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Blogmas | dia 3 | Käthe Wohlfahrt

A tradicional Käthe Wohlfahrt é uma loja com artigos natalinos que foi fundada em Herrenberg (1964). A empresa foi para Rothenburg ob der Tauber em 1977. Lojas da rede também podem ser encontradas em outras cidades da Alemanha, em Brugge (Bélgica), em Riquewihr (França), em York (Inglaterra), em Stillwater (Estados Unidos) e em Barcelona (Espanha). Já durante o período dos mercados de Natal, barracas da Käthe Wohlfahrt chegam ao Canadá, mais cidades dos Estados Unidos, Japão, Itália, Áustria, Suíça, França, e é claro, mais cidades da Alemanha.

loja em Rothenburg ob der Tauber

Eu jamais poderia deixar de mencioná-la aqui durante o Blogmas.

Quando estive em Rothenburg ob der Tauber em 2019, fiquei até emocionada vendo tudo o que tinha loja… ahaha. Vontade de comprar tudooo! Mas… não é barato e alguns dos artigos natalinos são bem caros. Já compartilhei na publicação de ontem a minha coleção especial de enfeites para a árvore de Natal, onde mencionei o que compramos lá.

A empresa fabrica enfeites de vidro, madeira, estanho, latão, metal, vidro acrílico, enfeites cintilantes e com brilho, e bolas de todo tipo de material. Além dos enfeites, canecas como a minha, itens de todo tipo para decoração, árvore de natal, incensos, arcos de vela, pirâmides, presépios, caixas de música, itens de cozinha, enfim… um monte de coisa também é vendida na loja, inclusive online. Se você quiser saber mais, clique aqui.

Käthe Wohlfahrt

Algumas das coleções exclusivas da marca produzem peças que são feitas artesanalmente, contribuindo para que os preços sejam tão acima da média.

O museu da Käthe Wohlfahrt foi inaugurado em 2000, em Rothenburg ob der Tauber. Expõe, além das histórias que envolvem o Natal, diferentes tipos de decoração de Natal a partir do século XIX na Alemanha e como as peças são produzidas.

   História

Uma caixa de música que o casal fundador – Wilhelm e Käthe – trouxe de Stuttgart foi a base para a empresa Käthe Wohlfahrt após as celebrações do Natal em 1963, pois a peça fascinou a família de um oficial americano que era amigo da família Wohlfahrt durante a visita e contribuiu para que Wilhelm pensasse que a tal caixa de música seria ideal para presenteá-los.

Logo após o Natal, Wilhelm decidiu procurar mais exemplos da caixa de música como a sua, porém, todas as lojas já haviam retirado os artigos de Natal das prateleiras, e foi apenas em fevereiro de 1964 que ele encontrou um atacadista que vendia o que queria, porém, Wilhelm teve que comprar dez unidades porque ou era assim, ou nada. Então, ele deu uma caixa de música para a família de amigos, que ficaram extremamente felizes com o presente pós-natal e sugeriram que ele fosse de casa em casa no quartel americano para vender as demais, o que até então ia bem, até que ele foi preso porque a venda de porta em porta não era permitida. Entretanto, como os policiais também gostaram da caixa de música que ele carregava, recomendaram que ele tentasse vender os produtos para as esposas dos oficiais americanos nos bazares de caridade. A partir de então, o casal Wohlfahrt compareceu em todos os bazares de fim de semana até quando decidiram abrir a empresa da família.

Como Wilhelm Wohlfahrt também trabalhava para a empresa IBM na época, foi Käthe Wohlfahrt que deu o nome à empresa. Não demorou para que o casal pudesse dar as boas-vindas aos clientes em Herrenberg, perto de Stuttgart.

Um marco para a história da empresa é a mudança para Rothenburg ob der Tauber, onde foi aberta a primeira loja de artigos natalinos da Käthe Wohlfahrt que é atualmente a sede da empresa, pois como já citei lá em cima, existem mais lojas da marca espalhadas pelo mundo.


É uma loja que vende artigos natalinos durante o ano inteiro. Pode parecer bobagem, mas quem gosta de Natal se encanta ao entrar em uma das lojas em qualquer dia do ano!

Se você tiver oportunidade de visitar uma das lojas da marca, recomendo!

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Blogmas | dia 2 | Minha coleção especial de enfeites para a árvore de Natal

Bem-vindos ao segundo dia de Blogmas!

Hoje quero contar sobre a minha coleção especial de enfeites que compro durante as viagens que faço. Alguns são produzidos para o Natal, mas nem todos, então o que eu faço é pensar em itens que remetam o lugar e que podem ser transformados em enfeites.

Tudo começou após completarmos dois anos aqui e planejarmos uma viagem para Rothenburg ob der Tauber, na Alemanha. Durante pesquisas na internet, encontrei um monte de inspirações envolvendo o Natal, mas a ideia de uma pessoa me entusiasmou: transformar lembranças das viagens em enfeites para a árvore de Natal. E desde então (dezembro 2018), faço isso!

Os enfeites…

Strasbourg (dezembro 2018), onde tudo começou… Enfeites comprados nas barracas dos mercados de Natal. Nos hospedamos em Strasbourg e visitamos mais três vilarejos da região.

Riquewihr (dezembro 2018), mercado de Natal.

Eguisheim (dezembro 2018), mercado de Natal.

Colmar (dezembro 2018), mercado de Natal.

Rothenburg ob der Tauber (dezembro 2018), Käthe Wohlfahrt.

Flaine (março 2019).

Chamonix (março 2019).

Disneyland Paris (maio 2019).

Londres (junho 2019). Enfeite da M&M’S World Store que fica na cidade e um ornamento representando as cabines telefônicas de Londres.

Mont Saint-Michel (agosto 2019), representando a região da Normandia, na França.

Suíça (novembro 2019), de onde eu não trouxe nada para decorar a árvore de Natal porque não encontrei o que queria, então encomendei o ornamento a seguir no site https://www.smartphoto.be/nl (onde encomendo a impressão de fotos desde que cheguei na Bélgica), para representar a viagem.

Lille (dezembro 2019), mercado de Natal.

Brugge (dezembro 2019), ornamento comprado na loja do Begijnhof.

Gent (dezembro 2019), mercado de Natal.

Antwerpen (dezembro 2019), mercado de Natal.

Bruxelas (dezembro 2019), mercado de Natal.

Colmar (dezembro 2019). Dessa vez, nos hospedamos na cidade mais encantadora da Alsácia para visitar os mercados de Natal, onde compramos mais alguns artigos.

Kaysersberg (dezembro 2019), um dos vilarejos mais charmosos da Alsácia. Enfeite comprado em uma das lojas de Poterie de Kaysersberg.

Annecy (julho 2020), ornamento comprado em uma das lojas de souvenires.

Milão (setembro 2020), enfeite comprado em uma das lojas de souvenires.

Cinque Terre (setembro 2020), enfeites comprados nas lojas de souvenires.

Portofino (setembro 2020), enfeite comprado em uma das lojas de souvenires.

Portovenere (setembro 2020), enfeite comprado em uma das lojas de souvenires.

Pisa (setembro 2020), enfeite comprado em uma das lojas de souvenires. Magnético adaptado para colocar na árvore de Natal.

Firenze (setembro 2020), enfeite comprado em uma das lojas de souvenires.

Montalcino (setembro 2020), enfeite comprado em uma das lojas de souvenires.

Pienza (setembro 2020), enfeite comprado em uma das lojas de souvenires.

Montepulciano (setembro 2020), enfeite comprado em uma das lojas de souvenires.

Siena (setembro 2020), enfeite comprado em uma das lojas de souvenires.

San Gimignano (setembro 2020), enfeite comprado em uma das lojas de souvenires.

Veneza (setembro 2020), enfeite comprado em uma das lojas de souvenires.

Sirmione (setembro 2020), enfeite comprado em uma das lojas de souvenires.

Algumas cidades, países, regiões ou províncias que já visitei não estão representadas na árvore de Natal, mas espero voltar logo logo para encontrar algo e pendurar aqui.

Brasil: trouxe os enfeites de Sorocaba/SP. Minha mãe me presenteou com um artigo, assim como o Lorenzo e família, pensando o que me agradaria combinado com a praticidade de carregar em mala. Tem outros, mas para a publicação selecionei apenas os enfeites que foram presentes.

Destinos que estive antes de Dezembro 2018 infelizmente não estão representados.

Amo montar a árvore de Natal pensando nas lembranças que os enfeites me trazem ou simbolizam, e pensando no que desejo para o ano que iniciará em breve.

Amanhã vou contar um pouco sobre a loja Käthe Wohlfahrt e sua história, então, até lá!

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Blogmas | dia 1 | A nossa árvore de Natal

Dezembro chegou! E com ele, a época do ano que eu mais amo… Natal!

Neste ano decidi fazer algo diferente e que requer um pouco de dedicação, então, antes de tudo, gostaria de pedir para você clicar em “Curtir”, lá na estrela que fica abaixo do post. Muito obrigada!

Afinal, o que eu decidi fazer?

Blogmas! Eu publicarei algo todos os dias de dezembro até o dia de Natal (25). O conteúdo dos textos sempre envolverá o Natal… e o tema de hoje será sobre a nossa árvore de Natal.

Quando eu morava no Brasil, não lembro exatamente o dia que eu montava, mas era sempre em dezembro. Depois da mudança para a Bélgica, naturalmente comecei a criar os meus novos costumes, tradições e manias para tudo, inclusive no que envolve o Natal.

O Natal aqui (na Europa) é mágico e em dezembro o clima natalino está em absolutamente tudo! – Eu gostaria de conseguir descrever como é, mas eu realmente não sei… – Passou o Halloween, já começa oficialmente os preparativos para o Natal (mas no começo de outubro as lojas já colocam artigos de Natal nas prateleiras).

Então, dia 01.11 já estou pensando em um monte de coisa para casa e quais são os mercados de Natal quero conhecer no ano.

Desde que moramos aqui, com exceção de 2016 por causa da correia com a mudança, a nossa árvore de Natal sempre foi montada em novembro, e em 2020 foi montada no dia 07/11.

Gosto de dizer que ela é única, que não tem padrão ou tema porque carrega um pouco da nossa história, que é NOSSA!

A árvore não é natural, o que acredito ser mais prático. Mas acho interessante o hábito de quem opta por sair em busca da sua a cada ano, imagino que seja uma diversão a mais.

Depois de três anos com a mesma árvore, decidi trocar em 2020 porque queria um modelo com mais galhos para pendurar os enfeites que foram comprados durante o ano. Optei por um modelo em que os galhos possuem leve imitação de geada, pois apesar de eu achar os pinheiros completamente congelados muito bonitos, sei o quanto eles se desmancham.

Segundo as informações fornecidas pelo fabricante – TRIUMPH TREE – , ela mede 185cm de altura e 102cm de diâmetro. Foi comprada na loja de jardinagem que mais gosto: Eurotuin.

Enfeites: é por causa deles que ela é única. Tem ornamento de tudo o que é loja aqui da Bélgica, mas o que a torna original são os enfeites que compramos durante as viagens que fazemos. Comentarei mais sobre eles no texto de amanhã e sobre as lojas depois.

Estou tãooo feliz com ela enfeitando a nossa casa!

Quero saber se você, como eu, também tem costumes no que envolve a árvore de Natal, pois eu adoro conhecer histórias… deixe na caixa de comentários para continuarmos o bate-papo!

E antes encerrar, deixarei o vídeo onde montamos e decoramos a nossa árvore de Natal.

Até amanhã!

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BLOGMAS 2020 e informações sobre os mercados de Natal da Bélgica

Para a minha tristeza, todos os mercados de Natal da Bélgica estão cancelados em 2020 por causa da situação que vivemos atualmente. Eu até imaginava que isso aconteceria depois que alguns dos eventos que planejava visitar em 2020 terem sido cancelados, mas ainda assim fiquei chateada, afinal, é a época do ano que mais gosto. Os mercados de Natal trazem mais alegria para o período em que os dias permanecem mais escuros, é onde o brilho das luzes e a charmosa decoração, comida, bebida, encontros e diversão aquecem meu coração. Uma pena não vivenciarmos o clima natalino assim em 2020. Continuarei com a esperança de que em 2021 eles retornarão ainda melhores!

BLOGMAS 2020

Blogmas é um termo popular da internet que surgiu a partir da junção das palavras blog” + “christmas e é produzido com a publicação de artigos diariamente no mês de dezembro (01.12 a 25.12) sobre temas que envolvem o Natal.

Eu pretendia publicar sobre os mercados de Natal que planejava visitar esse ano, porém, inevitável a mudança de planos.

Pedi sugestões para o pessoal que me acompanha lá no Instagram e já fiz mais ajustes, mas ainda assim gostaria de pedir a ajuda de vocês que me acompanham por aqui e saber o que vocês gostariam de encontrar por aqui sobre o Natal. Penso até em trazer algo no formato de vídeo, mas não garanto porque eu não me sinto tão confortável em vídeos.

Em novembro estarei ausente daqui, mas preparando carinhosamente os artigos para dezembro. Então, até lá!

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Essenciais para o inverno da Bélgica – 2020

A sensação de inverno costuma permanecer por cerca de cinco meses ou até mais, geralmente de outubro/novembro a março/abril dependendo do ano, período que os dias são realmente frios, com temperaturas que podem variar entre -5°C e +9°C dependendo da época.

Quando digo para alguém que moro na Bélgica e o assunto é sobre inverno, as pessoas perguntam como é a neve por aqui. Esclarecendo: é necessário ter uma combinação de condições climáticas para que o fenômeno ocorra. Nevar na região de Flandres não é comum, mas desde que eu moro por aqui, nevou pelo menos um dia de cada ano durante a estação.

Um dos costumes que adquiri aqui na Bélgica e tem relação com o tema foi verificar a temperatura antes de sair de casa. É importante levar em consideração a sensação térmica e a velocidade do vento que o aplicativo indica (tem para todo tipo de smartphone), já que a velocidade do vento altera consideravelmente a temperatura que pode ser sentida.

Dias ensolarados: não é porque o sol está brilhando que a sensação térmica será mais quente, e durante o inverno geralmente é o contrário, pois nos dias que o sol aparece costuma fazer ainda mais frio de acordo com a experiência que eu tenho por aqui.

Dias chuvosos: é comum chover durante os meses de inverno, mas a chuva que cai geralmente é fraca, então não impossibilita em nada as ações do dia a dia na rua, apesar de poder ser desagradável dependendo do período que for necessário permanecer em exposição.

Mencionado isso, vamos ao que interessa!

(Comentarei sobre o que eu acho importante levar em consideração).

Roupas: uma das coisas que me incomodava na minha primeira experiência de inverno na Bélgica era colocar e tirar as roupas cada vez que entrava e saía de determinado lugar, já que todos os imóveis, carros e transporte público têm sistema de aquecimento, enquanto na rua é frio. Então eu aprendi que para mim vale a pena ter casacos ou jaquetas que aqueçam sem precisar usar taaantas camadas de roupa (depende do que eu farei, se permanecerei na rua ou se irei a algum ambiente fechado que provavelmente estará acima de +20°C), além dos acessórios que protegem as extremidades da exposição ao frio. Quanto mais vivo o dia a dia do frio daqui, mais compreendo o que me agrada para me vestir nos meses de inverno, pois com roupas adequadas é possível conviver melhor com o frio da Bélgica. Percebo que muitas das pessoas que se queixam do inverno têm dificuldades de encontrar o que é melhor para vestir de acordo com o clima, afinal, para cada clima (se está apenas frio, chuva, neve, vento) existe um tipo específico de material que protege mais.

Continue lendo “Essenciais para o inverno da Bélgica – 2020”
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Como são os shows na Bélgica

Hoje comentarei sobre as apresentações musicais aqui na Bélgica. Trarei informações e opiniões de acordo com as experiências que eu já tive.

Quando é anunciada a apresentação de um artista (banda, dupla, trio, ou seja lá o que for), é como no Brasil: quem tem interesse já fica na expectativa para comprar o ticket para o evento, anota dia e horário e se programa para, possivelmente, comprar o ticket assim que a venda começar, pois assim como no Brasil, aqui os tickets também se esgotam rapidamente. E a venda também acontece beeem antecipadamente do show. Até aí, tudo igual.

Vou contar quais foram os shows que eu assisti na Bélgica: Justin Timberlake, Katy Perry, Demi Lovato, Drake e Christina Aguilera.

Sabe quando você ouve os artistas dizendo que amam o Brasil? Eu tenho uma teoria: acho que a energia que os brasileiros transmitem em shows é especial. O povo se diverte, canta, dança, se joga. Aqui na Bélgica o público é muito sem graça. Sempre penso que o artista vai embora chateado porque não tem empolgação da plateia. Sério! É desanimador… Por outro lado, entendo que é para não invadir o espaço de quem está perto ou apenas não atrapalhar a visão de quem está atrás (porque, no geral, belgas são assim mesmo e evitam incomodar). As pessoas raramente se levantam dos assentos e curtem – como as lembranças que tenho de shows no Brasil. A pista é, sem dúvidas, onde as pessoas permanecem mais animadas, mas também é onde eu acho mais difícil de ver as performances.

Todos os artistas tentam animar o público, sempre! Aí a animação permanece por pouco tempo… desanimador! Assisti ao show do Ed Sheeran na França e achei um pouco mais animado, mas talvez era porque o espaço era maior, não sei, assim como o show das Spice Girls que assisti em Londres e que foi sensacional! Ambos foram em estádios e bem mais emocionantes. Para ler sobre o show das Spice Girls em 2019, clique aqui.

Informações que, possivelmente, apenas quem mora por aqui tem interesse:

Todos os shows que assisti aqui na Bélgica aconteceram em Antuérpia: Sportpaleis ou Lotto Arena. Ambas são divididas por setores e no momento da compra é possível selecionar apenas a área que a pessoa deseja (cor). O assento é descoberto após a validação da compra. Geralmente é assim! Mas já aconteceu de ter a opção de escolher tudo antes da compra.

Chegando lá é bem simples de saber para onde seguir, pois os setores são divididos por cores, indicando qual é o portão de entrada de cada grupo. Por falar em chegar, a opção mais fácil é ir de transporte público que, geralmente, já está incluso no ingresso para o show. Eu fui duas vezes de carro até a região das arenas porque fui sozinha, mas não recomendo, pois a saída é terrível, para sair do estacionamento já é demorado, para sair da lentidão que o excesso de carros causa é ainda mais chato, um teste de paciência. Quando vou com meu marido, geralmente estacionamos o carro no P+R Melsele e lá pegamos o trem, muitooo mais rápido.

As arenas possuem bares e banheiros no espaço. Snacks também são vendidos.

Independente da forma que as pessoas curtem o show, vale a pena ir para assistir os músicos que você gosta. Aproveite!

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Encontrei um dos textos que produzi em outro blog

Pois é! Primeiro, fiquei em choque. Depois, pensei: como proteger o que eu faço aqui na internet e mais um monte de coisas que não vale a pena compartilhar aqui porque despertaram minha ira.

Enfim, depois que a indignação passou, fui verificar as mídias sociais da pessoa e percebi algo estranho: número de seguidores e as interações nas publicações. Senti pena, mas pensei: não depositarei o que tenho de energia com quem compra números nas mídias sociais porque quem precisa disso não está emocionalmente bem (e já basta os problemas que eu tenho), o que, infelizmente, é comum levando em consideração os malefícios que as próprias mídias sociais podem causar. Voltei no blog em questão para verificar se as imagens que já publiquei aqui também não tinham sido copiadas. Nada, então ok.

Meu blog é pessoal, uso para compartilhar o que vivo com quem está longe, com quem busca por inspiração, curiosidades ou recomendações sobre a vida na Bélgica e viagens. Escrevo de acordo com a minha perspectiva. Um espaço onde deixo um pouco de mim, e posso relembrar de tempos em tempos algumas das lembranças mais agradáveis que já vivi (nem tudo o que vivo é publicado, obviamente). Quando eu releio algo, me sinto novamente naquela situação.

Sei que na internet tem muuuita coisa igual, ou semelhante. Eu mesma acompanho blogs e canais no YouTube de pessoas que moram na Europa, inclusive acompanho dois canais que gosto e que falam sobre a Bélgica. Já deixei de publicar artigos (eu escrevo com antecedência, edito, edito, edito, inúmeras vezes) por três vezes porque as pessoas que acompanho publicaram em menos de dez dias antes da data que eu programei sobre o mesmo tema e com a mesma ideia, informações ou opiniões em relação ao que eu tinha produzido. E percebi que acompanho os conteúdos que citei justamente porque penso de forma semelhante, temos histórias ou estilo de vida semelhantes… e aí tentei modificar o que eu já tinha escrito para não parecer cópia, mas ainda assim permaneceu parecido porque, afinal, também é o que eu acredito e quero que permaneça a minha essência.

Acho absolutamente aceitável a inspiração em algo que vimos por aí e gostamos para produzir, termos referências.

O que não é correto com nenhuma das partes é copiar descaradamente. Por isso, se atentem, percebam a honestidade de quem produz, o respeito que a pessoa que tem por aqueles que fazem o mesmo que ela e por quem consome seu conteúdo.

europa, réveillon, viagem

Réveillon na Europa: minhas experiências

No Brasil, costumava passar as festas de Réveillon na praia, pois meus avós moravam lá, então costumava ir para Iguape ou Ilha Comprida logo após o período de Natal. Depois que conheci meu marido, continuamos indo para a praia na maioria dos anos para passar o Réveillon.

Aqui, acredito que não seria tão divertido virar o ano na praia… ehehe.

Hoje vim contar um pouco das minhas experiências aqui na Europa (apenas sobre a noite do dia 31, sem levar em consideração os lugares em si):

2016-2017: Colônia – Alemanha

Na noite do réveillon permanecemos um pouco na praça Roncalliplatz, onde aconteceram apresentações musicais em estilo alemão. Refletores com a frase “feliz ano novo” em vários idiomas foram instalados e giz para que as pessoas escrevessem mensagens, pedidos, agradecimentos, ou o que desejassem, foram disponibilizados (para escrever no chão da área que foi estipulada para isso). Próximo das 23:00, fomos até a margem do Rio Rhein e lá permanecemos até a chegada de 2017.

Não teve nada de especial, apenas pessoas comuns soltando fogos de artifício aleatoriamente… o que eu achei bem perigoso, por sinal. Na Alemanha é proibido vender fogos de artifício durante o resto do ano, então o pessoal aproveita a época que é permitido vender para comprar de todo tipo e soltá-los.

2017-2018: Londres – Inglaterra

Na noite do réveillon escolhemos a região perto da Elizabeth Tower que fica oposto à London Eye para assistirmos tudo. A área é fechada, chegamos em um dos portões de acesso por volta das 22:00 e a fila já estava absurdamente enorme. Banheiros disponíveis e barraca com comida e bebida na área. DJ animando com as músicas mais tocadas naquele ano. Nós conseguimos comprar os tickets apenas no segundo lote porque acaba super rápido. A área que escolhemos foi a azul.

Achei um pouco tumultuado para acessar o local, entretanto, compreensível levando em consideração o tanto de gente que se programa para passar o Réveillon ali e a fiscalização que é necessária para priorizar a segurança de todos.

Sem dúvidas, foi o evento com fogos de artifício mais bonito que já vi até hoje. Para quem quiser ver como foi: clique aqui.

2018-2019: Rothenburg ob der Tauber – Alemanha

Na noite do réveillon decidimos jantar no restaurante que escolhemos, caminhar um pouco pelas ruas do centro e permanecer o resto da noite onde estávamos hospedados, onde bebemos e assistimos pela televisão como eram as festas pelo mundo.

Foi tranquilo e era exatamente o que queríamos.

2019-2020: Bruges – Bélgica

Na noite do réveillon não sabíamos ainda o que faríamos ao certo, mas tínhamos planos de ir para Bruges se estivéssemos animados porque vimos a notícia de que aconteceria algo novo: drones substituiriam os fogos de artifício na praça ‘t Zand. Fizemos a ceia em casa e decidimos ir até lá.

Teve show e era possível acompanhar as músicas através do jornal que foi distribuído. Moro na Bélgica há quase quatro anos e sei como os belgas se divertem, então, achei que as pessoas estavam bem animadas. A maioria das músicas eram belgas (em neerlandês), aquelas que tocam em todos os eventos do país. Eu nem sei quem são os cantores ou de que época são, mas sei identificá-las e até mesmo cantar (errado, obviamente). Banheiros disponíveis e barracas com comida e bebida na área.

Ah, sobre a apresentação dos drones… não deu muito certo quanto a organização esperava! Uma pena, ehehe.

Na Europa é inverno, completamente diferente do que estava acostumada… nada de tradições como vestir roupa branca ou pular as ondas do mar (pelo menos não para mim). Mas é possível se divertir também!

bélgica, estações do ano, outono

Aproveitando o outono na Bélgica – parte 2

Lá se vai o verão… e eu confesso que sempre fico na expectativa porque o fim do verão significa o começo do outono, e depois de dois meses já começam os preparativos para as festas de fim de ano. Outono é a minha estação favorita (disputando meio que de igual para igual com a primavera, porém, a atmosfera do outono vence). Sobre o Natal: é a época que eu mais amooo do ano!

Mas vamos por partes: uma das coisas que eu mais gosto de fazer no outono é estar em contato com a natureza porque amo observar sua transformação.

Já pensando no que fazer nesse 2020 mais estranho do que tudo, quero compartilhar alguns dos lugares que eu já visitei para aproveitar o outono por aqui e, quem sabe, inspirar você que mora aqui ou que visitará o país.

Texto dividido em duas partes.

Citadelpark (Gent)

Um dos parques mais populares de Gent, lindo em todas as estações do ano.

Fica na região de Flandres, mais especificamente, em Gent.

  • Tem estacionamento na frente do local. Acesso via transporte público.
  • Cães são permitidos desde que permaneçam na coleira.
  • Área infantil.
  • Com base na minha experiência, zomerbars (bares pop-up de verão) geralmente se instalam por ali apenas durante os meses de verão, mas o parque não abriga algo para oferecer comida ou bebida durante o resto do ano.
  • Banheiro em área específica.

Acesso gratuito ao parque.

Para mais informações, clique aqui.

Plantentuin Meise

O parque é grande e nas estufas é possível ver várias plantas. Estive uma vez no parque e gostei bastante, porém, no dia que estive lá não consegui visitar todas as atrações que o parque oferece, então pretendo voltar.

Fica na região de Flandres, mais especificamente, em Meise.

  • Tem estacionamento na frente do local. Acesso via transporte público.
  • Deixe seu animal de estimação em casa, apenas cães-guia têm acesso ao domínio.
  • Área infantil.
  • Tem um restaurante onde é possível fazer as refeições tanto em seu interior como no exterior quando o clima permitir.
  • Banheiro em área específica.

Atração paga.

Para mais informações, clique aqui.

Japanse Tuin

É uma delícia estar lá, pelo menos no dia que eu fui estava tão tranquilo. Local para meditar, pontes, cerejeiras, bonsais, caminhos sinuosos, um pouco da cultura japonesa está presente ali. Fiquei encantada com a beleza dos jardins. Eventos acontecem ali e para saber o que acontecerá, basta consultar a agenda do local.

Fica na região de Flandres, mais especificamente, em Hasselt.

  • Tem estacionamento na frente do local. Acesso via transporte público.
  • Deixe seu animal de estimação em casa, apenas cães-guia têm acesso ao domínio.
  • Área infantil.
  • Não tem restaurante no local, entretanto, tem área com mesas e cadeiras para refeições ou piquenique no parque.
  • Banheiro em área específica.

Atração paga.

Para mais informações, clique aqui.


Textos relacionados:

Como foi o outono de 2019 na Bélgica

Como é o outono na Bélgica

bélgica, estações do ano, outono

Aproveitando o outono na Bélgica – parte 1

Lá se vai o verão… e eu confesso que sempre fico na expectativa porque o fim do verão significa o começo do outono, e depois de dois meses já começam os preparativos para as festas de fim de ano. Outono é a minha estação favorita (disputando meio que de igual para igual com a primavera, porém, a atmosfera do outono vence). Sobre o Natal: é a época que eu mais amooo do ano!

Mas vamos por partes: uma das coisas que eu mais gosto de fazer no outono é estar em contato com a natureza porque amo observar sua transformação.

Já pensando no que fazer nesse 2020 mais estranho do que tudo, quero compartilhar alguns dos lugares que eu já visitei para aproveitar o outono por aqui e, quem sabe, inspirar você que mora aqui ou que visitará o país.

Texto dividido em duas partes.

Les Jardins d’Annevoie

Considero que foi a primeira vez que saí para observar o outono aqui na Bélgica.

castelo

Fica na região de Valônia, mais especificamente, em Annevoie-Rouillon.

  • Tem estacionamento na frente do local. Acesso via transporte público.
  • Cães são permitidos desde que permaneçam na coleira.
  • Área infantil.
  • Proibido piquenique, pois o local alega que oferece comida e bebida na brasserie.
  • Banheiro em área específica.

Atração paga.

Para mais informações, clique aqui.

Vagevuurbos

Estive na área verde apenas uma vez e foi onde mais vi cogumelos. Foi diferente para mim, pois até então só via fotos do tipo nas redes sociais das páginas que acompanhava. Eu adorei e me encantei ainda mais com as particularidades da estação. O parque é conhecido pela variedade de plantas e de animais que podem ser vistos. Eu não conheci nem metade do parque porque ele é enorme.

Fica na região de Flandres, mais especificamente, em Beernem.

  • Tem estacionamento na frente do local. Acesso via transporte público.
  • Cães são permitidos desde que permaneçam na coleira.
  • Área infantil.
  • Restaurante que oferece comida e bebida no parque.
  • Banheiro em área específica.

Acesso gratuito ao parque.

Para mais informações, clique aqui.

Liedemeerspark

Eu já morei há menos de 500 metros dali e as recordações que tenho da natureza se transformando durante as estações são lindas. Eu via o parque do apartamento em que morava e adorava acordar todos os dias e ver a natureza tão perto de mim.

Fica na região de Flandres, mais especificamente, em Merelbeke.

  • Tem estacionamento na frente do local. Acesso via transporte público.
  • Cães são permitidos desde que permaneçam na coleira.
  • Área infantil.
  • Tem uma cafeteria com mesas e cadeiras que oferece bebidas.
  • Banheiro em área específica.

Acesso gratuito ao parque.

Para mais informações, clique aqui.


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