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Florença, a capital da Toscana

Este é um dos artigos sobre uma viagem de duas semanas pela Itália. Recomendo a leitura do que já publiquei anteriormente para acompanhar/entender o roteiro da viagem.

Nos hospedamos em Florença para visitarmos um pouco da capital da Toscana, é claro, mas também para irmos de carro até alguns dos vilarejos da região.

Neste artigo, comentarei apenas sobre o que fizemos em Florença, sem mencionar sobre os vilarejos que visitamos na região, lugares que abordarei nos artigos das semanas que virão.

  • Ponte Vecchio

A ponte mais antiga da cidade atualmente é local de comércio: joalherias.

Foi construída como é hoje em 1345, após uma inundação. Uma obra de arte homenageia o ouvires Benvenuto Cellini na ponte.

  • Cattedrale di Santa Maria del Fiore

A catedral começou a ser construída em 1296, obra do arquiteto/escultor Arnolfo di Cambio. No decorrer dos séculos, o edifício passou por alterações que foram conduzidas por profissionais da região até se tornar como é atualmente.

Particularmente, eu diria que é a catedral mais bonita que eu já vi pessoalmente (externamente), e eu não sei explicar o motivo, mas algo no estilo dela me fascina.

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  • Cappelle Medicee

As Capelas Medicee estão localizadas no interior da Basilica di San Lorenzo, onde foram construídas entre os séculos XVI e XVII. Tornaram-se um museu em 1869, que atualmente é composto pela Sagrestia Nuova (Nova Sacristia) e pela Cappella dei Principi (Capela dos Príncipes), além de criptas da família Medicee e de pessoas que foram importantes para a história da cidade.

Fotos: Cappella dei Principi – uma maravilhosa obra de arte com mármore, pedras preciosas e afrescos.

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  • Mercato Centrale

No mercado central de Florença, o visitante encontra muitos dos produtos da região expostos em barracas e tem a oportunidade de comer no local ou comprar os produtos de sua escolha e levar para casa.

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  • Piazzale Michelangelo

A praça foi projetada pelo arquiteto Giuseppe Poggi e construída em 1869, dedicada a Michelangelo e abriga cópias de algumas das obras do artista.

Fica em uma colina que possibilita uma belíssima vista panorâmica de Florença.

Nós estivemos no local para assistir ao pôr do sol e foi lindo! Recomendo!

  • Porta Romana

Fundada em 1328, antigamente, a Porta Romana era o local que permitia que as pessoas saíssem da cidade em direção a Siena.


Hospedagem

Optamos por alugar um apartamento pelo Airbnb. A localização era ótima, com quarto, banheiro, sala e cozinha, tudo o que precisávamos para a estadia. Por ser no térreo, tinha também uma área externa com plantas e espaço para estendermos as roupas que lavamos. A Mel aproveitou bem! A vaga para estacionar o carro na garagem não era no prédio, mas não era longe. O apartamento era muito aconchegante, confortável e limpo.

Alimentação

Trattoria La Casalinga

O restaurante ficava próximo de onde nos hospedamos.

Pedimos bruschetta de entrada para compartilhar e massa como prato principal para cada um. Comida bem feita, simples e deliciosa.

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Venchi – Cioccolato e Gelato

Experimentei o sorvete do local e gostei da textura bem cremosa, e também do sabor.

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Trattoria Zà Zà

Recomendação do dono do apartamento que nos hospedamos. Arrisco afirmar que foi a melhor experiência gastronômica durante a viagem.

Como o clima estava agradável e estivemos no restaurante para almoçar, nos acomodamos do lado de fora (na frente). As salas do interior do restaurante pareciam ser super aconchegantes.

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Eataly

Em uma viagem de quinze dias pela Itália, foi a comida mais sem graça que comi. Sem tempero… e não foi apenas comigo, pois percebi que várias das mesas ao redor estavam reclamando por falta de sal.

Atendimento também ruim.

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Locomoção

Em Firenze, fizemos quase tudo caminhando, pois o apartamento onde nos hospedamos ficava próximo da maioria das atrações que visitamos. Utilizamos o carro apenas para irmos até a Piazzale Michelangelo porque o local era mais distante do centro.

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Entre La Spezia e Florença, parada em Pisa

Este é um dos artigos sobre uma viagem de duas semanas pela Itália. Recomendo a leitura do que já publiquei anteriormente para acompanhar/entender o roteiro da viagem.

Entre o caminho da Ligúria até a capital da Toscana, paramos brevemente em Pisa apenas para ver uma das atrações mais fotografadas da Itália: Torre de Pisa.

Foi breve mesmo! Acredito que ficamos apenas uma hora ali, pois estava difícil de suportar o sol a 35°C.

Fotografamos a Torre de Pisa e logo continuamos com nossa viagem.

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Viagem pela Ligúria (Itália): Santa Margherita + Portofino

Este é um dos artigos sobre uma viagem de duas semanas pela Itália. Recomendo a leitura do que já publiquei anteriormente para acompanhar/entender o roteiro da viagem.

Santa Margherita

As cores dos edifícios que beiram o mar da ensolarada Santa Margherita e o porto com embarcações representam o cartão-postal da cidade.

Assim como Cinque Terre e Portovenere, em Santa Margherita também tem castelo e igrejas que podem ser visitados, além do passeio pela orla e nas praças do centro, onde estão a maioria dos restaurantes. E, é claro, tem as praias que oferecem aluguel de guarda-sol e cadeiras, onde o visitante pode relaxar confortavelmente.

A vila de Santa Margherita é majoritariamente frequentada por italianos, diferente de todos os destinos que visitamos na Ligúria.

É um vilarejo tão charmoso, pena que faltou tempo para explorarmos um pouco mais.

Portofino

A atmosfera de Portofino é bastante diferente de todos os destinos que visitamos na Ligúria.

Com a arquitetura semelhante a todos os vilarejos que visitamos na Ligúria, Portofino é um vilarejo que atrai ricos e famosos de todos os lugares do mundo (que geralmente chegam até lá em iates), afinal, alguém precisa gastar seu dinheiro nas lojas de luxo ali instaladas.

Quem não é rico e famoso também consegue se divertir no vilarejo.

Nós caminhamos pela orla e almoçamos em um dos restaurantes que ficam no cais – Ristorante Strainer. Uma refeição em Portofino não é barata, e o motivo é porque o vilarejo é relativamente mais afastado.

Para os mais dispostos, acredito que vale a pena caminhar até um dos mirantes com vistas panorâmicas para a baía. Devido ao calor, nós nem cogitamos a possibilidade disso.

Fomos até Santa Margherita e Portofino de carro, mas os transportes públicos são eficientes para chegar até lá. Quem decide ir de carro precisa se preparar para o caos que é dirigir nos vilarejos.

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Viagem pela Ligúria (Itália): Cinque Terre + Portovenere

Este é um dos artigos sobre uma viagem de duas semanas pela Itália. Recomendo a leitura do que já publiquei anteriormente para acompanhar/entender o roteiro da viagem.

Cinque Terre

Os vilarejos que fazem parte do Parco Nazionale delle Cinque Terre são: Riomaggiore, Manarola, Corniglia, Vernazza e Monterosso al Mare.

Todos os vilarejos ficam em penhascos perto do mar e abrigam igrejas que podem ser visitadas, mas nós tínhamos o objetivo de apenas passear pelas ruas, então também não visitamos os castelos de alguns dos vilarejos. Só o passeio pelas ruas dos vilarejos já vale a pena! E para quem quiser/puder, ainda tem o mar para se refrescar nos dias de verão.

As características que mais se destacam das Cinque Terre são, além dos imóveis nos penhascos, as ruas geralmente bem estreitas (que podem ser difíceis de caminhar por causa dos desníveis, são irregulares) e as casas de todas as cores.

Por estarem em penhascos, é preciso caminhar entre subidas e descidas bastante íngremes. Com o sol do verão batendo na cabeça não foi agradável.

  • Riomaggiore

A primeira terre a partir de La Spezia.

Talvez por ser a primeira terre que eu vi, foi o vilarejo que mais me impressionou.

  • Manarola

A segunda terre a partir de La Spezia.

Fomos ao restaurante Nessun Dorma perto do horário do almoço e precisamos aguardar um pouco por lugar.

  • Corniglia

A terceira terre a partir de La Spezia.

Em Corniglia não é possível chegar pelo mar. Como o acesso é mais restrito (para chegar até o vilarejo ainda existe a possibilidade de ir de ônibus para poupar uma caminhada), é o vilarejo mais tranquilo.

Se eu tivesse a oportunidade de escolher uma das Cinque Terre para curtir o mar, seria aqui.

  • Vernazza

A quarta terre a partir de La Spezia.

Assistimos ao pôr do sol do alto da montanha. Foi cansativo caminhar pela trilha, mas valeu a pena!

  • Monterosso al Mare

A quinta (e última) terre a partir de La Spezia.

Parece ser a praia mais estruturada para relaxar.

É o vilarejo menos íngreme.

Nós fomos de trem e de barco até os vilarejos de Cinque Terre e as visões que tivemos ao chegar até elas são completamente diferentes. Não fomos em cada um dos vilarejos com os dois transportes públicos que utilizamos, pois nós escolhemos em qual deles iríamos de trem ou de barco porque não achamos necessário visitar novamente aqueles que já tínhamos visitado.

É possível visitar todos os vilarejos de Cinque Terre em apenas um dia (dependendo do interesse e do ritmo de cada um).

Portovenere

Considerada a sexta terre, Portovenere é um vilarejo consideravelmente mais fácil de caminhar, mais estruturado e mais tranquilo.

Nós caminhamos bastante por lá, nuvens escondiam o sol e isso contribuiu para que o clima estivesse mais agradável. Talvez por ser maior que as Cinque Terre parecia que tinha menos pessoas por ali.

Antes de partirmos, almoçamos no restaurante Portivenere.

Para quem se interessar, Portovenere possibilita acomodações que até então são mais confortáveis e mais modernas do que os vilarejos de Cinque Terre oferecem.

A costa da Ligúria entre Cinque Terre e Portovenere (junto com as ilhas Palmaria, Tino e Tinetto) é reconhecida por sua autenticidade, valores que ilustram um estilo de vida presente há 1000 anos, valor paisagístico e valor cultural, sendo listada como Patrimônio Mundial da UNESCO desde 1997.

A paisagem é realmente cênica!

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Viagem pela Ligúria, na Itália: hospedagem em La Spezia para explorar a região

Este é um dos artigos sobre uma viagem de duas semanas pela Itália. Recomendo a leitura do que já publiquei anteriormente para acompanhar/entender o roteiro da viagem.

Na região da Ligúria, nos hospedamos em La Spezia e de lá partimos para os lugares que queríamos visitar: Cinque Terre (trem e barco – opções de explorar o parque nacional caminhando ou até mesmo chegar até os vilarejos de carro) + Portovenere (barco), e fomos de carro até Santa Margherita e Portofino.

É uma cidade que eu acho que vale a pena se hospedar pela facilidade de acesso, com estação de trem e portos. E também pelas opções de acomodações serem melhores.

Nós não passeamos tanto pela cidade, apenas na região mais próxima de onde nos hospedamos, afinal, durante o dia estávamos visitando os lugares que tínhamos mais interesse e quando chegávamos já no fim do dia em La Spezia só queríamos jantar e descansar.

Para quem tiver interesse, a cidade de La Spazia vai além de apenas hospedagem, pois abriga atrações como castelo, parques, museus, igrejas, jardins e claro, praias. Visite o site oficial de La Spezia para mais informações.


Hospedagem

Optamos por alugar um apartamento pelo Airbnb. A localização era ótima, dois quatros, banheiro, sala e cozinha, com tudo o que precisávamos para a estadia. A vaga para estacionar o carro na garagem não era no prédio, mas não era longe (porém, era pequena).

Alimentação

No Giardini Pubblici tinha uma área com barracas que serviam comida e bebida ao ar livre, com mesas e cadeiras para se acomodar, e ainda com música ao vivo. Não sei se era temporário por causa do verão ou se sempre é assim.

Por ser perto de onde estávamos hospedados e o ambiente ser bastante agradável, fomos lá dois dias consecutivos.

Nas fotos, pratos do restaurante Origami House que eu escolhi por ser vegano.

Também pedimos pizzas da Pizzeria Masaniello e os sabores escolhidos foram: margherita, masaniello e napul’è.

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1 dia em Milão

Este é um dos artigos sobre uma viagem de duas semanas pela Itália. Recomendo a leitura do que já publiquei anteriormente para acompanhar/entender o roteiro da viagem.

Hoje vou compartilhar um pouco sobre os lugares que visitamos durante nossa passagem pela capital da Lombardia. Nós chegamos na cidade já no fim de tarde de um sábado, descansamos e só no domingo que conseguimos passear pela cidade, pois na segunda-feira já seguiríamos com a viagem pela manhã.

  • Duomo di Milano

A catedral de Milão é belíssima! Foram aproximadamente cinco séculos para a construção ser finalizada – entre 1386 e 1813. No século XX, a catedral passou por reformas e restaurações que foram necessárias, e está sempre em obras.

Estivemos ali logo no início do dia e a praça estava praticamente vazia. Nós entramos na catedral, mas não subimos até o telhado e nem descemos até o subterrâneo poque não tínhamos tempo, já que queríamos passear mais pela cidade.

Para mais informações, clique aqui.

  • Galleria Vittorio Emanuelle II

Ao lado da catedral está a Galleria Vittorio Emanuelle II, onde estão instaladas lojas de algumas das marcas de luxo mais conhecidas mundialmente. É o centro de compras mais antigo da Itália, construída entre os anos de 1865 e 1877.

A galeria é linda!

  • Piazza della Scala

A pequena Piazza della Scala abriga uma estátua que homenageia Leonardo da Vinci.

  • Teatro alla Scala

Na frente da Piazza della Scala está uma das casas de ópera mais importantes da Europa. Inaugurado em 1778 por solicitação da imperatriz Maria Tereza da Áustria, continua exibindo apresentações nos dias de hoje.

É possível visitar o interior do teatro, e também seu museu.

Para mais informações, clique aqui.

  • Castello Sforzesco

Com a construção iniciada no XII, o castelo passou por reformas e restaurações ao longo dos séculos para melhorar suas estruturas. Abrigou famílias e foi presenteado com pinturas de alguns dos artistas mais renomados do país – incluindo Leonardo da Vinci.

Atualmente, abriga exposições com obras de artistas como Michelangelo, Tintoretto, Mantegna, Tiziano, entre outros. Além dos museus e pinacoteca, algumas das salas que podem ser visitadas são dedicadas à cultura.

Para mais informações, clique aqui.

  • Parco Sempione

Devido ao calor, nos acomodamos em um banco onde batia sombra das árvores na praça Sempione e ali permanecemos por algum tempo.

  • Igreja Santa Maria delle Grazie

O local abriga uma das obras-primas de Leonardo da Vinci: a Última Ceia, pintada em uma das paredes entre os anos de 1494 e 1498. Nós não conseguimos entrar no local porque não nos programamos para isso, mas fica a sugestão porque eu acredito que deve valer a pena. A visita é bastante disputada e a compra do bilhete para entrada deve ser feita através do site oficial do local antecipadamente (disponível a cada três meses e se esgotam rapidamente), onde também estão disponíveis as regras que devem ser seguidas.

Para mais informações, clique aqui.

E como sempre, passear pelas ruas da cidade é sempre interessante.


Hospedagem

Optamos pelo Milan Suite Hotel. Localizado a 5 km do centro da cidade, com acesso a transporte público bem na frente. Eu gostei bastante do quarto que nos hospedamos.

Para mais informações sobre o hotel, clique aqui.

Alimentação

L’immagine Bistrot

O restaurante fica perto de onde nos hospedamos, é onde fomos jantar no dia que chegamos. Infelizmente, sem fotos.

Para mais informações, clique aqui.

Da Zero

Por falta de atenção, eu acabei pedindo uma pizza apenas com molho de tomate temperado com alho, orégano e manjericão, e só! ahaha mas pelo menos a massa era boa e o tempero do molho também.

marinara
fior di formagge

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Cioccolatitaliani

Uma doceria especializada em sorvetes, pastelaria, tortas e bolos.

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Locomoção

Utilizamos transporte público para nos locomovermos em Milão. E caminhamos.

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Roteiro de duas semanas pela Itália

Este texto é a introdução de uma viagem (de carro) que fizemos pela Itália, onde visitamos as regiões da Lombardia, Ligúria, Toscana e a cidade de Veneza.

Partimos da Bélgica (Oost-Vlaanderen) diretamente para a região da Lombardia, onde nos hospedamos em Milão.

Milão foi nosso descanso depois de onze horas na estrada. Foram duas diárias na cidade. Visitamos as atrações que queríamos e então continuamos a viagem.

De lá, seguimos até a região da Ligúria.

Nos hospedamos em La Spezia e visitamos os vilarejos de Cinque Terre (Riomaggiore, Manarola, Corniglia, Vernazza e Monterosso) + Portovenere, e também as comunas de Santa Margherita e Portofino.

Entre La Spezia e Firenze, decidimos parar em Pisa (Toscana). Foi rápido, apenas aproveitamos que a cidade estava no caminho para visitar a Torre de Pisa, e ali, observamos, fotografamos, tomamos um sorvete por causa do calor que estava bem intenso, e voltamos para a estrada.

Na região da Toscana, nos hospedamos em Firenze e de lá partimos para visitar alguns dos vilarejos da região. Fizeram parte do nosso roteiro: Montalcino, Pienza, Montepulciano, Siena e San Gimignano.

Continuando, Veneza (região: Vêneto). Visitamos a cidade rapidamente com o objetivo de levar a Mel passear de gôndola. Missão cumprida!

Foi apenas uma diária na cidade.

Para encerrar, a encantadora Sirmione (Lombardia).

Sirmione é uma das cidades em torno do Lago di Garda. Amei tanto, é charmosa, florida, colorida, cheirosa, apaixonante! Foi apenas uma diária em Sirmione, suficiente para querermos voltar e aproveitar um pouco mais.

De lá, partimos de volta à Bélgica.

Acompanhe o blog durante as semanas que virão para acompanhar as publicações onde comentarei com mais detalhes sobre os locais que visitamos e, talvez, se inspirar.


Locomoção

Utilizamos carro para a locomoção até os destinos e entre eles.

Em Milão, utilizamos o transporte público da cidade para nos locomovermos até o centro, pois o hotel que escolhemos era um pouco afastado.

Na Ligúria, utilizamos trem e barco para visitarmos os vilarejos de Cinque Terre e barco para chegarmos em Portovenere. Para ir até Santa Margherita e Portofino, fomos de carro.

Na Toscana, carro foi o nosso meio de transporte de Firenze os vilarejos que visitamos: Montalcino, Pienza, Montepulciano, Siena e San Gimignano. Em Firenze, fizemos praticamente tudo caminhando.

Em Veneza, carros não entram. O estacionamento Autorimessa Comunale foi nossa opção (importante fazer a reserva antecipadamente). Barco é o transporte público de Veneza, e foi assim que chegamos até o hotel. Em Veneza fizemos tudo a pé, afinal, foi apenas um dia na cidade e e não fomos além do centro.

Acredito que o transporte público da Itália acessa a maioria dos lugares onde estivemos, porém, a locomoção de carro é mais interessante pela praticidade e por causa das paisagens entre um lugar e outro. Pedágios dos percursos que fizemos: total de 105,00 €.

Informações úteis:

Clima (setembro 2020): Temperaturas entre 15°C e 33°C com o sol nos acompanhando na maioria dos dias.

Moeda: euro.

Idioma: italiano.

Tomada:

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Capadócia em setembro: passeio de balão | clima | hospedagem | locomoção | restaurantes

No artigo de hoje vou compartilhar um pouco da nossa viagem pela Capadócia, na Turquia, em setembro de 2022. Foram quatro dias na região.

O passeio de balão na Capadócia era algo que eu, particularmente, já desejava há algum tempo. Não tinha sido possível realizar antes e ainda bem que a ideia foi concretizada em 2022, pois se tivéssemos esperado mais um pouco sabe-se lá quando seria possível devido a todas as mudanças que começaram a acontecer desde então (foi lá que eu engravidei).

Uma dúvida que surgiu desde o início da programação da viagem foi em relação ao clima, pois pretendíamos viajar em setembro, e sobre isso o que eu tenho a comentar é que foi ótimo. No início da manhã e depois do pôr do sol o clima era mais gelado, mas durante o dia era quente. As temperaturas variaram bastante: +6 a +32. O clima estava bem seco e todos os dias permaneceram ensolarados.

Em seguida, começamos a pesquisar as possibilidades de voos. Buscávamos por voos que fossem direto da Bélgica até a região da Capadócia, mas o melhor que conseguimos no quesito custo-benefício foi indo e voltando por Amsterdam. Na Capadócia, utilizamos o aeroporto de Kayseri. A companhia aérea que utilizamos foi a Pegasus. O concierge do hotel que nos hospedamos agendou os meios de locomoção que utilizamos, taxi ao chegarmos e van ao partirmos, pois o aeroporto de Kayseri é distante de Göreme.

E já que mencionei sobre hospedagem, não posso deixar de recomendar o lugar onde nos hospedamos: Luvi Cave Hotel, em Göreme, um dos vilarejos mais apaixonantes da região.

O hotel é tão charmoso! E novo…

O quarto (caverna) que escolhemos era limpo, aconchegante e confortável. Sempre tinha garrafas de água sem gás disponíveis no quarto. O café da manhã era delicioso. Gurkan (concierge) e toda a equipe foram sempre muito simpáticos, atenciosos e prestativos. Max, o cocker spaniel, é tão fofo e torna a estadia ainda mais especial, impossível não se apaixonar por ele.

buffet (café da manhã)

Tem um terraço lindamente decorado onde fica o bar com assentos de todos os tipos para que os hóspedes possam relaxar. É de lá que também podemos observar os balões flutuando no ar pela manhã… é deslumbrante!

Excelente localização, apenas dois minutos a pé do centro.

Fizemos o check-out às 3h da manhã e recebemos uma caixa para cada um com suco, sanduíche e fruta para nossa viagem. Tão gentil!

Foi, sem dúvidas, um dos serviços de hotelaria mais impecáveis que já experenciamos. Eu amei a hospedagem e recomendo demais!

Para mais informações sobre o hotel, clique aqui.

  • Atividades

Voo de balão

A realização de um sonho!

Se tinha algo que nos preocupava antes da viagem era que o passeio de balão acontecesse, pois o clima pode ser fator de cancelamento da atividade. Por isso, para aumentar as chances de que o passeio de balão aconteça (caso seja necessário cancelar), é bom pensar na possibilidade de passar três dias ou mais na região.

O concierge do hotel agendou nosso passeio de balão pela operadora Butterfly. Fizemos o passeio de balão no dia seguinte da chegada.

De madrugada (04:40), uma van foi nos buscar no hotel e nos levou até o local onde deveríamos pagar pela atividade e poderíamos tomar café da manhã antes de seguirmos até a área de onde os balões partiriam.

No balão que embarcamos, tinha o condutor no centro do cesto e mais 16 pessoas. O espaço é dividido e fica confortável para todos os passageiros apreciarem a viagem. O balão subiu antes do nascer do sol e permanecemos cerca de uma hora e trinta minutos no ar. Foi lindo ver o sol nascer em um lugar com uma beleza natural tão diferente de tudo o que já tínhamos visto, com balões no ar trazendo ainda mais magia. Uma experiência que vale a pena ser vivida!

Em solo, recebemos um certificado do voo e uma medalha, além de uma taça de espumante para celebrarmos uma das experiências mais incríveis que já tivemos a oportunidade de vivenciar. Membros da equipe que ficam atentos para buscar os balões prepararam uma mesa com bolos e frutas para o nosso grupo exatamente onde aterrissamos. Gentilezas que fazem a diferença e contribuem para que a Butterfly seja uma das operadoras mais procuradas pelos viajantes.

Depois, uma van nos levou de volta até o hotel que estávamos hospedados.

Foi tudo tão incrível do início ao fim que faltam palavras para descrever como foi a experiência.

O voo de balão é filmado e o vídeo pode ser comprado.

Para mais informações, clique aqui.

Göreme open-air museum

É um museu ao ar livre onde estão mosteiros, igrejas, capelas, afrescos (pinturas na parede/teto), e conserva algumas das características do período das escavações, provavelmente entre os séculos X e XII. É um exemplo da arquitetura da Capadócia e uma das atrações mais interessantes para visitar em Göreme.

Em 1984 foi listado como Patrimônios Mundial pela UNESCO.

Não é permitido fotografar no interior da maioria das construções.

Tem áudio-guia disponível mediante pagamento.

Para mais informações, clique aqui.

Love Valley

A forma mais fácil de visitar os vales é através de taxi ou tours. Nós contratamos um taxista na rua para nos levar ao Love Valley, Red Valley e Rose Valley. Dica: peça sugestão no hotel onde estiver hospedado.

O Love Valley é bastante procurado no período da manhã para fotos, quando os balões estão no ar e podem passar por ali (sempre vai depender da direção do vento). Nós visitamos os vales no período da tarde e estava bem tranquilo, acredito que até mesmo porque o clima não estava tão agradável para caminhar.

O formato bastante curioso das rochas sem intervenção do ser humano contribuem para a popularidade do vale.

As formações dos vales da Capadócia são o resultado de cinzas vulcânicas erodidas que ocorreram há cerca de sessenta milhões de anos.

Nós não exploramos os vales caminhando, pois além de estar bastante quente, não tínhamos tempo. Parece que os percursos entre os vales não possuem estrutura de banheiro ou área de descanso, então vale a pena refletir antes de se aventurar entre as trilhas.

Red Valley (Kizil Vadasi)

Como o nome já indica, é um vale com formações rochosas em tons de vermelho.

Para visitar com mais tranquilidade, vale a pena contratar um tour ou um guia para não correr o risco de se perder. É um passeio bastante procurado durante o nascer e o pôr do sol porque os tons de vermelho ficam mais intensos.

Tem um café bem pequenininho chamado Crazy Ali Panorama Cafe com acomodações ao ar livre que oferece bebidas e petiscos para o visitante. Está localizado há aproximadamente quinze minutos de carro de Göreme. Nós chegamos mais de uma hora antes do pôr do sol e conseguimos nos acomodar em um lugar com vista panorâmica bem legal. Pedimos bebidas e uma porção de batata frita para aguardar.

Na região também tem barracas com produtos da região sendo vendidos.

Rose Valley (Güllüdere Vadisi)

Como o nome já indica, é um vale com formações rochosas em tons de rosa.

Para visitar com mais tranquilidade, vale a pena contratar um tour ou um guia para não correr o risco de se perder. É um passeio bastante procurado durante o nascer e o pôr do sol porque os tons de rosa ficam mais intensos.

Nós observamos apenas de longe.

Uçhisar Castle

Visitamos o castelo no final da tarde para aproveitamos e assistirmos ao pôr do sol de lá de cima.

Particularmente, achei todas as vistas panorâmicas que o castelo proporciona mais interessantes do que o castelo em si, pois o interior era bem parecido com um pouco de tudo que já tínhamos visitado na região e os cômodos estavam, majoritariamente, vazios. É o ponto mais alto da Capadócia, então vale a pena visitar com o objetivo de observar os vales.

Göreme Sunset Viewpoint

Como o nome já indica, é um dos lugares onde os visitantes mais procuram para assistir ao pôr do sol na região. Não foi o nosso caso, pois estivemos lá no período da manhã.

Chegamos lá e caminhamos um pouco pelo local.

Antes de retornarmos ao vilarejo, paramos na barraca com frutas em exposição logo na entrada e eu pedi um suco de melancia que estava delicioso e ajudou a refrescar.

Tem também um café com mesas e assentos que os visitantes podem se acomodar no fim do dia.

Green Tour

O passeio foi recomendado e agendado pelo concierge do hotel com a agência Hereke Travel.

No passeio estão inclusas as atrações:

  • Selime Monastery

Foi um dos lugares mais impressionantes que visitamos na Capadócia. Uma diversão para adultos!

Além de ter sido um dos templos religiosos mais importantes para os cristãos, também foi utilizado como base militar devido à sua localização.

O guia começou conduzindo o grupo e explicando a história do mosteiro (subir/descer o local não é tão simples). Depois, pudemos explorar o local à vontade com horário para nos encontrarmos na van e seguir com o passeio. Tantos cantos para serem explorados, passagens/túneis até um pouco assustadores por causa da escuridão.

E ainda proporciona vistas panorâmicas incríveis.

  • Ilhara Valley

A formação do cânion aconteceu através do resfriamento da lava do vulcão Hasandagi.

Lá, nós caminhamos pelas margens do Rio Melendiz até um dos restaurantes do vale para almoçarmos. Aliás, alguns dos restaurantes que beiram o rio possibilitam que o visitante se acomode nos bangalôs sobre a água, e parece ser agradável.

Eu não lembro o nome do restaurante que almoçamos, mas para um restaurante em um lugar onde o foco são os turistas, a comida estava melhor do que eu esperava. O restaurante oferecia pratos já prontos, apenas a proteína podia ser escolhida.

O vale é bastante arborizado e nos meses mais quentes é agradável de visitar. É interessante para quem deseja estar um pouco mais em contato com a natureza ali na região.

  • Derinkuyu Underground City

Uma das cidades subterrâneas da Capadócia, descoberta em 1963. Foi interessante visitar com alguém que conhecia a história do local para explicar como cerca de vinte mil pessoas viveram ali por séculos.

O documento mais antigo já encontrado que parece ser sobre Derinkuyu é de 370 a.C., e mais recentemente foi descoberto que muitas das cidades subterrâneas da região estão conectadas através de túneis.

A cidade subterrânea de Derinkuyu possui dezoito andares e atinge cerca de oitenta e cinco metros abaixo do solo, mas apenas oito andares podem ser visitados.

O acesso não é fácil.

  • Pigeon Valley

A vista panorâmica para castelo de Uçhisar foi o que mais me atraiu.


As informações do site oficial da agência dizem que apenas as bebidas do almoço não estão inclusas no preço.

Para mais informações, clique aqui.

Atenção: já no final do passeio, fomos levados a lojas onde os vendedores ofereciam artigos/produtos da região desesperadamente, e eu acho que os preços eram bem acima do normal, o que, infelizmente, parece ser bastante comum entre os passeios da região. É legal ter lembranças da região? Eu acredito que sim se fizer sentido para a sua vida, mas é bom ter senso crítico em relação aos estabelecimentos com foco no turista que claramente está disposto a gastar dinheiro e aparentemente pode ser iludido/enganado.


  • Locomoção

Diferente da maioria das viagens que fazemos, utilizamos bastante o serviço de taxi porque acreditamos que seria mais prático do que alugar um automóvel, já que o gps não é tão confiável e as estradas não são bem sinalizadas.

O transporte público da região não é tão eficiente.

Atenção: Lá em cima eu já sugeri que você peça sugestão no hotel onde estiver hospedado, pois nós acabamos contratando o serviço de um taxista na rua, perto do Göreme open-air museum, que nos levou até os vales que queríamos visitar, mas também incluiu visitas a uma loja de tapetes e a uma loja de cerâmicas que eram caça-turistas, porém, só percebemos depois. Eu não tinha interesse em comprar tapetes até porque as peças nem combinariam com a decoração da minha casa, mas queria trazer cerâmicas da região e ainda não tinha conseguido entrar nas lojas do vilarejo para ter noção do que eu poderia encontrar, e então, no dia seguinte, percebi que poderia ter comprado peças exatamente iguais por quase um quinto do preço que tinha sido pago. E aí começamos a refletir sobre o carisma quase que desesperado da vendedora que era brasileira e a tudo o que fomos induzidos. Na hora de ir embora, ela nos acompanhou até o lado de fora do estabelecimento e perguntou quem era o taxista que tinha nos levado até lá, provavelmente, porque deve ter comissão para todas as pessoas que levam turistas até lá. Chegando na Bélgica, decidi pesquisar sobre o estabelecimento e não conseguia encontrar informações a respeito. Busquei mais profundamente pelo Google Maps e encontrei informações, com isso, encontrei também relatos de pessoas comentando que o nome do lugar sempre mudava, pois a lógica é que assim seria mais fácil evitar avaliações/opiniões negativas na internet.

  • Restaurantes

Seten Restaurant

A maioria dos pratos que o restaurante oferece é da região.

Praticamente todas as opções do cardápio eram servidas com carne, então acabei escolhendo a opção sem carne que mais me agradou naquele momento, mas que não era exatamente o que eu queria, porém, o sabor estava delicioso.

penne arrabiata

O espaço em si é agradável, tem uma área onde os clientes podem degustar apenas de bebidas que é mais temática, descontraída e aconchegante. Parece que às vezes tem música ao vivo.

Para mais informações, clique aqui.

Dibek Restaurant

É bem tradicional e a comida é ótima! E o ambiente é super agradável.

Nós compartilhamos mezze plate e o tradicional pottery kebab vegetariano. Tudo delicioso! E como é possível observar, foi muuuita comida!

Foi o restaurante que mais tivemos vontade de voltar.

O pottery kebab é oferecido em praticamente todos os restaurantes da região. A comida é apresentada dentro de um pote de cerâmica que vem fechado e então é aberto cuidadosamente na frente do cliente.

Para mais informações, clique aqui.

Pumpkin Art Gallery Restaurant

Encontramos informações sobre o restaurante no TripAdvisor e os pratos pareciam ser bem interessantes. E eram.

Uma entrada foi servida como cortesia, mas eu não lembro o que era e nem se estava bom.

Eu fui desatenta na escolha que fiz, já que, novamente, as opções sem carnes eram poucas. Eu pedi quiabo, e eu não gosto de quiabo! Foi frustrante. Para quem gosta, é um dos pratos mais tradicionais da região.

Meu marido pediu pottery kebab de carne.

O restaurante não tem site, mas se você digitar o nome no Google, encontrará mais informações.

Cratus Restaurant

É um restaurante mais moderno que oferece opções um pouco mais variadas, não tão regionais.

Ambos os pratos estavam ótimos!

chocolate suffle

Do terraço é possível observar o vilarejo de Göreme.

Para mais informações, clique aqui.

  • Informações úteis

Moeda: lira turca, mas o euro é bastante aceito.

Idioma: turco.

Tomada:

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Último dia em Fernando de Noronha | canoa havaiana

Este é um dos artigos sobre uma viagem pela ilha de Fernando de Noronha. Recomento a leitura do que já publiquei anteriormente para acompanhar/entender o roteiro da viagem.

Último dia. Acordamos e nos arrumamos para irmos até porto, pois lá iniciaríamos uma atividade com canoa havaiana às 05:30.

Não conseguimos contato com a operadora de taxis, então decidimos ir caminhando até lá, mas ainda assim atrasaríamos, pois o tempo que levaríamos para chegar até lá seria de vinte e cinco minutos. Logo que chegamos na rodovia BR-363, vimos um buggy se aproximando e pedimos carona (já sabíamos que a carona é bastante comum na ilha), e então chegamos no horário que tínhamos previsto.

Operadora: Noronha Va’a. Antes de embarcarmos, ainda na areia, recebemos os remos e o instrutor explicou como a canoa havaiana funciona no mar. É um trabalho em equipe onde todos precisam remar. Itinerário: Ponta do Air France, Rugido do Leão, Praia do Cachorro, Praia do Meio, e Praia da Conceição com parada para banho e retorno à Praia do Porto. Duração: 2 horas. Se eu não me engano, 90% dos grupos que passeiam pela manhã veem golfinhos (inicialmente, nós iríamos um dia antes, e soubemos que os golfinhos não apareceram, então ainda bem que mudamos a data por causa do mergulho que decidimos fazer em cima da hora um dia antes, pois vimos muuuitos golfinhos).

Não temos fotos, pois todos os aparelhos eletrônicos devem permanecer guardados em uma caixa que só podemos pegar quando paramos de remar. Foi lindo, pois eles passam bem pertinho, saltam e rodopiam.

Voltamos para a pousada e tomamos o nosso último café da manhã já em clima de despedida, com saudade. Depois, hora de organizar as malas para o retorno.

E por aqui se encerra a nossa viagem pela ilha. Foi demais!

E Fernando de Noronha é tudo aquilo, sim! É tudo e um pouco mais do que eu imaginei que seria. Só indo para saber, então, se tiver oportunidade, apenas vá!

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Dia 6 em Fernando de Noronha

Este é um dos artigos sobre uma viagem pela ilha de Fernando de Noronha. Recomento a leitura do que já publiquei anteriormente para acompanhar/entender o roteiro da viagem.

Após mais um delicioso café da manhã na pousada, iniciamos as atividades do dia na região do Museu do Tubarão, seguindo pela trilha até a Capela de São Pedro dos Pescadores, Ponta da Air France e Praia do Porto de Santo Antônio para um mergulho com cilindro ali mesmo.

Mergulhamos com a operadora Mar de Noronha e o fotógrafo David Luiz nos fotografou durante a atividade.

As fotografias não estão inclusas no preço do mergulho (é opcional).

O instrutor Fábio explicou tudo o que precisávamos saber sobre o mergulho, e então seguimos da areia até o mar já com quase todos os equipamentos ajustados no corpo. Iniciamos o mergulho e fomos avançando pouco a pouco pelo fundo do mar, guiados. Sentimos a pressão nos ouvidos levemente. Pudemos mergulhar mais livremente e nos sentimos mais confortáveis em comparação ao mergulho do dia 3. E vimos muuuito mais animais.

Acredita-se que o navio Eleani Stathatos naufragou na Praia do Porto de Santo Antônio propositalmente para que o valor do seguro da carga fosse recebido. Atualmente, é o abrigo de cardumes.

Uma das experiências mais incríveis que vivenciamos durante os dias que estivemos na ilha. Recomendo demais!

Após, ficamos um pouco por ali, mas logo partimos para a praia que eu considero ser a mais bonita da ilha: Baía dos Porcos.

Tinham arraias por ali, pequenas e grandes. Nadamos um pouco e fotografamos.

Depois, voltamos para a pousada e nos arrumamos para ir até as Ruínas do Forte de Santo Antônio para assistir ao último pôr do sol na ilha.

E em seguida, encerrarmos a noite no restaurante Mergulhão, perto dali.

camarão com moranga + acompanhamentos

Sobremesa: tartelete chocante (nougatine de castanha de caju, caramelo salgado, ganache de chocolate e sorvete de cupuaçu – bom demais!).

Aproveitamos que o clima estava agradável e voltamos caminhando até a pousada, aproximadamente vinte e cinco minutos.

Na semana que vem, vou compartilhar um pouco do nosso último dia em Fernando de Noronha. Acompanhe!