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Parada em Hallstatt + Munique e cidades para ir e voltar no mesmo dia

Este é um dos textos sobre uma viagem pela Alemanha, Tchéquia e Áustria.

Seguirei o roteiro que fizemos durante a viagem, portanto, a publicação de hoje inclui passagem por Hallstatt até Munique, de onde partimos para conhecer atrações de Dachau e Füssen.

De Viena para Munique tivemos o privilégio de ver lugares incríveis, pois além de Hallstatt, os vilarejos por onde passamos durante o trajeto são tão encantadores quanto o próprio, com lagos, com montanhas, além do ambiente que parece de contos de fadas. Adorável surpresa! (apesar de Hallstatt já estar na lista de lugares para conhecer há tempos)

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O vilarejo localizado nos alpes da Áustria foi considerado Patrimônio Mundial pela UNESCO em 1997 e é um dos lugares mais incríveis que já conhecemos até hoje. Foram apenas quatro horas ali, o suficiente para desejar voltar e permanecer por pelo menos uma semana de cada estação.

Durante o tempo que permanecemos na cidade, caminhamos um pouco no centro e subimos até uma plataforma que fica a 360 metros de altura para observar a beleza de Hallstatt.

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… e a Mel foi conosco!

Optamos por almoçar no restaurante que fica na plataforma: o Rudolfsturm.

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do restaurante

Para mais informações sobre a atração, clique aqui.

Depois, seguimos com o percurso para Munique, capital do estado da Baviera (em alemão: Bayern) e a terceira cidade mais populosa da Alemanha. É a sede de um dos festivais mais tradicionais do mundo: a Oktoberfest.

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Marienplatz e Neues Rathaus

Não conhecemos muito a cidade em si, pois chegamos tarde no primeiro dia e nos demais já tínhamos programado de conhecer os castelos de Füssen e um campo de concentração localizado em Dachau.

No dia em que chegamos, conhecemos a tradicional Cervejaria Hofbräuhaus que oferece um cardápio com pratos típicos da região.

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Caminhamos pela região central e eu não fotografei… acontece!

Castelos: Hohenschwangau e Neuschwanstein

Estão entre as atrações turísticas mais visitadas do país, e por tal razão, é recomendável a compra antecipada dos bilhetes através da internet para não perder tempo.

O único dia em que a temperatura estava agradável para passeio, no entanto, também choveu e por isso não conseguimos explorar tudo o que gostaríamos. Porém, o clima contribuiu para que a atmosfera do local parecesse ainda mais de um conto de fadas por causa da neblina, mas imagino que o passeio seja incrível independente da estação.

Nas áreas internas dos castelos é proibido fotografar.

Para chegar até lá, pegamos um trem com saída de München Hauptbahnhof até Füssen, totalizando duas horas de viagem. Valor: 28,00 €. Compramos os tickets antecipadamente para garantir o embarque no horário desejado por nós, mas também é possível comprar na estação antes do embarque se ainda existir disponibilidade no trem. Desembarcando em Füssen, é necessário embarcar em um ônibus até o vilarejo em que os castelos estão localizados.

A região em que os castelos estão localizados possui restaurantes para fazer refeições, inclusive, também abriga hotéis para quem desejar permanecer por mais tempo no local.

Schloss Hohenschwangau

Localizado em um vilarejo chamado Schwangau, o Schloss Hohenschwangau é um pouco ofuscado pela beleza do famoso castelo dos contos de fadas localizado também nos arredores, mas é indispensável a visita para conhecê-lo e se aproximar um pouco mais da história.

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A pedido de Maximilian II, o castelo foi construído entre 1833 e 1837. Era usado como residência de verão da família, composta por Maximilian II, a esposa Marie (Friederike Franziska Hedwig) von Preußen e mais dois filhos, Ludwig e Otto.

Após a morte do Rei Maximilian II, em 1864, Ludwig assumiu o trono quando estava com dezoito anos de idade e decidiu que queria um castelo para si na região. Arquivos indicam que ele era introvertido, amante das artes e fascinado por projetos arquitetônicos extravagantes. Ele era conhecido como o rei louco por ser diferente dos governantes da sua época.

O rei foi nomeado como Ludwig II. Manteve amizades que podem ser consideras íntimas com homens e fez anotações em diários sobre pensamentos e as tentativas de reprimir desejos sexuais e permanecer fiel à sua fé. Os documentos originais foram perdidos durante a Segunda Guerra Mundial, restando apenas as cópias das anotações que foram feitas durante a conspiração para sua destituição, além das cartas que sugerem a possibilidade de que o rei era homossexual e que lutou contra a condição durante a vida.

Mais dois palácios na região também foram construídos por ordens de Ludwig II, Schloss Herrenchiemsee e Schloss Linderhof, ambos na Baviera. Como o rei investiu as rendas da monarquia e fez empréstimos bancários para a realização de tais projetos, além de não demonstrar interesses em desempenhar a função de chefe de estado como esperado, os ministros e o ministério usaram o que puderam para declará-lo como mentalmente incapaz e afastá-lo do título, e após funcionários do castelo relatarem comportamentos bizarros do rei, os ministros conseguiram a destituição de Ludwig II após um relatório médico ser assinado por quatro psiquiatras que nunca examinaram o rei.

No interior do Schloss Hohenschwangau está a luneta por onde o rei Ludwig II observava a construção do seu sonhado Schloss Neuschwanstein.

A visita só é realizada com um guia, que explica um pouco sobre a construção do castelo e relata sobre a vida da família conforme percorre o caminho entre as salas que possuem detalhes originais da construção, mobílias e objetos pessoais em exposição.

Clique aqui para mais informações.

Schloss Neuschwanstein

É um dos principais cartões-portais do país e está entre as atrações turísticas mais fotografadas da Alemanha.

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A base para o projeto do Schloss Neuschwanstein é de um projetista que trabalhava com cenários teatrais conhecido como Christian Jank. O castelo foi construído entre 1869 e 1886.

O interior do castelo é composto por materiais modernos e é tecnologicamente ousado para a época em que foi construído. As obras de algumas das salas foram inspiradas no trabalho de Richard Wagner, a quem o rei Ludwig II dedicou o castelo. Cisnes também estão entre os temas da decoração.

Após a morte de Ludwig II, a construção do Schloss Neuschwanstein foi interrompida e alguns dos ambientes permaneceram como estavam ou foram concluídos rapidamente de forma bem mais simplificada do projeto para que o castelo se tornasse uma atração turística e gerasse renda para o país. Ou seja, o rei que tanto desejou o Schloss Neuschwanstein não conseguiu vê-lo finalizado. A morte do rei ainda é misteriosa, pois apesar do registro oficial de que a morte foi causada por afogamento, a autópsia indicou a ausência de líquidos em seus pulmões. Existem outras versões/teorias sobre sua morte, mas sem comprovações. O corpo de Ludwig II foi encontrado no dia 13 de junho de 1886 no Lago Starnberger, junto com o corpo de um dos psiquiatras que assinaram o relatório médico declarando a sua incapacidade mental, Dr. Gudden, após eles saírem para caminhar em um passeio pelo bosque.

A beleza do Castelo de Neuschwanstein foi a inspiração para Walt Disney criar o castelo da Cinderela localizado no parque Magic Kingdom em Orlando.

Para chegar até o castelo existe a opção de caminhar (e aqui vale ressaltar que você subirá e descerá algumas escadas e que estará sempre em declínio) ou ir de ônibus (no inverno, não circulam nos dias em que as ruas ficam escorregadias e quando neva).

Atualmente, os projetos arquitetônicos solicitados por Ludwig II e sua família geram rendas para a Alemanha.

É comum a exploração de animais em nome do turismo na região, como, por exemplo, cavalos puxando charretes. Não patrocine! Não apoie. Não incentive. Não fotografe porque acredita que é bonito. É cruel!

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Campo de concentração de Dachau

A cidade de Dachau abrigou o primeiro campo de concentração construído pelos nazistas, em 1933, projetado por Theodor Eicke. O local abrigou pessoas de mais de trinta países e a partir de 1941 foi utilizado para exterminar em torno de trinta mil pessoas.

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“ARBEIT MACHT FREI” – tradução: O trabalho liberta.

Se tem algo que me causa indignação/chateação é a demonstração de intolerância, então para mim foi um tanto quanto angustiante estar em um lugar carregado de sofrimento por causa do ódio, é terrível se aproximar um pouco mais do que foi a realidade e imaginar o que o ser humano é capaz de fazer, do terror que era estar ali. Os arquivos expõem o ódio, a crueldade, a tortura, é chocante… (e a sensação foi pior ainda quando percebi lágrimas no rosto das pessoas com alguém da família que passou por ali).

Mais tocante que a visita ao bunker Berliner Unterwelten, em Berlim.

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Para chegar lá, pegamos o trem com partida da estação principal da cidade, München Hauptbahnhof. É possível comprar as passagens para a região em conjunto com os tickets para acessar o transporte público de Munique.

Disponibilidade de áudio-guia em português para acompanhar a visitação.

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Hospedagem

Optamos pelo Leonardo Hotel Munich City Olympiapark por ser pet friendly e atender o que buscávamos.

Locomoção

Utilizamos o transporte público para a locomoção na cidade e ao redor.

Informações úteis

Clima (agosto 2017): temperaturas entre 17°C e 25°C.

Moeda: euro.

Idioma: alemão.

Importante: Comprar antecipadamente tickets para as atrações turísticas sempre que possível. Ter dinheiro em espécie para o pagamento em restaurantes, pois a maioria dos estabelecimentos não aceita cartões (débito ou crédito).

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2 dias em Viena

Este é um dos textos sobre uma viagem pela Alemanha, Tchéquia e Áustria.

Seguirei o roteiro que fizemos durante a viagem, portanto, a publicação de hoje será sobre Viena, capital da Áustria e maior cidade do país.

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A história da cidade começa com a habitação dos celtas no período antes de Cristo. No século I, romanos ocuparam a região de Viena, mas foi apenas no período da Idade Média que o país começou a se desenvolver.

A mistura entre tradições imperiais e modernidade é um dos fatores que encantam quem conhece a cidade.

Abaixo, acompanhe as opções de atrações de Viena:

A Catedral de Santo Estêvão (Domkirche St. Stephan) é o templo sagrado mais importante da capital austríaca. 

Localizada no centro da cidade, a catedral em estilo gótico foi construída onde anteriormente já existia uma igreja. O primeiro registro da igreja românica de Santo Estêvão é de 1137, mas foi a partir do século XIV e no decorrer dos séculos a seguir que a Catedral de Santo Estêvão começou ser moldada para o que é atualmente.

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Durante os ataques da Segunda Guerra Mundial, em 1945, faíscas de casas em chamas nas proximidades da catedral atingiram o telhado até então de madeira, que foi incendiado e causou destruição das obras do interior da igreja. Após o período, a catedral foi restaurada e o material utilizado para a reconstrução do telhado foi alterado, passando a ser de aço. Em 1952, a Catedral de Santo Estêvão foi reaberta.

Atualmente (desde 1722), a Catedral de Santo Estevão é a sede da Arquidiocese Católica Romana de Viena.

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O Museu Sigmund Freud (Sigmund Freud Museum) exibe sobre vida pessoal e trabalho do psicanalista.

Como psicóloga, optei por trabalhar com a abordagem psicanalítica enquanto atuei na área por quatro anos no Brasil, desde a formação até a mudança para a Bélgica. Não poderia deixar de conhecer o local onde Sigmund Freud (1856-1939) morou e trabalhou de 1891 a 1938, quando em 04 de julho de 1938 foi forçado pelo Partido Nazista a deixar Viena para o exílio na Inglaterra.

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O museu foi fundado em 1971 e a decoração foi realizada com a ajuda de Anna Freud, filha do psicanalista. Com o objetivo de expandir o espaço, o local foi ampliado em fases de remodelação no decorrer dos anos com a supervisão do arquiteto Wolfgang Tschapeller.

A exposição exibe vida pessoal e trabalho do fundador da psicanálise. A mobília é original, porém, a maioria do mobiliário encontra-se em Londres, onde ele viveu até a morte. Documentos sobre as primeiras edições das obras de Sigmund Freud e uma seleção da coleção de antiguidades estão em exposição. Disponibilidade de áudio-guia em português para acompanhar a visitação.

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Palácio Schönbrunn (Schloß Schönbrunn)

Em dezembro de 1996, o palácio e os jardins como obras de arte barroca foram incluídos na lista de Patrimônio Mundial da UNESCO.

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Jardim na lateral do Palácio Schönbrunn.

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O palácio em estilo barroco foi residência de verão da família imperial austríaca desde o século XVIII até o final da Segunda Guerra Mundial, inclusive, a arquiduquesa Maria Leopoldine Josepha Caroline von Österreich (também imperatriz Maria Leopoldina do Brasil), residiu no Palácio Schönbrunn até o dia do seu casamento com o futuro primeiro monarca do Brasil, Pedro I.

O edifício foi reconstruído, expandido e modificado após a invasão turca em Viena durante o império de Maria Theresia (século XVIII), única mulher a governar o Império Habsburg e que recebeu a propriedade como presente de casamento do seu pai, Karl VI. A propriedade foi remodelada por vezes, no entanto, a história que envolve o Palácio Schönbrunn começou no século XIV, quando o imperador Maximilian II adquiriu o terreno para abrigar animais para caça.

O último projeto do Palácio Schönbrunn com a iniciativa de Maria Theresia ocorreu na década de 1770, e incluiu a instalação dos jardins com a supervisão do arquiteto Johann Ferdinand Hetzendorf von Hohenberg, que projetou a Gloriette, as duas fontes Netuno e Obelisco, e a Ruína Romana. Além disso, esculturas criadas por Wilhelm Beyerforam foram instaladas nas fontes e no corredor.

Após a morte de Maria Theresia, o palácio permaneceu desocupado e seu uso como residência de verão foi retomado durante o reinado de Franz Joseph I, de 1848 a 1916, que se casou com a prima Elisabeth Amalie Eugenie von Bayern, ou Sisi. Eles tiveram quatro filhos, sendo três mulheres e um homem que se suicidou porque a família não aceitou seu romance com uma plebeia.

O nome que surgiu na linha de sucessão para o Império Austro-Húngaro após o governo de Franz Joseph I foi do arquiduque Karl Ludwig von Österreich (irmão), no entanto, ele renunciou para favorecer o filho Franz Ferdinand von Österreich. A vida de Franz Ferdinand começou a se transformar. Em 1914, enquanto visitava a cidade de Sarajevo, capital da província austro-húngara da Bósnia e Herzegovina, foi assassinado por um membro de um grupo nacionalista da Bósnia. A morte de Franz Ferdinand é um dos fatores que desencadearam a Primeira Guerra Mundial, modificando o território de países europeus e encerrando os 630 anos de Dinastia Habsburg.

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A Fonte Netuno e Gloriette no topo.

A República da Áustria foi proclamada em novembro de 1918, após Karl I (que sucedeu a Franz Joseph I em 1916) emitir uma proclamação no dia do Armistício em que reconhecia o direito do povo austríaco em decidir a forma de governo. Com a queda da monarquia, o Palácio Schönbrunn passou a ser propriedade da República da Áustria.

A visitação inclui passeios pelos belíssimos quarenta apartamentos imperiais que podem ser visitados com áudio-guia em português. Também fazem parte do complexo e são atrações turísticas a casa das palmeiras, o labirinto, o zoológico, a casa do deserto e a orangerie.

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Palácio Belvedere (Schloß Belvedere)

O complexo de dois palácios e um jardim carrega acontecimentos com importância para a história do país e é Patrimônio Mundial da UNESCO.

Os dois palácios, Belvedere Inferior e Belvedere Superior, são interligados através de corredores. Os jardins entre os edifícios contribuem ainda mais com a beleza do complexo. Os dois palácios em estilo barroco foram projetados pelo arquiteto Johann Lukas von Hildebrandt a pedido do príncipe François Eugène de Savoie.

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Belvedere Inferior
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Belvedere Superior

Após a morte do príncipe François Eugène, a imperatriz Maria Theresia comprou o complexo que até então era da herdeira Maria Anna Victoria von Savoyen, sobrinha do príncipe François-Eugène, e transformou o Belvedere Superior em um local de exposições onde coleções imperiais passaram a ser exibidas para o público.

O Belvedere Inferior foi construído entre 1712 e 1716 e foi a residência do príncipe François-Eugène. O palácio é utilizado para a apresentação de exposições temporárias da arte austríaca em contexto internacional.

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Belvedere Inferior

O Belvedere Superior foi construído entre 1720 e 1723 e atualmente abriga coleções de Vincent Van Gogh, Gustav Klimt, Egon Schiele, Oskar Kokoschka, Claude Monet e Renoir, entre outros. E tem as salas que podem ser visitadas, como o luxuoso e belíssimo salão de mármore que foi o local onde o Tratado do Estado Austríaco foi assinado, em 15 de maio de 1955.

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Detalhes do salão de mármore do Belvedere Superior.

O Belvedere é um dos museus mais importantes do mundo, com a coleção de arte que inclui obras que vão desde a Idade Média até a atualidade.

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 Igreja de São Carlos Borromeu (Karlskirche)

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Pesquisas frequentemente indicam que Viena é uma das cidades com melhor qualidade de vida no mundo e eficiência em todo tipo de serviço, entretanto, a impressão que tive das pessoas enquanto trabalhavam nos locais em que estivemos não é tão positiva assim, pois o mau humor era perceptível. Estranho. Talvez seja o calor em excesso… Independente, a cidade é linda!

É comum a exploração de animais em nome do turismo em Viena, como, por exemplo, cavalos puxando charretes. Não patrocine! Não apoie. Não incentive. Não fotografe porque acredita que é bonito. É cruel!


Hospedagem

Optamos pelo Leonardo Hotel Vienna por ser pet friendly e atender o que buscávamos.

Locomoção

Utilizamos o transporte público para a locomoção na cidade.

Informações úteis

Clima (junho/agosto 2017): temperaturas entre 25°C e 39°C. Fez um calor insuportável nos dois dias que estivemos por lá, mas normalmente não é assim, acontece que uma onda de calor que foi nomeada de “Lucifer” atingiu alguns países europeus e contribuiu para os 39° em Viena, o que interferiu um pouco nas atividades, mas ok.

Moeda: euro.

Idioma: alemão.

Importante: Comprar antecipadamente tickets para as atrações turísticas sempre que possível.

O vignette (é um adesivo que tem um custo, variando de país para país, e que precisa ser colado no vidro frontal do carro) é obrigatório para a utilização de automóveis na Áustria.

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Viagem de carro: Alemanha, Tchéquia e Áustria

Este texto é a introdução de uma viagem que fizemos em agosto de 2017.

A razão pela qual viajamos apenas de carro pela Europa é a Mel, nossa cachorrinha. Ela é idosa e eu não cogito a possibilidade de colocá-la em caixa/bolsa de transporte para que ela fique ali por horas, pois eu sei que é estressante para ela.

Partimos da Bélgica (Oost-Vlaanderen) para Berlim, Praga, Viena, Hallstatt e Munique.

Roteiro resumido:

Dias 1, 2 e 3: Berlim.

Dias 4 e 5: Praga.

Dias 6 e 7: Viena.

Dia 8: parada em Hallstatt.

Dias 8, 9 e 10: Munique e região (Dachau + Füssen).

Sobre o trajeto: partimos para Berlim em torno das 04:00 e chegamos lá 12:00, com uma parada na estrada e obras nas rodovias da Alemanha. De Berlim até Praga, a viagem durou em torno de quatro horas. De Praga até Viena, a viagem durou em torno de cinco horas. Saindo de Viena, paramos depois de três horas em um vilarejo chamado Hallstatt, pois eu já tinha pesquisado sobre o lugar e queria conhecer, mas permanecemos por lá apenas para o almoço e em seguida já retornamos com a viagem de mais três horas até Munique. Retornando, de Munique até onde moramos foram oito horas.

Atenção: para automóveis é obrigatório o uso do vignette (é um adesivo que tem um custo, variando de país para país, e que precisa ser colado no vidro frontal do carro) tanto na Tchéquia quanto na Áustria. A não utilização do vignette gera multa.

Na Alemanha, obras nas estradas ocasionaram bastante lentidão. A Autobahn é conhecida por não ter limite de velocidade para automóveis de determinadas classes, no entanto, existem trechos em que a velocidade é controlada por razões de obras, por serem áreas urbanizadas ou que possibilitam o risco à acidentes, além do mau tempo. As placas de sinalização indicam sobre onde é necessário manter o limite de velocidade.

É indispensável viajar com gps e aparelho com acesso à internet para ter auxílio.

Antes da viagem é importante verificar onde existem postos de combustíveis e estabelecimentos para alimentação, e ainda locais para a utilização de banheiro, que tem custo em todos os lugares por onde passamos.

Acompanhe o blog durante as semanas a seguir para acompanhar o que fizemos em cada lugar que visitamos.

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Até lá!

 

Texto relacionado: Viajando de carro pela Europa