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Roteiro de 3 dias em Berlim

Este é um dos textos sobre uma viagem pela Alemanha, Tchéquia e Áustria.

Seguirei o roteiro que fizemos durante a viagem, portanto, a publicação de hoje será sobre Berlim, uma cidade que é um verdadeiro museu ao ar livre por tudo o que carrega de história. Exatamente por isso, 3 dias são suficientes apenas para conhecer as atrações turísticas mais interessantes e nada muito além disso.

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O primeiro registro encontrado em documentos sobre a capital da Alemanha é do século XIII.

É notável os diferentes tipos de arquitetura tanto antiga quanto moderna nos prédios que estão espalhados pela da cidade. Parques de área verde contribuem para que a cidade se torne ainda mais atraente. Diversidade é uma das palavras que (atualmente) podem definir Berlim. Diversidade no que envolve a população em si, arte, comida, religião, comportamento, em tudo! Porém, muitos atos de intolerância, crueldade, tortura, ódio e crimes contra a humanidade já aconteceram em Berlim.

Abaixo, acompanhe o que conhecemos em Berlim:

Reichstag é palácio onde o Parlamento Federal da Alemanha exerce suas funções.

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A construção do prédio foi concluída em 1894, e entre 1919 e 1933 foi a sede do parlamento da República de Weimar.

Em 1933, após um mês da nomeação de Adolf Hitler para o cargo de chefe do governo federal da Alemanha, o prédio foi incendiado e os nazistas usaram a situação como pretexto para iniciar a perseguição aos comunistas, já que os policiais encontraram o comunista Marinus van der Lubbe dentro do prédio assim que chegaram no local, responsabilizando-o pelo ocorrido. Os dirigentes do partido comunista foram presos e Adolf Hitler encorajou o presidente da época a assinar o decreto que suspendia a maioria dos direitos humanos garantidos pela constituição de 1919. Segundo a polícia, o holandês Marinus van der Lubbe confessou o ato alegando que incendiou o prédio em protesto contra o crescente poder do partido nazista na época. Com a prisão dos líderes do partido comunista e o impedimento dos deputados para exercer as funções de trabalho, além do apoio do Partido Popular Nacional Alemão e ameaças aos demais partidos, os nazistas conquistaram a porcentagem para a adoção da Lei de Plenos Poderes. Várias liberdades civis foram suspensas.

Durante os doze anos do regime nazista (1933 – 1945), o Reichstag não foi utilizado para as sessões parlamentares em razão dos danos que o fogo causou durante o incêndio. Com a Segunda Guerra Mundial, a condição do prédio piorou um pouco mais.

No período da Guerra Fria, o prédio permaneceu em Berlim Ocidental.

Após a Segunda Guerra Mundial, em 1949, a capital da Alemanha Ocidental passou a ser Bonn, para onde o governo e o parlamento também foram transferidos, inutilizando o prédio que até então se encontrava em ruínas.

O arquiteto Paul Baumgarten trabalhou de 1961 a 1973 com o projeto de restauração do prédio, que então passou a ser utilizado para situações ocasionais e uma exposição permanente sobre a história da Alemanha até 1990.

Após a reunificação da Alemanha, no dia 03 de outubro de 1990 foi determinado que o governo e o parlamento voltariam para Berlim, o que ocasionou a restauração do prédio. O projeto do arquiteto Norman Foster foi realizado entre os anos de 1995 a 1999 e inaugurado em 19 de abril de 1999, quando as sedes do governo e do parlamento foram transferidas novamente para o Reichstag.

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O Memorial de Guerra Soviético no Tiergarten (Sowjetisches Ehrenmal im Tiergarten) é um dos memoriais que foram construídos em homenagem aos soldados do Exército Vermelho.

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O Memorial de Guerra Soviético no Tiergarten foi construído em 1945 pela União Soviética para homenagear os soldados do Exército Vermelho que morreram durante a Segunda Guerra Mundial.

O projeto é do arquiteto Mikhail Gorvits e a estátua do soldado é obra dos artistas Vladimir Tsigal e Lev Kerbel.

No topo de uma das colunas está a estátua que simboliza um soldado do Exército Vermelho. Nas demais, estão grafados os nomes dos soldados que morreram durante a guerra. Nas laterais do monumento estão dois tanques e dois canhões que foram utilizados durante a Batalha de Berlim.

Um cemitério com cerca de 2500 túmulos dos soldados também faz parte do memorial.

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O Memorial do Holocausto (Holocaust-Mahnmal ou Stiftung Denkmal für die ermordeten Juden Europas) é um monumento dedicado para os judeus que foram assassinados durante o regime nazista.

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Ideias para a construção do memorial surgiram em 1988 e desde então foi discutido sobre a questão. Apenas em 2000 o parlamento alemão aprovou a obra. Entre 2003 a 2004 foi construído o memorial que foi projetado pelo arquiteto Peter Eisenman. A área do memorial é de 19.000 m², com 2771 blocos de concreto que possuem tamanhos de comprimento e de largura exatamente iguais, mas com as medidas de altura diferentes. O memorial foi inaugurado em 10 de maio de 2005. Está localizado na área que era chamada de “faixa da morte” quando ainda existia o muro que separava a cidade.

Uma sala subterrânea também faz parte do memorial – “Ort der information” – exibe um pouco sobre a perseguição aos judeus.

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O Portão de Brandemburgo (Brandenburger Tor) é o principal cartão-postal de Berlim e o único portão que restou dos inúmeros que existiam para acessar a cidade quando os muros a cercavam, no século XVII.

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A construção ocorreu de 1788 a 1791 por ordem do rei Friedrich Whilhelm II, simbolizando a paz. O monumento foi projetado por Carl Gotthard Langhans e a quadriga (carruagem conduzida por quatro cavalos no topo) com a deusa da paz, Eirene, obra de Johann Gottfried Schadow, foi instalada em 1793.

Durante a ocupação dos franceses, em 1806, Napoléon Bonaparte encaminhou a quadriga à Paris, no entanto, com a derrota do próprio em 1815, ela foi recuperada e a pedido do rei Friedrich Whilhelm III, uma cruz de ferro com uma águia prussiana foram acrescentadas à obra. Na época, a praça onde está localizado o Portão de Brandemburgo recebeu o nome de Pariser Platz – em português: Praça Parisiense.

Durante a Segunda Guerra Mundial, o portão e a quadriga foram danificados.

Após, com a divisão da cidade, o portão permaneceu do lado que era controlado pelos soviéticos – Berlim Oriental. Para a restauração da obra, os dois lados concordaram em dividir os custos, e então Berlim Oriental se responsabilizou pela restauração do portão em si, enquanto Berlim Ocidental se responsabilizou por refundir a quadriga. Em julho de 1958, encerraram-se as obras do portão e em agosto a quadriga foi colocada, no entanto, Berlim Oriental decidiu alterar a peça com a remoção da cruz de ferro e da águia prussiana que até então faziam parte da peça, e ainda alterou a direção da instalação como era originalmente, o que gerou a revolta de Berlim Ocidental. O acesso ao portão foi livre até 1961, quando as decisões unilaterais de Berlim Oriental chegaram ao ápice e a construção do Muro de Berlim em frente ao portão limitou as fronteiras do setor soviético com os setores francês, britânico e americano, e então, apenas os soldados da Alemanha Oriental que faziam parte da patrulha podiam se aproximar. Foi apenas em 1989 que o Portão de Brandemburgo se tornou acessível novamente.

Ele foi restaurado entre 2001 e 2002, e inaugurado com uma cerimônia no dia 03 de outubro de 2002, dia em que é comemorado a reunificação da Alemanha. Desde então, apenas os pedestres podem atravessar o portão.

Atualmente, simboliza a unificação alemã e é onde comemorações e festividades com importância para a cidade acontecem.

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A Catedral de Berlim (Berliner Dom) é patrimônio mundial da UNESCO e o templo sagrado mais bonito da cidade.

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A Catedral de Berlim é a mais importante igreja protestante luterana da cidade. Com 116 metros de altura, 73 metros de largura e 114 metros de comprimento, é uma das arquiteturas que mais se destacam na cidade.

Foi construída entre 1894 e 1905, no entanto, a história da Catedral de Berlim começou no século XV, quando a Capela de Saint Erasmus que pertencia ao palácio real de Cölln recebeu o status de igreja colegiada pelo papa da época. Passou por reparações e modificações durante os séculos a seguir, até que, em 27 de fevereiro de 1905, a Catedral de Berlim projetada por Julius Raschdorff foi inaugurada.

Durante o período da Segunda Guerra Mundial, a cúpula da catedral foi atingida por uma bomba de líquidos inflamáveis e por causa das dificuldades para acessar o edifício, a cúpula foi destruída completamente pelo fogo que se espalhou. Em 1953, um telhado foi construído para temporariamente proteger o que restou em seu interior.

Após a divisão da cidade, ficou em de Berlim Oriental e foi reconstruída de 1975 a 1993.

A Catedral de Berlim foi reaberta com uma celebração solene no dia 06 de junho de 1993.

Em seu interior, além de ser decorada com relevos que ilustram as histórias do Novo Testamento, encontra-se o maior órgão de tubos da Alemanha, obra de Wilhelm Sauer. A catedral também abriga a cripta da Família Hohenzollern e mais de noventa túmulos de pessoas com importância para o país. A cúpula da catedral também pode ser acessada através de 270 degraus.

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Localizada no centro da cidade, a Torre de TV (Berliner Fernsehturm) é atualmente a construção mais alta do país e se destaca no horizonte de Berlim.

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A Torre de TV foi construída pelo governo da República Democrática Alemã (Alemanha Oriental) na Alexanderplatz de 1965 a 1969, e inaugurada em 03 de outubro de 1969. Entre os arquitetos que contribuíram para a construção da torre estão Hermann Henselmann e Jörg Streitparth, que foram os primeiros a trabalhar durante o planejamento e a construção em si, e Fritz Dieter, Günter Franke, Werner Ahrendt, Walter Herzog, Heinz Aust e Bruno Flierl que também fizeram parte da equipe dos arquitetos que contribuíram com o projeto.

A torre foi concluída com 365 metros de altura, mas após a instalação de uma nova antena em 1990, a altura aumentou para 368. Na esfera, a plataforma com vista panorâmica está a 203 metros de altura. Mais acima, um restaurante que fica em uma plataforma giratória e possibilita que os clientes observem a cidade está a 207 metros de altura.

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vista panorâmica – Catedral de Berlim e Portão de Brandemburgo

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A Alexanderplatz está localizada no centro da cidade, o que contribui para que seja a mais visitada e a mais atrativa praça de Berlim.

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Urania-Weltzeituhr

Recebeu tal nome em 1805, para homenagear o imperador Alexander I, que ao visitar a cidade naquele ano, foi recebido no local.

O local foi extremamente danificado durante a Segunda Guerra Mundial e reconstruído nas décadas de 1960 e 1970 com a aparência que é atualmente.

É um dos principais pontos de transportes públicos da cidade, além de ser um dos principais centros comerciais da cidade, com vários tipos de estabelecimentos e lojas. Nas proximidades da praça também se encontra um shopping que foi inaugurado em 2007.

Além da Torre de TV, o Urania-Weltzeituhr, (um relógio que exibe os horários de cidades) e a fonte da amizade se destacam praça.

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A Igreja de Santa Maria (St. Marienkirche) está entre as igrejas mais antigas da cidade.

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Igreja de Santa Maria e a fonte Netuno

Presume-se que a construção da Igreja de Santa Maria ocorreu no início do século XIII, já que foi mencionada pela primeira vez em registro em 1292. Passou por reparações e modificações nos séculos a seguir. Foi remodelada por Hermann Blankenstein entre 1893 e 1894, e após a Segunda Guerra Mundial foi restaurada.

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Rotes Rathaus: sede da prefeitura e da câmara dos vereadores de Berlim.

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O projeto de Hermann Friedrich Waesemann foi construído entre 1861 e 1869.

Foi danificado durante a Segunda Guerra Mundial e reconstruído de 1951 a 1956. Com a divisão da cidade, o prédio abrigou o governo de Berlim Oriental, enquanto Rathaus Schöneberg abrigou o governo de Berlim Ocidental. Após a reunificação do país, em 1991 o prédio voltou a ser a sede da prefeitura da cidade.

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Conhecemos bunkers da Segunda Guerra Mundial com a Berliner Unterwelten.

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Reprodução: https://www.berliner-unterwelten.de/

A organização Berliner Unterwelten foi criada em 1997 para pesquisar e explorar locais desativados da parte subterrânea de Berlim. A organização oferece opções para que o visitante acesse um pouco do que existe no interior do subsolo. A visita é realizada com um guia especializado que explica sobre o que é encontrado lá.

Nós optamos pelo tour “Mundo em trevas”.

O percurso começa pela estação de metrô Gesundbrunnen. Descemos até o subterrâneo e ao atravessar a primeira porta que encontramos, nos deparamos com os abrigos de proteção que retratam através das exposições sobre como era viver por ali quando existia a necessidade de permanecer por ali enquanto os bombardeios aconteciam. As pinturas das paredes com tinta fosforescente são originais e para a preservação é proibido tocar. Cada pessoa que permanecia ali tinha a própria máscara de gás. Não existia ventilação.

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Reprodução: https://www.berliner-unterwelten.de/

De todas as atrações que visitei em Berlim, foi a que eu mais gostei, talvez pelo fato de eu conseguir me aproximar um pouco mais de parte da realidade durante o período.

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O Muro de Berlim (Berliner Mauer) dividiu a cidade em Berlim Ocidental e Berlim Oriental de 1961 a 1989.

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East Side Gallery

Com o fim da Segunda Guerra Mundial, a Alemanha foi dividida em quatro setores de ocupação que correspondiam à União Soviética, França, Inglaterra e Estados Unidos. Em maio de 1949, Os Aliados formaram a República Federal da Alemanha representando o bloco dos países capitalistas na Alemanha Ocidental que tinha Bonn como a capital. Em outubro de 1949, a zona que era controlada pela União Soviética criou a República Democrática Alemã para representar o comunismo na Alemanha Oriental que tinha Berlim como a capital. E assim os setores do bloco capitalista ficaram cercados pelos comunistas.

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Até 1961, a circulação entre Berlim Ocidental e Berlim Oriental era livre. Em 12 de agosto de 1961, o governo da Alemanha Oriental decidiu fechar as fronteiras com acesso à Berlim. Na madrugada do dia 13 de agosto de 1961, os soldados colocaram arames e barreiras ao longo da fronteira. Com o passar dos dias, um muro foi construído para substituir a barreira que até então era provisória. Com o passar dos anos, a fortificação para a divisão foi aperfeiçoada. Na década de 1980, um muro foi construído em paralelo, e o então Muro de Berlim era constituído por dois muros com variações de largura. Entre os dois muros ficava o espaço que era conhecido como a “faixa da morte”, onde existiam mais de 300 torres para observação e diferentes tipos de controles que dificultavam tentativas de fuga. A vigilância era feita por soldados e por cães que tinham permissão para tudo.

O Muro de Berlim tinha 155 quilômetros de extensão, sendo que 43,1 quilômetros atravessava o centro da cidade, dividindo os dois lados de Berlim, e os demais 111,9 quilômetros de extensão do muro separavam Berlim Ocidental da Alemanha Oriental. A altura do muro era de 3,6 metros.

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Bernauer Strasse

Após protestos e a reivindicação de direitos dos alemães para circular livremente no país, em 09 de novembro de 1989, o Muro de Berlim começa a ser destruído pela população, após a declaração de um membro do governo da República Democrática Alemã informando a abolição de restrições para ir e vir. As pessoas começaram a se aglomerar em frente ao Muro de Berlim ultrapassando de um lado para o outro e os guardas não sabiam o que fazer no momento, então não reagiram. Os alemães comemoraram euforicamente o fato de estarem livres no país. A queda do Muro de Berlim representou o fim da Guerra Fria e fortaleceu a reunificação da Alemanha, que ocorreu definitivamente no dia 3 de outubro de 1990.

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East Side Gallery

Fragmentos do Muro de Berlim ainda podem ser vistos pela cidade. Estivemos na Bernauer Strasse, Niederkirchnerstraße e Mühlenstraße.

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Bernauer Straße

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O museu Topografia do Terror (Topographie des Terrors) exibe um pouco das atrocidades que foram cometidas pelos nazistas.

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Reprodução: https://www.topographie.de/

O museu encontra-se onde era a sede da GESTAPO (polícia secreta do Estado – regime nazista). O prédio foi danificado durante a Segunda Guerra Mundial e demolido na década de 1950.

No interior do pavilhão ficam as exposições temporárias que na época (2017) retratava através de artigos, fotos, vídeos, depoimentos e cartas sobre a trajetória do partido nazista e o seu governo, de 1933 a 1945. O museu continua ao ar livre exibe as atrocidades que eram praticadas. Parte do Muro de Berlim ainda existe ali.

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Checkpoint Charlie era o posto militar entre os dois lados de Berlim durante a Guerra Fria.

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O posto militar entre o setor soviético e o setor americano tinham a função de controlar a travessia de membros das Forças Aliadas para Berlim Oriental. Charlie, na verdade, se refere à letra C e não tem ligação com o homem da foto que está no local. O Checkpoint Alpha se refere à letra A. O Checkpoint Bravo se refere à letra B. As letras representam o alfabeto fonético da OTAN.

Com a queda do Muro de Berlim e a reunificação da Alemanha, o posto militar foi removido em junho de 1990. No ano de 2000, foi instalada uma cabine para atrair os turistas no local de origem, ou seja, é fake.

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Hospedagem

O hotel IntercityHotel Berlin Hauptbahnhof foi o escolhido por nós por ser pet friendly e atender o que buscávamos.

Locomoção

Utilizamos o transporte público para a locomoção na cidade.

Informações úteis

Clima (junho/agosto): temperaturas entre 20°C e 29°C.

Moeda: euro.

Idioma: alemão.

Importante: Comprar antecipadamente tickets para as atrações turísticas sempre que possível. Ter dinheiro em espécie para o pagamento em restaurantes, pois a maioria dos estabelecimentos não aceita cartões (débito ou crédito).

 

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Viagem de carro: Alemanha, Tchéquia e Áustria

Este texto é a introdução de uma viagem que fizemos em agosto de 2017.

A razão pela qual viajamos apenas de carro pela Europa é a Mel, nossa cachorrinha. Ela é idosa e eu não cogito a possibilidade de colocá-la em caixa/bolsa de transporte para que ela fique ali por horas, pois eu sei que é estressante para ela.

Partimos da Bélgica (Oost-Vlaanderen) para Berlim, Praga, Viena, Hallstatt e Munique.

Roteiro resumido:

Dias 1, 2 e 3: Berlim.

Dias 4 e 5: Praga.

Dias 6 e 7: Viena.

Dia 8: parada em Hallstatt.

Dias 8, 9 e 10: Munique e região (Dachau + Füssen).

Sobre o trajeto: partimos para Berlim em torno das 04:00 e chegamos lá 12:00, com uma parada na estrada e obras nas rodovias da Alemanha. De Berlim até Praga, a viagem durou em torno de quatro horas. De Praga até Viena, a viagem durou em torno de cinco horas. Saindo de Viena, paramos depois de três horas em um vilarejo chamado Hallstatt, pois eu já tinha pesquisado sobre o lugar e queria conhecer, mas permanecemos por lá apenas para o almoço e em seguida já retornamos com a viagem de mais três horas até Munique. Retornando, de Munique até onde moramos foram oito horas.

Atenção: para automóveis é obrigatório o uso do vignette (é um adesivo que tem um custo, variando de país para país, e que precisa ser colado no vidro frontal do carro) tanto na Tchéquia quanto na Áustria. A não utilização do vignette gera multa.

Na Alemanha, obras nas estradas ocasionaram bastante lentidão. A Autobahn é conhecida por não ter limite de velocidade para automóveis de determinadas classes, no entanto, existem trechos em que a velocidade é controlada por razões de obras, por serem áreas urbanizadas ou que possibilitam o risco à acidentes, além do mau tempo. As placas de sinalização indicam sobre onde é necessário manter o limite de velocidade.

É indispensável viajar com gps e aparelho com acesso à internet para ter auxílio.

Antes da viagem é importante verificar onde existem postos de combustíveis e estabelecimentos para alimentação, e ainda locais para a utilização de banheiro, que tem custo em todos os lugares por onde passamos.

Acompanhe o blog durante as semanas a seguir para acompanhar o que fizemos em cada lugar que visitamos.

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Até lá!

 

Texto relacionado: Viajando de carro pela Europa

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Como é o verão na Bélgica

Na sexta-feira da semana passada, no dia mais longo do ano, começou a estação que muda a atmosfera aqui na Bélgica: o verão. Oficialmente, em 2019, o verão começou em 21 de junho e terminará em 23 de setembro.

estações - verão

É quando o verde das árvores se torna bem aparente e se destaca com a luz solar que é mais presente.

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Tenho uma relação de amor e ódio com o verão. Nos dois anos que já acompanhei o verão aqui na Bélgica, tiveram dias em que a temperatura ultrapassou +30°C, e para mim, +25°C já é calor que não me agrada.

Durante o verão, as pessoas gostam bastante de sair para as ruas para aproveitar o sol, seja nos parques ou em pubs/cafés que geralmente oferecem a possibilidade de mesas e cadeiras nas calçadas para os clientes desfrutarem do clima. Aliás, é quando estabelecimentos chamados de pop-up zomerbars abrem temporariamente. Tem também as pessoas que gostam de se acomodar na beira de lagos ou canais com os amigos. E ainda tem as praias do país que oferecem estrutura bem legal para passar o dia.

Na região de Flandres é comum que as pessoas (moradores ou turistas) passeiem pelos canais com diferentes tipos de embarcações (existe a possibilidade de alugá-las). Também é comum a prática de stand-up paddle ou kayak.

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Eventos de todo tipo acontecem durante a estação, mas o que mais se destaca são os festivais de música (gratuitos ou cobrados) que acontecem em todas as regiões do país.

Depois do dia 21.06.2019, o tempo de luz solar já começou a diminuir gradativamente. No começo da estação, a luz solar permanece por, aproximadamente, dezessete horas. Até o final da estação, o tempo de luz solar diminui em até quatro horas a menos.

No final da estação voltarei a comentar sobre as impressões do verão de 2019. (clique aqui para ler)

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Como foi a primavera de 2019 na Bélgica

Oficialmente, amanhã será o último dia da primavera aqui na Bélgica (e na Europa). E como já mencionei em “Como é a primavera na Bélgica”, aqui estou para relatar um pouco da minha experiência de 2019 sobre o clima na região de Oost-Vlaanderen.

Em 2019 foi bem diferente dos dois anos anteriores, pois as temperaturas permaneceram mais frias e a maioria dos dias permaneceram nublados. Na rua, as cores das folhas e das flores representaram a estação.

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No final de março, quando a primavera começou, o clima ainda era frio, mas tiveram dois dias em que a temperatura máxima ultrapassou +15°C.

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Abril é um dos meses mais difíceis de definir (em 2017, em 2018, em 2019), pois a primavera é aparente através da vegetação que floresce, mas o clima do inverno geralmente insiste em permanecer.

Aconteceu algo que até então eu nunca tinha visto por aqui: choveu granizo. Choveu, choveu, choveu, choveu… bem mais do que os dois anos anteriores. Até trovejou durante os períodos de chuva, o que também é raro. Bastante vento, como sempre (chegando a atingir 40 km/h).

Temperatura mínima atingida em abril: -1°C (13/04).

Temperatura máxima atingida em abril: +25°C (22/04).

Foi um mês em que o clima oscilou bastante.

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Em maio, as temperaturas geralmente já são um pouco mais altas, mas em 2019 não foi bem assim. No começo do mês tiveram dias que lembraram o inverno e no final do mês tiveram dias que lembraram o verão, mas a maioria dos dias permaneceram com média de +11°C. Diferentemente dos anos de 2017 e 2018, os dias permaneceram nublados em maioria.

Temperatura mínima atingida em maio: +1°C (06/05).

Temperatura máxima atingida em maio: +23°C (23/05).

Pólens: entre abril e maio, as ruas são dominadas por pólens (tanto no ar quanto no chão). Imagina como ficam os imóveis por dentro… ahaha (não é legal).

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Junho começou quente, com a temperatura máxima atingindo +31°C, mas logo o clima amenizou. As temperaturas até então variam entre +10°C e +20°C. Desde segunda-feira, as temperaturas voltaram a aumentar e a previsão para os dias da semana que vem é de bastante calor, mas a meteorologia já indica que o verão de 2019 será mais ameno do que os dois anos anteriores.

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Hoje o sol nasceu às 05:29 e o pôr do sol acontecerá às 22:01 na cidade onde moro, porém, entre 05:00 e 23:00 tem claridade. As imagens a seguir demonstram os minutos a mais que temos a cada dia (screenshot da semana passada), mas provavelmente daqui a três semanas já começa a diminuir o tempo de claridade.

Ressaltando que as informações do texto retratam a minha experiência na região de Oost-Vlaanderen.

bélgica, comer e beber, europa, gante

Onde comer em Gent (Gante) | recomendações e dicas

Sou o tipo de pessoa que adora pesquisar sobre lugares para comer. Quando viajo, é uma das coisas que faço antes mesmo de chegar no destino.

Onde moro não é diferente (moro em uma das cidades ao redor de Gent).

Em Gent (em português: Gante) estão instalados restaurantes de todo tipo e a variedade de opções é uma das coisas que tanto me agradam nessa cidade. Então a dica de hoje é sobre restaurantes.

     Luv L’Oeuf

É um restaurante que oferece opções que são tradicionais para o café da manhã / brunch durante o dia inteiro. A refeição vale a pena em qualquer horário do dia.

luv l'oeuf - vegan breakfast
vegan breakfast

Costuma ser bem cheio, mas o tempo de espera na fila é recompensado.

Para consultar o cardápio, clique aqui.

Endereço: Nederkouter 30

     AYWA Beirut Streetfood

A especialidade é comida libanesa que até então eu não conhecia. Atualmente, é um dos restaurantes que mais gosto de Gent. Geralmente, é necessário esperar um pouco por lugar, já que o espaço é pequeno, porém, o clima do estabelecimento é bem agradável e a comida vale a pena pelo tempo de espera. A limonada que o restaurante oferece é surreal.

Foto 1: Haloumi Plate

Foto 2: Falafel Plate

Para mais informações, clique aqui.

Endereço: Lammerstraat 12

     Le Botaniste

Restaurante com o conceito de comida plant-based no centro de Gent. Ótima opção para vegetarianos/veganos, ou para quem quer optar por algo mais saudável.

rest. le botaniste

Para mais informações, clique aqui.

Endereço: Hoornstraat 13

     Kin Khao

O melhor restaurante de comida tailandesa de Gent fica bem no centro da cidade, mas não é armadilha. É necessário fazer reserva para experimentar os sabores simplesmente fantásticos.

Já foi eleito o melhor restaurante de comida tailandesa da Bélgica. Eu amo!

kin khao - tailand. pad thai
pad thai
phanaeng curry

Para mais informações, clique aqui.

Endereço: Donkersteeg 23

     Eat Love Pizza

São muitas as opções para quem procura por pizza, mas a dica de hoje é a pizzaria que oferece pizzas sensacionais. Os sabores que se diferenciam do convencional que pode ser encontrado em Gent é algo a ser destacado.

A massa é leve e sempre no ponto perfeito. Produtos: frescos e saborosos.

O ambiente é bem legal, espaçoso e aconchegante. O atendimento pode variar, mas médio.

Sugiro reservar antecipadamente.

Para mais informações, clique aqui.

Endereço: Ajuinlei 10-A

Em breve, mais dicas de restaurantes em Gent.


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OAK Restaurant

alemanha, europa, réveillon, rothenburg ob der tauber, turismo, viagem, vilarejos

O encanto de Rothenburg ob der Tauber

No último réveillon planejamos algo um pouco diferente de tudo o que já tínhamos experienciado no período, então decidimos conhecer a tranquilidade de Rothenburg ob der Tauber, na Alemanha.

Localizada no estado da Baviera (Bayern), a cidade faz parte da Rota Romântica, que é um percurso que conecta 27 cidades com cenários característicos em quase 400 km de extensão entre Würzburg a Füssen. As cidades mais populares entre os viajantes são: Würzburg, Dinkelsbühl, Augsburg, Füssen e o vilarejo que escolhemos para nos hospedar, Rothenburg ob der Tauber.

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Sou o tipo de viajante que gosta de pesquisar tudo e mais um pouco sobre os lugares que pretendo visitar, acredito que planejar o que fazer nos destinos já é o início da viagem, pois é quando posso definir os caminhos a percorrer de acordo com o que me interessa, entretanto, tenho a consciência que faz parte não conseguir realizar tudo o que foi planejado, pois nem sempre é possível (por “N” razões, seja pelo cansaço, tempo, clima, humor ou imprevistos, etc…), e tudo bem também, sem apego. Como já era previsto desde o planejamento da viagem, eu me apaixonei pelo vilarejo.

Conhecendo Rothenburg ob der Tauber

Depois da construção do castelo para o rei Konrad III, durante o século XII, os comerciantes da região passaram a negociar (comprar, vender, trocar) as mercadorias na praça do mercado – Marktplatz. Situada em rotas comerciais importantes na época, a cidade cresceu com o passar do tempo e construções em estilo enxaimel começaram a se destacar ao redor da praça central da cidade. Atualmente, a maioria dos prédios se tornaram estabelecimentos comerciais na região.

É onde os eventos da cidade aconteciam (e ainda acontecem).

Também é onde a prefeitura está instalada, em um prédio de estilo renascentista que se destaca dos demais. Parte do prédio caiu durante o incêndio 1501, mas foi reconstruído, reformado e restaurado, e uma cúpula em estilo barroco foi adicionada em 1681.

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Rathaus – prefeitura de Rothenburg ob der Tauber

É permitido que os visitantes acessem o local para observar a cidade do alto (220 degraus).

Ainda na Marktplatz, o Ratstrinkstube – antiga Câmara Municipal da cidade – é atração com o relógio astronômico na fachada, pois de hora em hora (entre 10:00 e 22:00) tem apresentação de bonecos nas janelas do prédio. Remete à fábula “Meistertrunk”, em que, após cumprir o desafio de beber três litros de vinho, o ato do prefeito Georg Nusch determinou a salvação dos vereadores que já tinham sido condenados à morte pelo general Tilly, que chegou com as tropas em Rothenburg ob der Tauber também para queimar a cidade durante a Guerra dos Trinta Anos. Atualmente, é o escritório oficial de turismo da cidade.

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Da Marktplatz, descendo as ruas Obere Schmiedgasse e Untere Schmiedgasse consecutivamente, está a bifurcação que é o cartão-postal do vilarejo: o Plönlein. Tanto as construções de ambos os lados da rua com arquitetura tipicamente alemã em estilo enxaimel quanto as torres Kobolzeller e Siebers criam um cenário ainda mais fotogênico.Ambas as torres Kobolzeller e Siebers foram construídas durante a expansão da cidade em 1204.

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Entre as atrações de Rothenburg ob der Tauber, também estão os museus que exibem um pouco da história da Idade Média e da cidade, mas infelizmente não conseguimos visitá-los.

São muitas as lojas de artigos natalinos e souvenirs que estão espalhadas em Rothenburg.

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Käthe Wohlfahrt

A tradicional Käthe Wohlfahrt é uma loja com artigos natalinos que foi fundada em Herrenberg (1964). A empresa foi para Rothenburg ob der Tauber em 1977. Lojas da rede também podem ser encontradas em outras cidades da Alemanha, em Brugge (Bélgica), em Riquewihr (França), em York (Inglaterra) e em Stillwater (Estados Unidos). Já durante o período dos mercados de Natal, barracas da Käthe Wohlfahrt chegam ao Canadá, mais cidades dos Estados Unidos, Japão, Itália, Áustria, Suíça, França, e é claro, mais cidades da Alemanha.

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Käthe Wohlfahrt
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O museu da Käthe Wohlfahrt foi inaugurado em 2000. Expõe, além das histórias que envolvem o Natal, diferentes tipos de decoração de Natal a partir do século XIX na Alemanha e como as peças são produzidas.

No Burggarten ficava o castelo dos Hohenstaufen/Staufer que foi construído para o rei Konrad III, destruído em 1356 por um terremoto. As pedras das ruínas do castelo foram utilizadas para a construção da muralha da cidade, que permanece lá até hoje e é uma das atrações para visitação.

Percorrer sobre a muralha de Rothenburg ob der Tauber: possibilita a visão da cidade de outra forma, entretanto. Nomes de pessoas e de cidades estão grafados nas pedras da muralha, uma forma de agradecimento/homenagem para aqueles que doaram os materiais para a reconstrução da cidade após a 2ª Guerra Mundial.

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Rothenburg está entre as cidades medievais mais bem preservadas da Europa, mesmo após os processos de reconstrução dos danos que foram causados durante os períodos de guerras.

É cheia de história, e do lado de dentro da muralha parece que é outra época, senti como se estivesse nos contos da Idade Média, e ainda tem o clima natalino que permanece na cidade em qualquer época do ano e torna tudo tão mais fascinante. Caminhar pelas ruas de Rothenburg ob der Tauber é mágico.

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É compreensível que o vilarejo de 10.000 habitantes atraia cerca de 3.000.000 visitantes por ano.


Hospedagem

Nos hospedamos no Mittermeiers Alter Ego, um conceito de hospedagem diferente de tudo o que já tínhamos experienciado. Trata-se de um edifício com onze apartamentos (privados) de diferentes tipos e uma cozinha bem equipada com eletrodomésticos e utensílios para ser compartilhada pelos hóspedes, onde é possível desde apenas fazer as refeições como também cozinhar, além de ter sempre disponível (gratuitamente) água para beber, café e chá, além dos itens que são cobrados à parte.

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Além de ser pet friendly, as acomodações do Mittermeiers Alter Ego possuem condições que consideremos importantes, pois temos a Mel que fica sozinha durante o dia por horas, então priorizamos o tamanho do quarto e a região (gostamos de passear com ela no dia a dia onde não tem tanta movimentação de pessoas, mas tentamos equilibrar que a localização seja de fácil acesso).

Eu sempre esqueço de fotografar o que envolve a hospedagem… tentarei melhorar! ehehe

Alimentação

Costumamos pesquisar as opções de restaurantes antecipadamente para nos programarmos e fazer as reservas quando é o caso, até porque a minha alimentação é restrita e precisamos ter o cuidado de buscar por restaurantes que nos agradem. Também é uma forma de poupar um pouco de tempo. Nem sempre conseguimos conhecer o que planejamos, pois acontece de às vezes optarmos pela praticidade por estarmos perto do lugar “x” ou “y” e comer ou beber onde é mais fácil.

O que envolve a alimentação também é algo que eu geralmente esqueço de fotografar, mas deixarei registrado através das palavras algumas das opções de restaurantes em Rothenburg.

Primeiramente, sobre o restaurante que eu tenho fotos: Michelangelo. Jantamos nele no dia 31/12. Lugar agradável, equipe atenciosa e comida saborosa, altamente recomendado!

Também recomendo os restaurantes Zur Höll e Italia Eiscafé-Pizzeria, ambos na região central de Rothenburg. E apesar de não ser o tipo de restaurante que eu gosto por ser beeem turístico, os pratos que pedimos no Bausmeiterhaus (localizado na Großer Markt) estavam ok (mas a decoração é péssima).

Schneeball é um doce típico de Rothenburg.

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Já viajamos anteriormente para a Alemanha e a dica que dou para quem pretende visitar o país é: sempre tenha dinheiro em espécie na carteira, especialmente para pagar a conta de restaurante.

Locomoção

Em Rothenburg ob der Tauber é possível fazer qualquer coisa a pé.

É comum a exploração de animais em nome do turismo na cidade, como, por exemplo, cavalos puxando charretes. Não patrocine! Não apoie. Não incentive. Não fotografe porque acredita que é bonito. É cruel.

Na noite do réveillon

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Normalmente, quem vai para Rothenburg ob der Tauber não busca por agitação. Depois do jantar no restaurante Michelangelo – já mencionado – caminhamos pela região central do vilarejo e voltamos para o hotel, de onde até observamos que hóspedes saíram na rua para soltar fogos, mas do lado de dentro permanecemos. Não tem algo em especial na cidade para o réveillon.

Informações úteis

Clima (29/12/2018 a 01/01/2019): variação de temperatura entre -3 e +3. O sol raramente apareceu entre as nuvens durante os dias que estivemos na cidade.

Moeda: euro.

Idioma: alemão.

Para mais informações, acesse o site oficial de Rothenburg ob der Tauber aqui.

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Keukenhof – o parque das flores mais bonito da Europa

É primavera na Europa, e uma das atrações mais populares durante o período é o Keukenhof: um parque com jardins que tem as flores como atração, especialmente as tulipas.

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O parque fica em Lisse, nos Países Baixos (na província de Zuid-Holland – em português: Holanda do sul) e é aberto para visitação durante a primavera de cada ano. Porém, não permanece aberto do início ao fim da estação, portanto, é importante consultar o site oficial do Keukenhof para se programar.

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Em 2017 foi de 23/03 a 21/05. As fotos a seguir exibem um pouco da beleza que é encontrada no parque.

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Em 2018, de 22 de março a 13 de maio.

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Em 2019, de 21 de março a 19 de maio.

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Estive no Keukenhof todos os anos desde que mudei para a Bélgica porque eu simplesmente amooo.

Além dos jardins que estão espalhados pelo parque, também são exibidas as exposições de flores e decorações temáticas nos pavilhões. Segundo o site oficial do Keukenhof, são cerca de 7.000.000 de flores.

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Os ingressos para os parques podem ser comprados pela internet (recomendado para poupar um pouco de tempo em filas) ou na bilheteria do local. Lembrando que, após adquirir o ticket, é possível visitar o parque em qualquer dia da temporada.

É um passeio com acessibilidade para todos, inclusive, animais de estimação são permitidos. O parque também possui algumas atrações para divertir as crianças. São muitos os visitantes que passeiam pelo parque diariamente, sendo assim, a infraestrutura de banheiros e de restaurantes é boa. Além de conhecer o Keukenhof, é possível passear de barco e de bicicleta na região dos campos de tulipas.

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Não é possível afirmar qual época é a melhor para visitar o Keukenhof, já que a influência da natureza interfere no florescimento das tulipas, no entanto, independente do dia escolhido, valerá a pena! Entretanto, os dias ensolarados deixam o parque ainda mais bonito.

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Passeio de um dia em Chamonix

Aproveitando a nossa viagem de inverno para esquiar, fomos até Chamonix para visitar a montanha mais alta da França.

Com 4810 metros de altura, Mont-Blanc está entre as montanhas mais altas da Europa. É do topo da montanha de Aiguille du midi que podemos ver Mont-Blanc e a vista panorâmica deslumbrante da região.

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Mont Blanc

Do topo da montanha de Flaine – Grand Massif – também era possível ver a montanha um pouco mais distante e de outra perspectiva. Clique aqui para ler sobre a experiência de esquiar na região.

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de Flaine – Grand Massif (topo)

Na fronteira com Suíça e Itália, Chamonix Mont-Blanc está situada no departamento de Haute-Savoie, na França. A região é bastante procurada por praticantes de esqui e de alpinismo durante os meses de inverno.

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Para quem está a passeio, uma das atrações mais interessantes está em subir de teleférico até o topo de Aiguille du midi (3842 metros de altura) através da estação que fica no centro de Chamonix. De lá é possível observar os alpes franceses, suíços e italianos, além do Mont-Blanc de perto. Espetacular!

O percurso é realizado em duas etapas, onde a primeira gôndola leva até 2310 m. para, em seguida, a segunda gôndola levar até Aiguille du midi.

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Téléphérique de l’Aiguille du Midi
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Já no topo, foram cerca de quatro horas para explorar o local. É tudo bem estruturado, com escadas, elevadores, passarelas, tem restaurante, loja de souvenirs… é legal explorar cada ponto que proporciona vistas panorâmicas maravilhosas.

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Tem exposição que conta sobre a história da construção dos teleféricos e estrutura em Aiguille du midi, além de histórias de esquiadores e de alpinistas que já estiveram ali.

Devido aos 3842 metros de altura, é comum sentir dificuldade para respirar, tontura e dor de cabeça.

O passeio não é recomendado para crianças menores de cinco anos de idade ou para pessoas com mobilidade reduzida em razão dos acessos.

Horários de funcionamento das gôndolas variam de acordo com a época do ano e com a demanda, então vale a pena se informar antes de chegar no local (e comprar antecipadamente o ski pass para embarcar também). É importante se vestir de forma adequada e confortável para aproveitar o que a atração tem a oferecer.

Além de Aiguille du midi, também fizemos o passeio de trem de Chamonix até Montenvers.

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Ao desembarcar na estação de Montenvers, montanhas por todos os lados e a vista panorâmica para a geleira – classificada como glaciar de vale – denominada “mer de glace” (mar de gelo) logo ali.

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mer de glace

Lindo demais!

Um dia incrível e inesquecível em um lugar hipnotizante. Que oportunidade!


Informações úteis

O ski pass Mont-Blanc unlimited permite o acesso à Aiguille du midi e Montenvers, entre outras atrações que não pudemos desfrutar por falta de tempo.

Clima (22/03/2019): Nas montanhas, variação de temperatura entre -1 e +3. Como as fotos demonstram, estivemos na região em um dia ensolarado, com boa visibilidade, sem nuvem, sem neblina, e com bastante vento no topo. Média de +15 durante a tarde na cidade à 1030 metros de altura.

Moeda: euro.

Idioma: francês.

Para mais informações, clique aqui.

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Flaine: viagem de inverno para esquiar

Pela primeira vez na vida, meu marido e eu estivemos em uma estação de esqui. Foi incrível, e aqui compartilharei um pouco de como foi a nossa experiência.

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A escolha do destino: cogitamos tantas estações de esqui que nem sei quantas. Além da França, também cogitamos Suíça e Itália por não sabermos o que procurar, mas como no verão de 2018 fizemos uma viagem que nos permitiu conhecer um pouco mais da França e nos despertou o interesse pelo país, definimos que iríamos para lá. Entre as inúmeras estações de esqui do país, encontramos Flaine, que ofereceu tudo o que buscávamos. Foi a escolhida!

Localizada no departamento de Haute-Savoie, a estação de esqui de Flaine foi criada em 1968. Faz parte do Grand Massif e atinge 2.500 metros. O resort foi construído em diferentes níveis de altitude: Flaine-Front de Neige à 1500m, Flaine-Forum à 1600m e Flaine-Forêt à 1700m.

Hospedagem

Optamos por um local nas proximidades da estação de esqui, pois esse era o objetivo da viagem. O hotel que nos hospedamos era do tipo “ski-in – ski-out”, ou seja, possibilita que os hóspedes saiam e cheguem esquiando por ter pista que se conecta diretamente a um dos acessos do hotel, o que é legal, apesar de só fazermos isso no último dia.

Nos hospedamos em Les Terrasses d’Eos – em Flaine-Forêt.

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a vista panorâmica do quarto

É um hotel/residencial com alojamentos que são como apartamentos. Optamos por alugar um apartamento com dois quartos para ter mais espaço disponível para nós e para a Mel. Os apartamentos possuem cozinha com tudo o que é necessário para preparar refeições.

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piscina (aquecida) – Les Terrasses d’Eos

Locomoção

Para ir e vir entre hotel e estação de esqui, utilizamos o transporte que é oferecido por Flaine (gratuito). O hotel também oferece o serviço de transporte para a região.

Nos dias em que saímos para jantar e também para conhecermos a região de Chamonix, utilizamos o carro.

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Alimentação

No que envolve o dia a dia, nos preocupamos em levar alimentos para café da manhã e refeições de almoço/jantar para não dependermos de restaurante. Recomendo, pois tem dias que tudo o que mais queremos depois de passar o dia esquiando é ficar tranquilamente em “casa”.

Almoçamos no apartamento e na estação de esqui também.

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restaurante no topo da montanha

No jantar, além de fazermos as refeições no apartamento, também jantamos no restaurante do hotel e em outros:  L’Ancolie (fomos dois dias nele de tanto que gostamos) e Le White – pub que fica na galeria da estação de esqui. Ou optamos por delivery nos dias que estávamos muito cansados.

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L’Ancolie

Esquiando

Alugamos os equipamentos no local. É possível solicitar o aluguel do que for necessário antecipadamente – clique aqui.

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Optamos por fazer aulas para iniciantes durante três dias com a escola ESF – três horas por dia. É algo que, particularmente, acho imprescindível para quem nunca praticou o esporte ou apenas deseja melhorar o desempenho. O instrutor auxilia e acompanha os alunos, avançando um pouco mais a cada dia.

Independente do clima, é importante usar protetor solar e protetor labial enquanto estiver nas montanhas: para mim, usar o protetor solar antes de sair de casa foi suficiente, eu realmente não senti a necessidade de usar mais, já com o protetor labial foi diferente, então deixava em um dos bolsos da jaqueta para pegar com facilidade e usar.

Ainda sobre as facilidades para esquiar, é recomendado que o ski pass permaneça em um bolso da jaqueta para que as catracas para acessar os elevadores o identifiquem, assim não é necessário retirar e guardar o tempo todo.

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Com o ski pass do Grand Massif também é possível esquiar nas outras quatro estações da montanha: Les Carroz d’Arâches, Morillon, Samoëns, Sixt-Fer-à-Cheval.

Vestuário

Ressalto o quanto utilizar roupas que são adequadas para a prática de esportes na neve e para o clima é algo imprescindível. Existe uma expressão entre os europeus que quer dizer que não existe clima ruim, e sim, roupas que são inadequadas para o clima. É importante se vestir adequadamente para evitar perrengues, lembrando também que a qualidade do vestuário é muitooo mais importante do que a quantidade de roupas.

As roupas que utilizamos nas montanhas são diferentes dos modelos que vestimos no dia a dia na cidade.

O que funciona para mim: preciso estar com as extremidades sempre bem protegidas.

Para esquiar, as orelhas são protegidas pelo capacete, então não senti a necessidade de usar gorro, mas no dia que fomos até o topo da montanha, apenas o capuz da jaqueta foi suficiente para mim. Quando o vento está um pouco mais forte que o normal, sempre carrego algo comigo para proteger se precisar.

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Proteção de pescoço: necessário para mim, pois é uma das regiões que se eu sentir frio, me incomoda. E ainda é um item que pode proteger boca e nariz se for necessário. Também pode ser usado como gorro, ou seja, é uma peça bastante versátil e que auxilia de acordo com a necessidade do momento. – Cachecol não é aconselhável para a prática de esqui.

Luvas – precisam ser apropriadas. É importante que sejam impermeáveis e também protejam do vento ao esquiar.

Meias – térmicas ajudam a manter os pés aquecidos.

Goggle (óculos). Importante não apenas para proteger da luz solar e claridade, mas também para não ressecar os olhos com a exposição. É bem incômodo ficar na estação de esqui sem algo para proteger os olhos da claridade.

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Camadas: é como eu me visto para me proteger do frio quando as temperaturas estão baixas. O clima da estação de esqui é um indicador do que vestir, mas geralmente as jaquetas e as calças para esquiar já são térmicas. É importante que as camadas se ajustem ao corpo sem apertar.

Primeira camada: é o que vestimos por primeiro, então é importante que a peça mantenha o calor do corpo e absorva o suor para que o corpo respire, por isso, é importante que seja antibactericida. A variedade é enorme, mas os modelos mais tecnológicos estão entre as opções mais recomendadas.

Segunda camada: tecidos como microfibra, fleece ou lã, modelos que são um pouco mais leves e possam ajudar a manter o corpo aquecido, e aí depende das características das peças que estarão por último. Conhecer as reações do corpo de acordo com o clima é importante para saber o que vestir aqui.

Jaqueta e calça para esquiar: precisam ser impermeáveis. As roupas que são encontradas para a prática de esportes de inverno são bem específicas e também tem a função de proteger contra o vento. Assim como no dia a dia ou durante passeios na cidade, o vestuário nas montanhas faz toda a diferença e deve ser bem planejado. Então, é importante que três características sejam consideradas: isolamento, à prova d’água e proteção contra o vento.

Sapatos: para caminhar na neve também é importante usar sapatos à prova d’água e que protejam do frio. Eu sou o tipo de pessoa que sente muitooo frio nos pés, e o modelo que eu escolhi não me decepcionou em nada. Usei dois dias inteiros, ambos para ir até o topo das montanhas.

O vestuário é algo importantíssimo para a prática de esportes na neve e deve ser prioridade.

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Independente do nível de habilidade de cada um, é importante ter consciência das limitações ao esquiar.

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E aproveitar o ambiente também!

Eu sempre imaginei que fosse me apaixonar por tudo o que envolve viagens assim, mas eu realmente fui surpreendida. É sensacional estar em contato com a natureza na montanha.

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Foi uma das viagens mais incríveis que já fizemos até hoje. Sem dúvidas, foi a viagem que mais nos divertimos.

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A Mel também adorou…
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Assista ao vídeo onde compartilho um pouco dos nossos dias em Flaine clicando aqui.

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Como é a primavera na Bélgica

Começou a minha estação preferida por aqui: a primavera, que aos poucos aquece e leva a beleza das flores para todos os lugares.

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Groot-Bijgaarden / Dilbeek

Oficialmente, em 2019, a primavera começou em 20 de março e terminará em 21 de junho.

Já acompanhei a primavera em dois anos aqui na Bélgica. Como em todas as estações, adoro observar a transformação da natureza, quando os galhos começam a florescer.

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As janelas de casas e apartamentos são decoradas com flores. Nas ruas, elas também se espalham. Como em Flandres existem os canais que atravessam as cidades, as pontes se tornam um pouco mais charmosas com as cores das flores. O verde das folhas se destaca… Parece outra Bélgica!

É a época em que os jardins estão coloridos e que existem atrações para o público que aprecia flores.

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Mais pessoas nas ruas, bicicletas, motos, estabelecimentos surgindo do nada, pois alguns só abrem durante as estações primavera/verão (enquanto outros fecham nos períodos do verão para que os funcionários também possam aproveitar a estação). Os parques são atrações, principalmente quando os dias são completamente ensolarados, assim como as ruas que beiram os canais.

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O tempo de luz solar aumenta gradativamente e os casacos que utilizamos no inverno já podem ser guardados, entretanto, as temperaturas dos meses da estação que transita entre inverno e verão são instáveis e ainda é necessário se prevenir com casacos um pouco mais leves em ambientes abertos ou nas ruas. É tempo de viver as quatro estações em um único dia (chove, faz frio, faz calor, venta, o sol aparece, e por aí vai).

É durante a primavera que começa o horário de verão aqui na Bélgica, mais especificamente, às 02:00 da madrugada do último domingo de março. Vai até às 03:00 da madrugada o último domingo de outubro.

No começo da estação, a luz solar permanece por, aproximadamente, doze horas. Até o final da estação, o tempo de luz solar aumenta em até quatro horas a mais.

No final da estação voltarei a comentar sobre as impressões da primavera de 2019. (clique aqui para ler)

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