Este é um dos artigos sobre uma viagem pela Croácia. Recomento a leitura do que já publiquei anteriormente para acompanhar/entender o roteiro da viagem.
Existem inúmeras opções de passeio de barco saindo de Hvar… são diversos tipos de programas para diversos tipos de interesses e algum certamente se encaixará no seu perfil.
Nós pesquisamos primeiramente online, encontramos o passeio que mais nos agradou e fizemos uma pré-reserva online. A empresa que escolhemos se chama Kabina Boats e o escritório fica no centro de Hvar. Para mais informações, clique aqui.
Saímos de manhã e voltamos no final da tarde. Nosso tour foi com um grupo de doze pessoas mais a guia e o capitão do barco.
Primeira parada: Blue Lagoon on Budikovac Island, uma ilhota perto da ilha de Vis.
É quase uma piscina natural de tão límpida e calma.
Segunda parada: Green Cave on Ravnik Island, uma ilhota perto da ilha de Vis.
Na verdade, o nosso grupo concordou em não parar ali porque a guia sugeriu parar em outra caverna (menos turística, mais bonita e mais autêntica). Ela explicou que dentro da caverna era escuro e não tinha muito o que ver (depois, eu confirmei o que ela disse através de fotos). Então observamos apenas de passagem.
Em 2016, foi eleita a praia mais bonita da Europa em votação pelo site europeanbestdestinations.com (de acordo com a opinião dos viajantes). Desde então, só cresce o número de visitantes no local e ela vai deixando de ser escondida/secreta. É pequenininha e a vista panorâmica do alto é mais bonita do que a chegada de barco (joga no google para ver a praia do alto cercada pelos paredões), mas independente de por onde, é linda.
sapatilhas para a proteção dos pés
Quarta parada: Caverna
A sugestão da nossa guia: fica no caminho entre os destinos e é realmente interessante, mas não foquei tanto nas fotos porque era fácil se machucar por ali (o balanço da água era intenso), então fiquei atenta.
Quinta parada: Blue Cave on Biševo Island.
É linda! Diferente de tudo que já tinha visto.
O barco sai com um grupo de mais ou menos dez pessoas do centro de turismo, entra na caverna e permanece ali por cerca de dez minutos apenas para observarmos, enquanto o guia explica como ela foi descoberta, e então retornamos. É suuuper turístico, mas vale a visita porque é diferente.
Sexta parada: Pritišćina Beach on Vis Island.
É a menor praia da ilha e a água é geladíssima.
Última parada: Palmižana Beach on Pakleni Islands.
É a praia mais popular do arquipélago das ilhas Pakleni.
Nós já tínhamos lanchado os snacks que levamos conosco, mas ainda assim fizemos uma refeição no restaurante Toto’s e depois aguardamos até o horário de retorno no bar ao lado.
Praticamos snorkeling em todas as paradas e em praticamente todas as praias da ilha de Hvar. A água é cristalina e sempre há vida marinha para observar, por isso, vale a pena levar o próprio kit de snorkel.
Pós praia
Hvar oferece inúmeras possibilidades de vida noturna a quem interessar.
Mas antes, assistimos a um lindo pôr do sol ali da sacada do studio.
Na segunda noite na ilha, circulamos ali no centro para ver o que nos interessava e paramos em um bar com música ao vivo chamado Central Park Club, onde tinham mesas e cadeiras do lado de fora. Nos acomodamos e ali permanecemos apenas bebendo, afinal, almoçamos no fim da tarde.
purple haze
O cocktail Purple Haze é uma das bebidas mais incríveis que já experimentei (gin, lavanda, limão, mel). Tentei reproduzir em casa e ainda não deu certo, infelizmente, ahaha…
Este é um dos artigos sobre uma viagem pela Croácia. Recomento a leitura do que já publiquei anteriormente para acompanhar/entender o roteiro da viagem.
Depois do Parque Nacional dos lagos de Plitvice, seguimos a viagem pela Croácia diretamente para Split.
Locomoção: Nós compramos os tickets pelo site getbybus.com com partida da Entrada 1 do parque às 18:00 e chegamos em Split exatamente às 21:30.
Como chegamos cansados, fomos diretamente para o studio que alugamos para descansar.
No dia seguinte, deixamos o studio e até conseguimos passear um pouco pelo centro de Split antes de embarcarmos para Hvar.
Brunch no restaurante Fig
O ambiente é agradável e a comida estava muito boa.
Optamos pela acomodação em um studio para duas pessoas e tivemos uma boa experiência: quarto confortável, aconchegante e limpo. Localizado na região que precisávamos.
Clique aqui para mais informações (caso a recomendação te interesse).
Locomoção em Split
Tanto a rodoviária quanto o porto estão localizados pertos do centro histórico de Split, então fizemos tudo a pé.
Como chegar até a ilha de Hvar (via Split)
Compramos antecipadamente os tickets para embarque às 15:00 pela companhia marítima Jadrolinija. A viagem de ferry dura uma hora até o porto de Hvar.
Chegando em Hvar, nos instalamos no studio que alugamos e logo em seguida já seguimos até o Hula Hula Beach Bar para assistir ao pôr do sol de lá. É um lugar extremamente badalado, não foi exatamente o que esperávamos, mas valeu. Tem mesas e cadeiras com opção para jantar, porém, são poucos lugares.
Depois que o sol se pôs, seguimos até o centro histórico em busca de um lugar para comer. Optamos pelo restaurante La Bocca, que fica na trg Svetog Stjepana (em português: praça de Santo Estevão).
Hospedagem em Hvar
Nos hospedamos na cidade de Hvar (assim como o nome da ilha).
Optamos pela acomodação em um studio para duas pessoas e tivemos uma experiência muito agradável: ambientes confortáveis, aconchegantes e limpos. Localização excelente e com uma vista panorâmica belíssima. Perto de mercados, do centro histórico e do porto, e com cozinha bem equipada (preparamos o nosso café da manhã quase todos os dias lá). A proprietária é gentil e nos ajudou com todas as dúvidas que tínhamos. Super recomendo!
Clique aqui para mais informações (caso a recomendação te interesse).
Locomoção em Hvar
É simples se locomover na cidade de Hvar, então ali fizemos tudo a pé.
Em outros dias, fizemos um passeio de barco para visitar as ilhas por perto e alugamos uma scooter para ir até as praias mais distantes queríamos visitar. Explicarei com mais detalhes nas publicações de cada dia.
Praias de Hvar
Hvar é uma das mais de 1.000 ilhas do litoral da Croácia. Com aproximadamente 70km de ponta a ponta passando entre cidades/vilarejos, é uma das ilhas mais populares do país.
As praias da Croácia são deslumbrantes (continue acompanhando o blog para entender). O litoral do país é banhado pelo Mar Adriático com sua água em tons de verde e azul que variam dependendo da localização/ posição do sol. A água de todas as praias que visitamos estava cristalina. A ilha de Hvar é paradisíaca! Foi o motivo de termos escolhido o país como destino de verão em 2021.
Na Croácia (e Europa), as praias, geralmente, são diferentes do conceito que existe Brasil.
Raramente as praias são compostas por faixas de areia. Geralmente, são as pedras que compõe o cenário. Pode até ser um pouco incômodo porque é necessário usar algo nos pés para não machucar, porém, para quem não gosta de areia (eu), é ótimo! Existem praias com infraestrutura – banheiro e restaurante (que às vezes oferece serviço de guarda-sol e espreguiçadeira mediante pagamento), mas não são todas. Por isso, vale o lembrete de sempre levar comida e bebida na mochila para não ter que se preocupar. Nós já nos adaptamos a passar o dia com snacks e jantar à noite. Topless é comum e até mesmo pessoas completamente nuas nos cantos beirando o mar.
Vou comentar mais sobre as praias e o que considero importante nos artigos das próximas três semanas que ainda serão sobre os passeios que fizemos em Hvar (ou nas ilhas por perto). Até lá!
Este é um dos artigos sobre uma viagem pela Croácia. Recomento a leitura do que já publiquei anteriormente para acompanhar/entender o roteiro da viagem.
O Parque Nacional dos lagos de Plitvice (Plitvička Jezera) está localizado entre duas cordilheiras: Mala Kapela e Lička Plješivica. Com quase 30.000 hectares, é o maior dos parques nacionais da Croácia.
Em 1979 foi listado como Patrimônio Natural da Humanidade pela UNESCO.
São 16 lagos com água cristalina em tons de verde e azul que variam dependendo do período do dia ou da posição do sol, mais cachoeiras, mais cascatas, mais uma vegetação linda, com mais de 1.400 táxons (espécies e subespécies) de plantas já registradas e fauna de 321 espécies de borboletas, 89 espécies de insetos (tricópteros), 14 espécies de anfíbios, 14 espécies de répteis, 168 espécies de pássaros e mais de 50 espécies de mamíferos.
Os lagos são divididos em dois grupos: lagos superiores (12) e lagos inferiores (4). Existem vários outros lagos menores que não são nomeados.
No site oficial do parque existem algumas opções de trilhas que variam de acordo com disposição e tempo de cada um. Antes de chegar no parque já tínhamos planejado exatamente o que fazer, porém, a sinalização dentro do parque não é tão clara e acabamos nos perdendo, por isso, caminhamos mais tempo do que era esperado e não conseguimos fazer o que foi planejado inicialmente por causa do tempo. Não conseguimos ver algumas vistas panorâmicas que queríamos. Ficamos bem confusos as placas que orientavam os caminhos das trilhas. Nós caminhamos uma volta enormeee no lago por mais de uma hora até, finalmente, encontrar a civilização novamente. No final, foram quase 20km de caminhada. No nosso planejamento, a ideia era intercalar entre as trilhas C e B para explorar com calma, mas acabamos fazendo a trilha K (eu não achei válido porque não tem nada de excepcional).
Durante todo o percurso que fizemos, nos deparamos com quatro lanchonetes/restaurantes, porém, acreditamos que o atendimento sofreu alterações talvez por causa da pandemia, pois apenas os restaurantes das entradas 1 e 2 estavam abertos. Ainda bem que nós tínhamos levado os snacks que compramos antes. Existem banheiros espalhados pelo parque, entretanto, por exemplo, durante a volta no lago por mais de uma hora caminhando não tinha nenhum.
É uma região onde as temperaturas costumam ser mais baixas em comparação com o restante do país, principalmente comparando com a região da Dalmácia, onde estivemos todos os outros dias. Felizmente, visitamos o parque com temperaturas entre 11°C e 21°C, o que foi ótimo.
Nós atravessamos o parque caminhando, mas para voltar até a Entrada 1 utilizamos o trem e o barco nos trechos que foram possíveis porque já estávamos bem cansados.
Nós visitamos o parque em um dia, mas no site oficial é possível comprar para dois dias e também se informar sobre as opções de hospedagens dentro do parque.
Para aproveitar bem é importante pensar no vestuário de forma que você se sinta confortável.
Um alerta: preste atenção por onde caminha porque as passarelas podem não ser completamente regulares, além de estreitas.
Assim que chegamos na entrada do parque, deixamos uma mochila e uma mala no guarda-volumes para não ter que ficar carregando desnecessariamente.
O Parque Nacional dos lagos de Plitvice está entre as atrações mais visitadas do país e é realmente muito lindo! Entretanto, é extremamente turístico e eu acho que ele perde um pouco do encanto por causa deste excesso, mas ainda assim não deixa de ser maravilhoso.
Para acessar o site oficial do parque, clique aqui.
Continuando a viagem…
Locomoção até Split: Nós compramos os tickets pelo site getbybus.com com partida da Entrada 1 do parque às 18:00 e chegamos em Split exatamente às 21:30.
Este é um dos artigos sobre uma viagem pela Croácia. Recomento a leitura do que já publiquei anteriormente para acompanhar/entender o roteiro da viagem.
Chegamos em Zadar. Do aeroporto, pegamos o ônibus que nos levou até a rodoviária de Zadar.
Importante: no aeroporto existem caixas eletrônicos para sacar a moeda do país (kunas croatas) e casa de câmbio para trocar dinheiro. É bom sempre carregar kunas croatas em espécie porque, por exemplo, a maioria dos estabelecimentos que trabalham com turismo só aceita a moeda deles. Entretanto, existem muitos caixas eletrônicos espalhados em todo lugar (pelo menos foi a experiência que tivemos nos lugares que visitamos).
Nosso primeiro dia em Zadar foi de passagem, já que tínhamos o objetivo de ir até a região do parque para nos hospedarmos por lá, pois assim acordaríamos cedo para aproveitar o parque pela manhã sem tanta muvuca.
Então, fizemos uma refeição no McDonald’s mais próximo da rodoviária e fomos até o mercado também perto da rodoviária para comprarmos os snacks que precisaríamos para o parque no dia seguinte. Aguardamos o ônibus por uma hora ali mesmo na rodoviária. Depois de duas horas na estrada, o ônibus nos deixou em uma das entradas do parque. De lá, caminhamos por cerca de 700 metros (dez minutos) até a nossa primeira estadia na Croácia.
Jantamos no restaurante da acomodação onde nos hospedamos. O prato que eu pedi estava ok, mas um pouco sem graça porque faltava tempero, ainda bem que a pimenta do reino que estava ali na mesa contribuiu para melhorar. O prato que o meu marido pediu estava bom. Para variar, não fotografei.
Nosso primeiro dia na Croácia encerra por aqui.
Na semana que vem publicarei o artigo sobre o Parque Nacional dos lagos de Plitvice.
Hospedagem
Optamos pela acomodação em Pansion Danica principalmente por causa da proximidade com a Entrada 1 do parque, onde queríamos começar e encerrar a visita. Tivemos uma boa experiência: quarto confortável, aconchegante e limpo.
Locomoção: de Zadar até o Parque Nacional dos lagos de Plitvice
Nós compramos os tickets pelo site getbybus.com com saída da rodoviária de Zadar às 18:00 (é válido perguntar na central de informações sobre a plataforma do ônibus e ainda assim ficar atento com a movimentação perto do horário de embarque porque pode ter alteração). São apenas seis ônibus que partem de Zadar para Plitvice na maioria dos dias. Quando o ônibus estaciona na rodoviária de Zadar, passageiros que embarcaram antes já estão acomodados, então é importante comprar os tickets antecipadamente.
Este texto é a introdução de uma viagem que fizemos pela Croácia, onde visitamos a região da Dalmácia e o Parque Nacional dos lagos de Plitvice (Plitvička Jezera).
Foi a primeira vez desde que mudamos para a Bélgica que entramos juntos em um avião para viajar, pois, como já mencionei em praticamente todas as publicações sobre viagem, até então, nós sempre viajamos de carro por causa da nossa cachorrinha. Clique aqui para ler o artigo que comento sobre isso.
Foi a primeira vez depois de quase cinco anos que viajamos juntos de avião (durante estes cinco anos viajamos apenas individualmente de avião), então muito da viagem aconteceu pela primeira vez e são situações que estamos entendendo como funciona para nós, afinal, foi/é diferente das experiências que já tivemos, pois viajar com companhia low cost foi uma novidade, escolher o tipo de bolsa/mochila/mala ideal para a viagem foi uma novidade, carregar bagagens entre os destinos foi uma novidade, otimizar tudo sobre a viagem para que não se tornasse exaustiva foi uma novidade, depender de um meio de transporte que não fosse o nosso carro foi uma novidade, tudo foi uma novidade. E para a primeira vez posso afirmar que nos organizamos bem!
Abaixo está o roteiro com informações não detalhadas sobre os destinos que escolhemos, mas nas semanas a seguir publicarei sobre os locais que visitamos com mais detalhes. O objeto da viagem foi justamente de estar em contato com a natureza, então não fizemos passeios para as atrações turísticas no que se refere à história.
Partimos do aeroporto de Charleroi (Bélgica) diretamente para Zadar (Croácia). A viagem durou um pouco menos de 2 horas.
Dia 1: Quando chegamos em Zadar, fizemos uma refeição no McDonald’s mais próximo da rodoviária, fomos até o mercado também perto da rodoviária para comprarmos os snacks que precisaríamos para o parque no dia seguinte, aguardamos o ônibus que nos levaria até uma das entradas do parque e depois de duas horas na estrada chegamos à nossa primeira estadia na Croácia, em Rastovača.
durante a viagem de ônibus
Na publicação detalhada sobre o primeiro dia da viagem comentarei os motivos pelos quais optamos por dormir na região do parque, sobre a locomoção até lá e sobre a hospedagem que escolhemos.
Dia 2: Visita ao Parque Nacional dos lagos de Plitvice. Entramos no parque aproximadamente 07:30 e encerramos o passeio um pouco antes das 17:00. Foram três horas e trinta minutos de viagem para chegarmos na rodoviária de Split, cidade que nos abrigou durante a nossa segunda estadia pelo país.
Dia 3: Acordamos em Split, passeamos pelo centro histórico e exatamente às 15:00 embarcamos no ferry até o destino mais aguardado da viagem: a ilha de Hvar.
Dia 4: Optamos por um passeio de barco pelas ilhas Vis (e outras ilhotas bem pequenininhas por perto), Biševo e Pakleni.
stiniva
Dia 5: Alugamos uma scooter para ir até as praias mais distantes que queríamos visitar: Milna, Zaraće (Malo e Velo) e Dubovica.
milna
uvala zaraće – malo
uvala zaraće – velo
dubovica
Dia 6: Visitamos as praias Pokonji dol, Mekićevica e Robinson caminhando através das passarelas e das trilhas que permitem o acesso até elas.
pokonji dol
mekićevica
robinson
Dia 7: Embarcamos às 07:00 de volta para Split, onde aguardamos por uma hora pelo ônibus que nos levaria até Zadar. Passeamos pelo centro histórico de Zadar e mais tarde assistimos a um lindo pôr do sol nas escadas do órgão do mar, um instrumento musical que produz sons por meio das ondas do mar.
Dia 8: Brunch e aeroporto, dia do retorno para a Bélgica.
Acompanhe o blog para saber as informações mais detalhadas sobre os locais que visitamos e, quem sabe, se inspirar!
Hospedagem
Vou recomendar nas publicações mais detalhadas sobre as acomodações que optamos.
Locomoção
Utilizamos a companhia aérea Ryanair para a locomoção entre Bélgica e Croácia. Na Croácia, utilizamos transporte público entre o aeroporto e a rodoviária de Zadar (chegada e partida), ônibus de viagem para ir e vir de um destino a outro, ferry e scooter. E a popular caminhada…
Informações úteis:
Clima (31.08.2021 a 07.09.2021): Plitvice: entre 11°C e 21°C; Zadar e Slpit: entre 23°C e 29°C; ilha de Hvar entre 20°C e 25°C. Nascer do sol às 06:45. Pôr do sol às 19:30. Todos os dias permaneceram ensolarados.
Annecy tem charme, lago, montanha, castelo, flores enfeitando as pontes do centro, onde estão as ruelas bem pequenininhas com restaurantes que organizam mesas e cadeiras do lado de fora, é tudo tão encantador. A arquitetura e os canais que também contribuem para o cenário… Que lugar! Eu realmente me apaixonei por Annecy. Com certeza está entre os lugares que mais gostei de visitar na França (junto com os vilarejos da Alsácia e Èze).
Viajamos no período em que a situação da pandemia estava significativamente controlada na Europa. Como sempre, viajamos de carro por causa da nossa cachorrinha, totalizando cerca de nove horas na estrada (840 km).
A cidade está localizada perto de Chamonix, onde estivemos no inverno de 2019.
Annecy oferece diversos tipos de atividades para diversos tipos de perfis no que se refere à recreação, e existem possibilidades para aproveitar a região em todas as estações do ano. Nós fomos no mês de julho e aqui compartilharei um pouco da nossa visita à capital do departamento de Haute-Savoie durante o verão.
palais de l’île
Acordar bem cedo e pegar as ruas ainda vazias é algo que eu aprecio muito (em todas as viagens que faço). Período do dia em que é mais fácil observar os detalhes porque tudo ainda permanece tranquilo, sentir a calmaria da manhã, admirar a beleza do lugar, ouvir o som dos animais, enfim, aproveitar sem tantos estímulos/distrações.
O Palais de l’Île fica no centro histórico e é um dos principais cartões portais de Annecy, sendo considerado o local mais visitado da cidade e um dos prédios mais fotografados da França. O edifício foi construído a partir do XII acima de uma ilhota natural que fica no meio do canal. Inicialmente, e nos séculos a seguir, foi utilizado como como uma prisão, mas também já abrigou um tribunal para o palácio da justiça, já foi lar de idosos, quartel, armazém, sala de ginástica, escola de desenho para operários da construção, e desde o século XVIII, a tarefa de exercer funções administrativas foi atribuída ao edifício. Foi alterado no decorrer dos séculos, restaurado e reparado. Atualmente, o edifício abriga um museu com exposições temporárias e conta sobre a história da cidade, e ainda é possível visitar os ambientes que eram utilizados como celas.
O canal que atravessa o centro histórico da cidade, com, aproximadamente, 3,5 km de extensão, é chamado de Le Thiou.
Uma delícia se perder pelo centro histórico da cidade e identificar a atmosfera. Muitos restaurantes, cafés e sorveterias estão espalhados por ali. Passear entre as ruelas de Annecy é uma experiência que vale a pena ser vivida.
Musée-Château d’Annecy
Atualmente, o castelo de Annecy abriga um museu com exposições que resumem a história da cidade, mas também exibe temas como história natural, arte contemporânea, arqueologia, etnologia, artes plásticas e filmes de animação, além de abrigar o Observatoire Régional des Lacs Alpins, (em português, Observatório Regional dos Lagos Alpinos).
Está localizado no alto de uma colina que fica no centro histórico de Annecy.
Desde o século XIII, já foi habitado por condes e duques de Genebra, foi um quartel durante a ocupação espanhola no final do século XVII, abrigou os exércitos republicanos e os exércitos imperiais até a Segunda Guerra Mundial e ainda foi invadido por pessoas sem lar, até que, em 1953, a administração de Annecy comprou o prédio para fazer as restaurações e as reparações que eram necessárias para que o prédio fosse transformado em museu.
Nós não visitamos o museu, nos contentamos apenas com o pátio do castelo, de onde é possível observar a vista panorâmica da cidade e do lago.
Para mais informações sobre o Musée-Château d’Annecy, clique aqui.
Outros castelos na região: Château de Menthon-Saint-Bernard, Château de Duingt, Château de Thorens e Château de Montrottier.
Ainda no que se refere à história, vale mencionar as cinco torres sineiras de Annecy como atrações (religiosas): Basilique de l’Ordre de la Visitation, l’Église Notre-Dame-de-Liesse, l’Église Saint-Maurice, l’Église Saint-François de Sales e Cathédrale Saint-Pierre.
Várias atrações que a cidade oferece estão ao redor do lago, então vou compartilhar o que nós fizemos por ali.
O lago de Annecy é considerado o lago mais puro da Europa. Água cristalina em tons de verde e azul que variam dependendo da região, mais as montanhas que o cercam, fazem dele um cenário onde a tranquilidade reina. Foi originado após o degelo dos glaciares alpinos há cerca de 18.000 anos. Eu me apaixonei por Annecy especialmente pela beleza natural que compõe a cidade.
Construída em 1907, a Pont des Amours fica entre Le Pâquier e Les Jardins de l’Europe. Vale a pena parar, observar e fotografar ambos os lados da ponte, afinal, de um lado está o lago com as montanhas, do outro, o Canal du Vassé com água cristalina, cisnes, árvores, barcos e bancos para relaxar.
canal du vassé
É considerável planejar um piquenique nas redondezas no fim do dia durante o verão, ou apenas sentar e apreciar a paisagem.
Passeio de barco
Alugamos um barco para passear no lago de Annecy e levamos a Mel conosco. Foi uma delícia! A Mel aproveitou como nunca o vento no rosto, e nós também curtimos!
O tipo de embarcação que nós alugamos não exige habilitação.
Além de nadar nos locais que são permitidos (praias), também é possível passear no lago de kayak, stand up paddle, catamarã, bote, canoa, windsurf e pedalinho, além de mergulho. Ainda existe a possibilidade de prática de esqui aquático, wakeboard ou wakesurf.
De bicicleta, percorremos parte da ciclovia que acompanha a margem do lago de Annecy sem destino, apenas apreciando a beleza do lugar.
Paramos na praia de Saint-Jorioz e permanecemos ali por algum tempo, já que encontramos a sombra de uma árvore. É um dos locais onde é permitido nadar, então tinha bastante gente carregando um monte de coisa para passar o dia ali. Voltamos pelo mesmo caminho. Aproximadamente, 10 km para ir e 10 km para voltar, com cerca de trinta minutos para cada trajeto.
Para dar a volta no lago de bicicleta são 40 km.
Existem outros circuitos, menores ou maiores, para andar de bicicleta.
Caminhada nas montanhas também é um passeio bastante comum e possibilita vistas panorâmicas incríveis.
Nós não fizemos caminhadas, mas fomos até uma das montanhas ao redor de Annecy para contemplar um pôr do sol espetacular com a vista panorâmica do lago de Annecy.
Col de la Forclaz
Para chegar até lá: 74210 Montmin. Utilizamos o gps para chegar até o escritório de informações do local, e então estacionamos ali. A partir daí é subir as ladeiras caminhando (pela rua Chemin Rural dit de la Forclaz) ou se direcionar até a concentração de parapente (paragliding), pois a prática do esporte é bastante procurada na região e ali é um dos pontos que os profissionais decolam (por lazer ou trabalhando).
Se você estiver planejando visitar Annecy, recomendo imensamente que você considere uma visita à Col de la Forclaz durante o pôr do sol porque é simplesmente incrível (se for o tipo de passeio que te interessa).
Além de Annecy, visitamos o parque Les Gorges du Fier (aproximadamente, 15 km de distância).
O local é bem bonito, mas foi diferente do que eu esperava porque o nível da água estava baixo, porém, super válido. As estruturas para caminhar entre as montanhas é incrível. Tem estacionamento, lanchonete e banheiro na entrada do acesso ao parque.
Também tem um castelo, mas optamos por não ir até lá por causa do calor, já que o acesso era através de escada.
Indo para Les Gorges du Fier ainda encontramos um campo de girassóis.
Annecy me encantou, inicialmente, através das fotos que vi no Instagram, e me conquistou completamente com seu pitoresco centro histórico e a maravilhosa beleza natural que tanto contribui para que seja tão cênica, e não posso deixar de mencionar a comida que também me agradou.
Não foi uma viagem planejada, não teve pesquisa, não teve roteiro, teve apenas a vontade de aproveitar, foi decidida de última hora e foi surpreendente.
Existem algumas atrações turísticas interessantes, mas só de caminhar entre as ruas do centro histórico e apreciar sua beleza natural já faz a visita valer a pena.
Vontade de voltar em todas as estações e aproveitar cada uma, porém, confesso que acredito que o verão deve ser a melhor época.
Hospedagem
Optamos pelo Mercure Annecy Centre Hotel por ser pet friendly e atender o que buscávamos. A localização do hotel é ótima, fica perto do centro e permitiu que fizéssemos tudo a pé em Annecy.
Alimentação
Todas as opções que mencionarei têm disponibilidade de mesas e cadeiras do lado de fora, ao ar livre na calçada.
Para variar, não fotografei! Mas posso garantir que vale a pena visitar o local para desfrutar de um dos sanduíches que são oferecidos durante café da manhã ou brunch porque a comida é ótima. Altamente recomendado!
Outra opção para café da manhã ou brunch que experimentamos e também recomendo. Pedimos uma das opções de menu; vem o que está nas fotos e serve duas pessoas perfeitamente bem, mas não lembro se as bebidas estavam inclusas. Reservar antecipadamente.
A massa é deliciosa e os ingredientes contribuem para que o conjunto seja fácil de saborear. Sem dúvidas, uma das pizzas mais gostosas que já tive o prazer de comer. Preço justo. Ambiente agradável. Super recomendo!
Nada excepcional, mas a comida com foco em culinária italiana é boa. Em frente ao restaurante fica a lousa com recomendações dos pratos que são oferecidos no dia para complementar o cardápio com poucas opções. Boa surpresa!
Nas fotos, filé de robalo com molho de vinagrete (tomate, cebola, azeitona e ervas) e purê de batatas por baixo, e moelleux au chocolate de sobremesa. Ambos deliciosos!
Para conhecer o centro de Annecy, fizemos tudo a pé.
No dia que fomos até Les Gorges du Fier e Col de la Forclaz para ver o lago de cima e o pôr do sol da montanha, fomos de carro. Como citado anteriormente, também utilizamos barco e bicicleta para explorar a região.
Informações úteis:
Clima: durante os dias que estivemos na região (17.07.2020 a 20.07.2020), as temperaturas permaneceram entre 15°C a 30°C. Dias ensolarados, e o pôr do sol acontecia por volta das 21:10.
Moeda: euro.
Idioma: francês.
Tomada:
Para acessar o site oficial do escritório de turismo de Annecy, clique aqui.
Este é um dos textos sobre uma viagem pela Suíça. Recomento a leitura do que já publiquei anteriormente para acompanhar/entender a viagem como um todo.
Se você já leu as publicações sobre a Suíça, sabe que Lucerna (em alemão: Luzern) foi a base que escolhemos para hospedagem, no entanto, exploramos a cidade em apenas um dia porque priorizamos conhecer outras regiões.
Visitamos as principais atrações turísticas do centro e caminhamos um pouco sem destino para observar o outono em Lucerna.
ao fundo, a igreja católica romana Sankt Leodegar im Hof
outono em lucerna
outono em lucerna
outono em lucerna
outono em lucerna
Kapellbrücke (ou Ponte da Capela)
Uma ponte de madeira sob o rio Reuss com aproximadamente 205 metros, construída durante o século XIV e que recebeu tal nome por causa da Capela de St. Peter (Peterskapelle), pertinho dali.
É utilizada por pedestres para a travessia de um lado para o outro. No interior da ponte estão as ilustrações do início do século XVII que contam um pouco da história de Lucerna e dos padroeiros da cidade, St. Leodegar e St. Maurice. A Kapellbrücke foi parcialmente destruída após o incêndio de 1993, mas reinaugurada em 1994 após os trabalhos de restauração.
É o cartão-postal de Lucerna.
Spreuerbrücke (ou Ponte de Palha)
Mais uma ponte de madeira que atravessa o rio Reuss, concluída em 1408. Assim como a Kapellbrücke, também é coberta e possui imagens que foram adicionadas entre os anos de 1625 e 1635 representando “A dança da morte”.
Abaixo, é possível ver uma das torres medievais de Lucerna e a muralha no fundo da foto + Spreuerbrücke.
Löwendenkmal (ou Monumento do Leão)
Um monumento dedicado aos soldados suíços que morreram em 10.08.1792 a serviço do rei Louis XVI da França. Era período da Revolução Francesa e os revolucionários mais revoltados decidiram invadir o palácio que já tinha sido deixado pela família real e que ainda era defendido pelos guardas.
A iniciativa de criar o monumento partiu de um oficial da Guarda Suíça que estava de licença em Lucerna quando tudo aconteceu – Karl Pfyffer von Altishofen. Após muito ser discutido sobre como a obra seria realizada, os escultores Bertel Thorvaldsen e Lukas Ahorn esculpiram o monumento em parceria com outros artistas. O monumento foi inaugurado em 10.08.1821, exatamente 29 anos após o ocorrido. O leão expressa sofrimento e tristeza em sua face. Sobre seu tamanho: é maior do que parece através das fotos, com aproximadamente dez metros de comprimento e seis metros de altura.
Em latim: HELVETIORUM FIDEI AC VIRTUTI – Glória à lealdade e à bravura dos suíços – está grafado acima do leão. Também estão grafados os nomes de 26 oficiais mortos e de 16 oficiais sobreviventes abaixo do leão. Cerca de 760 (DCCLX) soldados morreram e 350 (CCCL) soldados sobreviveram durante a invasão. O lago e a capela que se encontra ali do lado perto fazem parte do memorial.
Afrescos nos edifícios de Lucerna
Arte através da pintura em paredes ou tetos. No caso de Lucerna, muitos dos imóveis que estão no centro foram agraciados com a arte.
luzern
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luzern
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Muralha e as torres medievais de Lucerna
Museggmauer – a mulhara – e suas nove torres medievais (Nölliturm, Männliturm, Luegisland, Wachturm, Zytturm, Schirmerturm, Pulverturm, Allenwindenturm e Dächliturm) construídas, possivelmente, entre os séculos XIV e XVI estão praticamente intactas (algumas delas ainda não são datadas).
zytturm
É possível visitar as torres Männliturm, Wachtturm, Zytturm e Schirmerturm.
Cervejaria Rathaus – eu escolhi a sopa do dia porque é o que tinha de opção sem carne. Estava deliciosaaa!
sabor: cebola com cerveja
O restaurante Bolero é especializado em comida típica espanhola e também foi a nossa opção. Escolhemos a Paella Marisco com arroz preto.
Como um todo, foi desafiador comer nos restaurantes da Suíça… não como a maioria das carnes e salada não é o prato que mais me agrada (era o que mais se aproximava de opção para mim, e ainda assim as saladas geralmente continham carnes e não tinham algo que despertasse em mim o interesse em escolhê-las). Enfim, fondue e pizza me salvaram em restaurantes… ahahaha!
Durante os dias que permanecemos mais distantes dos centros, preparamos sanduíches.
Por aqui, encerro as publicações sobre a nossa viagem pela Suíça em novembro/2019. Com a curiosidade de voltar durante o verão para aproveitar o que as atrações têm a oferecer.
Este é um dos textos sobre uma viagem pela Suíça. Recomento a leitura do que já publiquei anteriormente para acompanhar/entender a viagem como um todo.
Interlaken está localizada entre as cidades Brienz e Thun e em ambas existem lagos que são conectados por Interlaken (que significa “entre lagos” em português). Entendendo: Interlaken fica entre os lagos Brienzersee e Thunersee e nas fotos é possível compreender o que acontece ali.
Brienzersee – Interlaken – Thunersee
A foto acima foi fotografada a partir das redondezas de Harder Kulm a 1322m, onde existe uma plataforma que possibilita a vista panorâmica mais bonita da cidade. O acesso é possível através de um funicular que leva aproximadamente dez minutos para completar o percurso.
Além de caminhar um pouco por ali, decidimos desfrutar do cenário almoçando no restaurante que fica lá no topo.
Os topos das montanhas com um pouco de neve e os lagos azul-turquesa lindíssimos era tudo o que eu queria observar.
do topo da montanha Harder Kulm
do topo da montanha Harder Kulm
Depois de fazer tudo o que queríamos lá em cima, voltamos para a cidade e lá caminhamos pelo centro. Interlaken em si não tem tantas atrações turísticas para explorar, mas só o que pudemos ver e sentir já fez valer a visita.
É interessante se hospedar em Interlaken por causa da facilidade de ir e vir dos vilarejos mais charmosos dos alpes, independente da época do ano. Durante o verão, as atividades são mais focadas nos lagos e ar (parapente ou asa-delta). Durante o inverno, o foco das atividades está nas montanhas por causa da neve. Seja para relaxar, seja para a prática de esportes mais radicais. Para quem pretende visitar a Suíça durante tais períodos, recomendo a inclusão de Interlaken no roteiro.
Este é um dos textos sobre uma viagem pela Suíça. Recomento a leitura do que já publiquei anteriormente para acompanhar/entender a viagem como um todo.
Blausee é traduzido como Lago Azul em português. Nome óbvio para o que vemos ao chegar no local… ehehe
Localizado entre Frutigen e Kandersteg, Blausee é provavelmente o lago mais fotografado da Suíça e que mais aparece nas redes sociais ao buscarmos por imagens do país. Hoje em dia é beeem turístico, fica integrado com um parque e é necessário pagar para entrar. Tem restaurante, área para piquenique, hotel & spa, passeio de canoa, mergulho com cilindro, área para crianças e até loja de souvenirs, mas vale a pena o encontro com um monte de gente para apreciar a beleza do lago que é simplesmente deslumbrante. E a experiência se torna ainda melhor para quem chegar bem cedo, e assim, ter a sensação de isolamento (aí está a dica para quem se interessar). A água é cristalina e os tons de azul mudam conforme a luminosidade durante o dia. É magnífico.
Nós partimos de Lucerna e chegamos um pouco depois do horário de abertura. Tinha apenas um casal aproveitando o passeio de barco, então conseguimos desfrutar os minutos que o parque ainda estava em silêncio, mas não demorou para que as excursões chegassem – foi o tempo de darmos uma volta quase que completa no lago tirando fotos.
Lenda do Blausee: (que tem relação com a estátua no fundo do lago)
Um casal se encontrava nas redondezas do lago. Um dia, enquanto caminhavam na região das montanhas, o homem caiu das pedras enquanto eles desciam pelos penhascos e morreu. Desde o ocorrido, a mulher continuou a ir até o lago e lamentar o que tinha acontecido. Certa manhã, ela foi encontrada no fundo do lago e a água que até então não tinha nada demais teve a cor transformada para azul. A partir daí, as pessoas começaram a comentar que a cor do lago mudou por causa das lágrimas que caíram dos olhos azuis da mulher.
A estátua no fundo do lago foi esculpida em memória à mulher do conto.
Pode ser visitado o ano inteiro.
O preço para acessar o parque pode variar dependendo do dia, então é aconselhável consultar a tabela do site oficial do Blausee. Clique aqui!
Tem estacionamento gratuito na frente do parque.
É possível usar transporte público facilmente para ir e voltar do lago.
Este é um dos textos sobre uma viagem pela Suíça. Recomento a leitura do que já publiquei anteriormente para acompanhar/entender a viagem como um todo.
Em um dia chuvoso, decidimos visitar dois lugares que já tínhamos nos informado a respeito: Victorinox (loja/museu) em Brunnen e Glasi Hergiswil – produção, loja e museu dos vidros da Hergiswil.
O post de hoje será sobre Glasi Hergiswil.
Sobre
A fábrica Glasi Hergiswil foi fundada em 1817 pelos irmãos Siegwart (que já realizavam o trabalho com vidros através do sopro). É conhecida pelo seu trabalho exclusivamente manual e artesanal no ramo de vidro. Atualmente, os itens mais produzidos pela fábrica são: copos, jarras, garrafas, vasos, pratos, tigelas e decorações de Natal, mas a variedade de produtos é enorme.
Reprodução: Glasi Hergiswil
Museu: o museu expõe a história do vidro e da empresa Glasi Hergiswil desde sua fundação, incluindo também as dificuldades que proprietários e funcionários passaram em períodos ruins. É possível ver o trabalho que é realizado pelos profissionais durante a visita.
Loja: na loja estão os itens que são produzidos com vidro. Tem tudo o que você pode imaginar… mesmo! Eu não fotografei, pois fiquei mais preocupada em observar os detalhes das peças e ter cuidado para não esbarrar em nada. Achei os preços um pouco caros, mas justos levando em consideração o trabalho que é realizado, porém, não é algo que me entusiasma a ponto de pagar o que é cobrado, apesar de achar tudo fantástico. Quem quiser ver os itens através do site oficial da loja, clique aqui.