Seguindo com a série “BLOGMAS 2020 – Alsácia e a magia do Natal”, hoje vou compartilhar um pouco sobre KAYSERSBERG, um dos vilarejos mais lindos e que mais gostei da região.
Localizada no nordeste da França, a atual Grand Est substituiu a Alsace-Champagne-Ardenne-Lorraine após a reforma territorial de 2014. A região da – popularmente conhecida – Alsácia (em francê: Alsace) já pertenceu à Alemanha e era constantemente disputada pelos dois países já citados, o que explica a arquitetura das cidades.
Eu não tenho palavras para descrever o que é o Natal na Alsácia. Espero que, através das fotos que vou publicar, vocês possam sentir um pouco do que eu gostaria de expressar.
Na foto acima, presépios instalados nas montanhas do vilarejo.
Recomendo passeios sem destino em Kaysersberg, o vilarejo é pequenininho e as decorações das casas tipicamente alsacianas são tão fofas, vale a pena caminhar pelo vilarejo e se encantar com o que encontrar em cada ruela. Parece cenário de contos de fadas de tão mágico… e é! Vilarejos da região são a inspiração para alguns dos cenários de produções da Disney, como “A bela e a fera”.
Arrisco dizer que é o vilarejo que mais gostei de visitar na região da Alsácia, porém, diferente de Riquewihr e Eguisheim que visitamos com menos tempo, acho que a razão de eu ter gostado mais de Kaysersberg é justamente porque não tivemos que nos preocupar com o tempo e aproveitamos melhor.
Também tem mercado de Natal em Kaysersberg e o clima é muito agradável.
Por aqui encerro os artigos sobre os vilarejos da Alsácia, mas amanhã ainda permaneceremos na França… Lille! Até lá!
Seguindo com a série “BLOGMAS 2020 – Alsácia e a magia do Natal”, hoje vou compartilhar um pouco sobre EGUISHEIM, um dos vilarejos mais charmosos da região.
Localizada no nordeste da França, a atual Grand Est substituiu a Alsace-Champagne-Ardenne-Lorraine após a reforma territorial de 2014. A região da – popularmente conhecida – Alsácia (em francê: Alsace) já pertenceu à Alemanha e era constantemente disputada pelos dois países já citados, o que explica a arquitetura das cidades.
Eu não tenho palavras para descrever o que é o Natal na Alsácia. Espero que, através das fotos que vou publicar, vocês possam sentir um pouco do que eu gostaria de expressar.
Recomendo passeios sem destino em Eguisheim, o vilarejo é pequenininho e as decorações das casas tipicamente alsacianas são tão fofas, vale a pena caminhar pelo vilarejo e se encantar com o que encontrar em cada ruela. Parece cenário de contos de fadas de tão mágico… e é! Vilarejos da região são a inspiração para alguns dos cenários de produções da Disney, como “A bela e a fera”.
Se você for para a Alsácia, não deixe de visitar Eguisheim. O pitoresco vilarejo está na rota do vinho da Alsácia.
Também tem mercado de Natal em Eguisheim, mas estava tão cheio e é tão pequeno que nem fotografei.
Seguindo com a série “BLOGMAS 2020 – Alsácia e a magia do Natal”, hoje vou compartilhar um pouco sobre RIQUEWIHR, um dos vilarejos mais charmosos da região.
Localizada no nordeste da França, a atual Grand Est substituiu a Alsace-Champagne-Ardenne-Lorraine após a reforma territorial de 2014. A região da – popularmente conhecida – Alsácia (em francê: Alsace) já pertenceu à Alemanha e era constantemente disputada pelos dois países já citados, o que explica a arquitetura das cidades.
Eu não tenho palavras para descrever o que é o Natal na Alsácia. Espero que, através das fotos que vou publicar, vocês possam sentir um pouco do que eu gostaria de expressar.
Recomendo passeios sem destino em Riquewihr, o vilarejo é pequenininho e as decorações das casas tipicamente alsacianas são tão fofas, vale a pena caminhar pelo vilarejo e se encantar com o que encontrar em cada ruela. Parece cenário de contos de fadas de tão mágico… e é! Vilarejos da região são a inspiração para alguns dos cenários de produções da Disney, como “A bela e a fera”.
Se você for para a Alsácia, não deixe de visitar Riquewihr. O pitoresco vilarejo está na rota do vinho da Alsácia.
Também tem mercado de Natal em Riquewihr, mas estava tão cheio e é tão pequeno que nem fotografei.
Localizada no nordeste da França, a atual Grand Est substituiu a Alsace-Champagne-Ardenne-Lorraine após a reforma territorial de 2014. A região da – popularmente conhecida – Alsácia (em francê: Alsace) já pertenceu à Alemanha e era constantemente disputada pelos dois países já citados, o que explica a arquitetura das cidades.
Eu não tenho palavras para descrever o que é o Natal na Alsácia.
No texto “Mercados de Natal na capital da Alsácia – Estrasburgo”, conto sobre o que o título já sugere. Na série “BLOGMAS 2020 – Alsácia e a magia do Natal”, vou compartilhar sobre mais quatro vilarejos da região que tive a oportunidade de visitar durante as festividades. E hoje vou comentar um pouco sobre COLMAR.
Colmar é uma cidade encantadora, assim como Rothenburg ob der Tauber, parece que foi criada a partir dos contos de fadas. No Natal, então…
A maioria das atrações turísticas de Colmar estão no centro, onde é possível explorar a pé. Nada melhor do que caminhar sem destino em Colmar e se encantar com o que encontrar em cada ruela.
Passear pela cidade com a calmaria da manhã, antes das 09:00, quando as excursões com turistas para passar o dia ainda não chegaram… demais!
Para a minha tristeza, todos os mercados de Natal da Bélgica estão cancelados em 2020 por causa da situação que vivemos atualmente. Eu até imaginava que isso aconteceria depois que alguns dos eventos que planejava visitar em 2020 terem sido cancelados, mas ainda assim fiquei chateada, afinal, é a época do ano que mais gosto. Os mercados de Natal trazem mais alegria para o período em que os dias permanecem mais escuros, é onde o brilho das luzes e a charmosa decoração, comida, bebida, encontros e diversão aquecem meu coração. Uma pena não vivenciarmos o clima natalino assim em 2020. Continuarei com a esperança de que em 2021 eles retornarão ainda melhores!
BLOGMAS 2020
Blogmas é um termo popular da internet que surgiu a partir da junção das palavras “blog” + “christmas” e é produzido com a publicação de artigos diariamente no mês de dezembro (01.12 a 25.12) sobre temas que envolvem o Natal.
Eu pretendia publicar sobre os mercados de Natal que planejava visitar esse ano, porém, inevitável a mudança de planos.
Pedi sugestões para o pessoal que me acompanha lá no Instagram e já fiz mais ajustes, mas ainda assim gostaria de pedir a ajuda de vocês que me acompanham por aqui e saber o que vocês gostariam de encontrar por aqui sobre o Natal. Penso até em trazer algo no formato de vídeo, mas não garanto porque eu não me sinto tão confortável em vídeos.
Em novembro estarei ausente daqui, mas preparando carinhosamente os artigos para dezembro. Então, até lá!
No Brasil, costumava passar as festas de Réveillon na praia, pois meus avós moravam lá, então costumava ir para Iguape ou Ilha Comprida logo após o período de Natal. Depois que conheci meu marido, continuamos indo para a praia na maioria dos anos para passar o Réveillon.
Aqui, acredito que não seria tão divertido virar o ano na praia… ehehe.
Hoje vim contar um pouco das minhas experiências aqui na Europa (apenas sobre a noite do dia 31, sem levar em consideração os lugares em si):
2016-2017: Colônia – Alemanha
Na noite do réveillon permanecemos um pouco na praça Roncalliplatz, onde aconteceram apresentações musicais em estilo alemão. Refletores com a frase “feliz ano novo” em vários idiomas foram instalados e giz para que as pessoas escrevessem mensagens, pedidos, agradecimentos, ou o que desejassem, foram disponibilizados (para escrever no chão da área que foi estipulada para isso). Próximo das 23:00, fomos até a margem do Rio Rhein e lá permanecemos até a chegada de 2017.
réveillon 2016-2017
réveillon 2016-2017
réveillon 2016-2017
réveillon 2016-2017
Não teve nada de especial, apenas pessoas comuns soltando fogos de artifício aleatoriamente… o que eu achei bem perigoso, por sinal. Na Alemanha é proibido vender fogos de artifício durante o resto do ano, então o pessoal aproveita a época que é permitido vender para comprar de todo tipo e soltá-los.
2017-2018: Londres – Inglaterra
Na noite do réveillon escolhemos a região perto da Elizabeth Tower que fica oposto à London Eye para assistirmos tudo. A área é fechada, chegamos em um dos portões de acesso por volta das 22:00 e a fila já estava absurdamente enorme. Banheiros disponíveis e barraca com comida e bebida na área. DJ animando com as músicas mais tocadas naquele ano. Nós conseguimos comprar os tickets apenas no segundo lote porque acaba super rápido. A área que escolhemos foi a azul.
Achei um pouco tumultuado para acessar o local, entretanto, compreensível levando em consideração o tanto de gente que se programa para passar o Réveillon ali e a fiscalização que é necessária para priorizar a segurança de todos.
Sem dúvidas, foi o evento com fogos de artifício mais bonito que já vi até hoje. Para quem quiser ver como foi: clique aqui.
2018-2019: Rothenburg ob der Tauber – Alemanha
Na noite do réveillon decidimos jantar no restaurante que escolhemos, caminhar um pouco pelas ruas do centro e permanecer o resto da noite onde estávamos hospedados, onde bebemos e assistimos pela televisão como eram as festas pelo mundo.
Foi tranquilo e era exatamente o que queríamos.
2019-2020: Bruges – Bélgica
Na noite do réveillon não sabíamos ainda o que faríamos ao certo, mas tínhamos planos de ir para Bruges se estivéssemos animados porque vimos a notícia de que aconteceria algo novo: drones substituiriam os fogos de artifício na praça ‘t Zand. Fizemos a ceia em casa e decidimos ir até lá.
Teve show e era possível acompanhar as músicas através do jornal que foi distribuído. Moro na Bélgica há quase quatro anos e sei como os belgas se divertem, então, achei que as pessoas estavam bem animadas. A maioria das músicas eram belgas (em neerlandês), aquelas que tocam em todos os eventos do país. Eu nem sei quem são os cantores ou de que época são, mas sei identificá-las e até mesmo cantar (errado, obviamente). Banheiros disponíveis e barracas com comida e bebida na área.
Ah, sobre a apresentação dos drones… não deu muito certo quanto a organização esperava! Uma pena, ehehe.
Na Europa é inverno, completamente diferente do que estava acostumada… nada de tradições como vestir roupa branca ou pular as ondas do mar (pelo menos não para mim). Mas é possível se divertir também!
A imagem do principal cartão postal de Gent (em português: Gante) está a partir da Sint-Michielsbrug (ponte de São Miguel). As três torres são: Sint-Niklaaskerk (Igreja de São Nicolau), Belfort (campanário) e a Sint-Baafskathedraal (Catedral São Bavão).
Da Sint-Michielsbrug ainda é possível ver ruas Graslei e Korenlei beirando o Leie (canal). De lá saem muitos dos passeios de barcos como atração turística disponíveis no centro. É comum a prática de stand-up paddle ou kayak por ali durante o verão.
sint-michielsbrug
A Sint-Niklaaskerk (Igreja de São Nicolau) é a primeira torre que vemos.
Sint-Niklaas é inspirado no bispo Nicolau de Mira. Nasceu na Turquia durante o século III e morreu em 6 de dezembro de 342, e durante a vida tornou-se bispo de Mira – Itália. Costumava ajudar os necessitados e foi o primeiro (santo) a demonstrar preocupação com a educação das crianças. A ele foram atribuídos alguns milagres que contribuíram para a sua popularização na Europa e designação de protetor dos marinheiros e dos comerciantes e, principalmente, amigo das crianças.
A paróquia de Sint-Niklaas foi fundada no final do século XI. A construção da atual Igreja de Sint-Niklaas começou no início do século XIII e foi concluída no início do século XIV. Porém, com o aumento da população, foi necessário aumentar o tamanho da igreja, aproveitando para transformar a igreja em algo maior no sentido de grandeza, e então a obra construída com Pedra Azul de Tournai levou séculos para ser concluída por razões de orçamento, altos e baixos da região que resultaram em deterioração gerando mais e mais reformas, guerras e por aí vai. Em 1936, uma organização sem fins lucrativos se empenhou para promover a restauração da igreja. Obras de arte dos pintores da região estão expostas no local. Atualmente, algumas das áreas da igreja ainda estão em obras, o que é comum nos prédios do gênero na Europa.
Ela é lindíssima por dentro e para quem se interessar, tem tour virtual disponível. Clique aqui.
A segunda torre é o Belfort (que é o campanário de Gent).
Sua construção começou em 1313 e a torre foi modificada ao longo dos séculos a seguir, se transformando no que é hoje entre os séculos XIX e XX após restaurações.
O campanário de Gent é Patrimônio Mundial da UNESCO desde 1999, juntamente com mais 32 campanários da Bélgica: 25 em Flandres e 7 em Valônia.
Decorações durante as festividades na cidade sempre chamam a atenção para o Belfort.
gentse feesten 2019
É possível subir até o topo do Belfort por escadas.
A terceira torre é a Sint-Baafskathedraal (Catedral São Bavão).
A construção da abadia que homenageia o padroeiro de Gent começou no século XIII, onde até então era uma capela. Em meados do século XVI, o edifício já tinha o aspecto que tem hoje, porém, mudanças eram necessárias. A diocese de Gent foi fundada em 1559 e, assim, a Catedral de Sint-Baafs também, sofrendo alterações no decorrer dos séculos a seguir. Até o século XIX, o interior do edifício mudou consideravelmente, até se transformar no que podemos ver hoje. Na torre estão pendurados sete sinos e o mais pesado é o Bavo, com 5.500 kg.
O patrimônio de obras-primas da Catedral de Sint-Baafs é valioso, com destaque para uma:
Você já assistiu ao filme “Caçadores de obras-primas”? Se sim, pode ser que você lembre da história baseada em fatos reais sobre O Retábulo de Gante – “Adoração do Cordeiro Místico” (o nome da obra em neerlandês é: De aanbidding van het Lam Gods). A obra, composta por 12 painéis com 24 pinturas que variam conforme a abertura ou não, é trabalho de um dos pintores flamengos primitivos mais célebres: Jan van Eyck, enquanto o projeto é de seu irmão, Hubert van Eyck. Portanto, considera-se que a obra seja dos irmãos Van Eyck. A pintura é conhecida como “Adoração do Cordeiro Místico” por causa da imagem do painel que está no centro, onde os peregrinos se reúnem para homenagear O Cordeiro de Deus, uma representação de Jesus Cristo.
A obra do século XV com histórias entre guerras, incêndios e furtos, foi instalada na Catedral de Sint-Baafs em 1432. Entretanto, um dos painéis permanece desaparecido, furtado em 10.04.1934 por, possivelmente, Arsène Goedertier.
A obra era cobiçada por Napoléon Bonaparte e Adolf Hitler com o objetivo de dominação (no caso, cultural). Foi capturada durante a liderança de ambos.
Para noção de importância: 2020 foi celebrado o ano de Van Eyck em Gent, ganhando destaque não apenas nos museus da cidade, mas também em uma série de eventos e de atividades em Gent. Devido ao COVID-19, o ano de Van Eyck se estendeu até junho de 2021. Os Gentenaars têm orgulho do trabalho dos Van Eyck e sua relação com a cidade.
Também vale a pena visitar o tesouro da catedral e ver a coleção que lá se encontra.
É proibido fotografar os objetos de arte que estão em seu interior sem autorização. Existem placas em todos os cantos com aviso.
Acima, a cidade de Gent e as três torres vistas de cima do Gravensteen (castelo). Da esquerda para a direita: Catedral São Bavão, Belfort e a Igreja de São Nicolau. Ainda tem a quarta torre que podemos ver: a Torre do relógio na Korenmarkt (Klok van het Postgebouw). Fotografei a imagem a partir do Gravensteen (castelo).
Quando publiquei a foto acima no Instagram, perguntaram qual das três torres é a mais alta. Você conseguiria adivinhar? A resposta é… Belfort! Com aproximadamente 95 metros de altura. Sobre as demais: Sint-Baafskathedraal com 89 metros e Sint-Niklaaskerk com 76 metros.
Depois de três anos consecutivos viajando pela França durante o verão (país em que os campos de girassóis estão espalhados por praticamente todas as regiões durante o verão), em 2020, após quase quatro anos morando na Europa, eu finalmente consegui me aproximar, sentir e fotografar um campo de girassóis na Bélgica, mais especificamente em Knokke-Heist.
Ao xeretar o que acontecia em Knokke-Heist no Instagram, vi fotos do campo de girassóis e logo já fui em busca de onde ele se encontrava.
Encontrei a foto de uma pessoa que percebi trabalhar com a divulgação da Bélgica nas mídias sociais e perguntei a localização; a resposta que tive foi que ficava na região do centro de esportes aquáticos que carrega o nome de Lakeside Paradise. Lá, com a aproximação do parque já foi possível ver o amarelo indicando que os girassóis estavam por ali, simples assim!
O campo era aberto e tinha acesso para entrar um pouco mais para o meio da plantação sem danificá-la. Eu aproveitei!
Este é um dos textos sobre uma viagem pela Suíça. Recomento a leitura do que já publiquei anteriormente para acompanhar/entender a viagem como um todo.
Se você já leu as publicações sobre a Suíça, sabe que Lucerna (em alemão: Luzern) foi a base que escolhemos para hospedagem, no entanto, exploramos a cidade em apenas um dia porque priorizamos conhecer outras regiões.
Visitamos as principais atrações turísticas do centro e caminhamos um pouco sem destino para observar o outono em Lucerna.
ao fundo, a igreja católica romana Sankt Leodegar im Hof
outono em lucerna
outono em lucerna
outono em lucerna
outono em lucerna
Kapellbrücke (ou Ponte da Capela)
Uma ponte de madeira sob o rio Reuss com aproximadamente 205 metros, construída durante o século XIV e que recebeu tal nome por causa da Capela de St. Peter (Peterskapelle), pertinho dali.
É utilizada por pedestres para a travessia de um lado para o outro. No interior da ponte estão as ilustrações do início do século XVII que contam um pouco da história de Lucerna e dos padroeiros da cidade, St. Leodegar e St. Maurice. A Kapellbrücke foi parcialmente destruída após o incêndio de 1993, mas reinaugurada em 1994 após os trabalhos de restauração.
É o cartão-postal de Lucerna.
Spreuerbrücke (ou Ponte de Palha)
Mais uma ponte de madeira que atravessa o rio Reuss, concluída em 1408. Assim como a Kapellbrücke, também é coberta e possui imagens que foram adicionadas entre os anos de 1625 e 1635 representando “A dança da morte”.
Abaixo, é possível ver uma das torres medievais de Lucerna e a muralha no fundo da foto + Spreuerbrücke.
Löwendenkmal (ou Monumento do Leão)
Um monumento dedicado aos soldados suíços que morreram em 10.08.1792 a serviço do rei Louis XVI da França. Era período da Revolução Francesa e os revolucionários mais revoltados decidiram invadir o palácio que já tinha sido deixado pela família real e que ainda era defendido pelos guardas.
A iniciativa de criar o monumento partiu de um oficial da Guarda Suíça que estava de licença em Lucerna quando tudo aconteceu – Karl Pfyffer von Altishofen. Após muito ser discutido sobre como a obra seria realizada, os escultores Bertel Thorvaldsen e Lukas Ahorn esculpiram o monumento em parceria com outros artistas. O monumento foi inaugurado em 10.08.1821, exatamente 29 anos após o ocorrido. O leão expressa sofrimento e tristeza em sua face. Sobre seu tamanho: é maior do que parece através das fotos, com aproximadamente dez metros de comprimento e seis metros de altura.
Em latim: HELVETIORUM FIDEI AC VIRTUTI – Glória à lealdade e à bravura dos suíços – está grafado acima do leão. Também estão grafados os nomes de 26 oficiais mortos e de 16 oficiais sobreviventes abaixo do leão. Cerca de 760 (DCCLX) soldados morreram e 350 (CCCL) soldados sobreviveram durante a invasão. O lago e a capela que se encontra ali do lado perto fazem parte do memorial.
Afrescos nos edifícios de Lucerna
Arte através da pintura em paredes ou tetos. No caso de Lucerna, muitos dos imóveis que estão no centro foram agraciados com a arte.
luzern
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Muralha e as torres medievais de Lucerna
Museggmauer – a mulhara – e suas nove torres medievais (Nölliturm, Männliturm, Luegisland, Wachturm, Zytturm, Schirmerturm, Pulverturm, Allenwindenturm e Dächliturm) construídas, possivelmente, entre os séculos XIV e XVI estão praticamente intactas (algumas delas ainda não são datadas).
zytturm
É possível visitar as torres Männliturm, Wachtturm, Zytturm e Schirmerturm.
Cervejaria Rathaus – eu escolhi a sopa do dia porque é o que tinha de opção sem carne. Estava deliciosaaa!
sabor: cebola com cerveja
O restaurante Bolero é especializado em comida típica espanhola e também foi a nossa opção. Escolhemos a Paella Marisco com arroz preto.
Como um todo, foi desafiador comer nos restaurantes da Suíça… não como a maioria das carnes e salada não é o prato que mais me agrada (era o que mais se aproximava de opção para mim, e ainda assim as saladas geralmente continham carnes e não tinham algo que despertasse em mim o interesse em escolhê-las). Enfim, fondue e pizza me salvaram em restaurantes… ahahaha!
Durante os dias que permanecemos mais distantes dos centros, preparamos sanduíches.
Por aqui, encerro as publicações sobre a nossa viagem pela Suíça em novembro/2019. Com a curiosidade de voltar durante o verão para aproveitar o que as atrações têm a oferecer.
Este é um dos textos sobre uma viagem pela Suíça. Recomento a leitura do que já publiquei anteriormente para acompanhar/entender a viagem como um todo.
Interlaken está localizada entre as cidades Brienz e Thun e em ambas existem lagos que são conectados por Interlaken (que significa “entre lagos” em português). Entendendo: Interlaken fica entre os lagos Brienzersee e Thunersee e nas fotos é possível compreender o que acontece ali.
Brienzersee – Interlaken – Thunersee
A foto acima foi fotografada a partir das redondezas de Harder Kulm a 1322m, onde existe uma plataforma que possibilita a vista panorâmica mais bonita da cidade. O acesso é possível através de um funicular que leva aproximadamente dez minutos para completar o percurso.
Além de caminhar um pouco por ali, decidimos desfrutar do cenário almoçando no restaurante que fica lá no topo.
Os topos das montanhas com um pouco de neve e os lagos azul-turquesa lindíssimos era tudo o que eu queria observar.
do topo da montanha Harder Kulm
do topo da montanha Harder Kulm
Depois de fazer tudo o que queríamos lá em cima, voltamos para a cidade e lá caminhamos pelo centro. Interlaken em si não tem tantas atrações turísticas para explorar, mas só o que pudemos ver e sentir já fez valer a visita.
É interessante se hospedar em Interlaken por causa da facilidade de ir e vir dos vilarejos mais charmosos dos alpes, independente da época do ano. Durante o verão, as atividades são mais focadas nos lagos e ar (parapente ou asa-delta). Durante o inverno, o foco das atividades está nas montanhas por causa da neve. Seja para relaxar, seja para a prática de esportes mais radicais. Para quem pretende visitar a Suíça durante tais períodos, recomendo a inclusão de Interlaken no roteiro.