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Passeio de um dia em Lucerna

Este é um dos textos sobre uma viagem pela Suíça. Recomento a leitura do que já publiquei anteriormente para acompanhar/entender a viagem como um todo.

Se você já leu as publicações sobre a Suíça, sabe que Lucerna (em alemão: Luzern) foi a base que escolhemos para hospedagem, no entanto, exploramos a cidade em apenas um dia porque priorizamos conhecer outras regiões.

Visitamos as principais atrações turísticas do centro e caminhamos um pouco sem destino para observar o outono em Lucerna.

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ao fundo, a igreja católica romana Sankt Leodegar im Hof

Kapellbrücke (ou Ponte da Capela)

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Uma ponte de madeira sob o rio Reuss com aproximadamente 205 metros, construída durante o século XIV e que recebeu tal nome por causa da Capela de St. Peter (Peterskapelle), pertinho dali.

É utilizada por pedestres para a travessia de um lado para o outro. No interior da ponte estão as ilustrações do início do século XVII que contam um pouco da história de Lucerna e dos padroeiros da cidade, St. Leodegar e St. Maurice. A Kapellbrücke foi parcialmente destruída após o incêndio de 1993, mas reinaugurada em 1994 após os trabalhos de restauração.

É o cartão-postal de Lucerna.

Spreuerbrücke (ou Ponte de Palha)

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Mais uma ponte de madeira que atravessa o rio Reuss, concluída em 1408. Assim como a Kapellbrücke, também é coberta e possui imagens que foram adicionadas entre os anos de 1625 e 1635 representando “A dança da morte”.

Abaixo, é possível ver uma das torres medievais de Lucerna e a muralha no fundo da foto + Spreuerbrücke.

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Löwendenkmal (ou Monumento do Leão)

Um monumento dedicado aos soldados suíços que morreram em 10.08.1792 a serviço do rei Louis XVI da França. Era período da Revolução Francesa e os revolucionários mais revoltados decidiram invadir o palácio que já tinha sido deixado pela família real e que ainda era defendido pelos guardas.

A iniciativa de criar o monumento partiu de um oficial da Guarda Suíça que estava de licença em Lucerna quando tudo aconteceu – Karl Pfyffer von Altishofen. Após muito ser discutido sobre como a obra seria realizada, os escultores Bertel Thorvaldsen e Lukas Ahorn esculpiram o monumento em parceria com outros artistas. O monumento foi inaugurado em 10.08.1821, exatamente 29 anos após o ocorrido. O leão expressa sofrimento e tristeza em sua face. Sobre seu tamanho: é maior do que parece através das fotos, com aproximadamente dez metros de comprimento e seis metros de altura.

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Em latim: HELVETIORUM FIDEI AC VIRTUTI – Glória à lealdade e à bravura dos suíços – está grafado acima do leão. Também estão grafados os nomes de 26 oficiais mortos e de 16 oficiais sobreviventes abaixo do leão. Cerca de 760 (DCCLX) soldados morreram e 350 (CCCL) soldados sobreviveram durante a invasão. O lago e a capela que se encontra ali do lado perto fazem parte do memorial.

Afrescos nos edifícios de Lucerna

Arte através da pintura em paredes ou tetos. No caso de Lucerna, muitos dos imóveis que estão no centro foram agraciados com a arte.

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Muralha e as torres medievais de Lucerna

Museggmauer – a mulhara – e suas nove torres medievais (Nölliturm, Männliturm, Luegisland, Wachturm, Zytturm, Schirmerturm, Pulverturm, Allenwindenturm e Dächliturm) construídas, possivelmente, entre os séculos XIV e XVI estão praticamente intactas (algumas delas ainda não são datadas).

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zytturm

É possível visitar as torres Männliturm, Wachtturm, Zytturm e Schirmerturm.

Para mais informações, clique aqui.


Onde comer

Cervejaria Rathaus – eu escolhi a sopa do dia porque é o que tinha de opção sem carne. Estava deliciosaaa!

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sabor: cebola com cerveja

O restaurante Bolero é especializado em comida típica espanhola e também foi a nossa opção. Escolhemos a Paella Marisco com arroz preto.

restaurante - bolero - paella

Como um todo, foi desafiador comer nos restaurantes da Suíça… não como a maioria das carnes e salada não é o prato que mais me agrada (era o que mais se aproximava de opção para mim, e ainda assim as saladas geralmente continham carnes e não tinham algo que despertasse em mim o interesse em escolhê-las). Enfim, fondue e pizza me salvaram em restaurantes… ahahaha!

Durante os dias que permanecemos mais distantes dos centros, preparamos sanduíches.


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Por aqui, encerro as publicações sobre a nossa viagem pela Suíça em novembro/2019. Com a curiosidade de voltar durante o verão para aproveitar o que as atrações têm a oferecer.

Clique aqui para acessar o site oficial da cidade de Lucerna.

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A vista panorâmica mais bonita de Interlaken

Este é um dos textos sobre uma viagem pela Suíça. Recomento a leitura do que já publiquei anteriormente para acompanhar/entender a viagem como um todo.

Interlaken está localizada entre as cidades Brienz e Thun e em ambas existem lagos que são conectados por Interlaken (que significa “entre lagos” em português). Entendendo: Interlaken fica entre os lagos Brienzersee e Thunersee e nas fotos é possível compreender o que acontece ali.

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Brienzersee – Interlaken – Thunersee

A foto acima foi fotografada a partir das redondezas de Harder Kulm a 1322m, onde existe uma plataforma que possibilita a vista panorâmica mais bonita da cidade. O acesso é possível através de um funicular que leva aproximadamente dez minutos para completar o percurso.

Além de caminhar um pouco por ali, decidimos desfrutar do cenário almoçando no restaurante que fica lá no topo.

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interlaken - restaurante

Os topos das montanhas com um pouco de neve e os lagos azul-turquesa lindíssimos era tudo o que eu queria observar.

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Depois de fazer tudo o que queríamos lá em cima, voltamos para a cidade e lá caminhamos pelo centro. Interlaken em si não tem tantas atrações turísticas para explorar, mas só o que pudemos ver e sentir já fez valer a visita.

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É interessante se hospedar em Interlaken por causa da facilidade de ir e vir dos vilarejos mais charmosos dos alpes, independente da época do ano. Durante o verão, as atividades são mais focadas nos lagos e ar (parapente ou asa-delta). Durante o inverno, o foco das atividades está nas montanhas por causa da neve. Seja para relaxar, seja para a prática de esportes mais radicais. Para quem pretende visitar a Suíça durante tais períodos, recomendo a inclusão de Interlaken no roteiro.

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Blausee, um dos lagos mais bonitos da Suíça

Este é um dos textos sobre uma viagem pela Suíça. Recomento a leitura do que já publiquei anteriormente para acompanhar/entender a viagem como um todo.

Blausee é traduzido como Lago Azul em português. Nome óbvio para o que vemos ao chegar no local… ehehe

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Localizado entre Frutigen e Kandersteg, Blausee é provavelmente o lago mais fotografado da Suíça e que mais aparece nas redes sociais ao buscarmos por imagens do país. Hoje em dia é beeem turístico, fica integrado com um parque e é necessário pagar para entrar. Tem restaurante, área para piquenique, hotel & spa, passeio de canoa, mergulho com cilindro, área para crianças e até loja de souvenirs, mas vale a pena o encontro com um monte de gente para apreciar a beleza do lago que é simplesmente deslumbrante. E a experiência se torna ainda melhor para quem chegar bem cedo, e assim, ter a sensação de isolamento (aí está a dica para quem se interessar). A água é cristalina e os tons de azul mudam conforme a luminosidade durante o dia. É magnífico.

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Nós partimos de Lucerna e chegamos um pouco depois do horário de abertura. Tinha apenas um casal aproveitando o passeio de barco, então conseguimos desfrutar os minutos que o parque ainda estava em silêncio, mas não demorou para que as excursões chegassem – foi o tempo de darmos uma volta quase que completa no lago tirando fotos.

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Lenda do Blausee: (que tem relação com a estátua no fundo do lago)

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Um casal se encontrava nas redondezas do lago. Um dia, enquanto caminhavam na região das montanhas, o homem caiu das pedras enquanto eles desciam pelos penhascos e morreu. Desde o ocorrido, a mulher continuou a ir até o lago e lamentar o que tinha acontecido. Certa manhã, ela foi encontrada no fundo do lago e a água que até então não tinha nada demais teve a cor transformada para azul. A partir daí, as pessoas começaram a comentar que a cor do lago mudou por causa das lágrimas que caíram dos olhos azuis da mulher.

A estátua no fundo do lago foi esculpida em memória à mulher do conto.

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Pode ser visitado o ano inteiro.

O preço para acessar o parque pode variar dependendo do dia, então é aconselhável consultar a tabela do site oficial do Blausee. Clique aqui!

Tem estacionamento gratuito na frente do parque.

É possível usar transporte público facilmente para ir e voltar do lago.

Proibido nadar.

Para mais informações, clique aqui.

 

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Lago Blausee

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Vidros e o trabalho da Glasi Hergiswil

Este é um dos textos sobre uma viagem pela Suíça. Recomento a leitura do que já publiquei anteriormente para acompanhar/entender a viagem como um todo.

Em um dia chuvoso, decidimos visitar dois lugares que já tínhamos nos informado a respeito: Victorinox (loja/museu) em Brunnen e Glasi Hergiswil – produção, loja e museu dos vidros da Hergiswil.

O post de hoje será sobre Glasi Hergiswil.

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Sobre

A fábrica Glasi Hergiswil foi fundada em 1817 pelos irmãos Siegwart (que já realizavam o trabalho com vidros através do sopro). É conhecida pelo seu trabalho exclusivamente manual e artesanal no ramo de vidro. Atualmente, os itens mais produzidos pela fábrica são: copos, jarras, garrafas, vasos, pratos, tigelas e decorações de Natal, mas a variedade de produtos é enorme.

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Reprodução: Glasi Hergiswil

Museu: o museu expõe a história do vidro e da empresa Glasi Hergiswil desde sua fundação, incluindo também as dificuldades que proprietários e funcionários passaram em períodos ruins. É possível ver o trabalho que é realizado pelos profissionais durante a visita.

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Loja: na loja estão os itens que são produzidos com vidro. Tem tudo o que você pode imaginar… mesmo! Eu não fotografei, pois fiquei mais preocupada em observar os detalhes das peças e ter cuidado para não esbarrar em nada. Achei os preços um pouco caros, mas justos levando em consideração o trabalho que é realizado, porém, não é algo que me entusiasma a ponto de pagar o que é cobrado, apesar de achar tudo fantástico. Quem quiser ver os itens através do site oficial da loja, clique aqui.

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Endereço: Seestrasse 12, 6052 – Hergiswil

Clique aqui para mais informações.

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Visitando loja e museu da Victorinox

Este é um dos textos sobre uma viagem pela Suíça. Recomento a leitura do que já publiquei anteriormente para acompanhar/entender a viagem como um todo.

Em um dia chuvoso, decidimos visitar dois lugares que já tínhamos nos informado a respeito: Victorinox (loja/museu) em Brunnen e Glasi Hergiswil – produção, loja e museu dos vidros da Hergiswil.

O post de hoje será sobre Victorinox (loja/museu) em Brunnen.

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Sobre

Fundado por Karl Elsener e patenteado em 1897, o canivete suíço da até então marca Victoria foi bastante utilizado por oficiais durante os períodos de guerras e desde então é funcional para todo tipo de aventura e até no espaço pelos astronautas da NASA. Foi após a origem do aço inoxidável que os filhos de Karl – Carl e Alois – alteraram o nome da marca para Victorinox.

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Swiss Army Giant Knife 2007

Acima, o canivete suíço mais multifuncional que existe: 87 ferramentas que possibilitam 141 funções.

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Museu: a exposição apresenta a história do canivete suíço e seu desenvolvimento, bem como os marcos da empresa.

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Loja: além da variedade de canivetes suíços também são encontrados talheres em diferentes tipos de design, relógios, perfumes, equipamentos – malas e mochilas – e acessórios de viagem. Especialmente na loja de Brunnen, é possível que o visitante faça/personalize o próprio canivete suíço do jeito que desejar (exclusivo) sob a orientação de um dos profissionais que trabalham ali.

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Endereço: Bahnhofstrasse 3, 6440 – Brunnen

Clique aqui para mais informações.

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Conhecendo os lagos de Flims: Caumasee e Crestasee

Este é um dos textos sobre uma viagem pela Suíça. Recomento a leitura do que já publiquei anteriormente para acompanhar/entender a viagem como um todo.

Hoje comentarei sobre os lagos que conhecemos na região de Flims (Graubünden), uma das cidades onde nos hospedamos.

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Os lagos ficam próximos e é possível caminhar de um para o outro.

 

Caumasee

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A trilha para chegar até o lago é fácil. O funicular não estava em funcionamento por causa da época, então chegamos até o lago caminhando um pouco mais.

Apreciamos a beleza do local e fotografamos o cenário durante a caminhada para dar a volta no lago. Lindo demais! Mesmo em um dia nublado que não favoreceu o que fotografamos.

 

Crestasee

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Chegamos ali já no final da tarde e permanecemos sozinhos. Até apareceram mais pessoas que provavelmente moram na região e estavam passeando com seus cães.

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A Mel aproveitou… correu, cheirou os cantos do parque e aproveitamos para tirar fotos dela. Sentimos que ela adorou o passeio porque em nenhum momento ela pediu por colo (ela sempre pede nas cidades por onde passeamos depois de poucos minutos).

O cenário do Crestasse é maravilhoso, parece que foi produzido para ser fotografado.

 

Não pagamos nada para entrar na área dos lagos, mas durante o verão pode ser cobrado. Existem restaurantes na área de ambos que também funcionam apenas no verão, assim como a prática de esportes na água. Estacionamentos na entrada de ambos e transporte público com fácil acesso. Permitido nadar.

 

Quem quiser compartilhar mais informações ou perguntar algo, é só comentar.

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Suíça: Gigerwaldsee

Este é um dos textos sobre uma viagem pela Suíça. Recomento a leitura do que já publiquei anteriormente para acompanhar/entender a viagem como um todo.

No post de hoje, comentarei sobre um dos lagos que visitamos: Gigerwaldsee. Em alemão, “see” significa lago, por isso que os nomes dos lagos da região que visitamos sempre terminam em “see”.

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Localizado em Sankt Martin – Calfeisental, município de Pfäfers (Sankt Gallen), o Gigerwaldsee é um reservatório que é operado pela usina hidrelétrica de Sarganserland AG (KSL) – AXPO Hydro Energy.

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Para chegar até o Gigerwaldsee: ir a partir de Bad Ragaz, via Vättis.

Ladeado por montanhas, para chegar até o vilarejo de Sankt Martin de carro a partir da barragem é necessário respeitar os horários de autorização (tem horário para ir e vir do vilarejo, só é possível uma direção a cada trinta minutos na estrada e túneis para que os carros não se cruzem no meio do percurso).

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Na região de Sankt Martin não tinha nada em funcionamento durante a época que fomos. Tudo fechado! Apenas nós ali… até estranho, mas só de olhar o que existe ali já foi válido. De acordo com as informações que encontrei, é apenas durante o verão que a pousada funciona, e daí oferece comida e bebida para os visitantes.

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vilarejo de Sankt Martin e Gigerwaldsee

No caminho até o Gigerwaldsee, está a usina hidrelétrica de Mapragg, onde está o Mapraggsee. Incrível também!

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mapraggsee ---
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Mapraggsee e a usina hidrelétrica de Sarganserland

Por hoje, acabou!

Na semana que vem, publicação sobre os lagos que visitamos na região de Flims: Caumasee e Crestasee. Acompanhe!

Quem quiser compartilhar mais informações ou perguntar algo, é só comentar.

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Viagem durante o outono pela Suíça

Este texto é a introdução de uma viagem que fizemos para a Suíça.

A beleza da Suíça é surpreendente. A natureza foi generosa com o país com as montanhas e lagos/canais que atravessam a região de ponta a ponta praticamente.

O objeto da viagem foi justamente de estar em contato com a natureza, então não fizemos passeios para as atrações turísticas no que se refere à história.

Estivemos na Suíça em novembro de 2019, quando completamos quatro anos de casamento. Era outono, e as paisagens estavam tipicamente outonais: folhas das árvores em tons de amarelo, laranja, vermelho, marrom, dependendo da árvore, e nas montanhas já tinha um pouco de neve. Tudo como imaginávamos que seria.

Nos hospedamos em dois lugares, de onde partimos para conhecer o que queríamos de cada região (e um pouco mais distante também): Flims e Lucerna.

Para utilizar as estradas da Suíça, é obrigatório o uso do vignette (é um adesivo/pedágio que tem um custo, variando de país para país, e que precisa ser colado no vidro frontal do carro). Na fronteira tinham policiais questionando tudo o que é questionado em qualquer posto de imigração, e compramos o vignette diretamente ali (40,00 CHF, equivalente a € 36,50). Na região de Basel, paramos para comprar um chip de celular com internet para nos auxiliar na Suíça, que é parte do Espaço Schengen, mas não é membro da União Europeia, então lá os nossos não funcionam. Para quem interessar, foi na loja Mobile Zone – Grüssenweg 10, 4133 Pratteln.

Para quem não sabe, só viajamos de carro pela Europa e a explicação está no texto “Viajando de carro pela Europa”. Eu nunca fiz viagem de avião ou de trem por aqui.

Para ir: da Bélgica (Oost-Vlaanderen) até Flims foram cerca de 900 km e mais de dez horas na rodovia.

Para voltar: a partir de Lucerna foram oito horas até a Bélgica (Oost-Vlaanderen) em 700 km.

Durante o mês de novembro, atrações nas montanhas e com acesso a alguns dos lagos mais bonitos do país permanecem fechadas, pois é época em que começam os preparativos para a temporada de inverno, então, apenas adiamos o passeio em tais lugares.

Abaixo está o roteiro com informações não detalhadas sobre os destinos que escolhemos, mas nas semanas a seguir serão publicados os textos sobre os locais que visitamos com mais detalhes.

Dia 1 (06/11): Lago Gigerwaldsee.

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Dia 2 (07/11): Estivemos em dois lagos na região de Flims: Caumasee e Crestasee.

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Caumasee
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Crestasee

Dia 3 (08/11): Victorinox (loja/museu) em Brunnen. Também conhecemos um pouco do trabalho que é feito artesanalmente com vidros da Glasi Hergiswil.

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Dia 4 (09/11): Visitamos a região do Lago Blausee e a cidade de Interlaken (Harder Kulm).

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Lago Blausee
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Dia 5 (10/11): Conhecemos um pouco da cidade de Lucerna.

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Dia 6 (11/11): Retorno.

Acompanhe o blog durante as semanas a seguir para acompanhar um pouco do que fizemos em cada lugar que visitamos.


Hospedagem

Os hotéis foram escolhidos por serem pet friendly e atenderem o que buscávamos.

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vista do quarto
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vista do quarto – Flims (dia ensolarado)
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vista do quarto – Flims (dia nebuloso)
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vista do quarto para o Lago Vierwaldstättersee / Lucerna
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Entre Flims e Lucerna são 160km pela estrada.

Locomoção

Utilizamos o carro para a locomoção até os destinos. Uma das viagens que mais gostei de fazer de carro por tudo o que é proporcionado aos olhos. Eu não sabia que existiam taaantos túneis na Suíça!

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Informações úteis:

Clima em novembro 2019: fez sol, choveu, nevou, ventou, aconteceu de tudo durante os dias que estivemos na Suíça. O sol apareceu, mas os dias permaneceram nublados em maioria. Temperaturas dos locais por onde passamos variaram entre -1°C e +10°C na época.

Moeda: franco suíço – CHF.

Idioma: alemão na região em que estivemos, mas na Suíça o francês e o italiano também são idiomas oficiais. Assim como na Bélgica, o inglês é compreendido e falado pela maioria da população.