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Toscana: Siena e San Gimignano

Este é um dos artigos sobre uma viagem de duas semanas pela Itália. Recomendo a leitura do que já publiquei anteriormente para acompanhar/entender o roteiro da viagem.

Hoje comentarei sobre a nossa experiência em Siena e San Gimignano.

Partimos de carro desde Firenze para visitar as cidades em um único dia. Viajar de carro pela Toscana é uma delícia por causa das deslumbrantes vistas panorâmicas que podem ser observadas. Entretanto, pode não ser tão fácil dirigir na região e ser necessário estacionar o veículo do lado de fora dos vilarejos e, dependendo, distante dos centros históricos e então caminhar.

Siena

Nossa visita por Siena começou pela Duomo Santa Maria della Scala, a catedral de Siena.

Participamos de uma visita com guia, que explicou a história da catedral e nos levou a lugares onde o acesso só é permitido com guia. Eu achei o interior da catedral de Siena muito mais interessante se comparada com a catedral de Florença. E a fachada dela também é belíssima! No chão de mármore está uma das obras-primas que podem ser encontradas na catedral.

biblioteca piccolomini

De lá, seguimos até a Piazza del Campo, um dos pontos mais populares da cidade. Lá está a Torre del Mangia com um pouco mais de cem metros de altura e o Palazzo Pubblico (que abriga o Museu Cívico com exposições de obras-primas dos artistas da região), além de restaurantes/cafés.

Caminhamos pelas ruas da cidade e almoçamos na Trattoria Fonte Giusta para encerrar nossa visita ali.

Para mais informações sobre o restaurante, clique aqui.

palácio salimbeni

Siena é Patrimônio Mundial da UNESCO e um dos locais mais interessantes da Toscana para visitar.

San Gimignano

De Siena, partimos para o vilarejo de San Gimignano (também listado como Patrimônio Mundial da UNESCO).

O vilarejo é reconhecido por suas torres. No século XIV, eram setenta e duas torres (que abrigavam as famílias mais ricas do local), e atualmente são 14. A torre da prefeitura pode ser visitada, e parece que a vista panorâmica de lá é bem interessante.

piazza del duomo

Ao redor da Piazza del Duomo estão: a torre da prefeitura, a Câmara Municipal e a catedral Collegiata Santa Maria Assunta.

Na Piazza della Cisterna está a premiada Gelateria Dondoli com o título de melhor sorvete do mundo nas edições de 2006/2007 e 2008/2009, e alguns outros prêmios também importantes. Minha opinião em 2020: não foi o melhor sorvete que eu já tive a oportunidade de experimentar, nem perto disso (e isso não significa que o sorvete não é bom).

Nós visitamos o vilarejo no período da tarde. Foi um dos vilarejos com mais gente por metro quadrado que visitamos. O calor estava intenso, então não caminhamos o quanto gostaríamos para ver um pouco além do centro histórico do vilarejo. Ainda assim, foi válido!


Nós visitamos todos os vilarejos da Toscana durante o dia, quando a circulação de visitantes é intensa. Imagino o quanto deve ser prazeroso aproveitar à noite, quando as ruas estão mais tranquilas e é melhor para observar tudo.

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Vilarejos na Toscana: Montepulciano

Este é um dos artigos sobre uma viagem de duas semanas pela Itália. Recomendo a leitura do que já publiquei anteriormente para acompanhar/entender o roteiro da viagem.

Partimos de Firenze (onde nos hospedamos) para visitar os vilarejos Montalcino, Pienza e Montepulciano em um único dia (cansativo, mas queríamos muito visitá-los e assim realizamos no tempo que tínhamos). O meio de transporte utilizado foi um carro. Viajar de carro pela Toscana é uma delícia por causa das deslumbrantes vistas panorâmicas que podem ser observadas. Entretanto, pode não ser tão fácil dirigir na região e ser necessário estacionar o veículo do lado de fora dos vilarejos e, dependendo, até um pouco distante dos centros históricos e então caminhar.

No artigo de hoje, comentarei sobre a nossa experiência em Montepulciano.

Assim como citei no artigo sobre Montalcino, Montepulciano também fica no topo de uma colina e é conhecido pela produção de vinho, o Nobile de Montepulciano.

Montepulciano começou a receber mais visitantes após um dos filmes da saga Crepúsculo ter sido filmado lá. Inclusive, fotos dos atores podem ser vistas pela cidade.

Nós entramos no vilarejo através da Porta al Prato depois de bastante tempo em busca de vaga para estacionar o carro.

É um vilarejo com subidas e descidas mais íngremes.

Nós jantamos no vilarejo antes de irmos embora, afinal, já era tarde.

E ainda assistimos a um pôr do sol maravilhoso.

Como não se apaixonar pelos vilarejos da Toscana?!

Existem algumas outras atrações para visitar em Montepulciano, depende muito do que a pessoa busca com a viagem. Para nós, com o tempo que tínhamos, passear pelas ruas do vilarejo sem destino foi incrível.

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Vilarejos na Toscana: Pienza

Este é um dos artigos sobre uma viagem de duas semanas pela Itália. Recomendo a leitura do que já publiquei anteriormente para acompanhar/entender o roteiro da viagem.

Partimos de Firenze (onde nos hospedamos) para visitar os vilarejos Montalcino, Pienza e Montepulciano em um único dia (cansativo, mas queríamos muito visitá-los e assim realizamos no tempo que tínhamos). O meio de transporte utilizado foi um carro. Viajar de carro pela Toscana é uma delícia por causa das deslumbrantes vistas panorâmicas que podem ser observadas. Entretanto, pode não ser tão fácil dirigir na região e ser necessário estacionar o veículo do lado de fora dos vilarejos e, dependendo, até um pouco distante dos centros históricos e então caminhar.

No artigo de hoje, comentarei sobre a nossa experiência em Pienza.

Arrisco afirmar que foi o vilarejo mais charmoso que visitamos na Toscana. As decorações geralmente com flores nas janelas ou na frente das casas chamam a atenção de quem passa.

De Pienza é possível ter uma vista panorâmica linda do Val d’Orcia.

Pienza é Patrimônio Histórico da Humanidade e super romântica! Adoraria ter explorado um pouco mais.

Como não se apaixonar pelos vilarejos da Toscana?!

Existem algumas outras atrações para visitar em Pienza, depende muito do que a pessoa busca com a viagem. Para nós, com o tempo que tínhamos, passear pelas ruas do vilarejo sem destino foi incrível.

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Vilarejos da Toscana: Montalcino | visita e degustação na vinícola Caparzo

Este é um dos artigos sobre uma viagem de duas semanas pela Itália. Recomendo a leitura do que já publiquei anteriormente para acompanhar/entender o roteiro da viagem.

Partimos de Firenze (onde nos hospedamos) para visitar os vilarejos Montalcino, Pienza e Montepulciano em um único dia (cansativo, mas queríamos muito visitá-los e assim realizamos no tempo que tínhamos). O meio de transporte utilizado foi um carro. Viajar de carro pela Toscana é uma delícia por causa das deslumbrantes vistas panorâmicas que podem ser observadas. Entretanto, pode não ser tão fácil dirigir na região e ser necessário estacionar o veículo do lado de fora dos vilarejos e, dependendo, até um pouco distante dos centros históricos e então caminhar.

No artigo de hoje, comentarei sobre a nossa experiência em Montalcino.

Localizado no topo de uma colina, o vilarejo é conhecido pela produção dos vinhos Brunello di Montalcino e Rosso di Montalcino que são produzidos a partir da uva sangiovese que é cultivada na região.

Para quem gosta de vinho, além de visitar o vilarejo que tanto encanta, também é interessante visitar uma das vinícolas que ficam ali nas proximidades.

Para quem não tiver oportunidade de visitar alguma das vinícolas e ainda assim quiser levar o vinho da região para casa, é possível encontrar opções nas lojas que ficam no centro histórico do vilarejo. Existem lojas que oferecem degustação.

Nós optamos pela visita a uma vinícola para degustação: Caparzo.

A visita para degustação foi agendada antecipadamente. A visita – em 2020 – começou com a apresentação da história da vinícola e de como os vinhos são produzidos, tudo enquanto conhecemos as instalações da vinícola.

Em seguida, fomos levados até a sala onde a degustação acontece. Lá, nos deixaram à vontade para degustar.

Depois, escolhemos os vinhos que queríamos levar para casa.

Como não se apaixonar pelos vilarejos da Toscana?! E Montalcino conquista mais ainda quem gosta de vinho, como nós.

Existem algumas outras atrações para visitar em Montalcino, depende muito do que a pessoa busca com a viagem. Para nós, com o tempo que tínhamos, passear pelas ruas do vilarejo sem destino foi incrível. E ainda conseguimos visitar a vinícola que queríamos. Foi sensacional!

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Florença, a capital da Toscana

Este é um dos artigos sobre uma viagem de duas semanas pela Itália. Recomendo a leitura do que já publiquei anteriormente para acompanhar/entender o roteiro da viagem.

Nos hospedamos em Florença para visitarmos um pouco da capital da Toscana, é claro, mas também para irmos de carro até alguns dos vilarejos da região.

Neste artigo, comentarei apenas sobre o que fizemos em Florença, sem mencionar sobre os vilarejos que visitamos na região, lugares que abordarei nos artigos das semanas que virão.

  • Ponte Vecchio

A ponte mais antiga da cidade atualmente é local de comércio: joalherias.

Foi construída como é hoje em 1345, após uma inundação. Uma obra de arte homenageia o ouvires Benvenuto Cellini na ponte.

  • Cattedrale di Santa Maria del Fiore

A catedral começou a ser construída em 1296, obra do arquiteto/escultor Arnolfo di Cambio. No decorrer dos séculos, o edifício passou por alterações que foram conduzidas por profissionais da região até se tornar como é atualmente.

Particularmente, eu diria que é a catedral mais bonita que eu já vi pessoalmente (externamente), e eu não sei explicar o motivo, mas algo no estilo dela me fascina.

Para mais informações, clique aqui.

  • Cappelle Medicee

As Capelas Medicee estão localizadas no interior da Basilica di San Lorenzo, onde foram construídas entre os séculos XVI e XVII. Tornaram-se um museu em 1869, que atualmente é composto pela Sagrestia Nuova (Nova Sacristia) e pela Cappella dei Principi (Capela dos Príncipes), além de criptas da família Medicee e de pessoas que foram importantes para a história da cidade.

Fotos: Cappella dei Principi – uma maravilhosa obra de arte com mármore, pedras preciosas e afrescos.

Para mais informações, clique aqui.

  • Mercato Centrale

No mercado central de Florença, o visitante encontra muitos dos produtos da região expostos em barracas e tem a oportunidade de comer no local ou comprar os produtos de sua escolha e levar para casa.

Para mais informações, clique aqui.

  • Piazzale Michelangelo

A praça foi projetada pelo arquiteto Giuseppe Poggi e construída em 1869, dedicada a Michelangelo e abriga cópias de algumas das obras do artista.

Fica em uma colina que possibilita uma belíssima vista panorâmica de Florença.

Nós estivemos no local para assistir ao pôr do sol e foi lindo! Recomendo!

  • Porta Romana

Fundada em 1328, antigamente, a Porta Romana era o local que permitia que as pessoas saíssem da cidade em direção a Siena.


Hospedagem

Optamos por alugar um apartamento pelo Airbnb. A localização era ótima, com quarto, banheiro, sala e cozinha, tudo o que precisávamos para a estadia. Por ser no térreo, tinha também uma área externa com plantas e espaço para estendermos as roupas que lavamos. A Mel aproveitou bem! A vaga para estacionar o carro na garagem não era no prédio, mas não era longe. O apartamento era muito aconchegante, confortável e limpo.

Alimentação

Trattoria La Casalinga

O restaurante ficava próximo de onde nos hospedamos.

Pedimos bruschetta de entrada para compartilhar e massa como prato principal para cada um. Comida bem feita, simples e deliciosa.

Para mais informações, clique aqui.

Venchi – Cioccolato e Gelato

Experimentei o sorvete do local e gostei da textura bem cremosa, e também do sabor.

Para mais informações, clique aqui.

Trattoria Zà Zà

Recomendação do dono do apartamento que nos hospedamos. Arrisco afirmar que foi a melhor experiência gastronômica durante a viagem.

Como o clima estava agradável e estivemos no restaurante para almoçar, nos acomodamos do lado de fora (na frente). As salas do interior do restaurante pareciam ser super aconchegantes.

Para mais informações, clique aqui.

Eataly

Em uma viagem de quinze dias pela Itália, foi a comida mais sem graça que comi. Sem tempero… e não foi apenas comigo, pois percebi que várias das mesas ao redor estavam reclamando por falta de sal.

Atendimento também ruim.

Para mais informações, clique aqui.

Locomoção

Em Firenze, fizemos quase tudo caminhando, pois o apartamento onde nos hospedamos ficava próximo da maioria das atrações que visitamos. Utilizamos o carro apenas para irmos até a Piazzale Michelangelo porque o local era mais distante do centro.

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Entre La Spezia e Florença, parada em Pisa

Este é um dos artigos sobre uma viagem de duas semanas pela Itália. Recomendo a leitura do que já publiquei anteriormente para acompanhar/entender o roteiro da viagem.

Entre o caminho da Ligúria até a capital da Toscana, paramos brevemente em Pisa apenas para ver uma das atrações mais fotografadas da Itália: Torre de Pisa.

Foi breve mesmo! Acredito que ficamos apenas uma hora ali, pois estava difícil de suportar o sol a 35°C.

Fotografamos a Torre de Pisa e logo continuamos com nossa viagem.

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Viagem pela Ligúria (Itália): Santa Margherita + Portofino

Este é um dos artigos sobre uma viagem de duas semanas pela Itália. Recomendo a leitura do que já publiquei anteriormente para acompanhar/entender o roteiro da viagem.

Santa Margherita

As cores dos edifícios que beiram o mar da ensolarada Santa Margherita e o porto com embarcações representam o cartão-postal da cidade.

Assim como Cinque Terre e Portovenere, em Santa Margherita também tem castelo e igrejas que podem ser visitados, além do passeio pela orla e nas praças do centro, onde estão a maioria dos restaurantes. E, é claro, tem as praias que oferecem aluguel de guarda-sol e cadeiras, onde o visitante pode relaxar confortavelmente.

A vila de Santa Margherita é majoritariamente frequentada por italianos, diferente de todos os destinos que visitamos na Ligúria.

É um vilarejo tão charmoso, pena que faltou tempo para explorarmos um pouco mais.

Portofino

A atmosfera de Portofino é bastante diferente de todos os destinos que visitamos na Ligúria.

Com a arquitetura semelhante a todos os vilarejos que visitamos na Ligúria, Portofino é um vilarejo que atrai ricos e famosos de todos os lugares do mundo (que geralmente chegam até lá em iates), afinal, alguém precisa gastar seu dinheiro nas lojas de luxo ali instaladas.

Quem não é rico e famoso também consegue se divertir no vilarejo.

Nós caminhamos pela orla e almoçamos em um dos restaurantes que ficam no cais – Ristorante Strainer. Uma refeição em Portofino não é barata, e o motivo é porque o vilarejo é relativamente mais afastado.

Para os mais dispostos, acredito que vale a pena caminhar até um dos mirantes com vistas panorâmicas para a baía. Devido ao calor, nós nem cogitamos a possibilidade disso.

Fomos até Santa Margherita e Portofino de carro, mas os transportes públicos são eficientes para chegar até lá. Quem decide ir de carro precisa se preparar para o caos que é dirigir nos vilarejos.

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Viagem pela Ligúria (Itália): Cinque Terre + Portovenere

Este é um dos artigos sobre uma viagem de duas semanas pela Itália. Recomendo a leitura do que já publiquei anteriormente para acompanhar/entender o roteiro da viagem.

Cinque Terre

Os vilarejos que fazem parte do Parco Nazionale delle Cinque Terre são: Riomaggiore, Manarola, Corniglia, Vernazza e Monterosso al Mare.

Todos os vilarejos ficam em penhascos perto do mar e abrigam igrejas que podem ser visitadas, mas nós tínhamos o objetivo de apenas passear pelas ruas, então também não visitamos os castelos de alguns dos vilarejos. Só o passeio pelas ruas dos vilarejos já vale a pena! E para quem quiser/puder, ainda tem o mar para se refrescar nos dias de verão.

As características que mais se destacam das Cinque Terre são, além dos imóveis nos penhascos, as ruas geralmente bem estreitas (que podem ser difíceis de caminhar por causa dos desníveis, são irregulares) e as casas de todas as cores.

Por estarem em penhascos, é preciso caminhar entre subidas e descidas bastante íngremes. Com o sol do verão batendo na cabeça não foi agradável.

  • Riomaggiore

A primeira terre a partir de La Spezia.

Talvez por ser a primeira terre que eu vi, foi o vilarejo que mais me impressionou.

  • Manarola

A segunda terre a partir de La Spezia.

Fomos ao restaurante Nessun Dorma perto do horário do almoço e precisamos aguardar um pouco por lugar.

  • Corniglia

A terceira terre a partir de La Spezia.

Em Corniglia não é possível chegar pelo mar. Como o acesso é mais restrito (para chegar até o vilarejo ainda existe a possibilidade de ir de ônibus para poupar uma caminhada), é o vilarejo mais tranquilo.

Se eu tivesse a oportunidade de escolher uma das Cinque Terre para curtir o mar, seria aqui.

  • Vernazza

A quarta terre a partir de La Spezia.

Assistimos ao pôr do sol do alto da montanha. Foi cansativo caminhar pela trilha, mas valeu a pena!

  • Monterosso al Mare

A quinta (e última) terre a partir de La Spezia.

Parece ser a praia mais estruturada para relaxar.

É o vilarejo menos íngreme.

Nós fomos de trem e de barco até os vilarejos de Cinque Terre e as visões que tivemos ao chegar até elas são completamente diferentes. Não fomos em cada um dos vilarejos com os dois transportes públicos que utilizamos, pois nós escolhemos em qual deles iríamos de trem ou de barco porque não achamos necessário visitar novamente aqueles que já tínhamos visitado.

É possível visitar todos os vilarejos de Cinque Terre em apenas um dia (dependendo do interesse e do ritmo de cada um).

Portovenere

Considerada a sexta terre, Portovenere é um vilarejo consideravelmente mais fácil de caminhar, mais estruturado e mais tranquilo.

Nós caminhamos bastante por lá, nuvens escondiam o sol e isso contribuiu para que o clima estivesse mais agradável. Talvez por ser maior que as Cinque Terre parecia que tinha menos pessoas por ali.

Antes de partirmos, almoçamos no restaurante Portivenere.

Para quem se interessar, Portovenere possibilita acomodações que até então são mais confortáveis e mais modernas do que os vilarejos de Cinque Terre oferecem.

A costa da Ligúria entre Cinque Terre e Portovenere (junto com as ilhas Palmaria, Tino e Tinetto) é reconhecida por sua autenticidade, valores que ilustram um estilo de vida presente há 1000 anos, valor paisagístico e valor cultural, sendo listada como Patrimônio Mundial da UNESCO desde 1997.

A paisagem é realmente cênica!

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Viagem pela Ligúria, na Itália: hospedagem em La Spezia para explorar a região

Este é um dos artigos sobre uma viagem de duas semanas pela Itália. Recomendo a leitura do que já publiquei anteriormente para acompanhar/entender o roteiro da viagem.

Na região da Ligúria, nos hospedamos em La Spezia e de lá partimos para os lugares que queríamos visitar: Cinque Terre (trem e barco – opções de explorar o parque nacional caminhando ou até mesmo chegar até os vilarejos de carro) + Portovenere (barco), e fomos de carro até Santa Margherita e Portofino.

É uma cidade que eu acho que vale a pena se hospedar pela facilidade de acesso, com estação de trem e portos. E também pelas opções de acomodações serem melhores.

Nós não passeamos tanto pela cidade, apenas na região mais próxima de onde nos hospedamos, afinal, durante o dia estávamos visitando os lugares que tínhamos mais interesse e quando chegávamos já no fim do dia em La Spezia só queríamos jantar e descansar.

Para quem tiver interesse, a cidade de La Spazia vai além de apenas hospedagem, pois abriga atrações como castelo, parques, museus, igrejas, jardins e claro, praias. Visite o site oficial de La Spezia para mais informações.


Hospedagem

Optamos por alugar um apartamento pelo Airbnb. A localização era ótima, dois quatros, banheiro, sala e cozinha, com tudo o que precisávamos para a estadia. A vaga para estacionar o carro na garagem não era no prédio, mas não era longe (porém, era pequena).

Alimentação

No Giardini Pubblici tinha uma área com barracas que serviam comida e bebida ao ar livre, com mesas e cadeiras para se acomodar, e ainda com música ao vivo. Não sei se era temporário por causa do verão ou se sempre é assim.

Por ser perto de onde estávamos hospedados e o ambiente ser bastante agradável, fomos lá dois dias consecutivos.

Nas fotos, pratos do restaurante Origami House que eu escolhi por ser vegano.

Também pedimos pizzas da Pizzeria Masaniello e os sabores escolhidos foram: margherita, masaniello e napul’è.

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1 dia em Milão

Este é um dos artigos sobre uma viagem de duas semanas pela Itália. Recomendo a leitura do que já publiquei anteriormente para acompanhar/entender o roteiro da viagem.

Hoje vou compartilhar um pouco sobre os lugares que visitamos durante nossa passagem pela capital da Lombardia. Nós chegamos na cidade já no fim de tarde de um sábado, descansamos e só no domingo que conseguimos passear pela cidade, pois na segunda-feira já seguiríamos com a viagem pela manhã.

  • Duomo di Milano

A catedral de Milão é belíssima! Foram aproximadamente cinco séculos para a construção ser finalizada – entre 1386 e 1813. No século XX, a catedral passou por reformas e restaurações que foram necessárias, e está sempre em obras.

Estivemos ali logo no início do dia e a praça estava praticamente vazia. Nós entramos na catedral, mas não subimos até o telhado e nem descemos até o subterrâneo poque não tínhamos tempo, já que queríamos passear mais pela cidade.

Para mais informações, clique aqui.

  • Galleria Vittorio Emanuelle II

Ao lado da catedral está a Galleria Vittorio Emanuelle II, onde estão instaladas lojas de algumas das marcas de luxo mais conhecidas mundialmente. É o centro de compras mais antigo da Itália, construída entre os anos de 1865 e 1877.

A galeria é linda!

  • Piazza della Scala

A pequena Piazza della Scala abriga uma estátua que homenageia Leonardo da Vinci.

  • Teatro alla Scala

Na frente da Piazza della Scala está uma das casas de ópera mais importantes da Europa. Inaugurado em 1778 por solicitação da imperatriz Maria Tereza da Áustria, continua exibindo apresentações nos dias de hoje.

É possível visitar o interior do teatro, e também seu museu.

Para mais informações, clique aqui.

  • Castello Sforzesco

Com a construção iniciada no XII, o castelo passou por reformas e restaurações ao longo dos séculos para melhorar suas estruturas. Abrigou famílias e foi presenteado com pinturas de alguns dos artistas mais renomados do país – incluindo Leonardo da Vinci.

Atualmente, abriga exposições com obras de artistas como Michelangelo, Tintoretto, Mantegna, Tiziano, entre outros. Além dos museus e pinacoteca, algumas das salas que podem ser visitadas são dedicadas à cultura.

Para mais informações, clique aqui.

  • Parco Sempione

Devido ao calor, nos acomodamos em um banco onde batia sombra das árvores na praça Sempione e ali permanecemos por algum tempo.

  • Igreja Santa Maria delle Grazie

O local abriga uma das obras-primas de Leonardo da Vinci: a Última Ceia, pintada em uma das paredes entre os anos de 1494 e 1498. Nós não conseguimos entrar no local porque não nos programamos para isso, mas fica a sugestão porque eu acredito que deve valer a pena. A visita é bastante disputada e a compra do bilhete para entrada deve ser feita através do site oficial do local antecipadamente (disponível a cada três meses e se esgotam rapidamente), onde também estão disponíveis as regras que devem ser seguidas.

Para mais informações, clique aqui.

E como sempre, passear pelas ruas da cidade é sempre interessante.


Hospedagem

Optamos pelo Milan Suite Hotel. Localizado a 5 km do centro da cidade, com acesso a transporte público bem na frente. Eu gostei bastante do quarto que nos hospedamos.

Para mais informações sobre o hotel, clique aqui.

Alimentação

L’immagine Bistrot

O restaurante fica perto de onde nos hospedamos, é onde fomos jantar no dia que chegamos. Infelizmente, sem fotos.

Para mais informações, clique aqui.

Da Zero

Por falta de atenção, eu acabei pedindo uma pizza apenas com molho de tomate temperado com alho, orégano e manjericão, e só! ahaha mas pelo menos a massa era boa e o tempero do molho também.

marinara
fior di formagge

Para mais informações, clique aqui.

Cioccolatitaliani

Uma doceria especializada em sorvetes, pastelaria, tortas e bolos.

Para mais informações, clique aqui.

Locomoção

Utilizamos transporte público para nos locomovermos em Milão. E caminhamos.