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Blogmas | dia 18 | Natal em Bruxelas

Os mercados de Natal da Europa parecem cenários de contos de fadas que acompanhamos em filmes. Alguns são mais populares e mais estruturados que outros, mas todos são charmosos. É mágico!

Hoje vamos para Bruxelas, capital da Bélgica. Lembrando que todas as informações que constam no artigo são referentes à 2019, pois todos os mercados de Natal da Bélgica foram cancelados em 2020.

Na Grand Place / Grote Markt de Bruxelas acontece um show de som e luz que é impressionante. Não tem quem veja e não se encante.

Ao redor do prédio da Bolsa de Valores estão algumas das mais de 200 barracas que são instaladas na região. As atrações do mercado de inverno também estão nas praças Sainte-Catherine e de la Monnaie, além da região do mercado de peixes (marché aux poissons / vismarkt).

Os tipos de mercadorias das cidades que citei acima também são encontrados no mercado da capital, com um pouco mais de variedades. Tem, inclusive, uma barraca com apenas comida típica do Brasil (administrada por brasileiros). Obviamente, faz sucesso entre os brasileiros que passam pelo caminho. Também são encontradas barracas com comida típica de outros países, refletindo a diversidade de Bruxelas. Cada ano tem um país sendo homenageado com sua cultura em destaque.

A pista de gelo está na Place de la Monnaie.

A roda gigante de Bruxelas fica na região do mercado de peixes. Lá também estão os chalés com produtos para comer e beber no local ou levar, espaços para fazer as refeições e barracas com variedades.

Atrações em algumas datas específicas também são apresentadas nas ruas (consultar o site oficial do evento).

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Obrigada por estar aqui e até amanhã!

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Introdução à Bruxelas

Este texto será a base para outras publicações relacionadas à capital e traz um pouco dos pontos mais importantes da história de Bruxelas.

Em neerlandês: Brussel.

Em francês: Bruxelles.

Bruxelas é a maior área urbana da Bélgica. A cidade é considerada a capital da União Europeia, além de também abrigar a sede da OTAN (Organização do Tratado do Atlântico Norte). É também em Bruxelas que as questões entre as regiões do país, Flandres e Valônia, são resolvidas.

A região é composta por 19 comunas (municípios) – incluindo a cidade de Bruxelas.

É aceitável que o nome “Bruxelas” tem origem de “broeksel/broekzele”, que em estágio primário do desenvolvimento do neerlandês significa “casa do pântano”. A variante do neerlandês como dialeto de Bruxelas possui um número bastante significativo de palavras em francês.

O primeiro registro já encontrado sobre Bruxelas é de 695, mas de acordo com historiadores, oficialmente, a fundação da cidade foi datada em 979, quando o duque Charles de Basse-Lotharingie solicitou a construção de uma fortificação na região da Igreja de São Gaugérico. Nas margens do rio Senne/Zenne, a cidade se tornou uma importante rota comercial de Bruges e Gante à Colônia, contribuindo para o crescimento da cidade.

Por volta do ano 1000, o duque Charles de Basse-Lotharingie presenteou o genro, o Conde de Leuven – Lambert I, com o território de Bruxelas.

Em 1183, o até então condado se tornou ducado, e teve Henri I como o primeiro Duque de Brabant, como também foram nomeados os duques a seguir. Conflitos com os duques de Hainaut e de Namur eram constantes, até que foi assinado um tratado de paz em 1194.

Em 1225, a Catedral dos padroeiros da cidade, São Miguel Arcanjo e Santa Gudula, começou a ser construída onde até então era a Igreja de São Gaugérico.

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Catedral de São Miguel Arcanjo e Santa Gudula

Muralhas foram construídas em Bruxelas entre os anos de 1356 e 1383 por causa da necessidade de expansão territorial e do crescimento da região.

Anos se passaram, Brabant perdeu a independência e os Países Baixos passaram a ser controlados pelo Império Habsburg de Maximilian I (a Bélgica pertencia aos Países Baixos até então), e posteriormente, pela Espanha. A independência dos Países Baixos foi recuperada em 26 de julho de 1581 e reconhecida depois da Guerra dos Oitenta Anos (1568-1648). Os anos da guerra também marcaram o início da prosperidade comercial e da prosperidade cultural do país.

Em 1830, quando a Bélgica se tornou independente, o congresso nacional do país optou pela monarquia constitucional como forma de governo e nomeou Louis Charles Philippe Raphaël – filho do rei francês Louis-Philippe I – como o monarca, no entanto, ele foi impedido de exercer a função porque o pai não permitiu. Léopold I, o príncipe do ducado alemão Sachsen-Coburg und Gotha, foi o primeiro rei dos belgas de 1831 até a morte, em 1865. Ele ordenou a destruição das muralhas que cercavam a cidade e construção/reconstrução de alguns prédios da capital. Os chefes de Estado sucessores foram: Léopold II, Albert I, Léopold III, Charles de Belgique, Baudouin de Belgique, Albert II e Philippe de Belgique (desde 2013). Os membros da família real belga geralmente são conhecidos ou chamados por dois nomes, em francês e em neerlandês, por exemplo, Philippe de Belgique em francês ou Filip van België em neerlandês.

Após a independência da Bélgica, Bruxelas que era quase que inteiramente uma cidade de falantes da língua neerlandesa passou a ter a língua francesa como dominante, que até então era utilizada apenas pela burguesia. A imigração dos franceses e expatriados foi o que contribuiu para que a língua francesa se popularizasse a ponto de se tornar o idioma das instituições públicas da cidade. Os belgas que tinham o neerlandês como língua materna começaram a perceber a necessidade quase que obrigatória de aprender francês para interagir com elas, tornando-se bilíngues. Com o desenvolvimento socioeconômico de Flandres, a situação mudou e, atualmente, tudo o que envolve serviços públicos em Bruxelas é totalmente bilíngue (francês e neerlandês).

Entre os idiomas oficiais da Bélgica, o francês é predominante na capital, apesar de a cidade ser considerada, teoricamente, bilíngue (francês e neerlandês).

Após a Segunda Guerra Mundial, a capital se tornou um importante centro de políticas internacionais e economia. A partir de 1957, juntamente com Estrasburgo e Luxemburgo, Bruxelas começou a acolher as instituições da União Europeia.

Em Bruxelas, o Edifício Berlaymont abriga a sede da Comissão Europeia, enquanto o Conselho Europeu e o Conselho da União Europeia encontram-se no Edifício Justus Lipsius. Além disso, a maioria das atividades do Parlamento Europeu acontece em Bruxelas, apesar de a sede oficial ser em Estrasburgo desde 1992. É em Bruxelas que as decisões mais importantes sobre a Europa são tomadas.

Além da importância para União Europeia, Bruxelas é considerada o principal centro econômico da Bélgica. Atraídas pelo fato de a cidade ser a capital da UE, empresas tanto regionais como internacionais se instalaram na região, movimentando a economia da cidade e contribuindo para que ela esteja entre os centros financeiros mais importantes do mundo.

Devido aos imigrantes que moram na capital, aos residentes que permanecem na cidade temporariamente por questões diplomáticas e ao papel da cidade para a União Europeia e para o mundo, cresce o número de falantes de outros idiomas não oficiais na capital.

Atualmente, a religião predominante entre os residentes da capital ainda é a católica, sendo que a maioria é não-praticante, entretanto, o islamismo é a religião que mais cresce gradativamente entre os residentes de Bruxelas também por causa de imigração.

É estimado que pessoas de origem estrangeira compõe cerca de 30% da população de Bruxelas. Mais de 40.000 brasileiros (legais e ilegais) moram em Bruxelas.

A arquitetura de Bruxelas também é uma mistura de estilos. De construções medievais à pós-modernas, até pinturas nas paredes de alguns prédios que homenageiam os personagens dos quadrinhos que foram criados na região. Existe até uma rota turística chamada Comic Book Route como atração.

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A Grand-Place / Grote Markt foi inscrita em 1998 como Patrimônio Mundial da UNESCO e está entre as mais bonitas da Europa.

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Além da Grand-Place, o Atomium e o Manneken Pis também se destacam e estão entre as principais atrações turísticas da cidade.

Bruxelas é uma mistura de tudo o que é possível, o que a torna adorada e odiada pela mesma razão.

Em breve, publicarei mais informações sobre lugares interessantes para conhecer em Bruxelas, especialmente sobre o turismo, mas também sobre culinária, artes, esportes, curiosidades, entre outros temas. Acompanhe!


Links relacionados:

Introdução à Antuérpia

Introdução à Bruges

Introdução à Gante

Introdução à Leuven

Introdução à Hassalt

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Mercados de Natal nas cidades de Flanders + Bruxelas

O tema de hoje é sobre os Mercados de Natal em Bruges, Gante, Antuérpia e a capital Bruxelas.

Em maioria, as cidades belgas da região de Flandres atualmente se referem aos mercados como “Wintermarkt” (mercado de inverno) pela diversidade cultural que é encontrada no país.

Com os dias cada vez mais escuros, começa a expectativa pelas festividades e mercados de inverno por aqui.

Os mercados natalinos da Europa parecem cenários de contos de fadas que acompanhamos em filmes. Alguns são mais populares e mais estruturados que outros, mas todos são charmosos. É mágico!

Surgiram no fim da Idade Média no antigo Sacro Império Romano-Germânico. O registro mais antigo já encontrado sobre os mercados natalinos é do século XV, mas eles já aconteciam antes. É impossível saber o local em que aconteceu o primeiro mercado natalino já que não existe concordância. A tradição se espalhou rapidamente em algumas regiões da Áustria, França, Suíça, Itália, além da Alemanha, é claro.

Os mercados de inverno da Bélgica melhoram um pouco a cada ano para receber os visitantes. Vale a pena conhecer!

A visita aos mercados natalinos é ideal para a família ou entre amigos.

Bruges

A cidade em si já é um encanto à parte. Com a decoração natalina e luzes por todos os lugares fica ainda mais charmosa.

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Dois locais abrigam as atrações do mercado de Natal: as praças Grote Markt e Simon Stevinplein – menos de cinco minutos caminhando distanciam as praças.

Na Grote Markt fica a pista de gelo e barracas com comidas (salgada e doce) para comer no local e especialidades locais para levar, vestuário (gorros, luvas, meias, cachecóis e trajes natalinos), lembranças, produtos artesanais, itens natalinos, brinquedos, entre outras.

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Grote Markt

Na Simon Stevinplein também estão as barracas tradicionais e de bugigangas, espaço com fliperama e outros tipos de jogos que atraem as famílias, algumas atrações infantis (carrinho de bate-bate e carrossel, além de brincadeiras tradicionais que dão prêmios), e um bar um pouco mais agitado.

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As barracas de comida deixam a desejar por falta de variedade. Para quem é vegetariano/vegano não há opção, a não ser uma barraca quase que despercebida de batatas fritas que parece não fazer parte do mercado e fica na frente do Belfort.

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Diferente das cidades que também fazem parte dessa publicação, em Bruges não tem roda gigante. No entanto, tem uma atração especial que é paga e fica perto da estação principal da cidade: Ice Sculptur Festival Brugge – com a temperatura de -6°C, e a atração exibe esculturas feitas de gelo.

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Quando acontece: 03/11/2018 a 01/01/2019.

Gante

O organizado e estruturado mercado de Natal de Gante – Gentse Winterfeesten – acontece a partir da Korenmarkt (praça principal) e segue pela rua Klein Turkije até Sint-Baafsplein, além das atrações que se encontram na praça em frente ao castelo Gravesteen.

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150 barracas são instaladas no centro de Gante.

Para comer: tem comida típica da Bélgica e dos países europeus que também seguem à tradição. Opções para vegetarianos/veganos são encontradas no mercado, ou seja, o mercado inclui possibilidades para todos.

Alguns bares tanto abertos quanto fechados estão à espera do público.

Também tem as barracas que vendem os produtos de vestuário para o inverno. Tem todo tipo de itens para decoração. É possível encontrar um pouco de tudo. Tem barraca de alho, de queijo, de amendoim, de waffle, de doces, de brinquedos produzidos artesanalmente… de tudo!

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Apresentações de bandas ao vivo e/ou artísticas acontecem no mercado.  As crianças são mimadas diariamente pelo Papai Noel ou por personagens que remetem ao encanto do Natal.

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Stadshal: onde fica a pista de gelo para patinação – tem área especial para os pequenos. Ao redor da prefeitura também tem barracas e um bar que remete aos que são encontrados em estações de esqui dos alpes.

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O clima do mercado de inverno de Gante é muito agradável.

Quando acontece: 07/12/2018 a 06/01/2019.

Antuérpia

O centro de Antuérpia é transformado para o mercado de Natal (Kerstmarkt Antwerpen). As barracas com artigos acerca do Natal são intercaladas entre produtos alimentícios, acessórios para vestir, decorar ou presentear, e estão instaladas na praça GroenplaatsGrote Markt, seguindo pela rua Suikerrui até a praça Steenplein. O mercado cresce um pouco mais a cada ano.

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A pista de gelo fica na Groenplaats e ao lado tem um bar de inverno instalado, onde acontecem apresentações musicais ao vivo. Ao redor da pista de gelo estão as barracas de vestuário para proteger as extremidades do corpo, bolsas, carteiras, de doces tipicamente natalinos e de bebidas.

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Na Grote Markt tem barracas com artigos para decoração, comida, bebida, bancos espalhados para sentar e aproveitar a festa, além da árvore de Natal. As luzes instaladas em alguns prédios da praça contribuem para o ambiente ficar ainda mais bonito.

Entre as barracas tem uma que é dedicada especialmente para animais de estimação com todo tipo de item.

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O caminho da Grote Markt para a praça Steenplein é decorado para a passagem e também tem barracas.

Na praça Steenplein tem barracas com objetos um pouco diferentes que são sugestões para presentes. Para comer e beber também tem algumas opções, mas não tem tanta variedade. Ali também tem uma tenda (fechada e aquecida) com bar e espaços com mesas e cadeiras para se acomodar e beber, onde também tem música. Tem opção vegetariana/vegana para lanchar. É onde a roda gigante também está instalada.

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O mercado de inverno de Antuérpia é animado e bem aconchegante.

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Quando acontece: 08/12/2018 a 06/01/2019.

Bruxelas

Winter Wonders and Christmas Market

Na Grand Place / Grote Markt de Bruxelas acontece um show de som e luz que é impressionante. Não tem quem veja e não se encante.

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Ao redor do prédio da Bolsa de Valores estão algumas das mais de 200 barracas que são instaladas na região. As atrações do mercado de inverno também estão nas praças Sainte-Catherine e de la Monnaie, além da região do mercado de peixes (marché aux poissons  / vismarkt).

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Reprodução: plaisirsdhiver.be

Os tipos de mercadorias das cidades que citei acima também são encontrados no mercado da capital, com um pouco mais de variedades. Tem, inclusive, uma barraca com apenas comida típica do Brasil (administrada por brasileiros). Obviamente, faz sucesso entre os brasileiros que passam pelo caminho. Também são encontradas barracas com comida típica de outros países, refletindo a diversidade de Bruxelas. Cada ano tem um país com as especialidades em destaque, e em 2018 foi a Finlândia.

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A pista de gelo está na Place de la Monnaie.

A roda gigante de Bruxelas fica na região do mercado de peixes. Lá também estão os chalés com produtos para comer e beber no local ou levar, espaços para fazer as refeições e barracas com variedades.

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Atrações em algumas datas específicas também são apresentadas nas ruas (consultar o site oficial do evento).

Mais informações: http://www.plaisirsdhiver.be/en/

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Quando acontece: 30/11/2018 a 06/01/2019.

Além da mistura dos cheiros de comida, o cheiro de qualquer coisa que é feita de açúcar ou das especiarias do tradicional vinho quente dos mercados de Natal – glühwein – pode ser sentido de todos os lugares. É muuuito bom!

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Com exceção de Bruges, as pistas de gelo das demais cidades são cobertas e permitem patinar com chuva. Banheiros são instalados nas ruas para os visitantes. Tem os comerciantes que não aceitam cartões de débito/crédito, então é importante ter dinheiro em espécie.

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Vale ressaltar que o texto foi escrito com base em experiência pessoal nos mercados no inverno de 2018. Datas e as atrações alteram a cada ano.

Feliz Natal!

Prettig Kerstdagen!

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Dinner in the sky – Bruxelas

Originário da Bélgica, o Dinner in the sky está entre os restaurantes mais incomuns do mundo.

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Instagram: @dinnerinthesky_official – Bruxelas

Em 2006, uma agência de comunicação especializada em gastronomia e uma empresa de instalações de parques de diversões uniram forças e realizaram um sonho: uma mesa de jantar nas alturas para um grupo de proprietários de restaurantes europeus batizado como Dinner in the sky.

O serviço oferece as refeições nas alturas para grupos de 22 pessoas através de um guindaste que levanta a plataforma em até quarenta e cinco metros de altura (a altura depende da condição climática do momento).

Com atenção aos detalhes, a empresa belga prioriza a segurança dos comensais para que se sintam confortáveis. Os assentos se movimentam para os lados e também é possível incliná-los. É obrigatória a utilização de um cinto de segurança com três pontas para quem embarcar na aventura.

O evento já aconteceu no céu de 45 países, incluindo o Brasil.

               Minha experiência

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Fui com meu marido e mais dois casais de amigos. Percebemos um pouco de desorganização em relação ao agendamento que no nosso caso foi realizado via internet. Gostaríamos de ir na plataforma do chef “X” por causa do seu trabalho com determinados tipos de alimentos e inicialmente tudo ocorreu como esperávamos, porém, tempo depois uma pessoa do nosso grupo foi informada que não seria possível porque não tinha mais disponibilidade e depois ainda fizeram mais duas alterações conosco.

Independente do ocorrido, acredito valer a pena principalmente por ser algo diferente.

O jantar aconteceu no dia 20/06/2018 na Basílica de Koekelberg, em Bruxelas.

O cardápio é criado pelo chef da plataforma e geralmente não é divulgado, mas é possível obter informações ao contatar a equipe, especialmente para casos de restrição alimentar ou para solicitar opções vegetarianas/veganas quando for o caso.

Para mim, mais de um prato foi aquém do esperado. É compreensível a dificuldade diante do fato de não ter uma cozinha na plataforma e do chef não ter o suporte da equipe do seu restaurante que é equipado e supre as necessidades, porém, não foi apenas para mim que o prato principal chegou com temperaturas inadequadas, indicando um pouco de despreparo.

Em cerca de uma hora e trinta minutos de jantar foram servidos cinco pratos e a sobremesa foi o que mais me agradou pelo sabor e por estar dentro do esperado, e coincidentemente foi o único prato que fotografei devido à beleza.

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Esperávamos um pouco mais da comida.

O que compensou foi a experiência em si, por estarmos nas alturas e desfrutando da vista panorâmica da cidade.

Mas ainda assim queremos conhecer o trabalho que é oferecido pela chef em seu restaurante, que fica em Bruxelas. Ela é elogiada pelos críticos gastronômicos e acreditamos que a experiência será melhor em relação à comida.

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Atomium: um dos cartões postais de Bruxelas

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Assim como o Big Ben é para Londres e a Estátua da Liberdade é para Nova York, o Atomium está para Bruxelas.

Construído em 1958 e com 102 metros de altura, o Atomium representa um cristal elementar de ferro ampliado 165.000.000 vezes. São 9 esferas de 18 metros de diâmetro que representam os átomos e que se conectam por tubos.

Incomum, o Atomium foi planejado pelo engenheiro belga André Waterkeyn com colaboração de André Polak e Jean Polak para ficar em exposição por seis meses que foram prorrogados devido à sua popularidade, o que contribuiu para que o monumento se tornasse um ícone. O Atomium foi o principal pavilhão do evento de exposições tecnológicas conhecido como “Expo 58” (ou Feira Mundial de Bruxelas de 1958), simbolizando o desejo de manter a paz entre as nações, a fé no progresso tanto técnica quanto científica e uma visão otimista para o futuro da humanidade.

Foi restaurado de 2004 a 2007 e o alumínio foi substituído por aço inoxidável brilhante.

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atomium e frietjes

Das nove esferas, cinco podem ser visitadas através de escadas rolantes e elevadores que conectam os tubos às esferas. No interior das esferas: uma exposição permanente sobre a Feira Mundial de 1958 e a história do Atomium; exposições temporárias; um restaurante e a vista panorâmica da cidade a partir da esfera superior. Encerrando a atração, um shopping com itens especiais sobre o Atomium.

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Mini-EUROPA


Endereço: Square de l’Atomium – 1020 Bruxelas

 

Horários

Diariamente das 10:00 às 18:00. A bilheteria fecha às 17:30, sendo o último horário para a entrada.

24/12 e 31/12: das 10:00 às 16:00. A bilheteria fecha às 15:15, sendo o último horário para a entrada.

25/12 e 01/01: das 12:00 às 18:00. A bilheteria fecha às 17:30, sendo o último horário para a entrada.

 

Preços

Adultos (18 – 65): € 15 | Idosos (à partir de 65 anos): € 13 | Adolescentes (115 cm – 17 anos): € 8 | Pessoas com deficiência: € 8 | Crianças (até 115 cm) e  pessoas com mobilidade reduzida: livre

Para comprar os tickets online, clique aqui.

Também é possível comprar os tickets na bilheteria do local.

 

Para mais informações, acesse o site oficial aqui.