Decidimos meio que de última hora ir para a região para visitar os mercados de Natal. Estivemos em Estrasburgo no fim de semana que antecedeu o Natal de 2018.
Visitamos Estrasburgo, Colmar, Riquewihr e Eguisheim, mas o post abordará principalmente o Marché de Noël de Strasbourg.
Localizada no nordeste da França, a atual Grand Est substituiu a Alsace-Champagne-Ardenne-Lorraine após a reforma territorial de 2014. A região da – popularmente conhecida – Alsácia (Grand Est) já pertenceu à Alemanha e era constantemente disputada pelos dois países já citados, o que explica a arquitetura das cidades.
Estrasburgo é a capital administrativa da região. Em 1988, o centro da cidade foi classificado como patrimônio mundial da UNESCO, e é lá estão os mais de 300 chalés do mercado de Natal.
Foi em Estrasburgo que aconteceu um dos primeiros mercados natalinos da Europa – em 1570, e o primeiro da França. Segundo os registros já encontrados, o até então mercado de São Nicolau acontecia em todo dia 6 de dezembro. O atual mercado de Natal – ou Christkindelsmärik (mercado do Menino Jesus) – substituiu o mercado de São Nicolau após a luta dos protestantes contra tradições católicas que nomeavam as festas com nomes de santos.
As atrações do mercado acontecem nas regiões do centro histórico de Estrasburgo. O mapa abaixo mostra os locais em destaque onde as barracas são instaladas, mas elas também estão espalhadas nas ruas ao redor, portanto, a dica é caminhar tranquilamente pela região para explorá-las.
Nas barracas, podemos encontrar tudo acerca do Natal, especialmente aqueles artigos originais que são produzidos artesanalmente e o tradicional Glühwein, que é uma espécie de vinho quente – vermelho ou branco – tradicionalmente temperado com frutas cítricas + cravo + canela + açúcar, mas a bebida também é servida com destilados, anis-estrelado, noz-moscada, gengibre, entre outros ingredientes. Também tem comida para se deliciar, e a pizza baguette é tradição e está em maioria nas barracas de comida, mas é possível encontrar mais opções.
pizza baguette
Algumas regiões onde os mercados estão instalados oferecem produtos um pouco mais específicos.
A primeira preocupação que surgiu antes mesmo de definirmos que mudaríamos para a Bélgica foi: “como levar a minha fiel e amada cãopanheira em segurança”. Jamais pensei em deixá-la.
Knokke-Heist | Bélgica
Na época, ela estava com 15 anos de idade. Teve complicações em relação à saúde cinco meses antes da viagem, quando foi diagnosticada com encefalite idiopática e tomou corticoides para a recuperação até um mês antes da viagem.
A Mel não veio comigo.
Eu precisei embarcar na data “X” e não tinha o tempo para que ela embarcasse junto. Cogitei a hipótese de voltar para buscá-la, mas aí pensei no quanto seria estressante para ela ter que permanecer em uma bolsa desconfortavelmente, isso se a permitissem na cabine, pois apesar de ela ter o peso permitido para viajar na cabine de qualquer companhia aérea europeia, ela não ficava de pé confortavelmente dentro da bolsa, e as companhias aéreas exigem isso. Pesquisei bastante e entrei em contato com pessoas que já tinham viajado com os cães em situações parecidas, mas ainda assim comecei a pensar em alternativas para transportá-la.
Até que em uma das conversas entre meu marido e colegas que já moravam na Bélgica, ele recebeu a recomendação de uma pessoa que trabalha com o transporte de animais de estimação de um país para outro. LIVREMENTE! Como se fosse um cão de assistência que pode embarcar solto na cabine.
Entrei em contato com o profissional e conversamos por alguns dias até eu aceitar que era o melhor para ela, e então contratá-lo, mesmo com as angústias de como seria não estar com ela em uma situação tão diferente de tudo o que ela já tinha vivido.
Ela chegou bem e um pouco assustada, o que eu já imaginava, afinal, a circulação de muitas pessoas nos aeroportos, sons, cheiros, enfim, tudo tão diferente e ainda sem alguém da família com ela, mas o importante é que a viagem foi como o esperado.
A pessoa que contratei trabalha com o transporte de cães e gatos há mais de vinte anos e atualmente usa as redes sociais pessoais (privadas) para divulgar os trabalhos aos contratantes, além de manter contato via WhatsApp e informar a situação do animal em tempo real através de imagens.
Sei que existem empresas que também se responsabilizam pelo transporte do animal, mas na carga de animais vivos e esta é uma hipótese que eu nunca cogitei.
Não existem voos que partem diretamente do Brasil para a Bélgica, portanto é necessário fazer uma escala já na Europa. A Mel fez escala na Espanha.
Aqui, a Mel vive bem e sinceramente acredito que o clima contribuiu demais para a saúde dela, especialmente para a respiração. Visita a médica veterinária regularmente e apesar de estar com a visão dos dois olhos comprometida em razão da idade, os resultados dos exames comprovam que ela é sadia além do que é esperado para a idade.
Na Bélgica (e na Europa) os cães são bem-vindos em muitos lugares e por isso ela sempre viaja conosco, se hospeda em hotéis, se for necessário também utiliza o transporte público com a gente e já foi até em restaurantes.
No bonde elétrico em Berlim
Praga – República Tcheca
Flims – Suíça
Abaixo, seguem as instruções para transportar o seu pet.
Para realizar viagens internacionais com animais domésticos é necessário solicitar a emissão do Certificado Veterinário Internacional (CVI – documento que comprova a boa condição sanitária do pet para ingressar em outro país) ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA).
Os postos diplomáticos belgas no Brasil não são responsáveis para orientá-lo nessas questões.
Para transportar um animal de estimação para a Bélgica é necessário seguir rigorosamente as instruções das autoridades na seguinte ordem cronológica:
Primeiramente, procurar um médico veterinário de confiança.
Implantar um microchip (ISO 11784 e ISO 11785 – padrão internacional) de identificação no animal de estimação que será transportado. É seguro e não interfere no bem-estar e na saúde do pet.
Após, a vacina antirrábica deve ser aplicada por um médico veterinário regulamentado.
Independente de quando foi aplicada a vacina antirrábica pela última vez, é necessário aplicá-la após a implantação do microchip para que a informação seja atualizada.
É importante colar o selo com as informações da fabricação na carteira de vacinação do animal de estimação junto com a assinatura do médico veterinário responsável pela aplicação.
Vale ressaltar que a vacina antirrábica de campanha pública não é aceita.
30 dias após a aplicação da vacina antirrábica no animal, coletar o sangue para asorologia.
O animal não pode ter o sangue coletado antes de 30 dias.
Aqui começa a contagem regressiva de uma quarentena de 90 dias.
Encaminhar o material para um laboratório autorizado pela UE realizar o laudo.
Clique aqui para verificar quais são os laboratórios autorizados pela UE a realizar o laudo no Brasil.
O material deve ser analisado em até 3 dias depois da coleta. É importante que o médico veterinário entre em contato com o laboratório autorizado pela UE antes de encaminhar o material para obter corretamente as informações sobre os procedimentos que são necessários e os cuidados para não invalidar a amostra.
O nível dos anticorpos que neutralizam o vírus da raiva no organismo do animal de estimação deve ser igual ou superior a 0,5 Ul/ml. Se o exame indicar que a quantidade está inferior do que é exigido, será necessário repetir o processo.
O laudo da sorologia tem validade vitalícia desde a data da vacinação seja respeitada.
O médico veterinário precisa atestar a saúde do animal de estimação em documento.
O documento tem validade de 72 horas até a emissão do CZI, portanto, é importante solicitá-lo em até três dias antes do agendamento no Ministério (ou VIGIAGRO).
Apenas o documento original é aceito.
O site oficial do MAPA disponibiliza o modelo de documento a ser seguido.
O documento deve conter dados como nome, espécie, raça, sexo, cor, data de nascimento, idade, tipo de pelagem e o número de identificação do microchip do animal, e o que mais for solicitado, além da declaração do médico veterinário responsável que alegue que o animal foi examinado, com carimbo que contenha o registro no Conselho Federal de Medicina Veterinária + assinatura e data. O responsável pelo animal também deve ser identificado no documento.
Emissão do Certificado Veterinário Internacional – CVI
É necessário agendar (antecipadamente) entre 10 dias e 03 dias antes do embarque.
O animal de estimação não precisa ir junto.
Os locais que podem ser emitidos o CVI estão listados no site oficial do MAPA.
Para a emissão do CVI, levar os seguintes documentos: 1. comprovante de aplicação do microchip e os adesivos que contém o código; 2. carteira de vacinação que comprove que a vacina antirrábica está em dia; 3. laudo da sorologia com os anticorpos igual ou superior à 0,5 UI/ml; 4.duas cópias dos documentos citados anteriormente (itens 1, 2, 3); 5. certificado de saúde emitido pelo médico veterinário responsável; 6. requerimento para fiscalização de animais de companhia preenchido (clique aqui); 7. comprovante de embarque; 8. endereço de hospedagem/residência no país de destino.
O processo dura um pouco mais de quatro meses, portanto, é importante se programar.
E IMPORTANTE: verificar a disponibilidade na companhia aérea antecipadamente porque é limitado o número de animais domésticos por aeronave.
As informações estão sujeitas a alterações, portanto, atente-se ao site oficial do MAPA. Especialmente sobre os laboratórios que são autorizados para o exame no Brasil, pois infelizmente é comum que existam problemas com os mesmos e já aconteceu até mesmo de o país permanecer sem a licença e o material ter que ser encaminhado para outro país, tornando o processo um pouco mais burocrático.
E não se preocupe, o seu amor de quatro patas não precisará ficar para trás, basta seguir as instruções e optar por uma companhia aérea que respeite os animais que tudo correrá bem!
Caso você queira o contato da pessoa que transportou a minha Mel, fique à vontade para solicitar.
As leis de proteção ambiental do Estado contribuem para que o paraíso da Riviera Francesa se desenvolva de acordo com as regulamentações de preservação. O Parque Nacional Port-Cros administra 75% da Ilha de Porquerolles desde 1971, se responsabilizando pela proteção ambiental do patrimônio natural em seu território.
Localizado no sul da França, o incrível Parque Nacional das Calanques – terrestre e marinho – se estende de Marselha a La Ciotat. Inclui as rochas das Calanques, Arquipélago Frioul, Arquipélago Riou, a Ilha Verde e as rochas do Cap Canaille.
Faz quase um século que a sociedade civil solicita a proteção da área, e depois de muitos projetos sobre a preservação desde a década de 1990, o Parque Nacional finalmente foi inaugurado em 18/04/2012 com regulamentações para sua proteção.
Área terrestre: 8.500 hectares.
Área marinha: 43.500 hectares.
Biodiversidade: proteção de 140 espécies terrestres de animais e plantas protegidas + 60 espécies do patrimônio marinho.
Estudos revelam a presença do homem há 27.000 anos na região da caverna Cosquer.
O Parque Nacional surgiu como a ferramenta para proteger e gerir de forma sustentável o território natural que é tanto terrestre quanto marinho e ainda periurbano.
Cerca de 2.000.000 pessoas visitam o Parque Nacional a cada ano.
Calanques: são acidentes geológicos que tem como principal característica uma angra ladeada por falésias compostas de calcário.
O calcário está presente também na água e contribui para sua cor belíssima.
As calanques de Marselha abrigam a água com cor mais bonita da região, especialmente na praia da Calanque d’en-vau. O acesso terrestre até a calanque começa em Cassis.
No horizonte das praias com águas cristalinas estão os iates que formam o cenário de Mônaco, que se completa com os edifícios que estão nas montanhas, indicando que o país cresce verticalmente.
Mônaco é um microestado que está localizado dentro da França. Com onze bairros em 2,02 km² de extensão, politicamente autossuficiente, Mônaco ocupa o segundo lugar na lista dos menores países do mundo, atrás do Vaticano.
A economia é baseada no turismo, nos cassinos como rendimento nacional e em atividades que mantém monopólios.
Pessoas com poder aquisitivo elevado são atraídas até Mônaco principalmente pelo fato de não existirem taxas tributárias de imposto de renda, o que contribui para um considerável número de lojas mundiais de grife e de restaurantes premiados pelo guia “Michelin”. Por tais fatores é que Mônaco tem um dos custos de vida mais altos do mundo.
Com as construções medievais conservadas, Èze é um vilarejo que está localizado a 13 km de Nice, portanto, quem está nas proximidades “precisa” ir até lá. Obrigatoriamente!
O primeiro registro já encontrado que cita Èze é do século IV, porém, com outros nomes que remetem ao atual. O vilarejo que atinge um pouco mais de quatrocentos e vinte metros de altura foi construído sobre as ruínas de um castelo do século XII.
Antes de o Château Eza se tornar um dos melhores hotéis do vilarejo, foi a casa de verão da família real sueca de 1923 a 1953.
O que fazer em Èze? Caminhar pelas ruelas e se encantar com o charme do vilarejo, apreciar os artesanatos que são produzidos por artesãos que ali residem e entender as razões que levaram escritores a escolherem o local para habitar: tranquilidade e inspiração. Em Èze existem galerias de artes que apresentam obras dos artistas da região.
Os locais de acesso público que possibilitam a vista panorâmica a partir Èze são limitados, mas encontramos o bistrô LE NID D’AIGLE que nos possibilitou a experiência enquanto tomávamos café da manhã confortavelmente na sombra e com a brisa do mar. Também é possível desfrutar da vista panorâmica a partir dos restaurantes dos hotéis de Èze, além do Jardim Exótico de Cactos, que optamos não visitar porque planejamos fazer um passeio no Jardim Exótico de Mônaco. Mas, para quem se interessar, clique aqui para obter mais informações sobre a atração.
Existe uma trilha que liga a parte baixa até a parte alta de Èze que se chama “Chemin de Nietzsche”, em homenagem ao filósofo que escreveu os trechos de um livro ali. Para subir, noventa minutos. Para descer, cinquenta minutos. O grau de dificuldade é médio.
Igreja de Notre-Dame de l’Assomption d’Èze.
Ainda fizemos outra refeição no vilarejo no final da tarde, no retaurante LE PINOCCHIO. A comida é ótima, o ambiente é agradável, o preço é justo, porém, o atendimento deixou um pouco a desejar. A localização é fácil, está na entrada de Èze, e foi por tal razão que o escolhemos.
Desde que comecei com as pesquisas sobre Èze, imaginei que o vilarejo me fascinaria. E ainda assim eu fui surpreendida!
Èze é uma raridade, e eu adoro destinos que fogem um pouco do óbvio, é inexplicável o quanto os vilarejos me encantam, as flores, as luminárias, cada detalhe. Ah, Èze… Que um dia eu possa voltar e permanecer aí por mais tempo.
Para quem vai de carro até Èze: tem um estacionamento na entrada do vilarejo (carros não entram no local). As vistas panorâmicas do trajeto são lindas.
Os acessos de transportes públicos até o vilarejo também são fáceis.
Três cidades da Riviera Francesa também estavam no roteiro, mas infelizmente não conseguimos conhecê-las como gostaríamos.
Saint-Tropez (100 km de Nice)
Cannes (35 km de Nice)
Menton (30 km de Nice)
As três cidades estão na lista dos lugares para conhecermos quando retornarmos à região.
Na próxima semana disponibilizarei um post sobre Mônaco. Até lá!
Este texto é a introdução de uma viagem que fizemos na região da Provença (em francês: Provence-Alpes-Côte d’Azur), no sul da França.
Abaixo está o roteiro com informações não detalhadas sobre os destinos que escolhemos, mas nas semanas a seguir serão publicados os textos sobre os locais que visitamos com mais detalhes.
Nos hospedamos em duas cidades, Nice e Marselha, de onde partimos para os demais locais.
O objetivo da viagem foi de aproveitar as praias das regiões.
Passeios com atrações culturais não estão inclusos no roteiro.
Dia 1 (10/08): Saída às 02:30 da Bélgica. Chegamos às 16:00 em Nice e reservamos a tarde do primeiro dia para descansar. À noite, caminhamos pelo calçadão após o jantar.
Dia 2 (11/08): Começamos o dia na Baie des fourmis, em Beaulieu-sur-Mer, caminhamos pela Promenade Maurice Rouvier até a Plage cros dei pin de Saint-Jean-Cap-Ferrat, seguimos para a Plage des marinières, em Villefranche-sur-Mer, visitamos a colina do castelo de Nice e passamos a tarde na praia (Ruhl Plage – Nice).
Dia 3 (12/08): Visitamos um dos vilarejos mais apaixonantes da região: Èze, e também Mônaco.
Dia 4 (13/08): O dia amanheceu nublado, e começamos pela Place Massena de Nice. Mesmo assim, seguimos com o plano de visitar Cannes, mas não conseguimos aproveitar a cidade por causa do clima, então decidimos voltar pelo percurso que possibilita vistas panorâmicas das praias, mas sem parar. Para compensar o dia, jantamos no restaurante que mais nos conquistou durante a viagem.
Dia 5 (14/08): Partimos de Nice para Marselha, parando um pouco para conhecer uma das praias de Saint-Tropez. Ao entardecer, caminhamos no centro de Marselha.
Dia 7 (16/08): Ilha de Porquerolles a partir de Hyères.
Dia 8 (17/08): Retorno.
Foi pesquisando sobre o roteiro que faríamos que comecei me encantar pela França (afinal, o país é muitooo além de Paris… ehehe). E hoje, após ter visitado os lugares que mencionei acima, confesso que o país me conquistou como eu jamais imaginei que aconteceria.
Para quem, como nós, pretende ir de carro a partir da Bélgica: na ida levamos treze horas e trinta minutos em 1220 km para chegar em Nice e retornamos de Marseille em doze horas para 1070 km até a Bélgica. Na ida foi tudo conforme o que planejamos, mas na volta saímos de Marseille por volta das 16:00 e a quantidade de carros nas estradas gerando lentidão impactou bastante.
Quilometragem total (incluindo os passeios nas cidades): 3100.
Pedágio: € 226,70 para atravessar a França de ponta a ponta com estradas bem estruturadas. As áreas que beiram as estradas possuem banheiros e locais para quem quiser lanchar também com estrutura.
Banheiros
Informações úteis:
Clima (agosto 2018): calor e dias ensolarados durante o dia (e de noite também, ehehe) – afinal, o pôr do sol acontece às 20:30. Temperaturas dos locais por onde passamos começam e encerram entre 20°C e 25°C na época, ultrapassando 30°C à tarde.
Chegamos em Los Angeles… (para ler o artigo sobre a nossa lua de mel na Polinésia Francesa, clique aqui).
A cidade de Los Angeles localiza-se no estado da Califórnia – Estados Unidos. É conhecida como a capital mundial do entretenimento, o que contribui para que artistas busquem por residência na cidade.
Aproveitamos a conexão em LA para visitarmos algumas das atrações turísticas da cidade.
A Polinésia Francesa faz parte do território ultramarino da França e é formada por cinco arquipélagos que incluem 118 ilhas. Papeete é a capital da PF e fica no Tahiti – Oceano Pacífico -, e é lá que se encontra o único aeroporto internacional do país: Aeroporto Internacional de Faa’a (PPT).
Particularmente, não acredito que existam períodos “inapropriados” para viajar para a Polinésia Francesa, porém, no período entre os meses de novembro e maio as possibilidades de chuvas são maiores, então é considerado um risco. Nós viajamos em novembro de 2015 e na primeira manhã em Bora Bora acordamos com um pouco de chuva, que logo passou.
A Polinésia Francesa foi o destino escolhido por mim e pelo meu marido para a nossa lua de mel por ser um lugar paradisíaco que reúne tudo o que buscávamos: tranquilidade, mar, montanha, belezas naturais e que inspira o romantismo.
Cerca de três anos antes de nos casarmos já tínhamos pesquisado sobre alguns destinos: Maldivas, Seychelles, Mauritius, Bali e Polinésia Francesa. Porém, foi apenas um ano antes de nos casarmos que concluímos que a Polinésia Francesa seria (e foi!) o destino ideal-e-perfeito para nós. Decididos, começamos com as buscas: passagens, hospedagens, passeios e demais gastos nas ilhas.
Como chegar na Polinésia Francesa: optamos via Los Angeles. Com as milhas do cartão de crédito não tivemos despesas com as passagens até Los Angeles (Delta Airlines), pagando apenas as passagens de LAX – PPT via Air France. Os voos para a Polinésia Francesa permitem bagagem de 23 quilos + a bagagem de mão. Devido aos horários dos voos para Papeete (a decolagem é sempre às 23:55), passamos o dia descansando em um hotel nas proximidades do aeroporto de Los Angeles, pois chegamos lá por volta de 11:00. Algo que eu achei legal durante o voo para a Polinésia Francesa: não lembro exatamente em que momento, mas as comissárias de bordo trocam os trajes da companhia por trajes um pouco mais tropicas e acessórios com pérolas negras para entrar no clima.
Hospedagens: Moorea e Bora Bora + uma noite no Tahiti (retorno), devido aos horários dos voos. Com indicação, meu marido entrou em contato com uma agência de turismo do Tahiti – “e-Tahiti” – que nos apresentou as opções de hospedagens e de passeios nas ilhas que queríamos visitar, e então escolhemos o que mais nos interessava.
Chegando em Papeete (14.11.2015): clique aqui para assistir.