brasil, fernando de noronha, roteiros de viagem, turismo, viagem

Dia 5 em Fernando de Noronha

Este é um dos artigos sobre uma viagem pela ilha de Fernando de Noronha. Recomento a leitura do que já publiquei anteriormente para acompanhar/entender o roteiro da viagem.

Acordamos, tomamos café da manhã na pousada e nos organizamos para ir até o ponto de encontro para o passeio de catamarã no período da manhã.

Optamos pela operadora Trovão dos Mares para o passeio de catamarã por oferecer almoço durante a parada para banho na Praia do Sancho e por oferecer serviço de transporte (ida/volta). O itinerário de quase todas as embarcações é praticamente o mesmo, pois a navegação acontece pelo mar de dentro da ilha, então são os detalhes que mudam.

Fomos até o ponto de encontro e de lá pegamos a van que nos levou até o Porto de Santo Antônio para embarcarmos.

Durante a navegação do porto até a Ponta da Sapata escutamos de um dos membros da tripulação explicações sobre as curiosidades da ilha. Nós tivemos a sorte de ver grupos de golfinhos perto do porto e foi lindo demais. Já na volta, o catamarã parou na Praia do Sancho e lá pudemos nadar à vontade. Depois de uma hora o almoço foi servido. Não esperávamos nada de sensacional em relação à comida, afinal, compreendemos a dificuldade disso, mas tudo o que foi servido estava bem gostoso, inclusive, se alguém tiver alguma restrição alimentar é possível conversar com a equipe antecipadamente para que seja verificado o que pode ser feito. Em seguida, navegamos de volta até o porto.

ponta da sapata

O agendamento foi feito através de WhatsApp. São cinco horas de duração. Se eu não me engano, 09:30 até 15:30.

Logo em seguida de embarcarmos, é oferecido o serviço de fotografia. Eu achei que as fotos embaixo d’água ficaram legais (levando em consideração nossas habilidades), porém, eu não gostei das fotos durante a navegação porque, aparentemente, as lentes da câmera não estavam tão limpas, provavelmente por causa de respingos de água, e aí o resultado não ficou legal.

Tínhamos o objetivo de ir até o Bar do Meio e assistir ao pôr do sol acomodados lá, porém, quando chegamos já não havia mais disponibilidade, então nos acomodamos nas pedras entre a Praia do Meio e a Praia da Conceição lá ficamos até não vermos mais o sol.

Fomos até o restaurante Delícias da Ná para jantarmos.

Compartilhamos os camarões no varal com acompanhamentos. Nada de excepcional, mas os camarões e todos os acompanhamentos estavam muito bons. De sobremesa, compartilhamos um petit gâteau com sorvete.

Na semana que vem, vou compartilhar um pouco do nosso sexto dia em Fernando de Noronha. Acompanhe!

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Dia 4 em Fernando de Noronha

Este é um dos artigos sobre uma viagem pela ilha de Fernando de Noronha. Recomento a leitura do que já publiquei anteriormente para acompanhar/entender o roteiro da viagem.

Depois de tomarmos nosso café da manhã na pousada, novamente fomos até os mirantes do Sancho e do Morro Dois Irmãos para mais fotos.

Seguimos para a Praia do Leão apenas para observar, pois o mar estava bastante agitado. Para mim, é uma das praias mais bonitas da ilha (levando em consideração as praias que eu tive oportunidade de visitar).

Decidimos caminhar por cerca de quinze minutos pela trilha Forte São Joaquim do Sueste até o Mirante do Sueste.

Na minha opinião, um dos lugares mais lindos da ilha. Vimos, além da Baía do Sueste e das ruínas do Forte de São Joaquim do Sueste, algumas ilhas secundárias do Arquipélago de Fernando de Noronha: Ilha do Chapéu de Sueste, Ilha Cabeluda, Ilha dos Ovos, Ilha dos Trinta Reis e Ilha do Frade.

baía do sueste

Caminhamos por mais vinte minutos até a Baía do Sueste e lá praticamos snorkeling com um guia que nos levou para ver tartarugas marinhas e outros animais. Não sei se foi sorte ou azar vermos as barbatanas de três tubarões apenas quando a praia já tinha sido fechada e aguardávamos do lado de fora por um taxi (eles passaram exatamente por onde nós estávamos nos banhando cerca de trinta minutos depois que saímos do mar).

É fácil observar tartarugas marinhas e tubarões por ali porque é um local de alimentação de ambos, e também peixes, lagostas ou polvos. Importante observar que existem divisórias no mar que devem ser respeitadas pelo visitante. À esquerda é proibido nadar porque é a região onde pesquisadores estudam a vida marinha dali. No meio é permitido nadar livremente. À direita é permitido nadar desde que com colete salva-vidas para flutuar e não encostar nos corais. Como em todas as outras praias, é proibido tocar nos animais independente da área. Para observar a vida marinha com mais facilidade, vale a pena contratar um guia que te levará até os locais onde os animais costumam permanecer.

informações

Foi da Praia do Bode que assistimos ao mais lindo pôr do sol durante nossa estadia na ilha. Parece que é a praia mais procurada para casamentos e o motivo é justamente o que pode ser visto de lá.

Para ir embora, foi difícil conseguir contato com a empresa que opera os taxis, mas no final deu tudo certo.

De noite, jantamos no restaurante Varanda.

entrada: iscas de peixe
risoto de camarões crocantes
frutos do mar com arroz preto
sobremesa: trio de brigadeiro + sorvete

A entrada não tinha nada demais em relação ao sabor. Os dois pratos principais que pedimos estavam deliciosos. Sobremesa: sensacional.

Na semana que vem, vou compartilhar um pouco do nosso quinto dia em Fernando de Noronha. Acompanhe!

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Dia 3 em Fernando de Noronha

Este é um dos artigos sobre uma viagem pela ilha de Fernando de Noronha. Recomento a leitura do que já publiquei anteriormente para acompanhar/entender o roteiro da viagem.

Depois de iniciarmos o dia com um café da manhã na pousada que nos hospedamos, fomos até a Praia do Cachorro caminhando, e lá permanecemos até um pouco antes do horário um passeio no período da tarde.

Aguardamos cerca de uma hora na fila para fotografarmos no Buraco do Galego, à direita da praia. É uma piscina natural que se forma dependendo da maré, não sei se vale a pena por causa do desconforto durante a espera, mas já que estávamos ali…

Voltamos para a pousada, ficamos um pouco na piscina e nos arrumamos para a atividade mais aguardada do dia: mergulho com cilindro.

Optamos pela operadora Noronha Diver porque gostamos da infraestrutura no geral, especialmente pelo serviço de transfer até a pousada e pela qualidade de todos os equipamentos que são disponibilizados para o mergulho.

Embarcamos no catamarã no Porto de Santo Antônio e durante a navegação até a Ilha Rata recebemos orientações dos instrutores sobre tudo o que envolve o mergulho.

O mergulho não é livre: o instrutor é responsável por guiar/conduzir o visitante durante todo o percurso, em torno de quarenta e cinco minutos.

Nós descemos a um pouco menos de dez metros de profundidade, e por causa da rapidez que descemos, eu senti uma pressão absurdamente intensa nos meus ouvidos (isso não tinha acontecido quando mergulhamos na nossa lua de mel em 2015 e também não aconteceu durante o mergulho que realizamos na Praia do Porto de Santo Antônio no nosso penúltimo dia na ilha). As restrições sobre o que não é permitido fazer durante o mergulho são muitas, e isso causa um pouco de tensão, ficamos tão preocupados em não desrespeitar as regras que acabamos não relaxando.

Nós contratamos os serviços de fotografia e de filmagem oferecido pela equipe CILIARES Foto & Vídeo – FN, que são oferecidos durante a navegação até o local de mergulho. As fotos podem ser compradas individualmente no escritório da empresa. O vídeo é definido por duração e é disponibilizado depois de dois dias do passeio. Compartilhei o vídeo YouTube, clique aqui para assistir.

Assistimos ao pôr do sol da área da piscina da pousada que nos hospedamos.

Para finalizar o dia, jantamos no restaurante O Pico.

Na semana que vem, vou compartilhar um pouco do nosso quarto dia em Fernando de Noronha. Acompanhe!

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Dia 2 em Fernando de Noronha

Este é um dos artigos sobre uma viagem pela ilha de Fernando de Noronha. Recomento a leitura do que já publiquei anteriormente para acompanhar/entender o roteiro da viagem.

Tomamos o nosso primeiro café da manhã na pousada e foi maravilhoso, tudo tão bom!

Começamos por: Praia do Sancho.

No PIC – Posto de Informação e Controle -, apresentamos o ingresso que autoriza a entrada nas áreas do Parque Nacional Marinho. Seguimos por uma passarela bem estruturada até o local de acesso à praia, onde aguardamos um pouco pelo horário de descida.

horários

É preciso descer pelas escadas que ficam presas nas fendas entre as rochas para chegar até a praia. Para voltar, idem (subir).

Deixamos nossas coisas na areia e fomos para o mar. Ficamos na região um pouco depois de onde as ondas se formavam porque as ondas estavam se quebrando agressivamente. Vimos peixes e arraias ao praticarmos snorkeling. Ficamos apenas até o horário da próxima subida, pois iríamos fazer um passeio de barco com parada na Praia do Sancho para banho em outro dia.

Após nos banharmos na praia que já foi eleita a melhor do mundo, seguimos a trilha até o Mirante do Morro Dois Irmãos e depois de nos deslumbramos com a Baía dos Porcos vista de cima, descemos até lá, onde permanecemos por algum tempo.

mirante do morro dois irmãos
baía dos porcos

Desinformados, nós não verificamos as tábuas das marés e quase ficamos encurralados na Baía dos Porcos porque a maré subiu enquanto estávamos lá e não percebemos (mesmo estando apenas nós na praia). Na verdade, só notamos na hora que estávamos indo embora, pois algumas das pedras por onde havíamos passado estavam submersas. Por sorte, cruzamos com uma pessoa que, aparentemente, conhecia a ilha e nos auxiliou com a passagem de volta para a Praia da Cacimba do Padre (para acessar a Baía dos Porcos é necessário passar pela Praia da Cacimba do Padre, à esquerda), onde as ondas batiam com força nas pedras e a maré já ultrapassava os meus joelhos.

Nos acomodamos na Praia da Cacimba do Padre, onde tem barraca com serviço de porções e bebidas para quem se interessar, e por ali permanecemos até o fim da tarde.

Assistimos a um pôr do sol maravilhoso da Praia da Conceição.

Escolhemos o restaurante Cacimba Bistrô para jantarmos.

Todos os pratos foram compartilhados por nós dois. Entrada: iscas de peixe empanadas com farinha de amêndoas e farinha de castanhas acompanhadas com molho de mostarda e mel, e fritas. Prato principal: strogonoff de camarão acompanhado por batata palha e arroz. Sobremesa: sorvete de chocolate com calda.

Foi uma experiência gastronômica deliciosa.

Na semana que vem, vou compartilhar um pouco do nosso terceiro dia em Fernando de Noronha. Acompanhe!

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Primeiro dia em Fernando de Noronha: Pousada Colina | jantar no Restaurante do Vale

Este é um dos artigos sobre uma viagem pela ilha de Fernando de Noronha. Recomento a leitura do que já publiquei anteriormente para acompanhar/entender o roteiro da viagem.

Como já comentei anteriormente, chegamos na ilha no fim de tarde. Fomos recebidos pela equipe da pousada onde nos hospedamos e encaminhados para a van junto com os hóspedes das pousadas do grupo EKOS, que inclui, além da Pousada Colina, a Morena e a Paraíso. Chegamos na pousada, nos acomodamos, curtimos um pouco a vista do nosso quarto, e de noite fomos jantar no Restaurante do Vale.

O restaurante fica na Pousada do Vale, onde iríamos nos hospedar em 2016 (se não tivéssemos nos mudado para a Bélgica). Nós tínhamos gostado de absolutamente tudo na pousada e só não nos hospedamos nela em 2021 porque quando começamos a pesquisar sobre acomodação já não havia mais disponibilidade.

Foi a melhor experiência gastronômica que eu tive na ilha. Comida deliciosa, ambiente agradável e atendimento excelente. Foi incrível!

Eu pedi um risoto de salmão com molho de maracujá que estava incrível!

Meu marido pediu o prato que é nomeado como CACIMBA (foto do site oficial do restaurante): atum selado na crosta de gergelim, purê de wasabi, couve manteiga crispy e molho tarê. Ele também elogiou bastante.

De sobremesa, compartilhamos um bolo de chocolate recheado com brigadeiro, servido com farofa doce, sorvete de creme e calda de café. Sensacional!

Tudo impecável! Só não voltamos porque uma das coisas que mais gostamos de fazer quando viajamos é diversificar restaurantes.

Para mais informações sobre o restaurante, clique aqui.

Um primeiro dia bem curtinho na ilha, porém, inesquecível!

Na semana que vem, vou compartilhar um pouco do nosso segundo dia em Fernando de Noronha. Acompanhe!

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Nossa viagem de uma semana em Fernando de Noronha

Nossa viagem pela ilha de Fernando de Noronha começou, virtualmente, lá em 2013, quando pesquisávamos destinos para a nossa lua de mel e cogitamos a possibilidade da ilha. O destino da nossa lua de mel foi outro (já compartilhei sobre – artigo 1 e artigo 2) e Fernando de Noronha se tornou o destino onde celebraríamos um ano de casamento. Em 2016, estava TUDO devidamente planejado para a viagem pela ilha, porém, exatamente três meses antes da viagem surgiu a oportunidade de mudarmos para a Bélgica (a mudança aconteceria exatamente na semana que planejávamos estar na ilha). Então, a viagem para Fernando de Noronha foi cancelada e ficou em standby.

Depois de cinco anos morando na Bélgica, voltamos juntos pela primeira vez para o Brasil em novembro/2021, e foi aí que Fernando de Noronha aconteceu! E foi lá que celebramos seis anos de casamento.

Localizada no estado de Pernambuco, a ilha está localizada à 545 km da costa e foi listada como Patrimônio Mundial Natural pela UNESCO em 2001.

O acesso à ilha é limitado, por isso, é importante se programar com antecedência.

Quem quiser visitar a ilha precisa pagar uma taxa de preservação ambiental referente à quantidade de dias que permanecerá na ilha. Pagamento online através do site oficial do Governo. Da Bélgica, país onde eu moro, só consigo acessar o site oficial do Governo através de uma VPN.

Para acessar as áreas do Parque Nacional Marinho é necessário pagar uma taxa com validade de 10 dias (hoje, 08.08.2022, R$165,00 por pessoa). É possível comprar o ticket antecipadamente através do site oficial do Parque.

Nós partimos do aeroporto de Guarulhos com a companhia aérea GOL. A conexão foi em Recife, e então chegamos em Fernando de Noronha. A partir de 2022 existirá a possibilidade de ir até a ilha pela companhia aérea AZUL sem escala a partir do aeroporto de Campinas – Viracopos.

Hoje, vou contar um pouco das atividades que vivenciamos sem entrar em detalhes, mas nas semanas que virão, vou contar mais detalhadamente sobre nossas experiências nos dias que estivemos na ilha.

Dia 1: Chegamos na ilha no fim de tarde. Nos acomodamos na pousada e de noite fomos jantar no Restaurante do Vale (para nós, a gastronomia presente na ilha faria/fez parte da viagem como um todo).

Dia 2: Tomamos o nosso primeiro café da manhã na pousada e seguimos até a Baía do Sancho. Após um banho de mar na praia que já foi eleita a melhor do mundo, seguimos a trilha até o Mirante do Morro Dois Irmãos e depois de vermos a Baía dos Porcos de cima, descemos até lá. Assistimos a um lindo pôr do sol acomodados na Praia da Conceição.

Dia 3: Visitamos a Praia do Cachorro durante a manhã, curtimos um pouco a piscina da pousada antes do mergulho com cilindro na Ilha Rata e depois voltamos para a piscina, onde aproveitamos com drinks e snacks até o sol se pôr.

Dia 4: Novamente, visitamos os mirantes do Sancho e do Morro Dois Irmãos para fotos. Seguimos para a Praia do Leão e, de lá, decidimos caminhar pela trilha Forte São Joaquim do Sueste até o Mirante do Sueste, onde foi possível ver, além da Baía do Sueste e das ruínas do Forte de São Joaquim do Sueste, algumas das ilhas secundárias do Arquipélago de Fernando de Noronha: Ilha do Chapéu de Sueste, Ilha Cabeluda, Ilha dos Ovos, Ilha dos Trinta Reis e Ilha do Frade. Praticamos snorkeling na Praia do Sueste e depois fomos até a Praia do Bode para assistirmos ao mais lindo pôr do sol durante nossa estadia na ilha.

Dia 5: Dia de passeio de catamarã com almoço. Depois, curtimos um pouco a piscina da pousada antes de nos arrumarmos para assistirmos ao pôr do sol da Praia do Meio e jantarmos.

Dia 6: Iniciamos o dia na região do Museu do Tubarão, seguimos a trilha até a Capela de São Pedro dos Pescadores, Ponta da Air France e depois seguimos até a Praia do Porto de Santo Antônio para um mergulho com cilindro ali mesmo. Após, ficamos um pouco por ali, mas logo partimos para a praia que eu considero ser a mais bonita da ilha: Baía dos Porcos. Voltamos para a pousada, nos arrumamos e fomos até as Ruínas do Forte de Santo Antônio para assistir ao último pôr do sol na ilha.

Dia 7: Começamos o dia com uma atividade ainda na madrugada: canoa havaiana. Voltamos para a pousada, tomamos o nosso último café da manhã ali e organizamos tudo para ir embora.

Existem muitas atrações para todo tipo de perfil em Fernando de Noronha. Algumas delas precisam ser agendadas e/ou precisam de um guia autorizado/credenciado pelo arquipélago. O site oficial da ilha disponibiliza todas as informações a respeito.

Acompanhe o blog para saber as informações mais detalhadas sobre os locais que visitamos e, quem sabe, se inspirar!


Hospedagem

Com tantas pousadas incríveis espalhadas pela ilha, não é uma tarefa fácil! Mas depois de tanto pesquisarmos e analisarmos as opções que nos interessavam (estilo da viagem, localização e facilidade de acesso, acomodação, preço, serviços oferecidos), decidimos pela Pousada COLINA!

Desde o momento que chegamos até o momento que partimos nossa experiência foi maravilhosa! Equipe receptiva, quartos aconchegantes, ambientes agradáveis, ótima comida e uma vista panorâmica linda. A localização é ótima, fomos e voltamos a pé do centro quase todas as noites. Aproveitamos a piscina e o serviço de snacks e drinks que é oferecido em alguns dias (pós praia).

Foi tudo incrível!

Alimentação

A gastronomia da ilha é parte da viagem, um espetáculo à parte. Nós escolhemos antecipadamente todos os restaurantes que tivemos a oportunidade de visitar. Vou comentar sobre eles nos artigos mais detalhados sobre cada dia.

Locomoção

Optamos por utilizar o serviço de taxi na ilha. O sinal de dados móveis ou para ligações às vezes é ruim e pode ser um inconveniente, por exemplo, a necessidade de ter que buscar por sinal para conseguir contato com a empresa que opera os taxis, mas ainda assim eu acredito que foi a melhor opção, pois os motoristas sabem como dirigir nas vias não estruturadas que levam até as praias e todos os carros possuem ar-condicionado. A média do custo por trecho é de R$35,00, às vezes mais, às vezes menos, depende da distância e horários. Pagamento via PIX ou dinheiro (na maioria das vezes, afinal, o sinal é ruim).

Outras opções são:

– Transporte público (ônibus): percorre apenas a rodovia que atravessa a ilha (BR-363 – do porto à Baía do Sueste – 7km de extensão), não acessando as vias que levam até as praias/baías, ou seja, é necessário estar preparado/disposto para caminhar. Vale lembrar do calor que faz na ilha.

– Locação de buggy: não considero interessante por causa da política de locação (mínimo de dois dias seguidos na maioria das locadoras), preço e também pela fiscalização da lei seca especialmente no fim de tarde. Encontrei depoimentos de pessoas não recomendando por causa da condição dos veículos, afinal, além de a maioria não se encontrar em um estado de preservação razoavelmente bom, são desconfortáveis. É necessário abastecer, e o preço do combustível na ilha é caro. Acredito que é válido para quem viaja em grupo de 4/5 pessoas.

– Também estão disponíveis para locação, e eu considero mais interessante do que o buggy, automóveis como caminhonetes 4×4, UNO, GOL, SUVs e até vans.

– Sem dúvidas, a bicicleta elétrica é o meio de transporte mais sustentável entre todas as opções. Nós chegamos a cogitar a possibilidade, mas desistimos da ideia porque não somos tão aventureiros assim e concluímos que poderíamos não ter condicionamento físico para pedalar entre subidas e descidas não estruturadas com o sol batendo na cabeça.

– Motos: provavelmente, desconfortável nas vias não asfaltadas.

Informações úteis:

Clima (04.11.2021 a 10.11.2021): entre 20°C e 27°C. O sol brilhou todos os dias durante a nossa estadia. Em poucos momentos, nuvens chegaram a cobrir o céu e ficou nublado.

Moeda: real.

Idioma: português.

Sacar dinheiro pode ser um problema (tudo na ilha é relativamente limitado, inclusive, dinheiro em espécie nos caixas eletrônicos disponíveis).

Verificar as tábuas das marés todos os dias para não ser surpreendido. Nós não fizemos isso e quase ficamos encurralados na Baía dos Porcos porque a maré subiu enquanto estávamos lá e não percebemos (mesmo estando apenas nós na praia), mas, pelo menos, foi no primeiro dia e ficamos atentos. Clique aqui para acessar o site do Centro de Hidrografia da Marinha do Brasil e pesquisar sobre as tábuas das marés na ilha de Fernando de Noronha.

Se você quiser visitar algumas das atividades que precisam ser agendados no IMCBio, vá até o posto para agendamento já no dia que chegar na ilha, ou você correrá o risco de não conseguir. Nós queríamos visitar a piscina natural do Atalaia, mas fomos até o local para agendamento apenas no nosso quarto dia na ilha e não conseguimos agendar porque não havia mais disponibilidade. Para acessar o site oficial do ICMBio, clique aqui.

Tomada:

Nós esquecemos de levar adaptadores e não encontramos por lá (a pousada não tinha e as lojas também não vendiam para o modelo que precisávamos). Todos os nossos carregadores, com exceção do carregador do iPhone – que também conecta os cabos USB das câmeras -, possuem o padrão E e não encaixam nas tomadas do Brasil (que possuem o padrão N). Por sorte, o laptop do meu marido tinha bateria suficiente para no final de cada dia salvarmos nossas fotos.

Para mais informações sobre a ilha de Fernando de Noronha, acesse os links que disponibilizei acima ou clique aqui.

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Croácia: 24 horas em Zadar

Este é um dos artigos sobre uma viagem pela Croácia. Recomento a leitura do que já publiquei anteriormente para acompanhar/entender o roteiro da viagem.


Chegamos em Zadar e nos acomodamos no apartamento um pouco depois das 13:00. Optamos pela hospedagem dentro das muralhas de Zadar.

Saímos diretamente até um dos restaurantes que encontramos em algumas recomendações: Konoba Sklobar. Entretanto, eu não achei a comida tão incrível e também senti falta de tempero. Confesso que comi um pouco decepcionada por não degustar o que eu queria, pois o prato que eu gostaria de ter pedido não tinha no cardápio de verão. Meu marido achou a comida boa, mas também não era o que ele inicialmente queria.

massa com camarão

Composto por uma massa conhecida como šurlice, combinada com um caldo, suco de tomate, cebola, alho, camarão e vinho branco.

frituras: lula e polvo + batata frita

De lá, passamos pela praça dos Cinco Poços (trg Pet Bunara) e passeamos pelo parque Jelene Madijevke rapidinho.

Os cinco poços foram construídos durante o século XVI para abastecer a cidade com água potável e continuaram em funcionamento até o século XIX.

parque

Depois, seguimos até o centro histórico da cidade, área que, arquitetonicamente, foi bastante influenciada por romanos e venezianos durante seus domínios. Além da Itália, Zadar também já foi anexada à Áustria. Após a Segunda Guerra Mundial passou a fazer parte da até então Iugoslávia. Desde 1991, após a independência da Croácia, é parte do país.

  • Fórum Romano e Igreja de São Donato (Crkva Svetog Donata)

Antigamente, o Fórum Romano era um centro da política, religião e economia. Hoje, é possível observar as ruínas do que restou, que também podem ser encontradas em algumas das ruas por ali.

ruínas e Igreja de São Donato
  • Igreja de Santa Maria (Crkva Sveta Marija)
Igreja de Santa Maria
  • Catedral de Santa Anastácia (Katedrala Sveta Stosija)
Catedral de Santa Anastácia
  • Praça do Povo (Narodni trg)
torre do relógio

Opções restaurantes, sorveterias e cafés. É também onde está instalado o prédio da prefeitura de Zadar.

A torre do relógio está em funcionamento desde 1803.

Como já comentei no artigo sobre o roteiro que fizemos, não tínhamos a intenção de fazer passeios para as atrações turísticas no que se refere à história. Nem em Zadar! Então não acessamos o interior dos prédios que mencionei acima, apenas observamos por fora.

Assistir ao pôr do sol ouvindo os sons do Órgão do Mar (Sea Organ) é a experiência que não pode faltar na visita à cidade. Inaugurado em 2005, é exatamente o que o nome diz: uma obra que foi projetada por Nikola Bašić para emitir os sons que são produzidos quando as ondas do mar batem nos tubos que ficam embaixo de uma escadaria. É interessante, relaxante e inesquecível. Há quem considere que é o pôr do sol mais bonito do mundo.

Ali também está a obra nomeada de Saudação ao Sol (Greeting to the Sun), que é para onde as pessoas vão depois que o sol se põe, pois é quando as luzes são acesas. É um círculo com 22 metros de diâmetro com placas de LED que funcionam à base de energia solar e que é ligado ao anoitecer.

Voltando ao centro histórico de Zadar, várias barracas se instalaram no calçadão para vender diversidades, inclusive, milho verde, algo que eu nunca tinha visto na Europa e que é extremamente comum nas praias do litoral de São Paulo que eu sempre frequentei.

paramos na sorveteria chamada Eva

Decidimos circular pela cidade e ir a algum bar, afinal, era a última noite da nossa viagem. Fomos até o bar LEDANA, no parque da rainha Jelene Madijevke bem na entrada. Depois, fomos até o bar SVAROG, na praça dos Cinco Poços que fica na entrada do parque (lá, o ambiente era mais animado por causa da música e a bebida era melhor). Foi um bom encerramento para a viagem.

No dia seguinte, tomamos café da manhã no restaurante Coffee & Cake e partimos diretamente para o aeroporto.

chococake
chococheese

Hospedagem

Optamos pela acomodação em um studio para duas pessoas e tivemos uma boa experiência: quarto confortável, aconchegante e limpo. Ótima localização!

Clique aqui para mais informações (caso a recomendação te interesse).

Locomoção

Sobre a locomoção no centro histórico de Zadar, fizemos tudo a pé. Utilizamos ônibus apenas para ir e vir do aeroporto, e taxi no dia que chegamos de Split para ir da rodoviária até o portão de Old Town mais próximo de onde nos hospedamos.

Em Zadar também é possível se banhar em praias. E pode ser a base de uma viagem com idas e vindas a vários lugares do país. Caminhar despretensiosamente pelas ruas com mais de 3000 anos de história em Old Town é algo que vale a pena!

Por aqui encerro os artigos sobre a nossa viagem pela Croácia. Foi tão especial! Fomos surpreendidos positivamente pela receptividade dos croatas por onde passamos. É um país que vale a pena ser apreciado. Espero voltar em breve…

Quem lê o que eu escrevo pode perceber o quanto a Croácia me conquistou (e o meu marido também). Nós comentávamos entre nós sobre a próxima vez ao país, para onde seria, como, quando, ficávamos imaginando sobre o nosso retorno à Croácia, e até comentei em alguns dos artigos que publiquei sobre a vontade de voltar, mas jamais imaginei que voltaríamos tão rápido. Voltamos para a capital do país durante o período de Natal, e esse será o tema da segunda-feira que vem.

zagreb
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Deixando Hvar | viagem de Split à Zadar

Este é um dos artigos sobre uma viagem pela Croácia. Recomento a leitura do que já publiquei anteriormente para acompanhar/entender o roteiro da viagem.


Acordamos cedo e deixamos Hvar antes das 07:00 já com saudade. A ilha é espetacular. Fomos recebidos em todos os lugares por onde passamos com muita hospitalidade. Hoje, escrevendo, tenho vontade de voltar, e acredito que voltarei, pois ainda temos muito a explorar por lá: praias, aqueles lugares bem escondidinhos, restaurantes, bares, parques naturais, história, experiências… muito ainda!

Gostaria de ter a experiência de viver na Croácia por algum tempo. Quem sabe um dia…

Assim como foi para chegar à Hvar, fomos embora também em um ferry da companhia marítima Jadrolinija.

Depois de aproximadamente uma hora de travessia, chegamos em Split. Saímos do porto em direção à rodoviária. Tivemos um pouco mais de uma hora até pegar o ônibus para Zadar, então escolhemos aleatoriamente uma das lanchonetes ali ao redor e tomamos nosso café da manhã na rodoviária.

Ali na rodoviária foi uma confusão. Falta de informação ou informação incorreta/incompleta até mesmo por parte dos atendentes. Foi necessário perguntar para os motoristas dos ônibus que estacionavam ali para onde eles iriam. Nem os letreiros dos ônibus eram claros para onde iriam. Depois de algum tempo, nos acomodamos.

E a confusão não parou por aí.

Antes de contar o ocorrido, preciso mencionar que optamos pelo ônibus em que o itinerário vai beirando a costa do país, ou seja, que permite ver o mar da rodovia e que atravessa muuuitas cidades. Nós achamos que seria interessante para admirar um pouco mais da beleza da Croácia, mas já adianto que não vale a pena porque as paradas a cada dez minutos tornam a viagem extremamente cansativa (e não vimos nada de tão diferente do que já tínhamos visto). Por isso, sugiro a opção em que o ônibus faz o percurso de Split à Zadar em duas horas e quinze minutos com apenas 2 paradas.

Vamos ao caos… Existe a possibilidade de comprar os tickets antecipadamente através do site getbybus.com e também de comprar no momento do embarque (que pode ser na rodoviária de Split ou em qualquer uma das paradas do ônibus), e é aí que não existe controle de quem entra ou quem sai e em qual momento da viagem. Sendo assim, o ônibus foi enchendo de gente que não conseguia sentar no assento que comprou com antecedência porque já tinha alguém lá (que também comprou pelo lugar no assento assim que embarcou). Com isso, o ônibus foi cheio de gente que precisou viajar de pé ou se ajeitar no chão do corredor porque não tinha mais assento (e aí todas as pessoas ficaram incomodadas com a desorganização). Todos acabam sendo lesados por viajar desconfortavelmente (muita gente). Foi um caos! Espero que tenha conseguido explicar um pouco de como foi.

Nós compramos os tickets antecipadamente e não tivemos problemas porque partimos de Split. Foi no decorrer da viagem que os problemas começaram a acontecer. Para viajar mais tranquilamente, reforço a opção em que o ônibus faz o percurso de Split à Zadar em duas horas e quinze minutos com apenas 2 paradas.

Na semana que vem, publicarei um artigo sobre Zadar. Até lá!

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Praias da ilha de Hvar: Pokonji dol, Mekićevica e Robinson

Este é um dos artigos sobre uma viagem pela Croácia. Recomento a leitura do que já publiquei anteriormente para acompanhar/entender o roteiro da viagem.


No nosso terceiro dia completo na ilha, exploramos as praias mais próximas do centro da cidade: Pokonji dol, Mekićevica e Robinson.

Uma das possibilidades para chegar até a praia Pokonji dol é simples: pela rua Ivana Vucetica beirando o mar. Ela é a primeira do caminho que leva até as outras. Durante a caminhada, é possível ver que as pessoas que preferem mais privacidade se acomodam em lugares onde é possível, mas que aparentemente não são recomendados para banho. Em todas as áreas com acesso até as praias sempre tem alguém. Depois da Pokonji dol é preciso caminhar por trilha.

Quando tem escada e/ou boias é porque ali é área para banho.

Todo o caminho desde o monastério que fica na Plaža Lučica possui aproximadamente 3,6 km.

plaža lučica

Foi o dia que eu menos fotografei, pois muitas das mulheres nas três praias estavam com os seios à mostra (topless) e eu achei que poderia ser inconveniente ficar fotografando.

Pokonji dol

Entre as três, é a maior e mais estruturada. Para quem quiser permanecer o dia todo, recomendo chegar cedo. Decidimos parar nela já no final da tarde (priorizamos as demais justamente porque seriam menos movimentadas). Encontramos espaço nas pedras e sem sombra.

Todas as praias da Croácia são muito agradáveis para banho: água cristalina, calma e refrescante, ótimas também para a prática de snorkeling.

As praias Mekićevica e Robinson são muito parecidas. Ambas são pequenas e até é possível encontrar sobra das árvores dependendo do horário. Como mencionei acima, depois da Pokonji dol o percurso é menos estruturado, ou seja, irregular. Ainda assim, há indicativo nas árvores e nas pedras sobre o caminho a ser seguido.

Mekićevica

Passamos por ela para chegar até a Robinson. Decidimos não parar porque queríamos ver a Robinson para então decidir o que fazer. Assim que chegamos, já preferimos a Robinson e decidimos passar parte do dia lá. Paramos em Mekićevica na volta apenas para observar.

Robinson

Chegamos de manhã e encontramos lugar na sombra. O ambiente da praia estava tão bom que só decidimos ir embora já à tarde porque o sol começou a bater e não tinha mais como se proteger, então foi meio que necessário.

Existe um restaurante no local com o mesmo nome da praia, que também oferece locação de guarda-sol e cadeiras/espreguiçadeiras.

Como comentei acima sobre o acesso às praias, depois da Pokonji dol complica um pouco e por isso novamente recomendo o uso de tênis ou sapato para trilha. Também fica o lembrete de sempre carregar água e algo para lanchar durante o dia porque a maioria das praias não possui estabelecimentos.


Pós praia

Já comentei na primeira publicação sobre Hvar que a ilha oferece inúmeras possibilidades de vida noturna a quem interessar.

Na quarta noite na ilha, assistimos ao pôr do sol da fortaleza que fica em uma colina. A vista panorâmica é linda. É mágico ver o sol iluminando os imóveis da cidade com paredes brancas e telhados vermelhos no fim do dia. Ver todos os tipos de embarcações chegando e saindo do porto. Ver as ilhas Pakleni à distância. Tudo é incrível.

A fortaleza (Tvrđava Fortica) começou a ser construída no século XIII pelos venezianos. Já foi abrigo para os habitantes da região depois que o exército turco invadiu a cidade. Atualmente abriga um museu que exibe artefatos que já foram encontrados no fundo do mar nas proximidades da ilha. O local também é conhecido como Tvrđava Spanjola por causa do trabalho que os engenheiros de nacionalidade espanhola desenvolveram no século XIV. O acesso é pago. Para mais informações, clique aqui.

Tínhamos nos planejado para jantar em um restaurante que estávamos paquerando, porém, descobrimos que era o dia da semana que ele não abria. Então, optamos por uma das recomendações que encontramos durante nossas pesquisas: Kogo, na praça Svetog Stjepana. Comida boa!

Passeamos um pouco por ali em busca de souvenires e não demoramos para ir embora, pois precisávamos organizar as coisas para retornarmos ao continente na manhã do dia seguinte.

Até a semana que vem!

Mas antes… vídeo com um pouco mais das praias.

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Praias da ilha de Hvar: Milna, Zaraće e Dubovica

Este é um dos artigos sobre uma viagem pela Croácia. Recomento a leitura do que já publiquei anteriormente para acompanhar/entender o roteiro da viagem.


No nosso segundo dia completo na ilha, alugamos uma scooter para ir até as praias mais distantes queríamos visitar: Milna, Zaraće (Malo e Velo) e Dubovica.

Inicialmente, tinham mais praias que queríamos visitar, porém, enquanto preenchíamos o formulário para alugar o meio de transporte do dia, recebemos instruções e um mapa da ilha com informações sobre as praias que eram permitidas e as praias que eram proibidas de acessar pelas estradas, e então soubemos que algumas das praias dos nossos planos só eram acessíveis de barco (o que, no final das contas, foi bom, pois aproveitamos bem as praias que escolhemos).

Todas as praias que visitamos possuem acesso através da estrada principal que conecta a ilha de um lado até o outro.

Particularmente, eu me senti insegura em uma scooter, afinal, precisamos percorrer a estrada principal da ilha, ou seja, é por onde todos os automóveis também se locomovem. De scooter, me senti vulnerável/exposta, então, se eu voltasse para a ilha e precisasse alugar um meio de transporte para ir até as praias, eu optaria pelo quadriciclo por ser um pouco mais seguro. Para ir até lugares ainda mais distantes, acredito que carro é melhor por ser mais seguro, mais confortável e mais rápido, porém, requer paciência por ser menos prático para estacionar.

Nós alugamos a scooter em uma garagem bem pequenininha de um hostel, localizado na rua que estávamos hospedados. Basta caminhar um pouco pelo centro histórico ou beirando o mar para notar que tem opção para locação em todos os cantos de Hvar.

Milna Beach

Chegamos cedo e a praia ainda estava quase sem ninguém. Todas as praias que visitamos nesse dia eram parecidas: água cristalina, calma e refrescante, ótimas para a prática de snorkeling ou apenas para banho. O clima de Milna Beach estava tão agradável, mas ficamos apenas cerca de trinta minutos ali, pois queríamos permanecer mais tempo nas praias de Zaraće.

Zaraće

Para chegar até a enseada de Zaraće, foi necessário descer a montanha por onde passa a estrada principal da ilha. As ruas eram íngremes e bateu insegurança de a scooter não conseguir subir depois, mas deu tudo certo.

  • Malo (para quem desce, está do lado direito)
malo

Em Malo encontramos espaços com sombra, então permanecemos ali por algum tempo. Praticamos snorkeling, fotografamos, filmamos, nadamos mais um pouco, e depois que saímos do mar nos acomodamos em uma das áreas onde batia sol para nos secarmos um pouco mais rápido antes de continuarmos.

  • Velo (para quem desce, está do lado esquerdo)
velo

Em Velo não tinha sombra, então observamos um pouco e logo continuamos. Lá tem restaurante e bangalôs nas pedras que podem ser alugados.

igreja perto das praias

Pessoalmente, eu achei ambas as praias de Zaraće deslumbrantes. Com suas belezas naturais lindíssimas, abaixo da colina e com água extremamente límpida, eu certamente passaria horas e horas em qualquer uma delas se não quisesse explorar um pouco mais da ilha.

Dubovica

Para chegar até a praia de Dubovica também foi necessário descer a montanha por onde passa a estrada principal da ilha, porém, caminhando.

Qualquer meio de transporte precisa ser estacionado na rodovia.

Existe um ponto de ônibus bem em frente de onde a trilha começa.

A vista panorâmica da estrada para a praia é linda, e lá embaixo também! Encontramos uma sombra e lá permanecemos até o fim de tarde.

Para chegar até a maioria das praias da ilha é necessário caminhar por trilhas, por isso, recomendo o uso de tênis ou sapato para trilha. Eu usei tênis nos dias que precisamos caminhar e foi suficiente. Mais uma vez, fica o lembrete de sempre carregar água e algo para lanchar durante o dia porque a maioria das praias não possui estabelecimentos.


Pós praia

Já comentei na primeira publicação sobre Hvar que a ilha oferece inúmeras possibilidades de vida noturna a quem interessar.

lučica beach

Na terceira noite na ilha, assistimos ao pôr do sol do restaurante que escolhemos para jantarmos: Bonaca. Fica na rua do porto e de lá também é possível ver a movimentação dos barcos. Bem legal!

O prato que eu pedi como entrada foi a comida que mais gostei na Croácia: gnocchi com molho de tomate e parmesão.

gnocchi com molho de tomate e parmesão

Para sobremesa, sorvete: chocolate e mocha, da sorveteria Lamore per il gelato.

A noite estava agradável e decidimos nos aventurar pelas ruelas, afinal, durante o dia não tínhamos tempo por estarmos aproveitando as praias, e mesmo se tivéssemos tempo provavelmente o calor durante o dia não nos animaria, então aproveitamos que aquele era o momento.

Caminhar pelas ruas, se perder, se encontrar, admirar os detalhes, é o tipo de coisa que eu sempre gosto de fazer em viagens. Em Hvar não foi diferente, e quanto mais caminhávamos, mais despertava o interesse em explorar ainda mais as subidas e as descidas que tanto exalam charme com os imóveis construídos com pedras ou com as paredes bem clarinhas.

Até a semana que vem!

Mas antes… vídeo com um pouco mais das praias.