Este é um dos artigos sobre uma viagem de duas semanas pela Itália. Recomendo a leitura do que já publiquei anteriormente para acompanhar/entender o roteiro da viagem.
Depois de visitarmos a Toscana, seguimos rumo à Veneza.
Como na cidade não entram veículos, deixamos o carro no estacionamento AUTORIMESSA COMUNALE.
Veneza entrou no roteiro com o objetivo de levarmos a Mel para passear de gôndola. Afinal, em menos de vinte e quatro horas na cidade não seria possível fazer tudo o que gostaríamos por vontade, de visitar todos os lugares que gostaríamos com calma.
E concluímos com sucesso nosso objetivo.
Conseguimos também passear na região mais central e ir a um restaurante (Taverna Scalinetto).
Quem sabe no futuro teremos a oportunidade de visitar a cidade com mais calma para desfrutar das atrações que Veneza tem a oferecer.
Na semana que vem comentarei sobre nossa visita à Sirmione.
Annecy tem charme, lago, montanha, castelo, flores enfeitando as pontes do centro, onde estão as ruelas bem pequenininhas com restaurantes que organizam mesas e cadeiras do lado de fora, é tudo tão encantador. A arquitetura e os canais que também contribuem para o cenário… Que lugar! Eu realmente me apaixonei por Annecy. Com certeza está entre os lugares que mais gostei de visitar na França (junto com os vilarejos da Alsácia e Èze).
Viajamos no período em que a situação da pandemia estava significativamente controlada na Europa. Como sempre, viajamos de carro por causa da nossa cachorrinha, totalizando cerca de nove horas na estrada (840 km).
A cidade está localizada perto de Chamonix, onde estivemos no inverno de 2019.
Annecy oferece diversos tipos de atividades para diversos tipos de perfis no que se refere à recreação, e existem possibilidades para aproveitar a região em todas as estações do ano. Nós fomos no mês de julho e aqui compartilharei um pouco da nossa visita à capital do departamento de Haute-Savoie durante o verão.
palais de l’île
Acordar bem cedo e pegar as ruas ainda vazias é algo que eu aprecio muito (em todas as viagens que faço). Período do dia em que é mais fácil observar os detalhes porque tudo ainda permanece tranquilo, sentir a calmaria da manhã, admirar a beleza do lugar, ouvir o som dos animais, enfim, aproveitar sem tantos estímulos/distrações.
O Palais de l’Île fica no centro histórico e é um dos principais cartões portais de Annecy, sendo considerado o local mais visitado da cidade e um dos prédios mais fotografados da França. O edifício foi construído a partir do XII acima de uma ilhota natural que fica no meio do canal. Inicialmente, e nos séculos a seguir, foi utilizado como como uma prisão, mas também já abrigou um tribunal para o palácio da justiça, já foi lar de idosos, quartel, armazém, sala de ginástica, escola de desenho para operários da construção, e desde o século XVIII, a tarefa de exercer funções administrativas foi atribuída ao edifício. Foi alterado no decorrer dos séculos, restaurado e reparado. Atualmente, o edifício abriga um museu com exposições temporárias e conta sobre a história da cidade, e ainda é possível visitar os ambientes que eram utilizados como celas.
O canal que atravessa o centro histórico da cidade, com, aproximadamente, 3,5 km de extensão, é chamado de Le Thiou.
Uma delícia se perder pelo centro histórico da cidade e identificar a atmosfera. Muitos restaurantes, cafés e sorveterias estão espalhados por ali. Passear entre as ruelas de Annecy é uma experiência que vale a pena ser vivida.
Musée-Château d’Annecy
Atualmente, o castelo de Annecy abriga um museu com exposições que resumem a história da cidade, mas também exibe temas como história natural, arte contemporânea, arqueologia, etnologia, artes plásticas e filmes de animação, além de abrigar o Observatoire Régional des Lacs Alpins, (em português, Observatório Regional dos Lagos Alpinos).
Está localizado no alto de uma colina que fica no centro histórico de Annecy.
Desde o século XIII, já foi habitado por condes e duques de Genebra, foi um quartel durante a ocupação espanhola no final do século XVII, abrigou os exércitos republicanos e os exércitos imperiais até a Segunda Guerra Mundial e ainda foi invadido por pessoas sem lar, até que, em 1953, a administração de Annecy comprou o prédio para fazer as restaurações e as reparações que eram necessárias para que o prédio fosse transformado em museu.
Nós não visitamos o museu, nos contentamos apenas com o pátio do castelo, de onde é possível observar a vista panorâmica da cidade e do lago.
Para mais informações sobre o Musée-Château d’Annecy, clique aqui.
Outros castelos na região: Château de Menthon-Saint-Bernard, Château de Duingt, Château de Thorens e Château de Montrottier.
Ainda no que se refere à história, vale mencionar as cinco torres sineiras de Annecy como atrações (religiosas): Basilique de l’Ordre de la Visitation, l’Église Notre-Dame-de-Liesse, l’Église Saint-Maurice, l’Église Saint-François de Sales e Cathédrale Saint-Pierre.
Várias atrações que a cidade oferece estão ao redor do lago, então vou compartilhar o que nós fizemos por ali.
O lago de Annecy é considerado o lago mais puro da Europa. Água cristalina em tons de verde e azul que variam dependendo da região, mais as montanhas que o cercam, fazem dele um cenário onde a tranquilidade reina. Foi originado após o degelo dos glaciares alpinos há cerca de 18.000 anos. Eu me apaixonei por Annecy especialmente pela beleza natural que compõe a cidade.
Construída em 1907, a Pont des Amours fica entre Le Pâquier e Les Jardins de l’Europe. Vale a pena parar, observar e fotografar ambos os lados da ponte, afinal, de um lado está o lago com as montanhas, do outro, o Canal du Vassé com água cristalina, cisnes, árvores, barcos e bancos para relaxar.
canal du vassé
É considerável planejar um piquenique nas redondezas no fim do dia durante o verão, ou apenas sentar e apreciar a paisagem.
Passeio de barco
Alugamos um barco para passear no lago de Annecy e levamos a Mel conosco. Foi uma delícia! A Mel aproveitou como nunca o vento no rosto, e nós também curtimos!
O tipo de embarcação que nós alugamos não exige habilitação.
Além de nadar nos locais que são permitidos (praias), também é possível passear no lago de kayak, stand up paddle, catamarã, bote, canoa, windsurf e pedalinho, além de mergulho. Ainda existe a possibilidade de prática de esqui aquático, wakeboard ou wakesurf.
De bicicleta, percorremos parte da ciclovia que acompanha a margem do lago de Annecy sem destino, apenas apreciando a beleza do lugar.
Paramos na praia de Saint-Jorioz e permanecemos ali por algum tempo, já que encontramos a sombra de uma árvore. É um dos locais onde é permitido nadar, então tinha bastante gente carregando um monte de coisa para passar o dia ali. Voltamos pelo mesmo caminho. Aproximadamente, 10 km para ir e 10 km para voltar, com cerca de trinta minutos para cada trajeto.
Para dar a volta no lago de bicicleta são 40 km.
Existem outros circuitos, menores ou maiores, para andar de bicicleta.
Caminhada nas montanhas também é um passeio bastante comum e possibilita vistas panorâmicas incríveis.
Nós não fizemos caminhadas, mas fomos até uma das montanhas ao redor de Annecy para contemplar um pôr do sol espetacular com a vista panorâmica do lago de Annecy.
Col de la Forclaz
Para chegar até lá: 74210 Montmin. Utilizamos o gps para chegar até o escritório de informações do local, e então estacionamos ali. A partir daí é subir as ladeiras caminhando (pela rua Chemin Rural dit de la Forclaz) ou se direcionar até a concentração de parapente (paragliding), pois a prática do esporte é bastante procurada na região e ali é um dos pontos que os profissionais decolam (por lazer ou trabalhando).
Se você estiver planejando visitar Annecy, recomendo imensamente que você considere uma visita à Col de la Forclaz durante o pôr do sol porque é simplesmente incrível (se for o tipo de passeio que te interessa).
Além de Annecy, visitamos o parque Les Gorges du Fier (aproximadamente, 15 km de distância).
O local é bem bonito, mas foi diferente do que eu esperava porque o nível da água estava baixo, porém, super válido. As estruturas para caminhar entre as montanhas é incrível. Tem estacionamento, lanchonete e banheiro na entrada do acesso ao parque.
Também tem um castelo, mas optamos por não ir até lá por causa do calor, já que o acesso era através de escada.
Indo para Les Gorges du Fier ainda encontramos um campo de girassóis.
Annecy me encantou, inicialmente, através das fotos que vi no Instagram, e me conquistou completamente com seu pitoresco centro histórico e a maravilhosa beleza natural que tanto contribui para que seja tão cênica, e não posso deixar de mencionar a comida que também me agradou.
Não foi uma viagem planejada, não teve pesquisa, não teve roteiro, teve apenas a vontade de aproveitar, foi decidida de última hora e foi surpreendente.
Existem algumas atrações turísticas interessantes, mas só de caminhar entre as ruas do centro histórico e apreciar sua beleza natural já faz a visita valer a pena.
Vontade de voltar em todas as estações e aproveitar cada uma, porém, confesso que acredito que o verão deve ser a melhor época.
Hospedagem
Optamos pelo Mercure Annecy Centre Hotel por ser pet friendly e atender o que buscávamos. A localização do hotel é ótima, fica perto do centro e permitiu que fizéssemos tudo a pé em Annecy.
Alimentação
Todas as opções que mencionarei têm disponibilidade de mesas e cadeiras do lado de fora, ao ar livre na calçada.
Para variar, não fotografei! Mas posso garantir que vale a pena visitar o local para desfrutar de um dos sanduíches que são oferecidos durante café da manhã ou brunch porque a comida é ótima. Altamente recomendado!
Outra opção para café da manhã ou brunch que experimentamos e também recomendo. Pedimos uma das opções de menu; vem o que está nas fotos e serve duas pessoas perfeitamente bem, mas não lembro se as bebidas estavam inclusas. Reservar antecipadamente.
A massa é deliciosa e os ingredientes contribuem para que o conjunto seja fácil de saborear. Sem dúvidas, uma das pizzas mais gostosas que já tive o prazer de comer. Preço justo. Ambiente agradável. Super recomendo!
Nada excepcional, mas a comida com foco em culinária italiana é boa. Em frente ao restaurante fica a lousa com recomendações dos pratos que são oferecidos no dia para complementar o cardápio com poucas opções. Boa surpresa!
Nas fotos, filé de robalo com molho de vinagrete (tomate, cebola, azeitona e ervas) e purê de batatas por baixo, e moelleux au chocolate de sobremesa. Ambos deliciosos!
Para conhecer o centro de Annecy, fizemos tudo a pé.
No dia que fomos até Les Gorges du Fier e Col de la Forclaz para ver o lago de cima e o pôr do sol da montanha, fomos de carro. Como citado anteriormente, também utilizamos barco e bicicleta para explorar a região.
Informações úteis:
Clima: durante os dias que estivemos na região (17.07.2020 a 20.07.2020), as temperaturas permaneceram entre 15°C a 30°C. Dias ensolarados, e o pôr do sol acontecia por volta das 21:10.
Moeda: euro.
Idioma: francês.
Tomada:
Para acessar o site oficial do escritório de turismo de Annecy, clique aqui.
Este é um dos textos sobre uma viagem pela Suíça. Recomento a leitura do que já publiquei anteriormente para acompanhar/entender a viagem como um todo.
Hoje comentarei sobre os lagos que conhecemos na região de Flims (Graubünden), uma das cidades onde nos hospedamos.
Os lagos ficam próximos e é possível caminhar de um para o outro.
Caumasee
A trilha para chegar até o lago é fácil. O funicular não estava em funcionamento por causa da época, então chegamos até o lago caminhando um pouco mais.
caumasee
caumasee
Apreciamos a beleza do local e fotografamos o cenário durante a caminhada para dar a volta no lago. Lindo demais! Mesmo em um dia nublado que não favoreceu o que fotografamos.
Crestasee
Chegamos ali já no final da tarde e permanecemos sozinhos. Até apareceram mais pessoas que provavelmente moram na região e estavam passeando com seus cães.
A Mel aproveitou… correu, cheirou os cantos do parque e aproveitamos para tirar fotos dela. Sentimos que ela adorou o passeio porque em nenhum momento ela pediu por colo (ela sempre pede nas cidades por onde passeamos depois de poucos minutos).
O cenário do Crestasse é maravilhoso, parece que foi produzido para ser fotografado.
Não pagamos nada para entrar na área dos lagos, mas durante o verão pode ser cobrado. Existem restaurantes na área de ambos que também funcionam apenas no verão, assim como a prática de esportes na água. Estacionamentos na entrada de ambos e transporte público com fácil acesso. Permitido nadar.
Quem quiser compartilhar mais informações ou perguntar algo, é só comentar.
Este texto é a introdução de uma viagem que fizemos para a Suíça.
A beleza da Suíça é surpreendente. A natureza foi generosa com o país com as montanhas e lagos/canais que atravessam a região de ponta a ponta praticamente.
O objeto da viagem foi justamente de estar em contato com a natureza, então não fizemos passeios para as atrações turísticas no que se refere à história.
Estivemos na Suíça em novembro de 2019, quando completamos quatro anos de casamento. Era outono, e as paisagens estavam tipicamente outonais: folhas das árvores em tons de amarelo, laranja, vermelho, marrom, dependendo da árvore, e nas montanhas já tinha um pouco de neve. Tudo como imaginávamos que seria.
Nos hospedamos em dois lugares, de onde partimos para conhecer o que queríamos de cada região (e um pouco mais distante também): Flims e Lucerna.
Para utilizar as estradas da Suíça, é obrigatório o uso do vignette (é um adesivo/pedágio que tem um custo, variando de país para país, e que precisa ser colado no vidro frontal do carro). Na fronteira tinham policiais questionando tudo o que é questionado em qualquer posto de imigração, e compramos o vignette diretamente ali (40,00 CHF, equivalente a € 36,50). Na região de Basel, paramos para comprar um chip de celular com internet para nos auxiliar na Suíça, que é parte do Espaço Schengen, mas não é membro da União Europeia, então lá os nossos não funcionam. Para quem interessar, foi na loja Mobile Zone – Grüssenweg 10, 4133 Pratteln.
Para quem não sabe, só viajamos de carro pela Europa e a explicação está no texto “Viajando de carro pela Europa”. Eu nunca fiz viagem de avião ou de trem por aqui.
Para ir: da Bélgica (Oost-Vlaanderen) até Flims foram cerca de 900 km e mais de dez horas na rodovia.
Para voltar: a partir de Lucerna foram oito horas até a Bélgica (Oost-Vlaanderen) em 700 km.
Durante o mês de novembro, atrações nas montanhas e com acesso a alguns dos lagos mais bonitos do país permanecem fechadas, pois é época em que começam os preparativos para a temporada de inverno, então, apenas adiamos o passeio em tais lugares.
Abaixo está o roteiro com informações não detalhadas sobre os destinos que escolhemos, mas nas semanas a seguir serão publicados os textos sobre os locais que visitamos com mais detalhes.
vista do quarto para o Lago Vierwaldstättersee / Lucerna
Entre Flims e Lucerna são 160km pela estrada.
Locomoção
Utilizamos o carro para a locomoção até os destinos. Uma das viagens que mais gostei de fazer de carro por tudo o que é proporcionado aos olhos. Eu não sabia que existiam taaantos túneis na Suíça!
Informações úteis:
Clima em novembro 2019: fez sol, choveu, nevou, ventou, aconteceu de tudo durante os dias que estivemos na Suíça. O sol apareceu, mas os dias permaneceram nublados em maioria. Temperaturas dos locais por onde passamos variaram entre -1°C e +10°C na época.
Moeda: franco suíço – CHF.
Idioma: alemão na região em que estivemos, mas na Suíça o francês e o italiano também são idiomas oficiais. Assim como na Bélgica, o inglês é compreendido e falado pela maioria da população.
Seguirei o roteiro que fizemos durante a viagem, portanto, a publicação de hoje inclui passagem por Hallstatt até Munique, de onde partimos para conhecer atrações de Dachau e Füssen.
De Viena para Munique tivemos o privilégio de ver lugares incríveis, pois além de Hallstatt, os vilarejos por onde passamos durante o trajeto são tão encantadores quanto o próprio, com lagos, com montanhas, além do ambiente que parece de contos de fadas. Adorável surpresa! (apesar de Hallstatt já estar na lista de lugares para conhecer há tempos)
O vilarejo localizado nos alpes da Áustria foi considerado Patrimônio Mundial pela UNESCO em 1997 e é um dos lugares mais incríveis que já conhecemos até hoje. Foram apenas quatro horas ali, o suficiente para desejar voltar e permanecer por pelo menos uma semana de cada estação.
Durante o tempo que permanecemos na cidade, caminhamos um pouco no centro e subimos até uma plataforma que fica a 360 metros de altura para observar a beleza de Hallstatt.
… e a Mel foi conosco!
Optamos por almoçar no restaurante que fica na plataforma: o Rudolfsturm.
do restaurante
Para mais informações sobre a atração, clique aqui.
Depois, seguimos com o percurso para Munique, capital do estado da Baviera (em alemão: Bayern) e a terceira cidade mais populosa da Alemanha. É a sede de um dos festivais mais tradicionais do mundo: a Oktoberfest.
Marienplatz e Neues Rathaus
Não conhecemos muito a cidade em si, pois chegamos tarde no primeiro dia e nos demais já tínhamos programado de conhecer os castelos de Füssen e um campo de concentração localizado em Dachau.
No dia em que chegamos, conhecemos a tradicional Cervejaria Hofbräuhaus que oferece um cardápio com pratos típicos da região.
Caminhamos pela região central e eu não fotografei… acontece!
Castelos: Hohenschwangau e Neuschwanstein
Estão entre as atrações turísticas mais visitadas do país, e por tal razão, é recomendável a compra antecipada dos bilhetes através da internet para não perder tempo.
O único dia em que a temperatura estava agradável para passeio, no entanto, também choveu e por isso não conseguimos explorar tudo o que gostaríamos. Porém, o clima contribuiu para que a atmosfera do local parecesse ainda mais de um conto de fadas por causa da neblina, mas imagino que o passeio seja incrível independente da estação.
Nas áreas internas dos castelos é proibido fotografar.
Para chegar até lá, pegamos um trem com saída de München Hauptbahnhof até Füssen, totalizando duas horas de viagem. Valor: 28,00 €. Compramos os tickets antecipadamente para garantir o embarque no horário desejado por nós, mas também é possível comprar na estação antes do embarque se ainda existir disponibilidade no trem. Desembarcando em Füssen, é necessário embarcar em um ônibus até o vilarejo em que os castelos estão localizados.
A região em que os castelos estão localizados possui restaurantes para fazer refeições, inclusive, também abriga hotéis para quem desejar permanecer por mais tempo no local.
Schloss Hohenschwangau
Localizado em um vilarejo chamado Schwangau, o Schloss Hohenschwangau é um pouco ofuscado pela beleza do famoso castelo dos contos de fadas localizado também nos arredores, mas é indispensável a visita para conhecê-lo e se aproximar um pouco mais da história.
A pedido de Maximilian II, o castelo foi construído entre 1833 e 1837. Era usado como residência de verão da família, composta por Maximilian II, a esposa Marie (Friederike Franziska Hedwig) von Preußen e mais dois filhos, Ludwig e Otto.
Após a morte do Rei Maximilian II, em 1864, Ludwig assumiu o trono quando estava com dezoito anos de idade e decidiu que queria um castelo para si na região. Arquivos indicam que ele era introvertido, amante das artes e fascinado por projetos arquitetônicos extravagantes. Ele era conhecido como o rei louco por ser diferente dos governantes da sua época.
O rei foi nomeado como Ludwig II. Manteve amizades que podem ser consideras íntimas com homens e fez anotações em diários sobre pensamentos e as tentativas de reprimir desejos sexuais e permanecer fiel à sua fé. Os documentos originais foram perdidos durante a Segunda Guerra Mundial, restando apenas as cópias das anotações que foram feitas durante a conspiração para sua destituição, além das cartas que sugerem a possibilidade de que o rei era homossexual e que lutou contra a condição durante a vida.
Mais dois palácios na região também foram construídos por ordens de Ludwig II, Schloss Herrenchiemsee e Schloss Linderhof, ambos na Baviera. Como o rei investiu as rendas da monarquia e fez empréstimos bancários para a realização de tais projetos, além de não demonstrar interesses em desempenhar a função de chefe de estado como esperado, os ministros e o ministério usaram o que puderam para declará-lo como mentalmente incapaz e afastá-lo do título, e após funcionários do castelo relatarem comportamentos bizarros do rei, os ministros conseguiram a destituição de Ludwig II após um relatório médico ser assinado por quatro psiquiatras que nunca examinaram o rei.
No interior do Schloss Hohenschwangau está a luneta por onde o rei Ludwig II observava a construção do seu sonhado Schloss Neuschwanstein.
A visita só é realizada com um guia, que explica um pouco sobre a construção do castelo e relata sobre a vida da família conforme percorre o caminho entre as salas que possuem detalhes originais da construção, mobílias e objetos pessoais em exposição.
É um dos principais cartões-portais do país e está entre as atrações turísticas mais fotografadas da Alemanha.
A base para o projeto do Schloss Neuschwanstein é de um projetista que trabalhava com cenários teatrais conhecido como Christian Jank. O castelo foi construído entre 1869 e 1886.
O interior do castelo é composto por materiais modernos e é tecnologicamente ousado para a época em que foi construído. As obras de algumas das salas foram inspiradas no trabalho de Richard Wagner, a quem o rei Ludwig II dedicou o castelo. Cisnes também estão entre os temas da decoração.
Após a morte de Ludwig II, a construção do Schloss Neuschwanstein foi interrompida e alguns dos ambientes permaneceram como estavam ou foram concluídos rapidamente de forma bem mais simplificada do projeto para que o castelo se tornasse uma atração turística e gerasse renda para o país. Ou seja, o rei que tanto desejou o Schloss Neuschwanstein não conseguiu vê-lo finalizado. A morte do rei ainda é misteriosa, pois apesar do registro oficial de que a morte foi causada por afogamento, a autópsia indicou a ausência de líquidos em seus pulmões. Existem outras versões/teorias sobre sua morte, mas sem comprovações. O corpo de Ludwig II foi encontrado no dia 13 de junho de 1886 no Lago Starnberger, junto com o corpo de um dos psiquiatras que assinaram o relatório médico declarando a sua incapacidade mental, Dr. Gudden, após eles saírem para caminhar em um passeio pelo bosque.
A beleza do Castelo de Neuschwanstein foi a inspiração para Walt Disney criar o castelo da Cinderela localizado no parque Magic Kingdom em Orlando.
Para chegar até o castelo existe a opção de caminhar (e aqui vale ressaltar que você subirá e descerá algumas escadas e que estará sempre em declínio) ou ir de ônibus (no inverno, não circulam nos dias em que as ruas ficam escorregadias e quando neva).
Atualmente, os projetos arquitetônicos solicitados por Ludwig II e sua família geram rendas para a Alemanha.
É comum a exploração de animais em nome do turismo na região, como, por exemplo, cavalos puxando charretes. Não patrocine! Não apoie. Não incentive. Não fotografe porque acredita que é bonito. É cruel!
A cidade de Dachau abrigou o primeiro campo de concentração construído pelos nazistas, em 1933, projetado por Theodor Eicke. O local abrigou pessoas de mais de trinta países e a partir de 1941 foi utilizado para exterminar em torno de trinta mil pessoas.
“ARBEIT MACHT FREI” – tradução: O trabalho liberta.
Se tem algo que me causa indignação/chateação é a demonstração de intolerância, então para mim foi um tanto quanto angustiante estar em um lugar carregado de sofrimento por causa do ódio, é terrível se aproximar um pouco mais do que foi a realidade e imaginar o que o ser humano é capaz de fazer, do terror que era estar ali. Os arquivos expõem o ódio, a crueldade, a tortura, é chocante… (e a sensação foi pior ainda quando percebi lágrimas no rosto das pessoas com alguém da família que passou por ali).
Mais tocante que a visita ao bunker Berliner Unterwelten, em Berlim.
Para chegar lá, pegamos o trem com partida da estação principal da cidade, München Hauptbahnhof. É possível comprar as passagens para a região em conjunto com os tickets para acessar o transporte público de Munique.
Disponibilidade de áudio-guia em português para acompanhar a visitação.
Utilizamos o transporte público para a locomoção na cidade e ao redor.
Informações úteis
Clima (agosto 2017): temperaturas entre 17°C e 25°C.
Moeda: euro.
Idioma: alemão.
Importante: Comprar antecipadamente tickets para as atrações turísticas sempre que possível. Ter dinheiro em espécie para o pagamento em restaurantes, pois a maioria dos estabelecimentos não aceita cartões (débito ou crédito).
Este texto é a introdução de uma viagem que fizemos em agosto de 2017.
A razão pela qual viajamos apenas de carro pela Europa é a Mel, nossa cachorrinha. Ela é idosa e eu não cogito a possibilidade de colocá-la em caixa/bolsa de transporte para que ela fique ali por horas, pois eu sei que é estressante para ela.
Partimos da Bélgica (Oost-Vlaanderen) para Berlim, Praga, Viena, Hallstatt e Munique.
Sobre o trajeto: partimos para Berlim em torno das 04:00 e chegamos lá 12:00, com uma parada na estrada e obras nas rodovias da Alemanha. De Berlim até Praga, a viagem durou em torno de quatro horas. De Praga até Viena, a viagem durou em torno de cinco horas. Saindo de Viena, paramos depois de três horas em um vilarejo chamado Hallstatt, pois eu já tinha pesquisado sobre o lugar e queria conhecer, mas permanecemos por lá apenas para o almoço e em seguida já retornamos com a viagem de mais três horas até Munique. Retornando, de Munique até onde moramos foram oito horas.
Atenção: para automóveis é obrigatório o uso do vignette (é um adesivo que tem um custo, variando de país para país, e que precisa ser colado no vidro frontal do carro) tanto na Tchéquia quanto na Áustria. A não utilização do vignette gera multa.
Na Alemanha, obras nas estradas ocasionaram bastante lentidão. A Autobahn é conhecida por não ter limite de velocidade para automóveis de determinadas classes, no entanto, existem trechos em que a velocidade é controlada por razões de obras, por serem áreas urbanizadas ou que possibilitam o risco à acidentes, além do mau tempo. As placas de sinalização indicam sobre onde é necessário manter o limite de velocidade.
É indispensável viajar com gps e aparelho com acesso à internet para ter auxílio.
Antes da viagem é importante verificar onde existem postos de combustíveis e estabelecimentos para alimentação, e ainda locais para a utilização de banheiro, que tem custo em todos os lugares por onde passamos.
Acompanhe o blog durante as semanas a seguir para acompanhar o que fizemos em cada lugar que visitamos.
A primeira preocupação que surgiu antes mesmo de definirmos que mudaríamos para a Bélgica foi: “como levar a minha fiel e amada cãopanheira em segurança”. Jamais pensei em deixá-la.
Knokke-Heist | Bélgica
Na época, ela estava com 15 anos de idade. Teve complicações em relação à saúde cinco meses antes da viagem, quando foi diagnosticada com encefalite idiopática e tomou corticoides para a recuperação até um mês antes da viagem.
A Mel não veio comigo.
Eu precisei embarcar na data “X” e não tinha o tempo para que ela embarcasse junto. Cogitei a hipótese de voltar para buscá-la, mas aí pensei no quanto seria estressante para ela ter que permanecer em uma bolsa desconfortavelmente, isso se a permitissem na cabine, pois apesar de ela ter o peso permitido para viajar na cabine de qualquer companhia aérea europeia, ela não ficava de pé confortavelmente dentro da bolsa, e as companhias aéreas exigem isso. Pesquisei bastante e entrei em contato com pessoas que já tinham viajado com os cães em situações parecidas, mas ainda assim comecei a pensar em alternativas para transportá-la.
Até que em uma das conversas entre meu marido e colegas que já moravam na Bélgica, ele recebeu a recomendação de uma pessoa que trabalha com o transporte de animais de estimação de um país para outro. LIVREMENTE! Como se fosse um cão de assistência que pode embarcar solto na cabine.
Entrei em contato com o profissional e conversamos por alguns dias até eu aceitar que era o melhor para ela, e então contratá-lo, mesmo com as angústias de como seria não estar com ela em uma situação tão diferente de tudo o que ela já tinha vivido.
Ela chegou bem e um pouco assustada, o que eu já imaginava, afinal, a circulação de muitas pessoas nos aeroportos, sons, cheiros, enfim, tudo tão diferente e ainda sem alguém da família com ela, mas o importante é que a viagem foi como o esperado.
A pessoa que contratei trabalha com o transporte de cães e gatos há mais de vinte anos e atualmente usa as redes sociais pessoais (privadas) para divulgar os trabalhos aos contratantes, além de manter contato via WhatsApp e informar a situação do animal em tempo real através de imagens.
Sei que existem empresas que também se responsabilizam pelo transporte do animal, mas na carga de animais vivos e esta é uma hipótese que eu nunca cogitei.
Não existem voos que partem diretamente do Brasil para a Bélgica, portanto é necessário fazer uma escala já na Europa. A Mel fez escala na Espanha.
Aqui, a Mel vive bem e sinceramente acredito que o clima contribuiu demais para a saúde dela, especialmente para a respiração. Visita a médica veterinária regularmente e apesar de estar com a visão dos dois olhos comprometida em razão da idade, os resultados dos exames comprovam que ela é sadia além do que é esperado para a idade.
Na Bélgica (e na Europa) os cães são bem-vindos em muitos lugares e por isso ela sempre viaja conosco, se hospeda em hotéis, se for necessário também utiliza o transporte público com a gente e já foi até em restaurantes.
No bonde elétrico em Berlim
Praga – República Tcheca
Flims – Suíça
Abaixo, seguem as instruções para transportar o seu pet.
Para realizar viagens internacionais com animais domésticos é necessário solicitar a emissão do Certificado Veterinário Internacional (CVI – documento que comprova a boa condição sanitária do pet para ingressar em outro país) ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA).
Os postos diplomáticos belgas no Brasil não são responsáveis para orientá-lo nessas questões.
Para transportar um animal de estimação para a Bélgica é necessário seguir rigorosamente as instruções das autoridades na seguinte ordem cronológica:
Primeiramente, procurar um médico veterinário de confiança.
Implantar um microchip (ISO 11784 e ISO 11785 – padrão internacional) de identificação no animal de estimação que será transportado. É seguro e não interfere no bem-estar e na saúde do pet.
Após, a vacina antirrábica deve ser aplicada por um médico veterinário regulamentado.
Independente de quando foi aplicada a vacina antirrábica pela última vez, é necessário aplicá-la após a implantação do microchip para que a informação seja atualizada.
É importante colar o selo com as informações da fabricação na carteira de vacinação do animal de estimação junto com a assinatura do médico veterinário responsável pela aplicação.
Vale ressaltar que a vacina antirrábica de campanha pública não é aceita.
30 dias após a aplicação da vacina antirrábica no animal, coletar o sangue para asorologia.
O animal não pode ter o sangue coletado antes de 30 dias.
Aqui começa a contagem regressiva de uma quarentena de 90 dias.
Encaminhar o material para um laboratório autorizado pela UE realizar o laudo.
Clique aqui para verificar quais são os laboratórios autorizados pela UE a realizar o laudo no Brasil.
O material deve ser analisado em até 3 dias depois da coleta. É importante que o médico veterinário entre em contato com o laboratório autorizado pela UE antes de encaminhar o material para obter corretamente as informações sobre os procedimentos que são necessários e os cuidados para não invalidar a amostra.
O nível dos anticorpos que neutralizam o vírus da raiva no organismo do animal de estimação deve ser igual ou superior a 0,5 Ul/ml. Se o exame indicar que a quantidade está inferior do que é exigido, será necessário repetir o processo.
O laudo da sorologia tem validade vitalícia desde a data da vacinação seja respeitada.
O médico veterinário precisa atestar a saúde do animal de estimação em documento.
O documento tem validade de 72 horas até a emissão do CZI, portanto, é importante solicitá-lo em até três dias antes do agendamento no Ministério (ou VIGIAGRO).
Apenas o documento original é aceito.
O site oficial do MAPA disponibiliza o modelo de documento a ser seguido.
O documento deve conter dados como nome, espécie, raça, sexo, cor, data de nascimento, idade, tipo de pelagem e o número de identificação do microchip do animal, e o que mais for solicitado, além da declaração do médico veterinário responsável que alegue que o animal foi examinado, com carimbo que contenha o registro no Conselho Federal de Medicina Veterinária + assinatura e data. O responsável pelo animal também deve ser identificado no documento.
Emissão do Certificado Veterinário Internacional – CVI
É necessário agendar (antecipadamente) entre 10 dias e 03 dias antes do embarque.
O animal de estimação não precisa ir junto.
Os locais que podem ser emitidos o CVI estão listados no site oficial do MAPA.
Para a emissão do CVI, levar os seguintes documentos: 1. comprovante de aplicação do microchip e os adesivos que contém o código; 2. carteira de vacinação que comprove que a vacina antirrábica está em dia; 3. laudo da sorologia com os anticorpos igual ou superior à 0,5 UI/ml; 4.duas cópias dos documentos citados anteriormente (itens 1, 2, 3); 5. certificado de saúde emitido pelo médico veterinário responsável; 6. requerimento para fiscalização de animais de companhia preenchido (clique aqui); 7. comprovante de embarque; 8. endereço de hospedagem/residência no país de destino.
O processo dura um pouco mais de quatro meses, portanto, é importante se programar.
E IMPORTANTE: verificar a disponibilidade na companhia aérea antecipadamente porque é limitado o número de animais domésticos por aeronave.
As informações estão sujeitas a alterações, portanto, atente-se ao site oficial do MAPA. Especialmente sobre os laboratórios que são autorizados para o exame no Brasil, pois infelizmente é comum que existam problemas com os mesmos e já aconteceu até mesmo de o país permanecer sem a licença e o material ter que ser encaminhado para outro país, tornando o processo um pouco mais burocrático.
E não se preocupe, o seu amor de quatro patas não precisará ficar para trás, basta seguir as instruções e optar por uma companhia aérea que respeite os animais que tudo correrá bem!
Caso você queira o contato da pessoa que transportou a minha Mel, fique à vontade para solicitar.
Este texto é a introdução de uma viagem que fizemos na região da Provença (em francês: Provence-Alpes-Côte d’Azur), no sul da França.
Abaixo está o roteiro com informações não detalhadas sobre os destinos que escolhemos, mas nas semanas a seguir serão publicados os textos sobre os locais que visitamos com mais detalhes.
Nos hospedamos em duas cidades, Nice e Marselha, de onde partimos para os demais locais.
O objetivo da viagem foi de aproveitar as praias das regiões.
Passeios com atrações culturais não estão inclusos no roteiro.
Dia 1 (10/08): Saída às 02:30 da Bélgica. Chegamos às 16:00 em Nice e reservamos a tarde do primeiro dia para descansar. À noite, caminhamos pelo calçadão após o jantar.
Dia 2 (11/08): Começamos o dia na Baie des fourmis, em Beaulieu-sur-Mer, caminhamos pela Promenade Maurice Rouvier até a Plage cros dei pin de Saint-Jean-Cap-Ferrat, seguimos para a Plage des marinières, em Villefranche-sur-Mer, visitamos a colina do castelo de Nice e passamos a tarde na praia (Ruhl Plage – Nice).
Dia 3 (12/08): Visitamos um dos vilarejos mais apaixonantes da região: Èze, e também Mônaco.
Dia 4 (13/08): O dia amanheceu nublado, e começamos pela Place Massena de Nice. Mesmo assim, seguimos com o plano de visitar Cannes, mas não conseguimos aproveitar a cidade por causa do clima, então decidimos voltar pelo percurso que possibilita vistas panorâmicas das praias, mas sem parar. Para compensar o dia, jantamos no restaurante que mais nos conquistou durante a viagem.
Dia 5 (14/08): Partimos de Nice para Marselha, parando um pouco para conhecer uma das praias de Saint-Tropez. Ao entardecer, caminhamos no centro de Marselha.
Dia 7 (16/08): Ilha de Porquerolles a partir de Hyères.
Dia 8 (17/08): Retorno.
Foi pesquisando sobre o roteiro que faríamos que comecei me encantar pela França (afinal, o país é muitooo além de Paris… ehehe). E hoje, após ter visitado os lugares que mencionei acima, confesso que o país me conquistou como eu jamais imaginei que aconteceria.
Para quem, como nós, pretende ir de carro a partir da Bélgica: na ida levamos treze horas e trinta minutos em 1220 km para chegar em Nice e retornamos de Marseille em doze horas para 1070 km até a Bélgica. Na ida foi tudo conforme o que planejamos, mas na volta saímos de Marseille por volta das 16:00 e a quantidade de carros nas estradas gerando lentidão impactou bastante.
Quilometragem total (incluindo os passeios nas cidades): 3100.
Pedágio: € 226,70 para atravessar a França de ponta a ponta com estradas bem estruturadas. As áreas que beiram as estradas possuem banheiros e locais para quem quiser lanchar também com estrutura.
Banheiros
Informações úteis:
Clima (agosto 2018): calor e dias ensolarados durante o dia (e de noite também, ehehe) – afinal, o pôr do sol acontece às 20:30. Temperaturas dos locais por onde passamos começam e encerram entre 20°C e 25°C na época, ultrapassando 30°C à tarde.