Hoje estou aqui para contar sobre a nossa experiência em mais um restaurante aqui na Bélgica, mais especificamente, em Bruges.
O restaurante L.E.S.S. (Love, Eat, Share, Smile) apresenta uma culinária internacional e pode ter, ocasionalmente, influência da América Central e asiática, com o conceito de comida para compartilhar na maioria dos pratos que estão no cardápio. Atualmente, a cozinha do chef Ruige Vermeire e sua equipe carrega uma estrela Michelin.
Nossa experiência
Chegamos e fomos levados até os nossos lugares naquela noite, no balcão de frente para a cozinha, onde poderíamos observar tudo o que aconteceria ali.
Compramos antecipadamente o menu “Less is more”, uma experiência que é sazonal (soubemos através de um boletim de atualizações/novidades via e-mail), diferente do tasting menu que oferece 13 pratos.
Estavam inclusos 2 entradas (para compartilhar) + 1 entrada para cada um + um prato principal com acompanhamentos (para compartilhar) + sobremesa para cada um, e para beber, 2 taças de vinho para cada um.
Nas fotos, nomearei os pratos exatamente como estavam descritos no cardápio.
sesame prawn toast + edamame, lime salt and shishimi
bread (robata grilled homemade focaccia) – não incluso
chu-toro tuna with avocado, puffed bell pepper and wakatay oil
black sesame ice cream, bergamot sancho butterscotch, white chocolate and rice
Eu não tenho o costume de beber café nem qualquer outra bebida após as refeições, mas pedi uma bebida para acompanhar meu marido, que vieram acompanhadas de alguns petit fours bem gostosinhos.
Após finalizarmos cada prato, nos perguntavam como tinha sido aquela experiência. Um mundo diferente de sabores, onde todos os pratos estavam deliciosos, alguns mais intensos, alguns mais suaves, sempre equilibrados! Uma experiência gastronômica deliciosa!
Equipe com boa comunicação, prestativa e atenciosa.
Ambiente moderno, elegante e aconchegante.
Tudo agradável do início ao fim! Recomendo demais!
Para quem tiver interesse: normalmente, é necessário reservar com pelo menos um mês de antecedência para a data desejada (como a maioria dos restaurantes aqui da Bélgica que são, no mínimo, bons), mas pode ter disponibilidade de última hora (na semana).
Hoje estou aqui para contar sobre a nossa experiência em mais um restaurante aqui na Bélgica, mais especificamente, em Bruges.
O restaurante L.E.S.S. (Love, Eat, Share, Smile) apresenta uma culinária internacional e pode ter, ocasionalmente, influência da América Central e asiática, com o conceito de comida para compartilhar na maioria dos pratos que estão no cardápio. Atualmente, a cozinha do chef Ruige Vermeire e sua equipe carrega uma estrela Michelin.
Nossa experiência
Ao chegarmos, fomos gentilmente recebidos. Recolheram os nossos casacos assim que nos apresentaram os nossos lugares naquela noite (previamente escolhidos por nós), no balcão de frente para a cozinha, onde poderíamos observar tudo o que aconteceria ali.
Optamos pelo serviço à la carte com a ideia de compartilharmos.
Nós escolhemos e compartilhamos 4 entradas + pão + um prato principal com acompanhamentos + sobremesa.
Nas fotos, nomearei os pratos exatamente como estavam descritos no cardápio.
sobremesa: dark chocolate ganache, crispy bread, olive oil and maldon salt
Eu não bebo café nem qualquer outra bebida após as refeições, mas meu marido pediu café e alguns petit fours foram servidos para acompanhar.
Após finalizarmos cada prato, nos perguntavam como tinha sido aquela experiência. Um mundo diferente de sabores, onde todos os pratos estavam deliciosos, alguns mais intensos, alguns mais suaves, sempre equilibrados! O prato principal não tinha nada de excepcional, mas estava muito bom! Gostei bastante da apresentação de todos. Uma experiência gastronômica deliciosa!
Equipe com boa comunicação, prestativa e atenciosa.
Ambiente moderno, elegante e aconchegante.
Tudo agradável do início ao fim! Recomendo demais!
Para quem tiver interesse: normalmente, é necessário reservar com pelo menos um mês de antecedência para a data desejada (como a maioria dos restaurantes aqui da Bélgica que são, no mínimo, bons), mas pode ter disponibilidade de última hora (na semana).
Sou o tipo de pessoa que adora pesquisar sobre lugares para comer. Quando viajo, é uma das coisas que faço antes mesmo de chegar no destino, planejo as possibilidades com meu marido e agendamos/reservamos quando necessário, afinal, comer é uma das coisas que gostamos de fazer em viagens.
Onde moro não é diferente.
Em Brugge (em português: Bruges) estão instalados restaurantes, cafés e pubs que podem agradar diferentes perfis e proporcionar diferentes experiências para quem visita a cidade, porém, por ser extremamente-excessivamente turística, alguns restaurantes, seja o alimento, seja o atendimento, ou qualquer outra coisa, podem deixar a desejar. Então, recomendarei alguns dos restaurantes que me agradam na cidade mais visitada da Bélgica.
Dica nº1: Evite os restaurantes que ficam na Grote Markt porque são quase que exclusivamente turísticos. No geral, não se preocupam com a qualidade do que é oferecido, afinal, o cliente frequentará uma vez e dificilmente voltará porque está na cidade justamente à turismo. Eu não estou querendo dizer que todos os restaurantes dali são ruins (até porque eu só fui em 1 ou 2 deles), porém, eu não recomendo.
That’s Toast
É um restaurante que oferece opções que são tradicionais para o café da manhã / brunch durante o dia inteiro. A refeição vale a pena em qualquer horário do dia.
Costuma ser bem cheio, mas o tempo de espera na fila é recompensado.
Um dos restaurantes mais aconchegantes que já estive na cidade. Vários drinks, opções para café da manhã, petiscos, sanduíches, pratos para almoço e sobremesas. Importante se atentar para o que é oferecido no horário que pretende ir ao restaurante. O cardápio do almoço é alterado com frequência.
Terraço agradável para os dias de verão e para beber.
O melhor restaurante de comida tailandesa de Brugge fica relativamente perto do centro da cidade, mas escondido. É necessário fazer reserva para experimentar a comida super saborosa do local.
Pizzas saborosas, a massa perfeita – fina e crocante – contribui por torná-las mais agradáveis de comer. Preço justo. Ambiente agradável. Opções veganas. O restaurante oferece ótimas cervejas belgas e indica qual harmoniza melhor com a pizza da sua escolha.
Um estabelecimento que oferece chocolate em barras, pralines, trufas, gotas de chocolate, entre outros tipos de produtos feitos artesanalmente com chocolate.
Assim como a maioria das lojas de chocolates de Bruges, The Old Chocolate House é de produtores locais.
Dentro do estabelecimento existe uma área (tearoom) onde é possível desfrutar de doces como waffle, bolos, cheesecake, brownie, sorvete, marshmallows, bolinho de chuva e bebidas quentes. Ótima opção para o café da tarde ou depois do almoço para desfrutar uma sobremesa, e melhor ainda se o dia estiver frio.
Sem os mercados de Natal em 2020… um dezembro completamente diferente das lembranças que tenho dos quatro anos anteriores. Ainda assim, foi possível encontrar a magia do Natal através das decorações que enfeitavam as ruas.
Hoje vou compartilhar um pouco da decoração das cidades de Leuven, Brugge, Gent, Antwerpen, e a cidade que moro: Aalter.
Leuven
Eu acho que o prédio da prefeitura é um dos edifícios mais bonitos do país, e com as luzes de Natal ficou ainda mais lindo.
Eu nunca estive na cidade quando os mercados de Natal estão lá, então não sei como é a atmosfera em Leuven durante o mês de dezembro (sem pandemia), mas a decoração de 2020 me conquistou e acho que é uma das cidades que mais estão enfeitadas esse ano. Fui surpreendida positivamente, e mesmo sem ter o que fazer lá no momento que estamos vivendo, acho que valeu!
Brugge
A cidade mais fotogênica do país fica ainda mais linda com a decoração de Natal.
Gent
Fiquei um pouco decepcionada com a decoração. Não foi pensado em nada além do que sempre já é feito, aliás, independente dos chalés que contribuem bastante como um todo, tinha menos decoração do que o normal.
Antwerpen
Os responsáveis também não planejaram nada além do que sempre já é feito, mas normalmente o centro já é bem decorado para o período. Até a roda gigante foi mantida para contribuir com o clima.
Aalter
Aalter é a cidade onde eu moro desde maio. É uma cidade bem pequenininha, cerca de 20.000 moram aqui. Aalter fica exatamente entre Brugge e Gent e por ser pequena não tem nada de especial em relação à decoração, mas as ruas do centro são enfeitadas.
Eu achei que o coreto ficou lindo com as luzes de Natal!
Amanhã vou publicar sobre três cidades que visitamos na costa da Bélgica. Até lá!
Os mercados de Natal da Europa parecem cenários de contos de fadas que acompanhamos em filmes. Alguns são mais populares e mais estruturados que outros, mas todos são charmosos. É mágico!
Hoje vamos para Bruges (em neerlandês: Brugge), na Bélgica. Lembrando que todas as informações que constam no artigo são referentes à 2019, pois todos os mercados de Natal da Bélgica foram cancelados em 2020.
A cidade em si já é um encanto à parte. Com a decoração natalina e luzes por todos os lugares fica ainda mais charmosa.
Três locais abrigam as atrações do mercado de Natal: as praças Grote Markt e Simon Stevinplein – menos de cinco minutos caminhando distanciam as praças, e a região do Minnewaterpark.
Na Grote Markt ficam as barracas com comidas (salgada e doce) com instalações de mesas e de cadeiras para quem quiser degustar no local, barracas de vestuário (gorros, luvas, meias, cachecóis e trajes natalinos), opções de lembranças para presentear, produtos artesanais, itens natalinos, brinquedos, entre outras.
Na Simon Stevinplein também estão as barracas tradicionais e de bugigangas, espaço com fliperama e outros tipos de jogos que atraem as famílias, algumas atrações infantis (carrinho de bate-bate e carrossel, além de brincadeiras tradicionais que dão prêmios), e o bar de inverno.
Em 2019, diferente dos três anos anteriores, a pista de gelo foi instalada perto do Minnewaterpark, também com opções de comida e de bebida para degustar no local.
As barracas de comida melhoram um pouco a cada ano. Quem é vegetariano/vegano pode se frustrar com as opções que são oferecidas.
Diferente da maioria das cidades de Flanders, não é instalada uma roda gigante para apreciar Bruges do alto, mas não faz diferença, já que o que eu mais gosto de fazer em Bruges durante a época é caminhar pelas ruas para apreciar a decoração natalina e luzes que tanto aquecem meu coração.
Para interagir com dicas, perguntas ou sugestões, deixe mensagem nos comentários.
Este texto será a base para outras publicações relacionadas à Bruges (em neerlandês: Brugge / em francês: Bruges) e traz um pouco dos pontos mais importantes da história da cidade.
Capital da província de Flandres Ocidental, Bruges é uma cidade tipicamente medieval que parece que foi construída de acordo com os contos de fadas. O centro histórico é Patrimônio Mundial da UNESCO desde 2000 e é a identidade da cidade.
Atualmente, cerca de 120.000 pessoas habitam Bruges. Estima-se que entre 5% e 6% da população é estrangeira.
O centro histórico de Bruges é bem preservado e a arquitetura dos edifícios demonstra as fases do desenvolvimento nos campos comercial e cultural da cidade.
A informação mais antiga já encontrada sobre a cidade é do século I, com os nomes Bruggia en Bruccia citados em moedas. Existem histórias que são consideradas sobre a origem do nome Bruges, entretanto, sem concordância, já que a veracidade nunca foi constatada, gerando divergências.
Historiadores indicam que Bruges é habitada desde o século II.
Um canal chamado Het Zwin foi formado depois das tempestades de 1134, estabelecendo a conexão entre Bruges e o mar. Com tal acesso, Bruges foi ganhando destaque e aos poucos se tornou um centro de comércio internacional importante, sendo considerada a capital econômica do noroeste da Europa no século XIII, e a produção de lã também contribuiu para o título.
Com o enriquecimento de Bruges, cresceu consideravelmente o número de habitantes entre os séculos XIV e XV, época em que os artistas do país foram atraídos até o local e lá permaneceram, auxiliando para a elaboração dos edifícios da cidade. Entretanto, o crescimento da cidade foi interrompido porque o canal Het Zwin estagnou, contribuindo para o crescimento de Antuérpia.
No final do século XVI, Bruges foi ocupada e capturada por espanhóis, assim como em outras regiões de Flandres. Foi um dos piores períodos em relação à economia. Com os conflitos envolvendo questões religiosas por causa de intolerância, parte da população deixou a região.
No século XVIII, no período dos Países Baixos austríacos, mudanças na estrutura da cidade aconteceram com o objetivo de conquistar melhorias.
Com a independência da Bélgica (1830), Bruges se tornou a capital da província de Flandres Ocidental e o número de habitantes voltou a crescer. Aos poucos, a cidade foi renovada. Reparos nas fachadas de imóveis particulares foram realizados para embelezar o local e incentivar o estilo “neo-Bruges”. Os arquitetos Louis Delacenserie e Karel De Wulf foram os responsáveis pela reconstrução e restauração da cidade.
O centro histórico da cidade começou a ganhar destaque, especialmente após o escritor belga Georges Rodenbach publicar a obra “Bruges-la-morte” (1892), retratando poeticamente a decadência da cidade, o que despertou curiosidade nas pessoas em conhecê-la. Na época da publicação, o que foi expressado no livro já não era mais a realidade de Bruges.
No contexto do desenvolvimento da rede ferroviária do país, a Estatção Central construída em 1838 foi atualizada. O atual porto marítimo de Bruges – Zeebrugge – foi construído entre 1896 e 1907.
Reprodução: @visitbruges (instagram)
No início do século XX, a exposição das obras dos Primitivos Flamengos contribuiu tanto para o desenvolvimento cultural e quanto para o desenvolvimento turístico da cidade. O trabalho dos artistas permanece na cidade até hoje. As duas guerras mundiais pouparam um pouco a cidade e não causaram as destruições que tanto afetaram as cidades da Bélgica.
prefeitura / stadhuis
Na Grote Markt, o Belfort e os edifícios em tons quentes se destacam, mas lá também está o Provinciaal Hof em estilo neo-gótico, construído entre 1887 e 1921, utilizado para ocasiões especiais que envolvem a região, mas que já foi utilizado como a sede do governo da província de West-Vlaanderen. Também são destaques na cidade o Begijnhof, fundado em 1245, a praça De Burg que abriga o edifício da prefeitura e a Basílica do Sangue Sagrado, e a Igreja de Nossa Senhora, além do Minnewaterpark.
Begijnhof
No que se refere ao turismo, Bruges é a cidade mais visitada da Bélgica, diferentemente das estatísticas de outros países europeus que geralmente indicam que as capitais estão no topo. O número de visitantes que circulam no centro histórico de Bruges cresce inacreditavelmente a cada ano. De acordo com o escritório de informações turísticas da cidade, em 2018, cerca de 8.300.000 visitantes foram contabilizados, 10% a mais do que no ano anterior.
Como os canais estão por toda a cidade, o passeio de barco está entre as principais atrações turísticas de Bruges. É suuuper turístico, mas vale a pena para quem não quiser ou não puder visitar a cidade mais fotogênica do país caminhando.
A cidade é repleta de turistas entre 10:00 e 18:00. A maioria das pessoas costuma ir até Bruges para passar o dia, o que faz com que a noite se torne mais tranquila.
É comum a exploração de animais em nome do turismo em Bruges, como, por exemplo, cavalos puxando charretes. Não patrocine! Não apoie. Não incentive. Não fotografe porque acredita que é bonito. É cruel. Todo ano tem proibição por maus-tratos identificados, mas a prática ainda é permitida no país.
Em Bruges também acontecem festivais culturais anuais que se destacam, além do mercado de Natal.
As ruas tranquilas, os lagos, os canais, a arquitetura, enfim, tudo em Bruges contribui para que seja a cidade seja apaixonante, o que a torna tão turística. Difícil imaginá-la diferente, como o que aconteceu nos períodos de crise.
Em breve, publicarei mais informações sobre lugares interessantes para conhecer em Bruges, especialmente sobre o turismo, mas também sobre culinária, artes, esportes, curiosidades, entre outros temas. Acompanhe!
O tema de hoje é sobre os Mercados de Natal em Bruges, Gante, Antuérpia e a capital Bruxelas.
Em maioria, as cidades belgas da região de Flandres atualmente se referem aos mercados como “Wintermarkt” (mercado de inverno) pela diversidade cultural que é encontrada no país.
Com os dias cada vez mais escuros, começa a expectativa pelas festividades e mercados de inverno por aqui.
Os mercados natalinos da Europa parecem cenários de contos de fadas que acompanhamos em filmes. Alguns são mais populares e mais estruturados que outros, mas todos são charmosos. É mágico!
Surgiram no fim da Idade Média no antigo Sacro Império Romano-Germânico. O registro mais antigo já encontrado sobre os mercados natalinos é do século XV, mas eles já aconteciam antes. É impossível saber o local em que aconteceu o primeiro mercado natalino já que não existe concordância. A tradição se espalhou rapidamente em algumas regiões da Áustria, França, Suíça, Itália, além da Alemanha, é claro.
Os mercados de inverno da Bélgica melhoram um pouco a cada ano para receber os visitantes. Vale a pena conhecer!
A visita aos mercados natalinos é ideal para a família ou entre amigos.
Bruges
A cidade em si já é um encanto à parte. Com a decoração natalina e luzes por todos os lugares fica ainda mais charmosa.
Dois locais abrigam as atrações do mercado de Natal: as praças Grote Markt e Simon Stevinplein – menos de cinco minutos caminhando distanciam as praças.
Na Grote Markt fica a pista de gelo e barracas com comidas (salgada e doce) para comer no local e especialidades locais para levar, vestuário (gorros, luvas, meias, cachecóis e trajes natalinos), lembranças, produtos artesanais, itens natalinos, brinquedos, entre outras.
Grote Markt
Na Simon Stevinplein também estão as barracas tradicionais e de bugigangas, espaço com fliperama e outros tipos de jogos que atraem as famílias, algumas atrações infantis (carrinho de bate-bate e carrossel, além de brincadeiras tradicionais que dão prêmios), e um bar um pouco mais agitado.
As barracas de comida deixam a desejar por falta de variedade. Para quem é vegetariano/vegano não há opção, a não ser uma barraca quase que despercebida de batatas fritas que parece não fazer parte do mercado e fica na frente do Belfort.
Diferente das cidades que também fazem parte dessa publicação, em Bruges não tem roda gigante. No entanto, tem uma atração especial que é paga e fica perto da estação principal da cidade: Ice Sculptur Festival Brugge – com a temperatura de -6°C, e a atração exibe esculturas feitas de gelo.
Quando acontece: 03/11/2018 a 01/01/2019.
Gante
O organizado e estruturado mercado de Natal de Gante – Gentse Winterfeesten – acontece a partir da Korenmarkt (praça principal) e segue pela rua Klein Turkije até Sint-Baafsplein, além das atrações que se encontram na praça em frente ao castelo Gravesteen.
150 barracas são instaladas no centro de Gante.
Para comer: tem comida típica da Bélgica e dos países europeus que também seguem à tradição. Opções para vegetarianos/veganos são encontradas no mercado, ou seja, o mercado inclui possibilidades para todos.
Alguns bares tanto abertos quanto fechados estão à espera do público.
Também tem as barracas que vendem os produtos de vestuário para o inverno. Tem todo tipo de itens para decoração. É possível encontrar um pouco de tudo. Tem barraca de alho, de queijo, de amendoim, de waffle, de doces, de brinquedos produzidos artesanalmente… de tudo!
Apresentações de bandas ao vivo e/ou artísticas acontecem no mercado. As crianças são mimadas diariamente pelo Papai Noel ou por personagens que remetem ao encanto do Natal.
Stadshal: onde fica a pista de gelo para patinação – tem área especial para os pequenos. Ao redor da prefeitura também tem barracas e um bar que remete aos que são encontrados em estações de esqui dos alpes.
O clima do mercado de inverno de Gante é muito agradável.
Quando acontece: 07/12/2018 a 06/01/2019.
Antuérpia
O centro de Antuérpia é transformado para o mercado de Natal (Kerstmarkt Antwerpen). As barracas com artigos acerca do Natal são intercaladas entre produtos alimentícios, acessórios para vestir, decorar ou presentear, e estão instaladas na praça Groenplaats, Grote Markt, seguindo pela rua Suikerrui até a praça Steenplein. O mercado cresce um pouco mais a cada ano.
A pista de gelo fica na Groenplaats e ao lado tem um bar de inverno instalado, onde acontecem apresentações musicais ao vivo. Ao redor da pista de gelo estão as barracas de vestuário para proteger as extremidades do corpo, bolsas, carteiras, de doces tipicamente natalinos e de bebidas.
Na Grote Markt tem barracas com artigos para decoração, comida, bebida, bancos espalhados para sentar e aproveitar a festa, além da árvore de Natal. As luzes instaladas em alguns prédios da praça contribuem para o ambiente ficar ainda mais bonito.
Entre as barracas tem uma que é dedicada especialmente para animais de estimação com todo tipo de item.
O caminho da Grote Markt para a praça Steenplein é decorado para a passagem e também tem barracas.
Na praça Steenplein tem barracas com objetos um pouco diferentes que são sugestões para presentes. Para comer e beber também tem algumas opções, mas não tem tanta variedade. Ali também tem uma tenda (fechada e aquecida) com bar e espaços com mesas e cadeiras para se acomodar e beber, onde também tem música. Tem opção vegetariana/vegana para lanchar. É onde a roda gigante também está instalada.
O mercado de inverno de Antuérpia é animado e bem aconchegante.
Na Grand Place / Grote Markt de Bruxelas acontece um show de som e luz que é impressionante. Não tem quem veja e não se encante.
Ao redor do prédio da Bolsa de Valores estão algumas das mais de 200 barracas que são instaladas na região. As atrações do mercado de inverno também estão nas praças Sainte-Catherine e de la Monnaie, além da região do mercado de peixes (marché aux poissons / vismarkt).
Reprodução: plaisirsdhiver.be
Os tipos de mercadorias das cidades que citei acima também são encontrados no mercado da capital, com um pouco mais de variedades. Tem, inclusive, uma barraca com apenas comida típica do Brasil (administrada por brasileiros). Obviamente, faz sucesso entre os brasileiros que passam pelo caminho. Também são encontradas barracas com comida típica de outros países, refletindo a diversidade de Bruxelas. Cada ano tem um país com as especialidades em destaque, e em 2018 foi a Finlândia.
A pista de gelo está na Place de la Monnaie.
A roda gigante de Bruxelas fica na região do mercado de peixes. Lá também estão os chalés com produtos para comer e beber no local ou levar, espaços para fazer as refeições e barracas com variedades.
Atrações em algumas datas específicas também são apresentadas nas ruas (consultar o site oficial do evento).
Além da mistura dos cheiros de comida, o cheiro de qualquer coisa que é feita de açúcar ou das especiarias do tradicional vinho quente dos mercados de Natal – glühwein – pode ser sentido de todos os lugares. É muuuito bom!
Com exceção de Bruges, as pistas de gelo das demais cidades são cobertas e permitem patinar com chuva. Banheiros são instalados nas ruas para os visitantes. Tem os comerciantes que não aceitam cartões de débito/crédito, então é importante ter dinheiro em espécie.
Vale ressaltar que o texto foi escrito com base em experiência pessoal nos mercados no inverno de 2018. Datas e as atrações alteram a cada ano.