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O belíssimo cenário natural de Étretat

Este é um dos textos sobre uma viagem pela Normandia.

De Le Havre (onde nos hospedamos) até Étretat são 27 km. Fizemos o percurso de carro. Para estacionar em Étretat foi bem complicado porque estacionamentos e até mesmo as vagas para estacionar nas ruas estavam completamente lotados, mas depois de tempo procurando, conseguimos estacionar há aproximadamente quinze minutos a pé do centro.

Étretat está localizada na costa da Normandia e é um dos destinos mais visitados da região. Visitamos a cidade com o objetivo de conhecer a beleza das falésias, então não exploramos o vilarejo em si porque o tempo que tínhamos não permitiu.

É compreensível a razão pela qual pintores e escritores como Claude Monet, Gustave Courbet, Eugène Boudin, Gustave Flaubert e Maurice Leblanc escolherem o vilarejo como refúgio para inspiração. O vilarejo está entre dois penhascos que oferecem possibilidades de trilhas até o topo. Ambos são belíssimos e podem ser acessados caminhando pela orla, mas é importante que a maré esteja baixa para a travessia.

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O cartão postal de Étretat: la falaise d’aval e l’aiguille creuse

À direita do vilarejo está o penhasco d’Amont e uma trilha que pode ser percorrida rapidamente, talvez em quinze minutos dependendo da condição de cada um. De lá é possível avistar o cartão-postal de Étretat. Também é onde a capela de Notre-Dame de la Garde está instalada.

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la falaise d’amont

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Do lado direito da falésia d’Amont estão a rocha de Vaudieu e a agulha de Belval consecutivamente como demonstra a foto a seguir.

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le roc vaudieu e l’aiguille de belval

A partir do topo da falésia d’Amont existe um percurso que permite o acesso à praia através de escadas desde que a maré esteja baixa.

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À esquerda do vilarejo está o penhasco d’Aval e uma trilha que requer um pouco mais de tempo e disposição (porém, não é difícil). Do topo é possível ver o vilarejo que está ao lado direito e mais um arco à esquerda, o Manneporte. São aproximadamente cinquenta minutos com paradas para fotos a partir dos mirantes que estão ali. Um campo de golfe também pode ser visto durante o percurso. É possível caminhar até o topo do Manneporte, mas nós optamos ir até lá pela orla. E é entre os penhascos d’Aval e Manneporte que está a agulha que é denominada Creuse.

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manneporte

Ah, e assim como a maioria das praias que já visitamos na França, é de pedra.

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l’aiguille creuse e la falaise d’aval – caminhada pela orla

Assim como no Parque Nacional das Calanques, o calcário é responsável pela cor branca das falésias e pelo tom verde/azul do mar. São 140 km de falésias entre os rios Sena e Somme à margem do Canal da Mancha. Os paredões chegam a atingir 100 metros de altura.

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Sempre que via as fotos de Étretat nos perfis que acompanho nas redes sociais eu pensava: “que incrível”, e é impressionante como eu ainda assim eu fui impactada com a magnitude das falésias e a beleza que compõe tudo que está ali. Quanta generosidade da natureza para com Étretat! Definitivamente, é impossível não se impressionar. No dia que visitamos Étretat ventou demais, mas nada que limitasse o passeio em si. Tivemos a sorte de que o dia estava ensolarado, diferente dos demais enquanto visitamos a região da Normandia, então foi possível contemplar o cenário natural perfeitamente.

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Para quem for permanecer por mais tempo em Étretat, sugiro que visite o site oficial de turismo para mais informações sobre o que fazer no local.

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Normandia: o que explorar na região

Este texto é a introdução de uma viagem que fizemos na região da Normandia (em francês: Normandie), no noroeste da França.

Partimos da Bélgica (Oost-Vlaanderen) diretamente para a cidade em que nos hospedamos: Le Havre. De lá, partimos para Étretat, Honfleur, Deauville, Bayeux, Omaha Beach (uma das praias do desembarque do “Dia D”) e para o incrível Mont Saint-Michel. Foram cerca de quatro horas na estrada (400 km, aproximadamente).

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Le Havre
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Étretat
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Honfleur
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Deauville
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Bayeux
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Omaha Beach
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Mont Saint-Michel

É uma região da França que vale a pena ser visitada principalmente por quem gosta de história. Além do que visitamos em quatro dias na região, existem mais lugares que podem e devem ser incluídos no roteiro para quem tiver mais tempo.

Acompanhe o blog durante as semanas a seguir para acompanhar um pouco do que fizemos em cada lugar que visitamos.


Locomoção

Utilizamos o carro para a locomoção até os destinos e lá percorremos a pé.

Informações úteis:

Clima (agosto 2019): durante os dias que visitamos a região, o clima permaneceu bem instável. O sol apareceu, mas os dias permaneceram nublados em maioria. Temperaturas dos locais por onde passamos variaram entre 15°C e 23°C na época.

Moeda: euro.

Idioma: francês.

Tomada:

tomada

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