almoçar, nos acomodamos do lado de fora (na frente). As salas do interior do restaurante pareciam ser super aconchegantes.
Em uma viagem de quinze dias pela Itália, foi a comida mais sem graça que comi. Sem tempero… e não foi apenas comigo, pois percebi que várias das mesas ao redor estavam reclamando por falta de sal.
Em Firenze, fizemos quase tudo caminhando, pois o apartamento onde nos hospedamos ficava próximo da maioria das atrações que visitamos. Utilizamos o carro apenas para irmos até a Piazzale Michelangelo porque o local era mais distante do centro.
Este é um dos artigos sobre uma viagem de duas semanas pela Itália. Recomendo a leitura do que já publiquei anteriormente para acompanhar/entender o roteiro da viagem.
Entre o caminho da Ligúria até a capital da Toscana, paramos brevemente em Pisa apenas para ver uma das atrações mais fotografadas da Itália: Torre de Pisa.
Foi breve mesmo! Acredito que ficamos apenas uma hora ali, pois estava difícil de suportar o sol a 35°C.
Fotografamos a Torre de Pisa e logo continuamos com nossa viagem.
Este é um dos artigos sobre uma viagem de duas semanas pela Itália. Recomendo a leitura do que já publiquei anteriormente para acompanhar/entender o roteiro da viagem.
Santa Margherita
As cores dos edifícios que beiram o mar da ensolarada Santa Margherita e o porto com embarcações representam o cartão-postal da cidade.
Assim como Cinque Terre e Portovenere, em Santa Margherita também tem castelo e igrejas que podem ser visitados, além do passeio pela orla e nas praças do centro, onde estão a maioria dos restaurantes. E, é claro, tem as praias que oferecem aluguel de guarda-sol e cadeiras, onde o visitante pode relaxar confortavelmente.
A vila de Santa Margherita é majoritariamente frequentada por italianos, diferente de todos os destinos que visitamos na Ligúria.
É um vilarejo tão charmoso, pena que faltou tempo para explorarmos um pouco mais.
Portofino
A atmosfera de Portofino é bastante diferente de todos os destinos que visitamos na Ligúria.
Com a arquitetura semelhante a todos os vilarejos que visitamos na Ligúria, Portofino é um vilarejo que atrai ricos e famosos de todos os lugares do mundo (que geralmente chegam até lá em iates), afinal, alguém precisa gastar seu dinheiro nas lojas de luxo ali instaladas.
Quem não é rico e famoso também consegue se divertir no vilarejo.
Nós caminhamos pela orla e almoçamos em um dos restaurantes que ficam no cais – Ristorante Strainer. Uma refeição em Portofino não é barata, e o motivo é porque o vilarejo é relativamente mais afastado.
Para os mais dispostos, acredito que vale a pena caminhar até um dos mirantes com vistas panorâmicas para a baía. Devido ao calor, nós nem cogitamos a possibilidade disso.
Fomos até Santa Margherita e Portofino de carro, mas os transportes públicos são eficientes para chegar até lá. Quem decide ir de carro precisa se preparar para o caos que é dirigir nos vilarejos.
Este é um dos artigos sobre uma viagem de duas semanas pela Itália. Recomendo a leitura do que já publiquei anteriormente para acompanhar/entender o roteiro da viagem.
Cinque Terre
Os vilarejos que fazem parte do Parco Nazionale delle Cinque Terre são: Riomaggiore, Manarola, Corniglia, Vernazza e Monterosso al Mare.
Todos os vilarejos ficam em penhascos perto do mar e abrigam igrejas que podem ser visitadas, mas nós tínhamos o objetivo de apenas passear pelas ruas, então também não visitamos os castelos de alguns dos vilarejos. Só o passeio pelas ruas dos vilarejos já vale a pena! E para quem quiser/puder, ainda tem o mar para se refrescar nos dias de verão.
As características que mais se destacam das Cinque Terre são, além dos imóveis nos penhascos, as ruas geralmente bem estreitas (que podem ser difíceis de caminhar por causa dos desníveis, são irregulares) e as casas de todas as cores.
Por estarem em penhascos, é preciso caminhar entre subidas e descidas bastante íngremes. Com o sol do verão batendo na cabeça não foi agradável.
Riomaggiore
A primeira terre a partir de La Spezia.
Talvez por ser a primeira terre que eu vi, foi o vilarejo que mais me impressionou.
Manarola
A segunda terre a partir de La Spezia.
Fomos ao restaurante Nessun Dorma perto do horário do almoço e precisamos aguardar um pouco por lugar.
Corniglia
A terceira terre a partir de La Spezia.
Em Corniglia não é possível chegar pelo mar. Como o acesso é mais restrito (para chegar até o vilarejo ainda existe a possibilidade de ir de ônibus para poupar uma caminhada), é o vilarejo mais tranquilo.
Se eu tivesse a oportunidade de escolher uma das Cinque Terre para curtir o mar, seria aqui.
Vernazza
A quarta terre a partir de La Spezia.
Assistimos ao pôr do sol do alto da montanha. Foi cansativo caminhar pela trilha, mas valeu a pena!
Monterosso al Mare
A quinta (e última) terre a partir de La Spezia.
Parece ser a praia mais estruturada para relaxar.
É o vilarejo menos íngreme.
Nós fomos de trem e de barco até os vilarejos de Cinque Terre e as visões que tivemos ao chegar até elas são completamente diferentes. Não fomos em cada um dos vilarejos com os dois transportes públicos que utilizamos, pois nós escolhemos em qual deles iríamos de trem ou de barco porque não achamos necessário visitar novamente aqueles que já tínhamos visitado.
É possível visitar todos os vilarejos de Cinque Terre em apenas um dia (dependendo do interesse e do ritmo de cada um).
Portovenere
Considerada a sexta terre, Portovenere é um vilarejo consideravelmente mais fácil de caminhar, mais estruturado e mais tranquilo.
Nós caminhamos bastante por lá, nuvens escondiam o sol e isso contribuiu para que o clima estivesse mais agradável. Talvez por ser maior que as Cinque Terre parecia que tinha menos pessoas por ali.
Antes de partirmos, almoçamos no restaurante Portivenere.
Para quem se interessar, Portovenere possibilita acomodações que até então são mais confortáveis e mais modernas do que os vilarejos de Cinque Terre oferecem.
A costa da Ligúria entre Cinque Terre e Portovenere (junto com as ilhas Palmaria, Tino e Tinetto) é reconhecida por sua autenticidade, valores que ilustram um estilo de vida presente há 1000 anos, valor paisagístico e valor cultural, sendo listada como Patrimônio Mundial da UNESCO desde 1997.