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Suíça: Gigerwaldsee

Este é um dos textos sobre uma viagem pela Suíça. Recomento a leitura do que já publiquei anteriormente para acompanhar/entender a viagem como um todo.

No post de hoje, comentarei sobre um dos lagos que visitamos: Gigerwaldsee. Em alemão, “see” significa lago, por isso que os nomes dos lagos da região que visitamos sempre terminam em “see”.

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Localizado em Sankt Martin – Calfeisental, município de Pfäfers (Sankt Gallen), o Gigerwaldsee é um reservatório que é operado pela usina hidrelétrica de Sarganserland AG (KSL) – AXPO Hydro Energy.

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Para chegar até o Gigerwaldsee: ir a partir de Bad Ragaz, via Vättis.

Ladeado por montanhas, para chegar até o vilarejo de Sankt Martin de carro a partir da barragem é necessário respeitar os horários de autorização (tem horário para ir e vir do vilarejo, só é possível uma direção a cada trinta minutos na estrada e túneis para que os carros não se cruzem no meio do percurso).

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Na região de Sankt Martin não tinha nada em funcionamento durante a época que fomos. Tudo fechado! Apenas nós ali… até estranho, mas só de olhar o que existe ali já foi válido. De acordo com as informações que encontrei, é apenas durante o verão que a pousada funciona, e daí oferece comida e bebida para os visitantes.

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vilarejo de Sankt Martin e Gigerwaldsee

No caminho até o Gigerwaldsee, está a usina hidrelétrica de Mapragg, onde está o Mapraggsee. Incrível também!

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mapraggsee ---
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Mapraggsee e a usina hidrelétrica de Sarganserland

Por hoje, acabou!

Na semana que vem, publicação sobre os lagos que visitamos na região de Flims: Caumasee e Crestasee. Acompanhe!

Quem quiser compartilhar mais informações ou perguntar algo, é só comentar.

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europa, outono, roteiros de viagem, suíça, turismo, viagem, viagem com pets

Viagem durante o outono pela Suíça

Este texto é a introdução de uma viagem que fizemos para a Suíça.

A beleza da Suíça é surpreendente. A natureza foi generosa com o país com as montanhas e lagos/canais que atravessam a região de ponta a ponta praticamente.

O objeto da viagem foi justamente de estar em contato com a natureza, então não fizemos passeios para as atrações turísticas no que se refere à história.

Estivemos na Suíça em novembro de 2019, quando completamos quatro anos de casamento. Era outono, e as paisagens estavam tipicamente outonais: folhas das árvores em tons de amarelo, laranja, vermelho, marrom, dependendo da árvore, e nas montanhas já tinha um pouco de neve. Tudo como imaginávamos que seria.

Nos hospedamos em dois lugares, de onde partimos para conhecer o que queríamos de cada região (e um pouco mais distante também): Flims e Lucerna.

Para utilizar as estradas da Suíça, é obrigatório o uso do vignette (é um adesivo/pedágio que tem um custo, variando de país para país, e que precisa ser colado no vidro frontal do carro). Na fronteira tinham policiais questionando tudo o que é questionado em qualquer posto de imigração, e compramos o vignette diretamente ali (40,00 CHF, equivalente a € 36,50). Na região de Basel, paramos para comprar um chip de celular com internet para nos auxiliar na Suíça, que é parte do Espaço Schengen, mas não é membro da União Europeia, então lá os nossos não funcionam. Para quem interessar, foi na loja Mobile Zone – Grüssenweg 10, 4133 Pratteln.

Para quem não sabe, só viajamos de carro pela Europa e a explicação está no texto “Viajando de carro pela Europa”. Eu nunca fiz viagem de avião ou de trem por aqui.

Para ir: da Bélgica (Oost-Vlaanderen) até Flims foram cerca de 900 km e mais de dez horas na rodovia.

Para voltar: a partir de Lucerna foram oito horas até a Bélgica (Oost-Vlaanderen) em 700 km.

Durante o mês de novembro, atrações nas montanhas e com acesso a alguns dos lagos mais bonitos do país permanecem fechadas, pois é época em que começam os preparativos para a temporada de inverno, então, apenas adiamos o passeio em tais lugares.

Abaixo está o roteiro com informações não detalhadas sobre os destinos que escolhemos, mas nas semanas a seguir serão publicados os textos sobre os locais que visitamos com mais detalhes.

Dia 1 (06/11): Lago Gigerwaldsee.

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Dia 2 (07/11): Estivemos em dois lagos na região de Flims: Caumasee e Crestasee.

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Caumasee
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Crestasee

Dia 3 (08/11): Victorinox (loja/museu) em Brunnen. Também conhecemos um pouco do trabalho que é feito artesanalmente com vidros da Glasi Hergiswil.

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Dia 4 (09/11): Visitamos a região do Lago Blausee e a cidade de Interlaken (Harder Kulm).

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Lago Blausee
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Dia 5 (10/11): Conhecemos um pouco da cidade de Lucerna.

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Dia 6 (11/11): Retorno.

Acompanhe o blog durante as semanas a seguir para acompanhar um pouco do que fizemos em cada lugar que visitamos.


Hospedagem

Os hotéis foram escolhidos por serem pet friendly e atenderem o que buscávamos.

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vista do quarto
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vista do quarto – Flims (dia ensolarado)
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vista do quarto – Flims (dia nebuloso)
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vista do quarto para o Lago Vierwaldstättersee / Lucerna
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Entre Flims e Lucerna são 160km pela estrada.

Locomoção

Utilizamos o carro para a locomoção até os destinos. Uma das viagens que mais gostei de fazer de carro por tudo o que é proporcionado aos olhos. Eu não sabia que existiam taaantos túneis na Suíça!

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Informações úteis:

Clima em novembro 2019: fez sol, choveu, nevou, ventou, aconteceu de tudo durante os dias que estivemos na Suíça. O sol apareceu, mas os dias permaneceram nublados em maioria. Temperaturas dos locais por onde passamos variaram entre -1°C e +10°C na época.

Moeda: franco suíço – CHF.

Idioma: alemão na região em que estivemos, mas na Suíça o francês e o italiano também são idiomas oficiais. Assim como na Bélgica, o inglês é compreendido e falado pela maioria da população.

entretenimento, europa, inglaterra, londres

Show das Spice Girls em 2019

Estou nostálgica. Escrevo este texto um dia antes da publicação, no domingo (14.06.2020). Há exatamente um ano que eu realizei algo que nunca imaginei que aconteceria: fui ao show das Spice Girls em Londres – Wembley Stadium.

Elas marcaram a minha infância/adolescência e o grupo anunciou um hiato em 2000, e cada uma seguiu com o que pretendia.

Quando a turnê no Reino Unido foi anunciada, eu já morava na Bélgica e sabia que tentaria comprar os ingressos quando o momento chegasse. Era questão de sorte, e eu consegui! Eu assistiria ao show das Spice Girls na cidade que mais amo do mundo: Londres. Imagine a alegria da pessoa.

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Meu marido foi companheiro mais uma vez na vida e também se divertiu. E filmou um pouco do show, afinal, eu fui para assistir.

Clique aqui para ver um pouco de como foi. – (o objetivo da gravação nunca foi para publicar, mas ainda assim eu decidi compartilhar, então a qualidade dos vídeos não é das melhores).

Foi tãooo emocionante, memórias de eu ouvindo/cantando/dançando/imitando vieram à tona, e então elas estavam ali na minha frente, pertinho. Foi sensacional… Eu permaneci completamente encantada com tudo o que eu vi do início ao fim da apresentação. Mesma energia entre as pessoas que estavam ali, mensagens de amor, respeito e empoderamento transmitidas. Figurino impecável que representou bem o que elas sempre foram. TUDO foi absolutamente incrível!

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Lembranças que carregarei para sempre comigo. Posso dizer que foi a realização de um sonho.

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Alguém que chegou até aqui também teve a oportunidade de ir?

 

Conte qual foi o show que mais te marcou também.

bélgica

Quarentena e a situação do coronavírus na Bélgica

É primavera… a natureza começa a se transformar e as flores começam a brotar. Época que as temperaturas estão como eu gosto para passear por aí e que acontecem eventos com o tema da estação no país. Adoro ver e sentir isso, mas em 2020 as coisas estão um pouco diferentes com a situação do coronavírus.

Particularmente, eu não tenho problemas com o fato de permanecer em casa porque é o lugar que eu mais me sinto acolhida no mundo, onde eu faço o que eu quero e como eu quero. Entretanto, em 2020, confesso que estava um pouco mais animada com a chegada da primavera, pois as tempestades (Ciara, Denis, Ellen, Francis) que atingiram a Bélgica (Oost-Vlaanderen) durante os meses de inverno contribuíram para que eu permanecesse mais tempo em casa.

Durante o período de isolamento, que estou cumprindo desde 16/03 com meu marido (que felizmente pode cumprir as tarefas do trabalho de casa), precisamos reorganizar a programação do dia a dia para que as coisas continuassem funcionando bem com a mudança de rotina.

Buscamos o que fazer (juntos e individualmente) e quero compartilhar com vocês o resultado disso.

Quebra-cabeça: desde o início do ano me comprometi a toda terça-feira à noite não usar eletrônicos. Montar quebra-cabeça é o que mais tenho feito durante o período. Adoro e acho que durante a quarentena pode ajudar a distrair.

Visitar museus do mundo através da internet: clique aqui para acessar a página “Arts & Culture” do google e procurar o que visitar.

Cozinhar: mas não apenas cozinhar o que de costume. Buscar por receitas e aprimorar da forma que melhor agradar, experimentar sabores um pouco diferentes do habitual.

Ler livros: recomecei a ler um livro que comecei a ler faz sete anos e parei depois de mais ou menos setenta páginas porque o conteúdo não me cativou na época.

Estudar idiomas: a saga entre inglês e neerlandês continua, assim como os sentimentos de entusiasmo e de desânimo no decorrer do aprendizado sem fim.

Se cuidar: seja lá o que for, desde que a prática contribua para o bem-estar.

Jogos: cartas, dama, xadrez, monopoly, vídeo game e por aí vai… o importante é que seja com responsabilidade.

Organizar a casa: finalmente fazer o que é adiado há tempos.

E assim a situação pode ficar um pouco mais leve, afinal, o fato de sair de casa apenas para o que for essencial pode gerar angústia e/ou “x” sentimentos que podem dificultar o período de quarentena. Podemos fazer praticamente tudo o que citei acima também através da internet.

As possibilidades são inúmeras: escrever; desenhar; pintar; costurar; assistir o que te agrada, aprender algo – https://pt.coursera.org/; etc.

Ah… outra possibilidade é fazer nada: porque ninguém é obrigado a fazer/produzir coisas o tempo todo. Então, se não conseguir executar algo em um momento como esse, ok! Não se culpe e nem se compare com as pessoas que postam tudo o que fazem (isso vale para além do que estamos vivendo agora).

Seja gentil com você, tente compreender o que acontece com você e faça o que quiser, cada um sabe o que faz bem para si.

       A situação do coronavírus na Bélgica

Na Bélgica, o primeiro caso de coronavírus foi confirmado em 04/02.

No dia 13/03, estabelecimentos como restaurantes, cafés, pubs, cinemas, teatros, academias e museus foram notificados que deveriam fechar. Aulas estariam canceladas a partir de segunda-feira sem data para retornar, assim como eventos recreativos, culturais e esportivos.

Atualmente, apenas farmácias e estabelecimentos que vendem produtos para necessidades básicas estão em funcionamento, mas existem regras que o cliente deve respeitar para evitar a aproximação. Também é permitido sair para consultas médicas e praticar esportes como caminhada/corrida ou andar de bicicleta. Serviços para animais de estimação continuam em funcionamento. A polícia está multando quem desrespeitar o que foi regulamentado.

Foi determinado que deveríamos permanecer em quarentena para evitar a propagação do coronavírus desde 18/03. Na última sexta-feira, Sophie Wilmès – primeira-ministra da Bélgica – anunciou que a situação permanecerá assim, inicialmente, até 19/04, podendo se estender até 03/05 ou além.

Alguns restaurantes estão atendendo para delivery ou take-away e o Bpost (organização responsável pela distribuição do correio na Bélgica) permanece atendendo. A maioria dos mercados de Flandres possibilita que o cliente compre online, porém, está bem complicado conseguir agendamento para retirada/entrega nos sites, então nós continuamos fazendo as compras pessoalmente.

Números: até a publicação deste texto foram confirmados 11.899 casos com COVID-19: 513 mortes e 1.527 curas. Atualmente, 4524 pessoas estão hospitalizadas – 927 estão na UTI. Virologistas acreditam que o número de hospitalizações continuará aumentando nos dias que virão, mas que a força da epidemia está diminuindo.

A União Europeia está discutindo sobre os investimentos para medidas de emergência em razão do coronavírus.


Para escrever sobre a situação do coronavírus na Bélgica, consultei artigos na internet dos jornais que confio para confirmar o que eu tenho acompanhado na mídia.

Sites que consultei e que você pode consultar para mais informações:

https://www.brusselstimes.com/

https://www.demorgen.be/

https://vtm.be/vtm-nieuws

https://www.hln.be/nieuws

https://www.vrt.be/vrtnws/en/

http://www.info-coronavirus.be/en/


E se você pode, se isole! É uma forma de evitar que a propagação aconteça, respeitar quem não pode e está trabalhando para que os serviços essenciais continuem funcionando e cuidar de quem você ama.

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bélgica, comer e beber, europa, gante

Onde comer em Gent

Sou o tipo de pessoa que adora comer bem. Quando viajo, é uma das coisas que faço antes mesmo de chegar no destino, planejo as possibilidades com meu marido e agendamos/reservamos quando necessário, afinal, comer é uma das experiências que mais gostamos de vivenciar em viagens.

Onde moro não é diferente.

Em Gent (em português: Gante) estão instalados restaurantes de todo tipo e a variedade de opções é uma das coisas que tanto me agradam nessa cidade. Por ser uma cidade onde as regiões turísticas estão centralizadas, evito ir e sugerir restaurantes em tais locais, pois geralmente a comida não é tão boa já que o público está ali de passagem, frequentará uma vez e raramente voltará (percebo que a maioria dos estabelecimentos que estão localizados em regiões turísticas não se preocupa com a qualidade do que é oferecido). Existem exceções, porém, é importante pesquisar e/ou visitar para saber o que realmente vale a pena, e foi assim que descobri os lugares que recomendo aqui no blog ou no meu perfil do Instagram.

Abaixo, recomendarei lugares para comer/beber em Gent – de acordo com as minhas (boas) experiências. Para mais opções de lugares que já recomendei, links para acesso no final deste post.

  • Per Bacco

O menu com quatro pratos que o restaurante sugere é bem interessante, mas também é possível pedir o que desejar individualmente. A comida é boa e de qualidade. O ambiente é acolhedor. O atendimento é eficiente. O preço é justo.

Para grupos com mais de dez pessoas existe um cardápio diferenciado.

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Para mais informações, clique aqui.

Endereço: Sint-Jacobsnieuwstraat 56

  • Balls & Glory

Diferente de tudo o que eu já conhecia. Basicamente, o conceito do restaurante é servir “almôndegas”. Na foto, a opção vegetariana do dia que não lembro o que era, stoemp (puê de batata com vegetais) + molho. É original e o preço é bem acessível.

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Água natural disponível gratuitamente nas mesas.

Para mais informações, clique aqui.

Endereço: Jakobijnenstraat 6

  • Yalla Yalla Beirut

Uma opção para quem busca por comida libanesa no centro de Gent. Atualmente, é o tipo de culinária que mais gosto e o restaurante é ótimo. Recomendo a reserva por garantia.

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Para mais informações, clique aqui.

Endereço: Donkersteeg 3

  • Zuru Zuru Ramen

O restaurante de ramen que mais gosto em Gent. Eu sempre peço o mesmo porque opção vegetariana tem apenas uma, mas o sabor é sensacional e me faz querer voltar sempre.

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Para mais informações, clique aqui.

Endereço: Kortrijksesteenweg 110

  • Alice

Confesso que a decoração é o que mais me agrada no restaurante, ehehe. Mas a comida também é boa, especialmente as opções de sobremesas. Disponibilidade para café da manhã também.

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rest. alice - sob. dame blanche

Para mais informações, clique aqui.

Endereço: Onderbergen 6

  • Kaffee De Planck

A última sugestão é para quem procura por um lugar para degustar as cervejas que são produzidas no país. O cardápio do pub oferece 125 opções. A atmosfera do lugar é ideal para dias um pouco mais quentes e/ou ensolarados, pois trata-se de um barco que fica em um dos canais de Gent. Para os dias com temperaturas um pouco mais baixas é possível se acomodar no interior do barco, mas também são instalados aquecedores no ambiente que fica ao ar livre.

Informação importante: o estabelecimento não aceita cartões (débito/crédito) para pagamento, apenas em espécie.

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Para mais informações, clique aqui.

Endereço: Ter Platen 10A, barco que fica no canal em frente ao Kinepolis

Em breve, mais recomendações e dicas de restaurantes em Gent.

E como mencionei lá em cima, abaixo estão os links dos artigos onde já recomendei opções de restaurantes em Gent.


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OAK Restaurant

bélgica, comer e beber, europa, gante

Onde comer em Gent

Sou o tipo de pessoa que adora comer bem. Quando viajo, é uma das coisas que faço antes mesmo de chegar no destino, planejo as possibilidades com meu marido e agendamos/reservamos quando necessário, afinal, comer é uma das experiências que mais gostamos de vivenciar em viagens.

Onde moro não é diferente.

Em Gent (em português: Gante) estão instalados restaurantes de todo tipo e a variedade de opções é uma das coisas que tanto me agradam nessa cidade. Por ser uma cidade onde as regiões turísticas estão centralizadas, evito ir e sugerir restaurantes em tais locais, pois geralmente a comida não é tão boa já que o público está ali de passagem, frequentará uma vez e raramente voltará (percebo que a maioria dos estabelecimentos que estão localizados em regiões turísticas não se preocupa com a qualidade do que é oferecido). Existem exceções, porém, é importante pesquisar e/ou visitar para saber o que realmente vale a pena, e foi assim que descobri os lugares que recomendo aqui no blog ou no meu perfil do Instagram.

Abaixo, recomendarei lugares para comer/beber em Gent – de acordo com as minhas (boas) experiências. Para mais opções de lugares que já recomendei, links para acesso no final deste post.

  • Door 73

Comida para compartilhar. É legal pedir alguns dos pratos que descrevem o que agrada e então compartilhar. Eu acho que as porções são bem servidas, e a comida é deliciosa!

door 73 - bacalhau e couve-flor
door 73 - batatas - especialidade
door 73 - sobremesa

A atmosfera é agradável, o atendimento do início ao fim é excelente, e é perceptível o cuidado do chef Eric Ivanidis e equipe para com o que é servido.

Para mais informações, clique aqui.

Endereço: Hoogstraat 73

  • Beirut

Um restaurante de comida libanesa que agrada a todos. É o tipo de culinária que mais gosto, acredito que vegetarianos e veganos apreciam por unanimidade. O ambiente e os cheiros enquanto tudo é preparado também me conquistaram. Altamente recomendado, pois os sabores são incríveis.

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Ótimo para compartilhar!

Não deixe de pedir: babaghanouj e aranbit bi thineh.

Para mais informações, clique aqui.

Endereço: Voldersstraat 13

  • Greenway

Restaurante plant-based que surpreende qualquer carnista. A combinação entre sabor e sustentabilidade que contribui para a saúde e para o mundo.

Na Bélgica, alimentos da rede podem ser encontrados em hamburguerias como opções vegetarianas no cardápio, em festivais, em eventos, no Delhaize (mercado), serviços do ramo e catering.

greenway - veg - meat lovers

Para mais informações, clique aqui.

Endereço: Nederkouter 42

  • Bavet

A especialidade do restaurante é spaghetti, o melhor da cidade na minha opinião (levando em consideração o conceito do restaurante). Além das opções já definidas no cardápio, é possível montar o prato do jeito que quiser.

Para mais informações, clique aqui.

Endereço: Hooiaard 7

  • Café Parti

Para quem busca por comida belga de qualidade, recomendo! Durante os dias mais quentes, a área do jardim é aberta para os clientes e torna o ambiente ainda mais agradável. É aconselhável agendar a visita porque o restaurante geralmente está bem cheio.

rest. café parti

Para mais informações, clique aqui.

Endereço: Koningin Maria Hendrikaplein 65A

  • De Dulle Griet (pub)

A última sugestão é para quem procura por um lugar para degustar as cervejas que são produzidas no país. O cardápio oferece mais de 500 tipos diferentes de cerveja. Peça a cerveja “Max van het huis”.

Informação importante: o estabelecimento não aceita cartões (débito/crédito) para pagamento, apenas em espécie.

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Para mais informações, clique aqui.

Endereço: Vrijdagmarkt 50

Em breve, mais recomendações e dicas de restaurantes em Gent.

E como mencionei lá em cima, abaixo estão os links dos artigos onde já recomendei opções de restaurantes em Gent.


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OAK Restaurant

comer e beber

Soup maker: prós e contras

Faço parte do grupo de pessoas que adora sopa e afins. Entre os meses de outono/inverno costumo preparar em casa com bastante frequência. Para fazer caldos ou cremes eu sempre utilizava o processador ou mixer. Até que no começo do ano decidi comprar uma soup maker e quero comentar sobre o produto.

sopa cremosa de batata doce

Faço sopa pelo menos uma vez durante a semana, então para mim é um eletrodoméstico que considero útil.

O modelo que optei foi: “Moulinex – easy soup”.

soup maker

No manual de instruções que acompanha o produto estão as recomendações de como os ingredientes devem ser colocados no recipiente de acordo com o desejado. Você pode escolher a textura de acordo com os programas da máquina que são: sopa cremosa, com pedaços, compotas ou apenas misturar/triturar tudo o que foi colocado no recipiente. A última opção também pode ser usada para o preparo de smoothies (acredito que o uso pode ser prático durante o verão também). A soup maker prepara o que você desejar em torno de 23 minutos e mantém a temperatura em até 40 minutos depois de encerrar o processo. Ela faz 1L200g, tem indicação do mínimo e do máximo que deve ser respeitado.

E a limpeza também me agrada: é simples. – (já comprei eletrodomésticos que ficam no fundo do armário sem utilidade porque considero que a dificuldade para limpar não vale a pena o uso)

Em relação à capacidade de 1L200g, acredito que o produto pode ser considerado ineficaz/insuficiente por servir quatro porções por vez. Comprei o produto em uma loja física e nenhum dos produtos que estavam disponíveis tinham mais capacidade.

sopa-creme de cogumelos_1No mais, acho que o produto é funcional e cumpre o que propõe. Recomendo, especialmente para quem é do grupo de gosta de sopas, caldos e cremes, e gosta de praticidade.

 

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Tchau 2019

Aos leitores que me acompanham, agradeço a companhia nesse 2019.

Para mim, emocionalmente, 2019 foi um ano bem complicado por questões que prefiro não expor por ainda não ter conseguido elaborar/superar. Foi um ano que não consegui concretizar alguns dos desejos que idealizei. Foi um ano que me questionei e me julguei demais. Confesso que um pouco do que aconteceu (ou não) me frustra. Entretanto, prefiro acreditar que foi um ano de aprendizados, foi necessário. Mas também foi um ano de realizações! Fiz coisas que nunca imaginei que faria na vida e isso também é motivo de agradecimento. Voltei para o Brasil depois de três anos morando fora. Enfim, agradeço por tudo o que 2019 me proporcionou.

 

E para você… como foi?

 

Em 2020 as publicações não serão mais semanais, pois quero me dedicar a mim. Mas não abandonarei o blog. Continuarei a compartilhar um pouco do que me sentir confortável quando tiver tempo.

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Desejo que em 2020 vocês sonhem e realizem tudo o que desejarem com amor e sensatez! Que você ame e seja amado… que em todos os sentidos seja um ano saudável!

Feliz 2020!

bélgica, estações do ano, europa, outono

Como foi o outono de 2019 na Bélgica

Oficialmente, no domingo (22) será o último dia do outono aqui na Bélgica (e na Europa). E como já mencionei em “Como é o outono na Bélgica”, aqui estou para relatar um pouco da minha experiência de 2019 sobre o clima na região de Oost-Vlaanderen.

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Em 2019 o clima foi praticamente como os dois anos anteriores, com um pouco mais de chuva e temperaturas mais baixas. O outono é notado na natureza através das folhas de árvores até então verdes que começam a cair e mudar a coloração para tons de amarelo, laranja e vermelho, dependendo da árvore, até apenas os galhos permanecerem.

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No final de setembro, quando o outono começou, o clima começou a se transformar e a chuva passou, pouco a pouco, a se tornar mais constante.

Temperatura mínima atingida em setembro: +3°C (20/09).

Temperatura máxima atingida em setembro: +27°C (21/09).

Durante o outono, as noites se tornam dia a dia mais longas e as luminárias no interior dos ambientes tornam tudo tão mais aconchegante… Eu adoro!

Nos meses de outubro e novembro geralmente é bem imprevisível a questão sobre o clima. Independentemente do que a meteorologia indicar, é bom ter como se proteger da chuva de alguma forma. Eu já perdi as contas das vezes em que a previsão me enganou… ehehe.

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Temperatura mínima atingida em outubro: +1°C (28/10).

Temperatura máxima atingida em outubro: +23°C (13/10).

No final de outubro é legal ir para as florestas ou até mesmo parques e aproveitar o que a estação tem para oferecer. Geralmente, as temperaturas permanecem entre +10°C e +15°C durante o dia, o que eu considero agradável para tal.

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Durante o mês de novembro foi possível sentir o clima do inverno com as temperaturas já negativas. Entretanto, nos dias em que as temperaturas mais abaixaram também foram quando o sol apareceu.

Temperatura mínima atingida em novembro: -2°C (20/11).

Temperatura máxima atingida em novembro: +15°C (01/11).

Dezembro começou com bastante frio, mas o tempo em que o sol permaneceu iluminando os dias já é considerável. Em um único dia o sol aparece e chove. Imprevisível! E em mais um ano eu continuo na torcida para que aconteça o que eu e a maioria das pessoas que eu conheço e que vivem aqui desejam: que neve no dia de Natal.

Hoje o sol nasceu às 08:45 e o pôr do sol acontecerá às 16:39 na cidade onde moro. O tempo de luminosidade durante o dia continua a diminuir e provavelmente até o fim do ano teremos o dia mais escuro do ano.

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Ressaltando que as informações do texto retratam a minha experiência na região de Oost-Vlaanderen.

europa, frança, mont saint-michel, roteiros de viagem, turismo, viagem

Visita ao incrível Mont Saint-Michel em um dia

Este é um dos textos sobre uma viagem pela Normandia.

O Mont Saint-Michel é um rochedo que fica no meio de uma baía para o Canal da Mancha. Foi um centro de peregrinação dos cristãos durante a Idade Média e desde 1979 é considerado Patrimônio Mundial pela UNESCO, sendo um dos locais mais extraordinários da lista em razão dos aspectos monumental e pitoresco que são facilmente notados.

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Mont Saint-Michel

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Acredita-se que a história do monumental Mont Saint-Michel começa em 708, quando o bispo Aubert (de Avranches) sonha que o arcanjo São Miguel ordena que uma igreja seja construída e consagrada em sua homenagem ali no rochedo. Em 709 o sonho tornou-se realidade (depois de o arcanjo aparecer três vezes nos sonhos do bispo). A abadia fica no topo do monte.

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Antes disso, o local era conhecido como Mont-Tombe.

Durante o século X, os frades se instalaram na abadia e um vilarejo foi se desenvolvendo pouco a pouco aos pés do monte. Foi o local de refúgio para os peregrinos, enquanto para os viajantes era um local de descanso. Os religiosos sofreram com incêndios e desabamentos que aconteceram, mas reconstruíram e fortificaram os alicerces sem desânimo. Com a coragem dos frades em defendê-lo, o Mont Saint-Michel resistiu às invasões dos vikings no século IX, à Guerra dos Cem Anos contra os ingleses que tentaram invadir e apropriar-se, e quando os protestantes tentaram ocupá-lo durante as guerras de religião. Graças à proteção da muralha e pelo mar, permaneceu intocável durante os períodos que foram citados anteriormente. A afluência dos peregrinos incentivou os comerciantes a se instalarem no rochedo, contribuindo para a formação da aldeia.

Depois que os beneditinos foram obrigados a deixar a abadia por riscos, revolucionários transformaram o local em prisão entre os anos de 1793 e 1863.

Uma restauração a partir de 1872 sob a responsabilidade do serviço de monumentos históricos da França e o regresso de uma comunidade religiosa em 1969 possibilitaram o renascimento Mont Saint-Michel. Atualmente, é um dos locais mais visitados na França, atrás de Paris e do palácio de Versailles.

Desaguam ali os rios Sée, Sélune e Couesnon.

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O evento das marés vivas é a subida e a descida da maré em torno do monte, e é uma atração. Entretanto, não é diariamente que acontece, pois o espetáculo só acontece durante os períodos das luas nova e cheia, então é importante acessar o site oficial que divulga a tábua das marés para verificar quando acontece. (clique aqui)

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Mont Saint-Michel após a maré subir

Nós conseguimos nos instalar em um dos pontos da muralha quando a maré começou a subir ao redor do Mont Saint-Michel para apreciar o evento. É mágico! O monte não chegou a se transformar em ilha no dia em que o visitamos porque a maré não subiu a ponto de cobrir a passarela, mas a possibilidade existe, por isso a importância de verificar a tábua das marés para não ter surpresas. O coeficiente indicava 80 no dia que estivemos lá.

Apenas um dia foi suficiente para explorarmos o que o Mont Saint-Michel tem a oferecer.

Existem opções para alimentação e hospedagem no interior da muralha do Mont Saint-Michel.

Nas ruas do vilarejo existem lojas de souvenirs com todo tipo de produto. E após a visita à abadia também! Foi lá que compramos um enfeite para colocar na nossa árvore de natal como lembrança.

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Não é possível ir de carro até o interior do Mont Saint-Michel, mas existem estacionamentos por perto. Aí é só caminhar ou utilizar o transporte que atravessa a ponte até o monte. Recomendo a caminhada para ir apreciando a vista. Não pague para ser transportado por cavalos, é cruel!

Para acessar o site oficial de turismo e mais informações, clique aqui.

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