bélgica, produtos de limpeza

Produtos de limpeza para casa que uso no meu dia a dia na Bélgica

Eu gostaria de ter encontrado um guia sobre produtos de limpeza para casa quando mudei para a Bélgica, mas não foi o que aconteceu, então, foi testando um a um que encontrei os produtos que eu mais gosto e que mais são úteis no meu dia a dia aqui na Bélgica. E decidi compartilhar aqui porque acho que pode ser útil para quem estiver conhecendo como as coisas funcionam por aqui.

Álcool: tudo que entra na minha casa passa por uma higienização com álcool (tudo que não vai estragar se entrar em contato com o produto, óbvio). Dentro de casa tem várias utilidades.

Nome do produto em holandês: alcohol; em inglês: alcool; em francês: alcool.

Um produto bastante útil por aqui é o vinagre anti-calcário da marca Frosch: remove as manchas de água que acumulam (a água da Bélgica possui bastante calcário, então, áreas onde a água espirra/escorre ficam com um aspecto esbranquiçado e até com crostas). Uso para limpar pias (cozinha e banheiro), na área de banho e no tanque.

Em holandês: anti-kalk vinegar (azijnreiniger); em inglês: anti-limestone cleaner; em francês: anti-calcaire vinegar (nettoyant au vinaigre).

A famosa mistura de vinagre e bicarbonato de sódio que possui várias utilidades.

Uso os produtos multiuso para superfícies das marcas Dettol e/ou CIF para limpar as superfícies dos móveis da minha casa.

Produto da HG que remove os fios de cabelo que ficam presos no ralo. Mesmo com a proteção para que os fios de cabelo não cheguem até o encanamento e remoção após o banho, acontece de eles ultrapassarem a proteção e bloquearem a passagem de água, acumulando água no ralo, e aí é só o produto HG haarontstopper que vai resolver.

Produto da HG que neutraliza o odor do encanamento da pia do banheiro. Eu não sei o que acontece aqui na Bélgica, o encanamento das pias dos banheiros exalam um cheiro bastante desagradável e eu costumava jogar água sanitária no ralo frequentemente, mas recentemente descobri e testei o produto HG afvoerstank verwijderaar e está aprovado.

Produtos anti-calcário para banheiro. A variedade de produtos anti-calcário é enorme. Eu costumo usar a marca Antikal, mas às vezes troco por causa de promoções (o anti-calcário da marca Ajax também é ótimo). Após aplicar o produto anti-calcário no box da área de banho e removê-lo, repito o processo com o vinagre anti-calcário da Frosch para limpar bem.

A água sanitária que eu uso é da marca La Croix (gel) – com funções de limpar, desodorizar e clarear. Uso quase que exclusivamente nos vasos sanitários e na área de banho. Contém, em inglês (como na descrição do rótulo): sodium hypochlorite, hydrogen peroxide e cocamine oxide – (sem tais produtos químicos é apenas um alvejante).

Em holandês: bleekwater; em inglês: chlorine bleach; em francês: eau de javel.

Toillet: os produtos da HG eliminam todo tipo de mancha do vaso sanitário. O imóvel onde eu moro possui sistema de aproveitamento de água da chuva para o vaso sanitário. A água é amarela e frequentemente mancha a louça. Os limpadores para vaso sanitário que mais gosto são das marcas la croix, wc net, canard e harpic, sempre já com água sanitária para clarear a água da chuva.

Gosto de usar o CIF cremoso para limpar a área de banho e cozinha. É ótimo para limpar pias, azulejos e vidros.

Limpa vidros. Lavo os vidros das janelas e das portas duas vezes por ano, no início da primavera e no início do outono, quando limpo a casa por completo, detalhadamente. Para manutenção, uso o produto HG glasreiniger, também para limpar os móveis com vidro e para limpar os espelhos.

Lenços umedecidos multiuso CIF ou Dettol para uso (quase) diário. Na cozinha, para limpar a placa de vitrocerâmica, bancadas e mesa de jantar. No toillet, para limpar a superfície do vaso sanitário. Entre outras utilidades.

  • Roupas

Existem muitas opções de detergente e amaciante para lavar roupas: para coloridas, brancas, pretas, para roupas de bebês, para evitar o acúmulo de calcário na máquina, veganos, ecológicos, para quem tem a pele sensível, para lã, etc. Utilizo pods da marca Dash para roupas de cama, toalhas, guardanapos, panos de limpeza, tapetes e roupas coloridas que não estão tão sujas, pois quando as peças precisam de limpeza mais profunda, utilizo os detergentes das marcas Ariel ou Vanish e amaciante da Lenor. Para evitar o acúmulo de calcário na máquina: Calgon (intercalo). Detergentes da Ariel, Persil, Dreft, Coral e HG oferecem opções para a lavagem de roupas de todas as cores e são as marcas que eu mais costumo usar. Além dos amaciantes da Lenor, gosto das opções que a Soupline e a Silan oferecem.

wasmiddel (nl) / laundry detergent (en) / lessive liquide (fr)
wasverzachter (nl) / fabric softener (en) / adoucissant (fr)

Sempre tem na dispensa da minha casa produtos da HG e/ou K2r que removem manchas específicas como molhos, óleo, maquiagem, café, vinho, chocolate, sangue e terra. Eles devem ser aplicados diretamente na mancha antes da lavagem e são excelentes.

Foi na lavanderia que eu cometi os erros mais cômicos quando mudei para a Bélgica, mas não estraguei nada!

  • Louças

Geralmente, as marcas das máquinas de lava louças recomendam a marca dos produtos que devem ser utilizados. Na casa que moro hoje, a máquina é da marca Siemens e recomenda o uso dos produtos da marca Finish. Eletrodomésticos como lava louça, forno, micro-ondas, geladeira e fogão/placas costumam estar embutidos nos armários da cozinha dos imóveis para locação. São necessários três produtos: pods (os produtos que contém nas cápsulas variam), sal e abrilhantador que também é anti-calcário (todos da marca Finish).

Detergente de pia para lavar os itens que não podem/devem ser lavados na máquina e remover o excesso de sujeira antes de colocar os itens na máquina: Delft (tem disponível para peles sensíveis).

Para limpar tapetes, uso o mousse da Vanish (pet expert). Aspiro semanalmente.

Para limpar o chão: aspiro e passo pano. Misturo (com água) um limpador multiuso Ajax, álcool e amaciante no balde que acompanha o esfregão (kit Vileda). Passo o esfregão no chão e logo em seguida já seco com um pano de chão envolvido no rodo porque senão o piso fica com manchas. Lavo uma vez por ano as áreas que sujam mais (sapatos que usamos na rua não ultrapassam o hall de entrada, contribuindo significativamente para que o piso não suje tanto).

Para limpar manchas devido à umidade no exterior da casa (geralmente, nos muros e no chão), aplico o produto da marca HG que cumpre perfeitamente seu propósito. Jogo o produto no chão seco e esfrego com vassoura. O produto age no chão seco durante trinta e seis horas. Importante checar a previsão do tempo, pois é recomendado que o chão não molhe durante o período.

Por último, acho necessário mencionar sobre algo que também está relacionado com a manutenção da limpeza: lixo. Nas cidades da região de Vlaanderen, o lixo que você produz deve ser separado e colocado num saco de lixo específico para aquele tipo de resíduo (exemplo: lixo comum, plástico, metal, caixas de bebidas, papel, frutas e verduras, etc.), que você encontra nos mercados da cidade onde você mora (tem que ser da cidade onde você mora). Dependendo do tipo de material, por exemplo, jardim, vidro, madeira, maquiagem, pilhas e baterias, etc., será necessário levar até o Recyclagepark da cidade onde você mora. Existem containers nas ruas para você depositar adequadamente alguns tipos de vidro, tecido e óleo. Alguns mercados disponibilizam caixas para que você possa depositar o filtro da BRITA, pilhas e baterias. Mais informações são encontradas no site oficial da cidade onde você mora, e é importante que você se informe para verificar como a coleta acontece onde você mora, pois existem variações de uma cidade para outra.

Acho que é isso! Acredito que comentei sobre todos os produtos de limpeza que costumo usar no meu dia a dia aqui na Bélgica. Levou tempo, mas hoje eu sei quais são os produtos de limpeza que mais se adequam às minhas necessidades (lembrando que existem muitas outras variedades nos mercados que podem se encaixar melhor para o estilo de vida ou gostos de cada um).

Espero que este artigo ajude quem estiver se mudando e/ou com dúvidas.

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Último dia em Fernando de Noronha | canoa havaiana

Este é um dos artigos sobre uma viagem pela ilha de Fernando de Noronha. Recomento a leitura do que já publiquei anteriormente para acompanhar/entender o roteiro da viagem.

Último dia. Acordamos e nos arrumamos para irmos até porto, pois lá iniciaríamos uma atividade com canoa havaiana às 05:30.

Não conseguimos contato com a operadora de taxis, então decidimos ir caminhando até lá, mas ainda assim atrasaríamos, pois o tempo que levaríamos para chegar até lá seria de vinte e cinco minutos. Logo que chegamos na rodovia BR-363, vimos um buggy se aproximando e pedimos carona (já sabíamos que a carona é bastante comum na ilha), e então chegamos no horário que tínhamos previsto.

Operadora: Noronha Va’a. Antes de embarcarmos, ainda na areia, recebemos os remos e o instrutor explicou como a canoa havaiana funciona no mar. É um trabalho em equipe onde todos precisam remar. Itinerário: Ponta do Air France, Rugido do Leão, Praia do Cachorro, Praia do Meio, e Praia da Conceição com parada para banho e retorno à Praia do Porto. Duração: 2 horas. Se eu não me engano, 90% dos grupos que passeiam pela manhã veem golfinhos (inicialmente, nós iríamos um dia antes, e soubemos que os golfinhos não apareceram, então ainda bem que mudamos a data por causa do mergulho que decidimos fazer em cima da hora um dia antes, pois vimos muuuitos golfinhos).

Não temos fotos, pois todos os aparelhos eletrônicos devem permanecer guardados em uma caixa que só podemos pegar quando paramos de remar. Foi lindo, pois eles passam bem pertinho, saltam e rodopiam.

Voltamos para a pousada e tomamos o nosso último café da manhã já em clima de despedida, com saudade. Depois, hora de organizar as malas para o retorno.

E por aqui se encerra a nossa viagem pela ilha. Foi demais!

E Fernando de Noronha é tudo aquilo, sim! É tudo e um pouco mais do que eu imaginei que seria. Só indo para saber, então, se tiver oportunidade, apenas vá!

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Dia 6 em Fernando de Noronha

Este é um dos artigos sobre uma viagem pela ilha de Fernando de Noronha. Recomento a leitura do que já publiquei anteriormente para acompanhar/entender o roteiro da viagem.

Após mais um delicioso café da manhã na pousada, iniciamos as atividades do dia na região do Museu do Tubarão, seguindo pela trilha até a Capela de São Pedro dos Pescadores, Ponta da Air France e Praia do Porto de Santo Antônio para um mergulho com cilindro ali mesmo.

Mergulhamos com a operadora Mar de Noronha e o fotógrafo David Luiz nos fotografou durante a atividade.

As fotografias não estão inclusas no preço do mergulho (é opcional).

O instrutor Fábio explicou tudo o que precisávamos saber sobre o mergulho, e então seguimos da areia até o mar já com quase todos os equipamentos ajustados no corpo. Iniciamos o mergulho e fomos avançando pouco a pouco pelo fundo do mar, guiados. Sentimos a pressão nos ouvidos levemente. Pudemos mergulhar mais livremente e nos sentimos mais confortáveis em comparação ao mergulho do dia 3. E vimos muuuito mais animais.

Acredita-se que o navio Eleani Stathatos naufragou na Praia do Porto de Santo Antônio propositalmente para que o valor do seguro da carga fosse recebido. Atualmente, é o abrigo de cardumes.

Uma das experiências mais incríveis que vivenciamos durante os dias que estivemos na ilha. Recomendo demais!

Após, ficamos um pouco por ali, mas logo partimos para a praia que eu considero ser a mais bonita da ilha: Baía dos Porcos.

Tinham arraias por ali, pequenas e grandes. Nadamos um pouco e fotografamos.

Depois, voltamos para a pousada e nos arrumamos para ir até as Ruínas do Forte de Santo Antônio para assistir ao último pôr do sol na ilha.

E em seguida, encerrarmos a noite no restaurante Mergulhão, perto dali.

camarão com moranga + acompanhamentos

Sobremesa: tartelete chocante (nougatine de castanha de caju, caramelo salgado, ganache de chocolate e sorvete de cupuaçu – bom demais!).

Aproveitamos que o clima estava agradável e voltamos caminhando até a pousada, aproximadamente vinte e cinco minutos.

Na semana que vem, vou compartilhar um pouco do nosso último dia em Fernando de Noronha. Acompanhe!

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Dia 5 em Fernando de Noronha

Este é um dos artigos sobre uma viagem pela ilha de Fernando de Noronha. Recomento a leitura do que já publiquei anteriormente para acompanhar/entender o roteiro da viagem.

Acordamos, tomamos café da manhã na pousada e nos organizamos para ir até o ponto de encontro para o passeio de catamarã no período da manhã.

Optamos pela operadora Trovão dos Mares para o passeio de catamarã por oferecer almoço durante a parada para banho na Praia do Sancho e por oferecer serviço de transporte (ida/volta). O itinerário de quase todas as embarcações é praticamente o mesmo, pois a navegação acontece pelo mar de dentro da ilha, então são os detalhes que mudam.

Fomos até o ponto de encontro e de lá pegamos a van que nos levou até o Porto de Santo Antônio para embarcarmos.

Durante a navegação do porto até a Ponta da Sapata escutamos de um dos membros da tripulação explicações sobre as curiosidades da ilha. Nós tivemos a sorte de ver grupos de golfinhos perto do porto e foi lindo demais. Já na volta, o catamarã parou na Praia do Sancho e lá pudemos nadar à vontade. Depois de uma hora o almoço foi servido. Não esperávamos nada de sensacional em relação à comida, afinal, compreendemos a dificuldade disso, mas tudo o que foi servido estava bem gostoso, inclusive, se alguém tiver alguma restrição alimentar é possível conversar com a equipe antecipadamente para que seja verificado o que pode ser feito. Em seguida, navegamos de volta até o porto.

ponta da sapata

O agendamento foi feito através de WhatsApp. São cinco horas de duração. Se eu não me engano, 09:30 até 15:30.

Logo em seguida de embarcarmos, é oferecido o serviço de fotografia. Eu achei que as fotos embaixo d’água ficaram legais (levando em consideração nossas habilidades), porém, eu não gostei das fotos durante a navegação porque, aparentemente, as lentes da câmera não estavam tão limpas, provavelmente por causa de respingos de água, e aí o resultado não ficou legal.

Tínhamos o objetivo de ir até o Bar do Meio e assistir ao pôr do sol acomodados lá, porém, quando chegamos já não havia mais disponibilidade, então nos acomodamos nas pedras entre a Praia do Meio e a Praia da Conceição lá ficamos até não vermos mais o sol.

Fomos até o restaurante Delícias da Ná para jantarmos.

Compartilhamos os camarões no varal com acompanhamentos. Nada de excepcional, mas os camarões e todos os acompanhamentos estavam muito bons. De sobremesa, compartilhamos um petit gâteau com sorvete.

Na semana que vem, vou compartilhar um pouco do nosso sexto dia em Fernando de Noronha. Acompanhe!

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Dia 4 em Fernando de Noronha

Este é um dos artigos sobre uma viagem pela ilha de Fernando de Noronha. Recomento a leitura do que já publiquei anteriormente para acompanhar/entender o roteiro da viagem.

Depois de tomarmos nosso café da manhã na pousada, novamente fomos até os mirantes do Sancho e do Morro Dois Irmãos para mais fotos.

Seguimos para a Praia do Leão apenas para observar, pois o mar estava bastante agitado. Para mim, é uma das praias mais bonitas da ilha (levando em consideração as praias que eu tive oportunidade de visitar).

Decidimos caminhar por cerca de quinze minutos pela trilha Forte São Joaquim do Sueste até o Mirante do Sueste.

Na minha opinião, um dos lugares mais lindos da ilha. Vimos, além da Baía do Sueste e das ruínas do Forte de São Joaquim do Sueste, algumas ilhas secundárias do Arquipélago de Fernando de Noronha: Ilha do Chapéu de Sueste, Ilha Cabeluda, Ilha dos Ovos, Ilha dos Trinta Reis e Ilha do Frade.

baía do sueste

Caminhamos por mais vinte minutos até a Baía do Sueste e lá praticamos snorkeling com um guia que nos levou para ver tartarugas marinhas e outros animais. Não sei se foi sorte ou azar vermos as barbatanas de três tubarões apenas quando a praia já tinha sido fechada e aguardávamos do lado de fora por um taxi (eles passaram exatamente por onde nós estávamos nos banhando cerca de trinta minutos depois que saímos do mar).

É fácil observar tartarugas marinhas e tubarões por ali porque é um local de alimentação de ambos, e também peixes, lagostas ou polvos. Importante observar que existem divisórias no mar que devem ser respeitadas pelo visitante. À esquerda é proibido nadar porque é a região onde pesquisadores estudam a vida marinha dali. No meio é permitido nadar livremente. À direita é permitido nadar desde que com colete salva-vidas para flutuar e não encostar nos corais. Como em todas as outras praias, é proibido tocar nos animais independente da área. Para observar a vida marinha com mais facilidade, vale a pena contratar um guia que te levará até os locais onde os animais costumam permanecer.

informações

Foi da Praia do Bode que assistimos ao mais lindo pôr do sol durante nossa estadia na ilha. Parece que é a praia mais procurada para casamentos e o motivo é justamente o que pode ser visto de lá.

Para ir embora, foi difícil conseguir contato com a empresa que opera os taxis, mas no final deu tudo certo.

De noite, jantamos no restaurante Varanda.

entrada: iscas de peixe
risoto de camarões crocantes
frutos do mar com arroz preto
sobremesa: trio de brigadeiro + sorvete

A entrada não tinha nada demais em relação ao sabor. Os dois pratos principais que pedimos estavam deliciosos. Sobremesa: sensacional.

Na semana que vem, vou compartilhar um pouco do nosso quinto dia em Fernando de Noronha. Acompanhe!

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Dia 3 em Fernando de Noronha

Este é um dos artigos sobre uma viagem pela ilha de Fernando de Noronha. Recomento a leitura do que já publiquei anteriormente para acompanhar/entender o roteiro da viagem.

Depois de iniciarmos o dia com um café da manhã na pousada que nos hospedamos, fomos até a Praia do Cachorro caminhando, e lá permanecemos até um pouco antes do horário um passeio no período da tarde.

Aguardamos cerca de uma hora na fila para fotografarmos no Buraco do Galego, à direita da praia. É uma piscina natural que se forma dependendo da maré, não sei se vale a pena por causa do desconforto durante a espera, mas já que estávamos ali…

Voltamos para a pousada, ficamos um pouco na piscina e nos arrumamos para a atividade mais aguardada do dia: mergulho com cilindro.

Optamos pela operadora Noronha Diver porque gostamos da infraestrutura no geral, especialmente pelo serviço de transfer até a pousada e pela qualidade de todos os equipamentos que são disponibilizados para o mergulho.

Embarcamos no catamarã no Porto de Santo Antônio e durante a navegação até a Ilha Rata recebemos orientações dos instrutores sobre tudo o que envolve o mergulho.

O mergulho não é livre: o instrutor é responsável por guiar/conduzir o visitante durante todo o percurso, em torno de quarenta e cinco minutos.

Nós descemos a um pouco menos de dez metros de profundidade, e por causa da rapidez que descemos, eu senti uma pressão absurdamente intensa nos meus ouvidos (isso não tinha acontecido quando mergulhamos na nossa lua de mel em 2015 e também não aconteceu durante o mergulho que realizamos na Praia do Porto de Santo Antônio no nosso penúltimo dia na ilha). As restrições sobre o que não é permitido fazer durante o mergulho são muitas, e isso causa um pouco de tensão, ficamos tão preocupados em não desrespeitar as regras que acabamos não relaxando.

Nós contratamos os serviços de fotografia e de filmagem oferecido pela equipe CILIARES Foto & Vídeo – FN, que são oferecidos durante a navegação até o local de mergulho. As fotos podem ser compradas individualmente no escritório da empresa. O vídeo é definido por duração e é disponibilizado depois de dois dias do passeio. Compartilhei o vídeo YouTube, clique aqui para assistir.

Assistimos ao pôr do sol da área da piscina da pousada que nos hospedamos.

Para finalizar o dia, jantamos no restaurante O Pico.

Na semana que vem, vou compartilhar um pouco do nosso quarto dia em Fernando de Noronha. Acompanhe!

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Dia 2 em Fernando de Noronha

Este é um dos artigos sobre uma viagem pela ilha de Fernando de Noronha. Recomento a leitura do que já publiquei anteriormente para acompanhar/entender o roteiro da viagem.

Tomamos o nosso primeiro café da manhã na pousada e foi maravilhoso, tudo tão bom!

Começamos por: Praia do Sancho.

No PIC – Posto de Informação e Controle -, apresentamos o ingresso que autoriza a entrada nas áreas do Parque Nacional Marinho. Seguimos por uma passarela bem estruturada até o local de acesso à praia, onde aguardamos um pouco pelo horário de descida.

horários

É preciso descer pelas escadas que ficam presas nas fendas entre as rochas para chegar até a praia. Para voltar, idem (subir).

Deixamos nossas coisas na areia e fomos para o mar. Ficamos na região um pouco depois de onde as ondas se formavam porque as ondas estavam se quebrando agressivamente. Vimos peixes e arraias ao praticarmos snorkeling. Ficamos apenas até o horário da próxima subida, pois iríamos fazer um passeio de barco com parada na Praia do Sancho para banho em outro dia.

Após nos banharmos na praia que já foi eleita a melhor do mundo, seguimos a trilha até o Mirante do Morro Dois Irmãos e depois de nos deslumbramos com a Baía dos Porcos vista de cima, descemos até lá, onde permanecemos por algum tempo.

mirante do morro dois irmãos
baía dos porcos

Desinformados, nós não verificamos as tábuas das marés e quase ficamos encurralados na Baía dos Porcos porque a maré subiu enquanto estávamos lá e não percebemos (mesmo estando apenas nós na praia). Na verdade, só notamos na hora que estávamos indo embora, pois algumas das pedras por onde havíamos passado estavam submersas. Por sorte, cruzamos com uma pessoa que, aparentemente, conhecia a ilha e nos auxiliou com a passagem de volta para a Praia da Cacimba do Padre (para acessar a Baía dos Porcos é necessário passar pela Praia da Cacimba do Padre, à esquerda), onde as ondas batiam com força nas pedras e a maré já ultrapassava os meus joelhos.

Nos acomodamos na Praia da Cacimba do Padre, onde tem barraca com serviço de porções e bebidas para quem se interessar, e por ali permanecemos até o fim da tarde.

Assistimos a um pôr do sol maravilhoso da Praia da Conceição.

Escolhemos o restaurante Cacimba Bistrô para jantarmos.

Todos os pratos foram compartilhados por nós dois. Entrada: iscas de peixe empanadas com farinha de amêndoas e farinha de castanhas acompanhadas com molho de mostarda e mel, e fritas. Prato principal: strogonoff de camarão acompanhado por batata palha e arroz. Sobremesa: sorvete de chocolate com calda.

Foi uma experiência gastronômica deliciosa.

Na semana que vem, vou compartilhar um pouco do nosso terceiro dia em Fernando de Noronha. Acompanhe!

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Primeiro dia em Fernando de Noronha: Pousada Colina | jantar no Restaurante do Vale

Este é um dos artigos sobre uma viagem pela ilha de Fernando de Noronha. Recomento a leitura do que já publiquei anteriormente para acompanhar/entender o roteiro da viagem.

Como já comentei anteriormente, chegamos na ilha no fim de tarde. Fomos recebidos pela equipe da pousada onde nos hospedamos e encaminhados para a van junto com os hóspedes das pousadas do grupo EKOS, que inclui, além da Pousada Colina, a Morena e a Paraíso. Chegamos na pousada, nos acomodamos, curtimos um pouco a vista do nosso quarto, e de noite fomos jantar no Restaurante do Vale.

O restaurante fica na Pousada do Vale, onde iríamos nos hospedar em 2016 (se não tivéssemos nos mudado para a Bélgica). Nós tínhamos gostado de absolutamente tudo na pousada e só não nos hospedamos nela em 2021 porque quando começamos a pesquisar sobre acomodação já não havia mais disponibilidade.

Foi a melhor experiência gastronômica que eu tive na ilha. Comida deliciosa, ambiente agradável e atendimento excelente. Foi incrível!

Eu pedi um risoto de salmão com molho de maracujá que estava incrível!

Meu marido pediu o prato que é nomeado como CACIMBA (foto do site oficial do restaurante): atum selado na crosta de gergelim, purê de wasabi, couve manteiga crispy e molho tarê. Ele também elogiou bastante.

De sobremesa, compartilhamos um bolo de chocolate recheado com brigadeiro, servido com farofa doce, sorvete de creme e calda de café. Sensacional!

Tudo impecável! Só não voltamos porque uma das coisas que mais gostamos de fazer quando viajamos é diversificar restaurantes.

Para mais informações sobre o restaurante, clique aqui.

Um primeiro dia bem curtinho na ilha, porém, inesquecível!

Na semana que vem, vou compartilhar um pouco do nosso segundo dia em Fernando de Noronha. Acompanhe!

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Nossa viagem de uma semana em Fernando de Noronha

Nossa viagem pela ilha de Fernando de Noronha começou, virtualmente, lá em 2013, quando pesquisávamos destinos para a nossa lua de mel e cogitamos a possibilidade da ilha. O destino da nossa lua de mel foi outro (já compartilhei sobre – artigo 1 e artigo 2) e Fernando de Noronha se tornou o destino onde celebraríamos um ano de casamento. Em 2016, estava TUDO devidamente planejado para a viagem pela ilha, porém, exatamente três meses antes da viagem surgiu a oportunidade de mudarmos para a Bélgica (a mudança aconteceria exatamente na semana que planejávamos estar na ilha). Então, a viagem para Fernando de Noronha foi cancelada e ficou em standby.

Depois de cinco anos morando na Bélgica, voltamos juntos pela primeira vez para o Brasil em novembro/2021, e foi aí que Fernando de Noronha aconteceu! E foi lá que celebramos seis anos de casamento.

Localizada no estado de Pernambuco, a ilha está localizada à 545 km da costa e foi listada como Patrimônio Mundial Natural pela UNESCO em 2001.

O acesso à ilha é limitado, por isso, é importante se programar com antecedência.

Quem quiser visitar a ilha precisa pagar uma taxa de preservação ambiental referente à quantidade de dias que permanecerá na ilha. Pagamento online através do site oficial do Governo. Da Bélgica, país onde eu moro, só consigo acessar o site oficial do Governo através de uma VPN.

Para acessar as áreas do Parque Nacional Marinho é necessário pagar uma taxa com validade de 10 dias (hoje, 08.08.2022, R$165,00 por pessoa). É possível comprar o ticket antecipadamente através do site oficial do Parque.

Nós partimos do aeroporto de Guarulhos com a companhia aérea GOL. A conexão foi em Recife, e então chegamos em Fernando de Noronha. A partir de 2022 existirá a possibilidade de ir até a ilha pela companhia aérea AZUL sem escala a partir do aeroporto de Campinas – Viracopos.

Hoje, vou contar um pouco das atividades que vivenciamos sem entrar em detalhes, mas nas semanas que virão, vou contar mais detalhadamente sobre nossas experiências nos dias que estivemos na ilha.

Dia 1: Chegamos na ilha no fim de tarde. Nos acomodamos na pousada e de noite fomos jantar no Restaurante do Vale (para nós, a gastronomia presente na ilha faria/fez parte da viagem como um todo).

Dia 2: Tomamos o nosso primeiro café da manhã na pousada e seguimos até a Baía do Sancho. Após um banho de mar na praia que já foi eleita a melhor do mundo, seguimos a trilha até o Mirante do Morro Dois Irmãos e depois de vermos a Baía dos Porcos de cima, descemos até lá. Assistimos a um lindo pôr do sol acomodados na Praia da Conceição.

Dia 3: Visitamos a Praia do Cachorro durante a manhã, curtimos um pouco a piscina da pousada antes do mergulho com cilindro na Ilha Rata e depois voltamos para a piscina, onde aproveitamos com drinks e snacks até o sol se pôr.

Dia 4: Novamente, visitamos os mirantes do Sancho e do Morro Dois Irmãos para fotos. Seguimos para a Praia do Leão e, de lá, decidimos caminhar pela trilha Forte São Joaquim do Sueste até o Mirante do Sueste, onde foi possível ver, além da Baía do Sueste e das ruínas do Forte de São Joaquim do Sueste, algumas das ilhas secundárias do Arquipélago de Fernando de Noronha: Ilha do Chapéu de Sueste, Ilha Cabeluda, Ilha dos Ovos, Ilha dos Trinta Reis e Ilha do Frade. Praticamos snorkeling na Praia do Sueste e depois fomos até a Praia do Bode para assistirmos ao mais lindo pôr do sol durante nossa estadia na ilha.

Dia 5: Dia de passeio de catamarã com almoço. Depois, curtimos um pouco a piscina da pousada antes de nos arrumarmos para assistirmos ao pôr do sol da Praia do Meio e jantarmos.

Dia 6: Iniciamos o dia na região do Museu do Tubarão, seguimos a trilha até a Capela de São Pedro dos Pescadores, Ponta da Air France e depois seguimos até a Praia do Porto de Santo Antônio para um mergulho com cilindro ali mesmo. Após, ficamos um pouco por ali, mas logo partimos para a praia que eu considero ser a mais bonita da ilha: Baía dos Porcos. Voltamos para a pousada, nos arrumamos e fomos até as Ruínas do Forte de Santo Antônio para assistir ao último pôr do sol na ilha.

Dia 7: Começamos o dia com uma atividade ainda na madrugada: canoa havaiana. Voltamos para a pousada, tomamos o nosso último café da manhã ali e organizamos tudo para ir embora.

Existem muitas atrações para todo tipo de perfil em Fernando de Noronha. Algumas delas precisam ser agendadas e/ou precisam de um guia autorizado/credenciado pelo arquipélago. O site oficial da ilha disponibiliza todas as informações a respeito.

Acompanhe o blog para saber as informações mais detalhadas sobre os locais que visitamos e, quem sabe, se inspirar!


Hospedagem

Com tantas pousadas incríveis espalhadas pela ilha, não é uma tarefa fácil! Mas depois de tanto pesquisarmos e analisarmos as opções que nos interessavam (estilo da viagem, localização e facilidade de acesso, acomodação, preço, serviços oferecidos), decidimos pela Pousada COLINA!

Desde o momento que chegamos até o momento que partimos nossa experiência foi maravilhosa! Equipe receptiva, quartos aconchegantes, ambientes agradáveis, ótima comida e uma vista panorâmica linda. A localização é ótima, fomos e voltamos a pé do centro quase todas as noites. Aproveitamos a piscina e o serviço de snacks e drinks que é oferecido em alguns dias (pós praia).

Foi tudo incrível!

Alimentação

A gastronomia da ilha é parte da viagem, um espetáculo à parte. Nós escolhemos antecipadamente todos os restaurantes que tivemos a oportunidade de visitar. Vou comentar sobre eles nos artigos mais detalhados sobre cada dia.

Locomoção

Optamos por utilizar o serviço de taxi na ilha. O sinal de dados móveis ou para ligações às vezes é ruim e pode ser um inconveniente, por exemplo, a necessidade de ter que buscar por sinal para conseguir contato com a empresa que opera os taxis, mas ainda assim eu acredito que foi a melhor opção, pois os motoristas sabem como dirigir nas vias não estruturadas que levam até as praias e todos os carros possuem ar-condicionado. A média do custo por trecho é de R$35,00, às vezes mais, às vezes menos, depende da distância e horários. Pagamento via PIX ou dinheiro (na maioria das vezes, afinal, o sinal é ruim).

Outras opções são:

– Transporte público (ônibus): percorre apenas a rodovia que atravessa a ilha (BR-363 – do porto à Baía do Sueste – 7km de extensão), não acessando as vias que levam até as praias/baías, ou seja, é necessário estar preparado/disposto para caminhar. Vale lembrar do calor que faz na ilha.

– Locação de buggy: não considero interessante por causa da política de locação (mínimo de dois dias seguidos na maioria das locadoras), preço e também pela fiscalização da lei seca especialmente no fim de tarde. Encontrei depoimentos de pessoas não recomendando por causa da condição dos veículos, afinal, além de a maioria não se encontrar em um estado de preservação razoavelmente bom, são desconfortáveis. É necessário abastecer, e o preço do combustível na ilha é caro. Acredito que é válido para quem viaja em grupo de 4/5 pessoas.

– Também estão disponíveis para locação, e eu considero mais interessante do que o buggy, automóveis como caminhonetes 4×4, UNO, GOL, SUVs e até vans.

– Sem dúvidas, a bicicleta elétrica é o meio de transporte mais sustentável entre todas as opções. Nós chegamos a cogitar a possibilidade, mas desistimos da ideia porque não somos tão aventureiros assim e concluímos que poderíamos não ter condicionamento físico para pedalar entre subidas e descidas não estruturadas com o sol batendo na cabeça.

– Motos: provavelmente, desconfortável nas vias não asfaltadas.

Informações úteis:

Clima (04.11.2021 a 10.11.2021): entre 20°C e 27°C. O sol brilhou todos os dias durante a nossa estadia. Em poucos momentos, nuvens chegaram a cobrir o céu e ficou nublado.

Moeda: real.

Idioma: português.

Sacar dinheiro pode ser um problema (tudo na ilha é relativamente limitado, inclusive, dinheiro em espécie nos caixas eletrônicos disponíveis).

Verificar as tábuas das marés todos os dias para não ser surpreendido. Nós não fizemos isso e quase ficamos encurralados na Baía dos Porcos porque a maré subiu enquanto estávamos lá e não percebemos (mesmo estando apenas nós na praia), mas, pelo menos, foi no primeiro dia e ficamos atentos. Clique aqui para acessar o site do Centro de Hidrografia da Marinha do Brasil e pesquisar sobre as tábuas das marés na ilha de Fernando de Noronha.

Se você quiser visitar algumas das atividades que precisam ser agendados no IMCBio, vá até o posto para agendamento já no dia que chegar na ilha, ou você correrá o risco de não conseguir. Nós queríamos visitar a piscina natural do Atalaia, mas fomos até o local para agendamento apenas no nosso quarto dia na ilha e não conseguimos agendar porque não havia mais disponibilidade. Para acessar o site oficial do ICMBio, clique aqui.

Tomada:

Nós esquecemos de levar adaptadores e não encontramos por lá (a pousada não tinha e as lojas também não vendiam para o modelo que precisávamos). Todos os nossos carregadores, com exceção do carregador do iPhone – que também conecta os cabos USB das câmeras -, possuem o padrão E e não encaixam nas tomadas do Brasil (que possuem o padrão N). Por sorte, o laptop do meu marido tinha bateria suficiente para no final de cada dia salvarmos nossas fotos.

Para mais informações sobre a ilha de Fernando de Noronha, acesse os links que disponibilizei acima ou clique aqui.

bélgica, comer e beber, knokke-heist

Restaurante tailandês com uma estrela Michelin em Knokke-Heist: Boo Raan

Na última cerimônia do Guia Michelin (maio/2022 – Bélgica e Luxemburgo), o restaurante Boo Raan manteve a conquista de uma estrela Michelin (já tinha sido reconhecido também com uma estrela Michelin em janeiro/2021). A chef Dokkoon Kapueak e mais quatro mulheres do nordeste da Tailândia que compõe a equipe não esperavam pela nomeação do restaurante que está localizado em Knokke-Heist.

A culinária tailandesa oferece alguns dos sabores que meu marido e eu mais gostamos. Então, nós trocamos a nossa visita mensal ao Kin Khao (Gent) pelo restaurante premiado com uma estrela Michelin, o Boo Raan.

Ao abrirmos a porta do restaurante, nos deparamos com o bar, onde fomos recepcionados e, então, acomodados.

Uma das atendentes se aproximou, explicou sobre o cardápio e deu sugestões.

Eu pedi a bebida que foi sugerida: Mai Tai (um dos cocktais mais deliciosos que já experimentei na vida).

Uma sopa de cogumelos e frango foi servida como entrada de cortesia. Eu experimentei um pouco do caldo. Não sei se teria alguma outra opção para vegetarianos/veganos porque não perguntei, mas acredito que sim (descobrirei em setembro).

Optamos pelo serviço à la carte (tem três opções de menu no cardápio).

De entrada, compartilhamos o Streetfood Mix: espetinho de frango, loempia (rolinho-primavera com carne) e tempurá de camarão.

O conceito do restaurante é de comida para compartilhar, mas no nosso caso, cada um pediu o prato que queria. Eu escolhi o Krapaw Thalée e meu marido escolheu o Nam Tok Moo. Foi servido arroz como acompanhamento. Ambos estavam ótimos!

krapaw thalée
nam tok moo

Não pedimos sobremesa porque não foi possível, mas quando voltarmos pediremos uma entrada mais leve para conseguirmos pedir uma sobremesa que eu gostei pela descrição.

O restaurante Boo Raan é bem diferente de todas as referências que eu tenho de restaurantes Michelin. Bom atendimento, a apresentação dos pratos não tem nada de especial e os sabores são incríveis. Como eu já tinha mencionado, a nomeação pelo Guia Michelin não era esperada, e no website do restaurante está a frase (já traduzida para o português): Não espere por pinturas no seu prato, a culinária tailandesa vale pelo gosto. De fato, apresentações simples/comuns, com uma explosão de sabores que que é difícil de descrever. O ambiente é muito bonito e agradável, e como a cozinha é aberta, é possível ver os pratos sendo preparados. Preço: abaixo do que se espera de um restaurante com uma estrela Michelin, porém, compatível com o que é oferecido (para comparação, é mais caro do que qualquer outro restaurante tailandês).

Eu pedi uma taça de vinho que foi esquecida. É um detalhe que funcionários de restaurantes premiados com uma estrela Michelin (2 e 3) sempre estão atentos. É a excelência em tudo que faz a diferença, e no Boo Raan eu senti que ainda falta, entretanto, recomendo e, inclusive, voltaremos em breve sem a expectativa que costumamos ter sobre um restaurante com uma estrela Michelin, apenas com a expectativa de desfrutar de ótima culinária tailandesa com autenticidade.

Para quem tiver interesse: é necessário reservar com pelo menos cinquenta dias de antecedência para a data desejada (como a maioria dos restaurantes aqui da Bélgica que são, no mínimo, bons). Com sorte, é possível conseguir vaga na lista de espera em menos tempo.

Para mais informações, clique aqui.


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