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Atualizando (maio/2024)

Faz bastante tempo que não apareço por aqui. E muita coisa mudou na vida da minha família desde então. Algumas das experiências desde antes da gestação – e durante, e depois – que ainda quero trazer aqui.

Hoje, maio de 2024, o meu filho está com quase um ano de idade e minha cachorra está com mais de dezoito meses de vida. Conseguimos apreciar momentos de interação entre os dois que são muito adoráveis, mas não foi nem um pouco leve chegarmos até aqui.

Uma filhote de golden retriever necessita de estímulos, físico e mental, e isso requer muita energia e muita atenção dos tutores, também precisa aprender muita coisa, e é importante que esteja emocionalmente bem. Como já comentei por aqui anteriormente, eu estava com três meses de gestação quando ela chegou, meu marido estava trabalhando mais do que o normal e também tendo que lidar com as questões que envolviam a chegada de um bebê, e ambos fazendo o possível para atender as necessidades da Ellie. Foi muito estressante, e na época precisamos recorrer a profissionais nas áreas de educação e hospedagem para nos ajudar. Nós contamos com a ajuda de muitas pessoas… – e aqui eu deixo minha recomendação para você que mora na Bélgica: sobre hospedagem para cães, o melhor lugar (profissionalismo), que eu mais me senti segura, que eu acredito a Ellie realmente ficava bem, confortável, com pessoas que entendem sobre o comportamento de cães e que claramente gostam do que fazem, pensando no bem-estar dela, com área de lazer e quartos para os cães, onde eu confio que os cães recebem os estímulos que precisam e atenção, sempre supervisionados, chama-se De Roedelhoeve e fica em Tielt (West Flanders).

E um bebê recém-nascido até a idade que meu filho depende muito dos cuidadores. Acredito que não preciso me estender sobre como é a vida com um bebê porque é mais fácil para qualquer ser humano entender.

Exaustão é a palavra que define como eu me senti (mentalmente e fisicamente) desde o período que a Ellie chegou até o meu bebê completar dez meses de idade. Não quer dizer que deixou de ser cansativo, apenas não está mais tão exaustivo e tenho conseguido equilibrar/organizar minha vida. A falta de rede de apoio sobrecarrega demais, e só quem mora longe da família consegue entender.

Em 2023 a vida não estava tranquila, e nós decidimos tornar a rotina um pouco mais emocionante (turbulenta): iniciamos o planejamento de uma mudança para Portugal em outubro/2023, e mudamos em janeiro/2024. – (ainda quero escrever sobre os motivos que nos levaram a mudar, sobre a mudança e o tempo que levou para nos ajeitarmos, sobre a burocracia com documentação para vivermos aqui, nossas expectativas, nossas percepções, sobre como estamos por aqui e o que mais eu pensar que vale a pena compartilhar). Foi uma mudança que nos cansou demais.

Também pretendo relatar a minha experiência em relação ao pré-natal, ao parto e ao pós-natal na Bélgica. E como tem sido o acompanhamento do meu bebê aqui em Portugal. E sobre um dos lugares mais incríveis que tive a oportunidade de viajar: Escócia. Sobre a primeira viagem de inverno do meu bebê para Fieberbrunn, na Áustria. E sobre como foram as viagens de avião com meu filho ainda bebê, inclusive, para o Brasil. Gostaria também de escrever sobre as minhas experiências em Versailles, Marken, Zaanse Schans e Waterland, Rotterdam, Delft, Utrecht, Scheveningen, e sobre todos os lugares que eu adorei visitar nos Países Baixos e na França, e sobre os temas que sempre pensei em publicar sobre a Bélgica antes de o Thomas nascer e que sempre posterguei, sobre Londres (a minha cidade-capital preferida do mundo), Amsterdam e Paris, e que agora pode ser que eu não consiga mais escrever sobre porque já é passado e provavelmente eu não conseguirei administrar meu tempo para transformar as minhas experiências em artigos.

E, claro, compartilhar sobre as nossas experiências em família aqui em Portugal.

Tenho pensado também em alterar o título deste Blog, pois o nome que ele carrega já não faz mais sentido para mim.

A rotina está um pouco mais leve, então lentamente eu retornarei com as publicações por aqui.

Até mais!

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Encontrei um dos textos que produzi em outro blog

Pois é! Primeiro, fiquei em choque. Depois, pensei: como proteger o que eu faço aqui na internet e mais um monte de coisas que não vale a pena compartilhar aqui porque despertaram minha ira.

Enfim, depois que a indignação passou, fui verificar as mídias sociais da pessoa e percebi algo estranho: número de seguidores e as interações nas publicações. Senti pena, mas pensei: não depositarei o que tenho de energia com quem compra números nas mídias sociais porque quem precisa disso não está emocionalmente bem (e já basta os problemas que eu tenho), o que, infelizmente, é comum levando em consideração os malefícios que as próprias mídias sociais podem causar. Voltei no blog em questão para verificar se as imagens que já publiquei aqui também não tinham sido copiadas. Nada, então ok.

Meu blog é pessoal, uso para compartilhar o que vivo com quem está longe, com quem busca por inspiração, curiosidades ou recomendações sobre a vida na Bélgica e viagens. Escrevo de acordo com a minha perspectiva. Um espaço onde deixo um pouco de mim, e posso relembrar de tempos em tempos algumas das lembranças mais agradáveis que já vivi (nem tudo o que vivo é publicado, obviamente). Quando eu releio algo, me sinto novamente naquela situação.

Sei que na internet tem muuuita coisa igual, ou semelhante. Eu mesma acompanho blogs e canais no YouTube de pessoas que moram na Europa, inclusive acompanho dois canais que gosto e que falam sobre a Bélgica. Já deixei de publicar artigos (eu escrevo com antecedência, edito, edito, edito, inúmeras vezes) por três vezes porque as pessoas que acompanho publicaram em menos de dez dias antes da data que eu programei sobre o mesmo tema e com a mesma ideia, informações ou opiniões em relação ao que eu tinha produzido. E percebi que acompanho os conteúdos que citei justamente porque penso de forma semelhante, temos histórias ou estilo de vida semelhantes… e aí tentei modificar o que eu já tinha escrito para não parecer cópia, mas ainda assim permaneceu parecido porque, afinal, também é o que eu acredito e quero que permaneça a minha essência.

Acho absolutamente aceitável a inspiração em algo que vimos por aí e gostamos para produzir, termos referências.

O que não é correto com nenhuma das partes é copiar descaradamente. Por isso, se atentem, percebam a honestidade de quem produz, o respeito que a pessoa que tem por aqueles que fazem o mesmo que ela e por quem consome seu conteúdo.

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Tchau 2019

Aos leitores que me acompanham, agradeço a companhia nesse 2019.

Para mim, emocionalmente, 2019 foi um ano bem complicado por questões que prefiro não expor por ainda não ter conseguido elaborar/superar. Foi um ano que não consegui concretizar alguns dos desejos que idealizei. Foi um ano que me questionei e me julguei demais. Confesso que um pouco do que aconteceu (ou não) me frustra. Entretanto, prefiro acreditar que foi um ano de aprendizados, foi necessário. Mas também foi um ano de realizações! Fiz coisas que nunca imaginei que faria na vida e isso também é motivo de agradecimento. Voltei para o Brasil depois de três anos morando fora. Enfim, agradeço por tudo o que 2019 me proporcionou.

 

E para você… como foi?

 

Em 2020 as publicações não serão mais semanais, pois quero me dedicar a mim. Mas não abandonarei o blog. Continuarei a compartilhar um pouco do que me sentir confortável quando tiver tempo.

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Desejo que em 2020 vocês sonhem e realizem tudo o que desejarem com amor e sensatez! Que você ame e seja amado… que em todos os sentidos seja um ano saudável!

Feliz 2020!

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Apresentação

Olá, sejam bem-vindos ao blog!

O meu nome é Amanda, estou com trinta e um anos de idade, nasci em Iguape/SP, morei no interior de São Paulo de 1987 a 2016 e atualmente moro na Bélgica (Oost-Vlaanderen).

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Hoje é o início uma jornada por aqui, e o objetivo é compartilhar um pouco sobre a vida em outro país, mas não apenas sobre isso.

Sempre fui uma pessoa introvertida. A timidez me acompanha desde a infância e nunca gostei de ser o centro das atenções, sempre preferi ouvir o que as pessoas têm para contar do que expressar o que penso, no entanto, sempre gostei de escrever sobre mim e as experiências do meu dia a dia, que inicialmente eram escritas em diários e depois passaram a ser expostas em um blog pessoal durante a adolescência (13-17).

Muita coisa aconteceu desde então e em maio/2016 criei um blog pessoal sem qualquer expectativa, mas o excluí.

O que me trouxe até aqui: com a mudança de país, em novembro/2016, a rotina mudou e percebi em mim o desejo de compartilhar as experiências que atualmente fazem parte da minha vida.

Até mais!