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Giethoorn: um dos vilarejos mais pitorescos da Europa

Giethoorn estava na nossa lista de lugares para visitar há bastante tempo, talvez desde que mudamos para a Bélgica (2016).

Finalmente, em junho/2021 estivemos no vilarejo.

Giethoorn é uma cidade que fica na província de Overijssel, Países Baixos. Giethoorn não é apenas o vilarejo onde o turismo é mais concentrado, porém, é onde a maioria dos visitantes permanece porque é a região mais charmosa da cidade.

Nós fomos da Bélgica (Oost-Vaanderen) até Giethoorn de carro. Foram cerca de três horas e vinte minutos de viagem. Giethoorn é acessível de trem ou de ônibus que partem, majoritariamente, de Amsterdam.

Entre as formas de explorar o local, utilizamos as pernas, barco e bicicleta. Carros são permitidos apenas até a entrada do vilarejo, sendo assim, é necessário deixar o carro em um dos estacionamentos que existem por ali (é válido fazer a reserva antecipadamente). Apenas moradores ou fornecedores podem circular nas proximidades do centro, mas também existem restrições.

É possível participar das excursões em grupo para explorar Giethoorn. Entre as atividades no lago se destacam windsurf, kayak e stand up paddle. Para explorar a região ainda é possível alugar bicicleta ou scooter e percorrer as ciclovias que são indicadas.

Giethoorn é mais um vilarejo pitoresco, adorável e fascinante. Impossível não se apaixonar por um lugar que parece de conto de fadas de tão fofo que é. Tudo contribui para o cenário: o canal e os barcos (conhecidos como gieterse punter no vilarejo), as pontes, as casas, os animais no canal, tudo, até os postes. É único!

A popularidade do vilarejo no mundo do turismo começou após ter sido o cenário do filme Fanfare. A obra é do cineasta Bert Haanstra e foi lançado em 1958.

O vilarejo possui um pouco menos de 180 pontes, que são passagens e também conectam o que podemos considerar como a rua do vilarejo (calçada/via para pedestres) até as casas que são ilhadas.

Estivemos em Giethoorn no final da primavera na Europa e conseguimos entender como o vilarejo funciona em momentos mais tranquilos e em momentos mais agitados durante o período por termos nos hospedado lá. Entre 10:00 e 18:00 a circulação de pessoas é bem intensa, seja explorando o vilarejo a pé, de barco ou de bicicleta. Entre 21:00 e 09:00 o silêncio é quase absoluto. Ressalto que as minhas referências são de um fim de semana ainda durante a pandemia.

Na sexta-feira e no domingo percorremos o vilarejo caminhando e de bicicleta até a chuva começar.

No sábado passeamos de barco pelo canal que atravessa o centro do vilarejo e estivemos em dois lagos ali por perto, passando pela reserva natural de Giethoorn (seguindo o mapa que recebemos).

Não precisamos nos preocupar com o aluguel de barco ou de bicicleta porque o local onde nos hospedamos ofereceu o serviço de locação, mas no centro do vilarejo é fácil encontrar os pontos de locação.

Opções de museus: Olde Maat Uus (para entender como as pessoas viviam antigamente), Museum de Oude Aarde (objetos como cristais e minerais são exibidos) e Gloria Maris Shell Gallery (boutique que oferece alguns dos tesouros que a natureza produz no fundo do oceano).

Giethoorn é um dos lugares mais raros da Europa. Canais atravessando o vilarejo, que é composto por casas com telhado de palha e com gramados e jardins que parecem estar flutuando sobre a água, conectadas por pontes para atravessar de um lado para o outro. Giethoorn merece mais do que apenas um dia porque é realmente incrível. Percorrer a cidade tranquilamente a pé e observar atentamente cada detalhe, tudo tão encantador, tão simples, tão peculiar, tudo é tão admirável e cautelosamente bem cuidado pelos moradores. Acordar cedo e aproveitar a calmaria da manhã é uma experiência que vale a pena ser vivida em Giethoorn.

Nos meses de verão, feriados, férias, finais de semana, o vilarejo costuma ficar absurdamente cheio de visitantes e eu penso que isso pode mudar completamente a experiência, tornando tudo mais complicado de acessar (e aproveitar), filas, aglomerações, espera para locação, caos nos canais por causa da quantidade de barcos, então vale a pena planejar com atenção uma visita ao vilarejo.

O vilarejo de Giethoorn é habitado por cerca de 2.600 pessoas, então é importante respeitar a privacidade delas em suas propriedades, tendo cautela na hora de observar e de fotografar suas residências. O silêncio também é respeitado, por isso, os barcos são elétricos (também para poluir um pouco menos dentro do possível).

Para apreciar um pouco mais do vilarejo, clique aqui para assistir o vídeo que publiquei no YouTube. Acordamos bem cedo nos dois dias para aproveitar com mais calma (08:00 já estávamos passeando), por isso, imagens tão serenas.


Hospedagem

Optamos pelo Bed & Bike De Hofstee. O apartamento é agradável, limpo e espaçoso. A localização é ótima e é possível alugar barco ou bicicleta diretamente na recepção. Os anfitriões oferecem um café da manhã completo. Acomodações no estilo de acampamento ou cabines também são oferecidas.

Alimentação

A maioria dos restaurantes está na beira dos canais. É legal escolher um local com terraço e ficar ali observando o que acontece. Nós fizemos três refeições em restaurantes e no dia que passeamos de barco fizemos piquenique (levamos tudo da Bélgica).

Smits Paviljoen

É o restaurante que oferece vista panorâmica para o lago. Nós optamos por sanduíches e os dois estavam bem gostosos, inclusive, eram maiores do que esperávamos.

Para mais informações, clique aqui.

Ristorante Fratelli

Fica beirando o canal que atravessa o vilarejo. Eu esqueci de fotografar os pratos que pedimos porque estávamos com bastante fome, mas a comida não era tão saborosa, infelizmente.

Para mais informações, clique aqui.

De Lindenhof

O restaurante também é hotel/pousada. Os pratos são preparados pelo chef Martin Kruithof que é conhecido internacionalmente por causa das duas estrelas Michelin já conquistadas. O restaurante oferece duas opções de menu: 4 ou 8 pratos (dependendo do dia da semana), e também oferece o serviço à la carte. O preço é justo considerando o que é oferecido. O ambiente é bastante aconchegante e até um pouco intimista. A comida é incrível, me agradou pelo capricho, beleza e sabor, e o cardápio é adaptável para vegetarianos. Foi uma adorável experiência!

Para mais informações, clique aqui.

Locomoção

Para explorar o vilarejo fizemos tudo a pé, de bicicleta ou de barco. Utilizamos o carro apenas para ir ao restaurante De Lindenhof porque era mais distante.

Informações úteis:

Clima: durante os dias que estivemos na região (18.06.2021 a 20.06.2021), as temperaturas permaneceram entre 15°C a 25°C. O primeiro dia permaneceu ensolarado, mas a chuva apareceu no início da noite, e os dois dias a seguir permaneceram majoritariamente nublados. O pôr do sol acontecia por volta das 22:05.

Moeda: euro.

Idioma: neerlandês.

Tomada:

Para mais informações, clique aqui.

Aqui você acessa o site oficial com informações sobre o turismo.

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Annecy em três dias de verão

Annecy tem charme, lago, montanha, castelo, flores enfeitando as pontes do centro, onde estão as ruelas bem pequenininhas com restaurantes que organizam mesas e cadeiras do lado de fora, é tudo tão encantador. A arquitetura e os canais que também contribuem para o cenário… Que lugar! Eu realmente me apaixonei por Annecy. Com certeza está entre os lugares que mais gostei de visitar na França (junto com os vilarejos da Alsácia e Èze).

Viajamos no período em que a situação da pandemia estava significativamente controlada na Europa. Como sempre, viajamos de carro por causa da nossa cachorrinha, totalizando cerca de nove horas na estrada (840 km).

A cidade está localizada perto de Chamonix, onde estivemos no inverno de 2019.

Annecy oferece diversos tipos de atividades para diversos tipos de perfis no que se refere à recreação, e existem possibilidades para aproveitar a região em todas as estações do ano. Nós fomos no mês de julho e aqui compartilharei um pouco da nossa visita à capital do departamento de Haute-Savoie durante o verão.

palais de l’île

Acordar bem cedo e pegar as ruas ainda vazias é algo que eu aprecio muito (em todas as viagens que faço). Período do dia em que é mais fácil observar os detalhes porque tudo ainda permanece tranquilo, sentir a calmaria da manhã, admirar a beleza do lugar, ouvir o som dos animais, enfim, aproveitar sem tantos estímulos/distrações.

O Palais de l’Île fica no centro histórico e é um dos principais cartões portais de Annecy, sendo considerado o local mais visitado da cidade e um dos prédios mais fotografados da França. O edifício foi construído a partir do XII acima de uma ilhota natural que fica no meio do canal. Inicialmente, e nos séculos a seguir, foi utilizado como como uma prisão, mas também já abrigou um tribunal para o palácio da justiça, já foi lar de idosos, quartel, armazém, sala de ginástica, escola de desenho para operários da construção, e desde o século XVIII, a tarefa de exercer funções administrativas foi atribuída ao edifício. Foi alterado no decorrer dos séculos, restaurado e reparado. Atualmente, o edifício abriga um museu com exposições temporárias e conta sobre a história da cidade, e ainda é possível visitar os ambientes que eram utilizados como celas.

O canal que atravessa o centro histórico da cidade, com, aproximadamente, 3,5 km de extensão, é chamado de Le Thiou.

Uma delícia se perder pelo centro histórico da cidade e identificar a atmosfera. Muitos restaurantes, cafés e sorveterias estão espalhados por ali. Passear entre as ruelas de Annecy é uma experiência que vale a pena ser vivida.

  • Musée-Château d’Annecy

Atualmente, o castelo de Annecy abriga um museu com exposições que resumem a história da cidade, mas também exibe temas como história natural, arte contemporânea, arqueologia, etnologia, artes plásticas e filmes de animação, além de abrigar o Observatoire Régional des Lacs Alpins, (em português, Observatório Regional dos Lagos Alpinos).

Está localizado no alto de uma colina que fica no centro histórico de Annecy.

Desde o século XIII, já foi habitado por condes e duques de Genebra, foi um quartel durante a ocupação espanhola no final do século XVII, abrigou os exércitos republicanos e os exércitos imperiais até a Segunda Guerra Mundial e ainda foi invadido por pessoas sem lar, até que, em 1953, a administração de Annecy comprou o prédio para fazer as restaurações e as reparações que eram necessárias para que o prédio fosse transformado em museu.

Nós não visitamos o museu, nos contentamos apenas com o pátio do castelo, de onde é possível observar a vista panorâmica da cidade e do lago.

Para mais informações sobre o Musée-Château d’Annecy, clique aqui.

Outros castelos na região: Château de Menthon-Saint-Bernard, Château de Duingt, Château de Thorens e Château de Montrottier.

Ainda no que se refere à história, vale mencionar as cinco torres sineiras de Annecy como atrações (religiosas): Basilique de l’Ordre de la Visitation, l’Église Notre-Dame-de-Liesse, l’Église Saint-Maurice, l’Église Saint-François de Sales e Cathédrale Saint-Pierre.

Várias atrações que a cidade oferece estão ao redor do lago, então vou compartilhar o que nós fizemos por ali.

O lago de Annecy é considerado o lago mais puro da Europa. Água cristalina em tons de verde e azul que variam dependendo da região, mais as montanhas que o cercam, fazem dele um cenário onde a tranquilidade reina. Foi originado após o degelo dos glaciares alpinos há cerca de 18.000 anos. Eu me apaixonei por Annecy especialmente pela beleza natural que compõe a cidade.

Construída em 1907, a Pont des Amours fica entre Le Pâquier e Les Jardins de l’Europe. Vale a pena parar, observar e fotografar ambos os lados da ponte, afinal, de um lado está o lago com as montanhas, do outro, o Canal du Vassé com água cristalina, cisnes, árvores, barcos e bancos para relaxar.

canal du vassé

É considerável planejar um piquenique nas redondezas no fim do dia durante o verão, ou apenas sentar e apreciar a paisagem.

  • Passeio de barco

Alugamos um barco para passear no lago de Annecy e levamos a Mel conosco. Foi uma delícia! A Mel aproveitou como nunca o vento no rosto, e nós também curtimos!

O tipo de embarcação que nós alugamos não exige habilitação.

Além de nadar nos locais que são permitidos (praias), também é possível passear no lago de kayak, stand up paddle, catamarã, bote, canoa, windsurf e pedalinho, além de mergulho. Ainda existe a possibilidade de prática de esqui aquático, wakeboard ou wakesurf.

Aluguel: Nautilac Annecy.

  • Passeio de bicicleta

De bicicleta, percorremos parte da ciclovia que acompanha a margem do lago de Annecy sem destino, apenas apreciando a beleza do lugar.

Paramos na praia de Saint-Jorioz e permanecemos ali por algum tempo, já que encontramos a sombra de uma árvore. É um dos locais onde é permitido nadar, então tinha bastante gente carregando um monte de coisa para passar o dia ali. Voltamos pelo mesmo caminho. Aproximadamente, 10 km para ir e 10 km para voltar, com cerca de trinta minutos para cada trajeto.

Para dar a volta no lago de bicicleta são 40 km.

Existem outros circuitos, menores ou maiores, para andar de bicicleta.

Aluguel: Cyclable Annecy.

  • Caminhada nas montanhas também é um passeio bastante comum e possibilita vistas panorâmicas incríveis.

Nós não fizemos caminhadas, mas fomos até uma das montanhas ao redor de Annecy para contemplar um pôr do sol espetacular com a vista panorâmica do lago de Annecy.

  • Col de la Forclaz

Para chegar até lá: 74210 Montmin. Utilizamos o gps para chegar até o escritório de informações do local, e então estacionamos ali. A partir daí é subir as ladeiras caminhando (pela rua Chemin Rural dit de la Forclaz) ou se direcionar até a concentração de parapente (paragliding), pois a prática do esporte é bastante procurada na região e ali é um dos pontos que os profissionais decolam (por lazer ou trabalhando).

Se você estiver planejando visitar Annecy, recomendo imensamente que você considere uma visita à Col de la Forclaz durante o pôr do sol porque é simplesmente incrível (se for o tipo de passeio que te interessa).

Além de Annecy, visitamos o parque Les Gorges du Fier (aproximadamente, 15 km de distância).

O local é bem bonito, mas foi diferente do que eu esperava porque o nível da água estava baixo, porém, super válido. As estruturas para caminhar entre as montanhas é incrível. Tem estacionamento, lanchonete e banheiro na entrada do acesso ao parque.

Também tem um castelo, mas optamos por não ir até lá por causa do calor, já que o acesso era através de escada.

Para mais informações, clique aqui.

Indo para Les Gorges du Fier ainda encontramos um campo de girassóis.

Annecy me encantou, inicialmente, através das fotos que vi no Instagram, e me conquistou completamente com seu pitoresco centro histórico e a maravilhosa beleza natural que tanto contribui para que seja tão cênica, e não posso deixar de mencionar a comida que também me agradou.

Não foi uma viagem planejada, não teve pesquisa, não teve roteiro, teve apenas a vontade de aproveitar, foi decidida de última hora e foi surpreendente.

Existem algumas atrações turísticas interessantes, mas só de caminhar entre as ruas do centro histórico e apreciar sua beleza natural já faz a visita valer a pena.

Vontade de voltar em todas as estações e aproveitar cada uma, porém, confesso que acredito que o verão deve ser a melhor época.


Hospedagem

Optamos pelo Mercure Annecy Centre Hotel por ser pet friendly e atender o que buscávamos. A localização do hotel é ótima, fica perto do centro e permitiu que fizéssemos tudo a pé em Annecy.

Alimentação

Todas as opções que mencionarei têm disponibilidade de mesas e cadeiras do lado de fora, ao ar livre na calçada.

Cafe Bunna

Para variar, não fotografei! Mas posso garantir que vale a pena visitar o local para desfrutar de um dos sanduíches que são oferecidos durante café da manhã ou brunch porque a comida é ótima. Altamente recomendado!

Para mais informações, clique aqui.

La Bicyclette Rose

Outra opção para café da manhã ou brunch que experimentamos e também recomendo. Pedimos uma das opções de menu; vem o que está nas fotos e serve duas pessoas perfeitamente bem, mas não lembro se as bebidas estavam inclusas. Reservar antecipadamente.

Página no Facebook: clique aqui.

Pizzeria The Little Italy

pizzas: mozza lover e caponne

A massa é deliciosa e os ingredientes contribuem para que o conjunto seja fácil de saborear. Sem dúvidas, uma das pizzas mais gostosas que já tive o prazer de comer. Preço justo. Ambiente agradável. Super recomendo!

Para mais informações, clique aqui.

Azzurro

risotto aux truffes

Nada excepcional, mas a comida com foco em culinária italiana é boa. Em frente ao restaurante fica a lousa com recomendações dos pratos que são oferecidos no dia para complementar o cardápio com poucas opções. Boa surpresa!

Para mais informações, clique aqui.

Les Chineurs de la Cuisine

Nas fotos, filé de robalo com molho de vinagrete (tomate, cebola, azeitona e ervas) e purê de batatas por baixo, e moelleux au chocolate de sobremesa. Ambos deliciosos!

Para mais informações, clique aqui.

Locomoção

Para conhecer o centro de Annecy, fizemos tudo a pé.

No dia que fomos até Les Gorges du Fier e Col de la Forclaz para ver o lago de cima e o pôr do sol da montanha, fomos de carro. Como citado anteriormente, também utilizamos barco e bicicleta para explorar a região.

Informações úteis:

Clima: durante os dias que estivemos na região (17.07.2020 a 20.07.2020), as temperaturas permaneceram entre 15°C a 30°C. Dias ensolarados, e o pôr do sol acontecia por volta das 21:10.

Moeda: euro.

Idioma: francês.

Tomada:

Para acessar o site oficial do escritório de turismo de Annecy, clique aqui.


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Blogmas | dia 10 | Alsácia e a magia do Natal: Kaysersberg

Seguindo com a série “BLOGMAS 2020 – Alsácia e a magia do Natal”, hoje vou compartilhar um pouco sobre KAYSERSBERG, um dos vilarejos mais lindos e que mais gostei da região.

Localizada no nordeste da França, a atual Grand Est substituiu a Alsace-Champagne-Ardenne-Lorraine após a reforma territorial de 2014. A região da – popularmente conhecida – Alsácia (em francê: Alsace) já pertenceu à Alemanha e era constantemente disputada pelos dois países já citados, o que explica a arquitetura das cidades.

Eu não tenho palavras para descrever o que é o Natal na Alsácia. Espero que, através das fotos que vou publicar, vocês possam sentir um pouco do que eu gostaria de expressar.

Na foto acima, presépios instalados nas montanhas do vilarejo.

Recomendo passeios sem destino em Kaysersberg, o vilarejo é pequenininho e as decorações das casas tipicamente alsacianas são tão fofas, vale a pena caminhar pelo vilarejo e se encantar com o que encontrar em cada ruela. Parece cenário de contos de fadas de tão mágico… e é! Vilarejos da região são a inspiração para alguns dos cenários de produções da Disney, como “A bela e a fera”.

Arrisco dizer que é o vilarejo que mais gostei de visitar na região da Alsácia, porém, diferente de Riquewihr e Eguisheim que visitamos com menos tempo, acho que a razão de eu ter gostado mais de Kaysersberg é justamente porque não tivemos que nos preocupar com o tempo e aproveitamos melhor.

Também tem mercado de Natal em Kaysersberg e o clima é muito agradável.

Por aqui encerro os artigos sobre os vilarejos da Alsácia, mas amanhã ainda permaneceremos na França… Lille! Até lá!


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Blogmas | dia 9 | Alsácia e a magia do Natal: Eguisheim

Seguindo com a série “BLOGMAS 2020 – Alsácia e a magia do Natal”, hoje vou compartilhar um pouco sobre EGUISHEIM, um dos vilarejos mais charmosos da região.

Localizada no nordeste da França, a atual Grand Est substituiu a Alsace-Champagne-Ardenne-Lorraine após a reforma territorial de 2014. A região da – popularmente conhecida – Alsácia (em francê: Alsace) já pertenceu à Alemanha e era constantemente disputada pelos dois países já citados, o que explica a arquitetura das cidades.

Eu não tenho palavras para descrever o que é o Natal na Alsácia. Espero que, através das fotos que vou publicar, vocês possam sentir um pouco do que eu gostaria de expressar.

Recomendo passeios sem destino em Eguisheim, o vilarejo é pequenininho e as decorações das casas tipicamente alsacianas são tão fofas, vale a pena caminhar pelo vilarejo e se encantar com o que encontrar em cada ruela. Parece cenário de contos de fadas de tão mágico… e é! Vilarejos da região são a inspiração para alguns dos cenários de produções da Disney, como “A bela e a fera”.

Se você for para a Alsácia, não deixe de visitar Eguisheim. O pitoresco vilarejo está na rota do vinho da Alsácia.

Também tem mercado de Natal em Eguisheim, mas estava tão cheio e é tão pequeno que nem fotografei.

Amanhã, mais um vilarejo da Alsácia… até lá!


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Blogmas | dia 8 | Alsácia e a magia do Natal: Riquewihr

Seguindo com a série “BLOGMAS 2020 – Alsácia e a magia do Natal”, hoje vou compartilhar um pouco sobre RIQUEWIHR, um dos vilarejos mais charmosos da região.

Localizada no nordeste da França, a atual Grand Est substituiu a Alsace-Champagne-Ardenne-Lorraine após a reforma territorial de 2014. A região da – popularmente conhecida – Alsácia (em francê: Alsace) já pertenceu à Alemanha e era constantemente disputada pelos dois países já citados, o que explica a arquitetura das cidades.

Eu não tenho palavras para descrever o que é o Natal na Alsácia. Espero que, através das fotos que vou publicar, vocês possam sentir um pouco do que eu gostaria de expressar.

Recomendo passeios sem destino em Riquewihr, o vilarejo é pequenininho e as decorações das casas tipicamente alsacianas são tão fofas, vale a pena caminhar pelo vilarejo e se encantar com o que encontrar em cada ruela. Parece cenário de contos de fadas de tão mágico… e é! Vilarejos da região são a inspiração para alguns dos cenários de produções da Disney, como “A bela e a fera”.

Se você for para a Alsácia, não deixe de visitar Riquewihr. O pitoresco vilarejo está na rota do vinho da Alsácia.

Também tem mercado de Natal em Riquewihr, mas estava tão cheio e é tão pequeno que nem fotografei.

Amanhã, mais um vilarejo da Alsácia… até lá!


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Blogmas | dia 7 | Alsácia e a magia do Natal: Colmar

Localizada no nordeste da França, a atual Grand Est substituiu a Alsace-Champagne-Ardenne-Lorraine após a reforma territorial de 2014. A região da – popularmente conhecida – Alsácia (em francê: Alsace) já pertenceu à Alemanha e era constantemente disputada pelos dois países já citados, o que explica a arquitetura das cidades.

Eu não tenho palavras para descrever o que é o Natal na Alsácia.

No texto “Mercados de Natal na capital da Alsácia – Estrasburgo”, conto sobre o que o título já sugere. Na série BLOGMAS 2020 – Alsácia e a magia do Natal”, vou compartilhar sobre mais quatro vilarejos da região que tive a oportunidade de visitar durante as festividades. E hoje vou comentar um pouco sobre COLMAR.

Colmar é uma cidade encantadora, assim como Rothenburg ob der Tauber, parece que foi criada a partir dos contos de fadas. No Natal, então…

A maioria das atrações turísticas de Colmar estão no centro, onde é possível explorar a pé. Nada melhor do que caminhar sem destino em Colmar e se encantar com o que encontrar em cada ruela.

Passear pela cidade com a calmaria da manhã, antes das 09:00, quando as excursões com turistas para passar o dia ainda não chegaram… demais!

Continue lendo “Blogmas | dia 7 | Alsácia e a magia do Natal: Colmar”
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Réveillon na Europa: minhas experiências

No Brasil, costumava passar as festas de Réveillon na praia, pois meus avós moravam lá, então costumava ir para Iguape ou Ilha Comprida logo após o período de Natal. Depois que conheci meu marido, continuamos indo para a praia na maioria dos anos para passar o Réveillon.

Aqui, acredito que não seria tão divertido virar o ano na praia… ehehe.

Hoje vim contar um pouco das minhas experiências aqui na Europa (apenas sobre a noite do dia 31, sem levar em consideração os lugares em si):

2016-2017: Colônia – Alemanha

Na noite do réveillon permanecemos um pouco na praça Roncalliplatz, onde aconteceram apresentações musicais em estilo alemão. Refletores com a frase “feliz ano novo” em vários idiomas foram instalados e giz para que as pessoas escrevessem mensagens, pedidos, agradecimentos, ou o que desejassem, foram disponibilizados (para escrever no chão da área que foi estipulada para isso). Próximo das 23:00, fomos até a margem do Rio Rhein e lá permanecemos até a chegada de 2017.

Não teve nada de especial, apenas pessoas comuns soltando fogos de artifício aleatoriamente… o que eu achei bem perigoso, por sinal. Na Alemanha é proibido vender fogos de artifício durante o resto do ano, então o pessoal aproveita a época que é permitido vender para comprar de todo tipo e soltá-los.

2017-2018: Londres – Inglaterra

Na noite do réveillon escolhemos a região perto da Elizabeth Tower que fica oposto à London Eye para assistirmos tudo. A área é fechada, chegamos em um dos portões de acesso por volta das 22:00 e a fila já estava absurdamente enorme. Banheiros disponíveis e barraca com comida e bebida na área. DJ animando com as músicas mais tocadas naquele ano. Nós conseguimos comprar os tickets apenas no segundo lote porque acaba super rápido. A área que escolhemos foi a azul.

Achei um pouco tumultuado para acessar o local, entretanto, compreensível levando em consideração o tanto de gente que se programa para passar o Réveillon ali e a fiscalização que é necessária para priorizar a segurança de todos.

Sem dúvidas, foi o evento com fogos de artifício mais bonito que já vi até hoje. Para quem quiser ver como foi: clique aqui.

2018-2019: Rothenburg ob der Tauber – Alemanha

Na noite do réveillon decidimos jantar no restaurante que escolhemos, caminhar um pouco pelas ruas do centro e permanecer o resto da noite onde estávamos hospedados, onde bebemos e assistimos pela televisão como eram as festas pelo mundo.

Foi tranquilo e era exatamente o que queríamos.

2019-2020: Bruges – Bélgica

Na noite do réveillon não sabíamos ainda o que faríamos ao certo, mas tínhamos planos de ir para Bruges se estivéssemos animados porque vimos a notícia de que aconteceria algo novo: drones substituiriam os fogos de artifício na praça ‘t Zand. Fizemos a ceia em casa e decidimos ir até lá.

Teve show e era possível acompanhar as músicas através do jornal que foi distribuído. Moro na Bélgica há quase quatro anos e sei como os belgas se divertem, então, achei que as pessoas estavam bem animadas. A maioria das músicas eram belgas (em neerlandês), aquelas que tocam em todos os eventos do país. Eu nem sei quem são os cantores ou de que época são, mas sei identificá-las e até mesmo cantar (errado, obviamente). Banheiros disponíveis e barracas com comida e bebida na área.

Ah, sobre a apresentação dos drones… não deu muito certo quanto a organização esperava! Uma pena, ehehe.

Na Europa é inverno, completamente diferente do que estava acostumada… nada de tradições como vestir roupa branca ou pular as ondas do mar (pelo menos não para mim). Mas é possível se divertir também!

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As três torres de Gent

A imagem do principal cartão postal de Gent (em português: Gante) está a partir da Sint-Michielsbrug (ponte de São Miguel). As três torres são: Sint-Niklaaskerk (Igreja de São Nicolau), Belfort (campanário) e a Sint-Baafskathedraal (Catedral São Bavão).

Da Sint-Michielsbrug ainda é possível ver ruas Graslei e Korenlei beirando o Leie (canal). De lá saem muitos dos passeios de barcos como atração turística disponíveis no centro. É comum a prática de stand-up paddle ou kayak por ali durante o verão.

sint-michielsbrug

A Sint-Niklaaskerk (Igreja de São Nicolau) é a primeira torre que vemos.

Sint-Niklaas é inspirado no bispo Nicolau de Mira. Nasceu na Turquia durante o século III e morreu em 6 de dezembro de 342, e durante a vida tornou-se bispo de Mira – Itália. Costumava ajudar os necessitados e foi o primeiro (santo) a demonstrar preocupação com a educação das crianças. A ele foram atribuídos alguns milagres que contribuíram para a sua popularização na Europa e designação de protetor dos marinheiros e dos comerciantes e, principalmente, amigo das crianças.

A paróquia de Sint-Niklaas foi fundada no final do século XI. A construção da atual Igreja de Sint-Niklaas começou no início do século XIII e foi concluída no início do século XIV. Porém, com o aumento da população, foi necessário aumentar o tamanho da igreja, aproveitando para transformar a igreja em algo maior no sentido de grandeza, e então a obra construída com Pedra Azul de Tournai levou séculos para ser concluída por razões de orçamento, altos e baixos da região que resultaram em deterioração gerando mais e mais reformas, guerras e por aí vai. Em 1936, uma organização sem fins lucrativos se empenhou para promover a restauração da igreja. Obras de arte dos pintores da região estão expostas no local. Atualmente, algumas das áreas da igreja ainda estão em obras, o que é comum nos prédios do gênero na Europa.

Ela é lindíssima por dentro e para quem se interessar, tem tour virtual disponível. Clique aqui.

Para mais informações, clique aqui.

A segunda torre é o Belfort (que é o campanário de Gent).

Sua construção começou em 1313 e a torre foi modificada ao longo dos séculos a seguir, se transformando no que é hoje entre os séculos XIX e XX após restaurações.

O campanário de Gent é Patrimônio Mundial da UNESCO desde 1999, juntamente com mais 32 campanários da Bélgica: 25 em Flandres e 7 em Valônia.

Decorações durante as festividades na cidade sempre chamam a atenção para o Belfort.

gentse feesten 2019

É possível subir até o topo do Belfort por escadas.

Para mais informações, clique aqui.

A terceira torre é a Sint-Baafskathedraal (Catedral São Bavão).

A construção da abadia que homenageia o padroeiro de Gent começou no século XIII, onde até então era uma capela. Em meados do século XVI, o edifício já tinha o aspecto que tem hoje, porém, mudanças eram necessárias. A diocese de Gent foi fundada em 1559 e, assim, a Catedral de Sint-Baafs também, sofrendo alterações no decorrer dos séculos a seguir. Até o século XIX, o interior do edifício mudou consideravelmente, até se transformar no que podemos ver hoje. Na torre estão pendurados sete sinos e o mais pesado é o Bavo, com 5.500 kg.

O patrimônio de obras-primas da Catedral de Sint-Baafs é valioso, com destaque para uma:

Você já assistiu ao filme “Caçadores de obras-primas”? Se sim, pode ser que você lembre da história baseada em fatos reais sobre O Retábulo de Gante – “Adoração do Cordeiro Místico” (o nome da obra em neerlandês é: De aanbidding van het Lam Gods). A obra, composta por 12 painéis com 24 pinturas que variam conforme a abertura ou não, é trabalho de um dos pintores flamengos primitivos mais célebres: Jan van Eyck, enquanto o projeto é de seu irmão, Hubert van Eyck. Portanto, considera-se que a obra seja dos irmãos Van Eyck. A pintura é conhecida como “Adoração do Cordeiro Místico” por causa da imagem do painel que está no centro, onde os peregrinos se reúnem para homenagear O Cordeiro de Deus, uma representação de Jesus Cristo.

A obra do século XV com histórias entre guerras, incêndios e furtos, foi instalada na Catedral de Sint-Baafs em 1432. Entretanto, um dos painéis permanece desaparecido, furtado em 10.04.1934 por, possivelmente, Arsène Goedertier.

A obra era cobiçada por Napoléon Bonaparte e Adolf Hitler com o objetivo de dominação (no caso, cultural). Foi capturada durante a liderança de ambos.

Para noção de importância: 2020 foi celebrado o ano de Van Eyck em Gent, ganhando destaque não apenas nos museus da cidade, mas também em uma série de eventos e de atividades em Gent. Devido ao COVID-19, o ano de Van Eyck se estendeu até junho de 2021. Os Gentenaars têm orgulho do trabalho dos Van Eyck e sua relação com a cidade.

Também vale a pena visitar o tesouro da catedral e ver a coleção que lá se encontra.

É proibido fotografar os objetos de arte que estão em seu interior sem autorização. Existem placas em todos os cantos com aviso.

Para mais informações, clique aqui.

Acima, a cidade de Gent e as três torres vistas de cima do Gravensteen (castelo). Da esquerda para a direita: Catedral São Bavão, Belfort e a Igreja de São Nicolau. Ainda tem a quarta torre que podemos ver: a Torre do relógio na Korenmarkt (Klok van het Postgebouw). Fotografei a imagem a partir do Gravensteen (castelo).

Quando publiquei a foto acima no Instagram, perguntaram qual das três torres é a mais alta. Você conseguiria adivinhar? A resposta é… Belfort! Com aproximadamente 95 metros de altura. Sobre as demais: Sint-Baafskathedraal com 89 metros e Sint-Niklaaskerk com 76 metros.


Textos relacionados:

Para saber mais sobre a cidade de Gent: Introdução à Gante.

Na Bélgica, o dia de Sint-Niklaas é muito aguardado (06.12). No artigo “Celebração do tradicional dia de Sinterklass na Bélgica” explico mais.

Mercados de Natal nas cidades de Flanders + Bruxelas.

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Passeio de um dia em Lucerna

Este é um dos textos sobre uma viagem pela Suíça. Recomento a leitura do que já publiquei anteriormente para acompanhar/entender a viagem como um todo.

Se você já leu as publicações sobre a Suíça, sabe que Lucerna (em alemão: Luzern) foi a base que escolhemos para hospedagem, no entanto, exploramos a cidade em apenas um dia porque priorizamos conhecer outras regiões.

Visitamos as principais atrações turísticas do centro e caminhamos um pouco sem destino para observar o outono em Lucerna.

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ao fundo, a igreja católica romana Sankt Leodegar im Hof

Kapellbrücke (ou Ponte da Capela)

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Uma ponte de madeira sob o rio Reuss com aproximadamente 205 metros, construída durante o século XIV e que recebeu tal nome por causa da Capela de St. Peter (Peterskapelle), pertinho dali.

É utilizada por pedestres para a travessia de um lado para o outro. No interior da ponte estão as ilustrações do início do século XVII que contam um pouco da história de Lucerna e dos padroeiros da cidade, St. Leodegar e St. Maurice. A Kapellbrücke foi parcialmente destruída após o incêndio de 1993, mas reinaugurada em 1994 após os trabalhos de restauração.

É o cartão-postal de Lucerna.

Spreuerbrücke (ou Ponte de Palha)

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Mais uma ponte de madeira que atravessa o rio Reuss, concluída em 1408. Assim como a Kapellbrücke, também é coberta e possui imagens que foram adicionadas entre os anos de 1625 e 1635 representando “A dança da morte”.

Abaixo, é possível ver uma das torres medievais de Lucerna e a muralha no fundo da foto + Spreuerbrücke.

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Löwendenkmal (ou Monumento do Leão)

Um monumento dedicado aos soldados suíços que morreram em 10.08.1792 a serviço do rei Louis XVI da França. Era período da Revolução Francesa e os revolucionários mais revoltados decidiram invadir o palácio que já tinha sido deixado pela família real e que ainda era defendido pelos guardas.

A iniciativa de criar o monumento partiu de um oficial da Guarda Suíça que estava de licença em Lucerna quando tudo aconteceu – Karl Pfyffer von Altishofen. Após muito ser discutido sobre como a obra seria realizada, os escultores Bertel Thorvaldsen e Lukas Ahorn esculpiram o monumento em parceria com outros artistas. O monumento foi inaugurado em 10.08.1821, exatamente 29 anos após o ocorrido. O leão expressa sofrimento e tristeza em sua face. Sobre seu tamanho: é maior do que parece através das fotos, com aproximadamente dez metros de comprimento e seis metros de altura.

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Em latim: HELVETIORUM FIDEI AC VIRTUTI – Glória à lealdade e à bravura dos suíços – está grafado acima do leão. Também estão grafados os nomes de 26 oficiais mortos e de 16 oficiais sobreviventes abaixo do leão. Cerca de 760 (DCCLX) soldados morreram e 350 (CCCL) soldados sobreviveram durante a invasão. O lago e a capela que se encontra ali do lado perto fazem parte do memorial.

Afrescos nos edifícios de Lucerna

Arte através da pintura em paredes ou tetos. No caso de Lucerna, muitos dos imóveis que estão no centro foram agraciados com a arte.

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Muralha e as torres medievais de Lucerna

Museggmauer – a mulhara – e suas nove torres medievais (Nölliturm, Männliturm, Luegisland, Wachturm, Zytturm, Schirmerturm, Pulverturm, Allenwindenturm e Dächliturm) construídas, possivelmente, entre os séculos XIV e XVI estão praticamente intactas (algumas delas ainda não são datadas).

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zytturm

É possível visitar as torres Männliturm, Wachtturm, Zytturm e Schirmerturm.

Para mais informações, clique aqui.


Onde comer

Cervejaria Rathaus – eu escolhi a sopa do dia porque é o que tinha de opção sem carne. Estava deliciosaaa!

lucerna - sopa
sabor: cebola com cerveja

O restaurante Bolero é especializado em comida típica espanhola e também foi a nossa opção. Escolhemos a Paella Marisco com arroz preto.

restaurante - bolero - paella

Como um todo, foi desafiador comer nos restaurantes da Suíça… não como a maioria das carnes e salada não é o prato que mais me agrada (era o que mais se aproximava de opção para mim, e ainda assim as saladas geralmente continham carnes e não tinham algo que despertasse em mim o interesse em escolhê-las). Enfim, fondue e pizza me salvaram em restaurantes… ahahaha!

Durante os dias que permanecemos mais distantes dos centros, preparamos sanduíches.


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Por aqui, encerro as publicações sobre a nossa viagem pela Suíça em novembro/2019. Com a curiosidade de voltar durante o verão para aproveitar o que as atrações têm a oferecer.

Clique aqui para acessar o site oficial da cidade de Lucerna.

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A vista panorâmica mais bonita de Interlaken

Este é um dos textos sobre uma viagem pela Suíça. Recomento a leitura do que já publiquei anteriormente para acompanhar/entender a viagem como um todo.

Interlaken está localizada entre as cidades Brienz e Thun e em ambas existem lagos que são conectados por Interlaken (que significa “entre lagos” em português). Entendendo: Interlaken fica entre os lagos Brienzersee e Thunersee e nas fotos é possível compreender o que acontece ali.

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Brienzersee – Interlaken – Thunersee

A foto acima foi fotografada a partir das redondezas de Harder Kulm a 1322m, onde existe uma plataforma que possibilita a vista panorâmica mais bonita da cidade. O acesso é possível através de um funicular que leva aproximadamente dez minutos para completar o percurso.

Além de caminhar um pouco por ali, decidimos desfrutar do cenário almoçando no restaurante que fica lá no topo.

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interlaken - restaurante

Os topos das montanhas com um pouco de neve e os lagos azul-turquesa lindíssimos era tudo o que eu queria observar.

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Depois de fazer tudo o que queríamos lá em cima, voltamos para a cidade e lá caminhamos pelo centro. Interlaken em si não tem tantas atrações turísticas para explorar, mas só o que pudemos ver e sentir já fez valer a visita.

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É interessante se hospedar em Interlaken por causa da facilidade de ir e vir dos vilarejos mais charmosos dos alpes, independente da época do ano. Durante o verão, as atividades são mais focadas nos lagos e ar (parapente ou asa-delta). Durante o inverno, o foco das atividades está nas montanhas por causa da neve. Seja para relaxar, seja para a prática de esportes mais radicais. Para quem pretende visitar a Suíça durante tais períodos, recomendo a inclusão de Interlaken no roteiro.