Este texto é a introdução de uma viagem (de carro) que fizemos pela Itália, onde visitamos as regiões da Lombardia, Ligúria, Toscana e a cidade de Veneza.
Partimos da Bélgica (Oost-Vlaanderen) diretamente para a região da Lombardia, onde nos hospedamos em Milão.
Milão foi nosso descanso depois de onze horas na estrada. Foram duas diárias na cidade. Visitamos as atrações que queríamos e então continuamos a viagem.
Entre La Spezia e Firenze, decidimos parar em Pisa (Toscana). Foi rápido, apenas aproveitamos que a cidade estava no caminho para visitar a Torre de Pisa, e ali, observamos, fotografamos, tomamos um sorvete por causa do calor que estava bem intenso, e voltamos para a estrada.
Continuando, Veneza (região: Vêneto). Visitamos a cidade rapidamente com o objetivo de levar a Mel passear de gôndola. Missão cumprida!
Foi apenas uma diária na cidade.
Para encerrar, a encantadora Sirmione (Lombardia).
Sirmione é uma das cidades em torno do Lago di Garda. Amei tanto, é charmosa, florida, colorida, cheirosa, apaixonante! Foi apenas uma diária em Sirmione, suficiente para querermos voltar e aproveitar um pouco mais.
De lá, partimos de volta à Bélgica.
Acompanhe o blog durante as semanas que virão para acompanhar as publicações onde comentarei com mais detalhes sobre os locais que visitamos e, talvez, se inspirar.
Locomoção
Utilizamos carro para a locomoção até os destinos e entre eles.
Em Milão, utilizamos o transporte público da cidade para nos locomovermos até o centro, pois o hotel que escolhemos era um pouco afastado.
Na Ligúria, utilizamos trem e barco para visitarmos os vilarejos de Cinque Terre e barco para chegarmos em Portovenere. Para ir até Santa Margherita e Portofino, fomos de carro.
Na Toscana, carro foi o nosso meio de transporte de Firenze os vilarejos que visitamos: Montalcino, Pienza, Montepulciano, Siena e San Gimignano. Em Firenze, fizemos praticamente tudo caminhando.
Em Veneza, carros não entram. O estacionamento Autorimessa Comunale foi nossa opção (importante fazer a reserva antecipadamente). Barco é o transporte público de Veneza, e foi assim que chegamos até o hotel. Em Veneza fizemos tudo a pé, afinal, foi apenas um dia na cidade e e não fomos além do centro.
Acredito que o transporte público da Itália acessa a maioria dos lugares onde estivemos, porém, a locomoção de carro é mais interessante pela praticidade e por causa das paisagens entre um lugar e outro. Pedágios dos percursos que fizemos: total de 105,00 €.
Informações úteis:
Clima (setembro 2020): Temperaturas entre 15°C e 33°C com o sol nos acompanhando na maioria dos dias.
Sou o tipo de pessoa que adora comer bem. Quando viajo, é uma das coisas que faço antes mesmo de chegar no destino, planejo as possibilidades com meu marido e agendamos/reservamos quando necessário, afinal, comer é uma das experiências que mais gostamos de vivenciar em viagens.
Onde moro não é diferente.
Em Gent (em português: Gante) estão instalados restaurantes de todo tipo e a variedade de opções é uma das coisas que tanto me agradam nessa cidade. Por ser uma cidade onde as regiões turísticas estão centralizadas, evito ir e sugerir restaurantes em tais locais, pois geralmente a comida não é tão boa já que o público está ali de passagem, frequentará uma vez e raramente voltará (percebo que a maioria dos estabelecimentos que estão localizados em regiões turísticas não se preocupa com a qualidade do que é oferecido). Existem exceções, porém, é importante pesquisar e/ou visitar para saber o que realmente vale a pena, e foi assim que descobri os lugares que recomendo aqui no blog ou no meu perfil do Instagram.
Abaixo, recomendarei lugares para comer/beber em Gent – de acordo com as minhas (boas) experiências. Para mais opções de lugares que já recomendei, links para acesso no final deste post.
Plant A Pizza
Pizzaria plant-based. A massa é ótima e os sabores são incríveis.
Cardápio com variedade, atendimento bom e ambiente agradável. A cozinha é aberta, então, o cliente pode ver as pizzas sendo preparadas.
O espaço oferece quatro diferentes tipos de sopa por dia. Elas são preparadas artesanalmente.
Uma refeição simples, gostosa, rápida e barata. Você escolhe a sopa que quer + toppings. Acompanhamento: pão e fruta. Ótima opção para os dias mais frios.
Com fácil localização, perto do estacionamento Sint-Michiels, o restaurante oferece pratos que são sazonais e elaborados com ingredientes locais, sustentáveis e orgânicos, com opções à la carte ou menu.
Nós optamos pela experiência à la carte: pedimos duas entradas para compartilhar e um prato principal para cada um, e compartilhamos uma sobremesa.
moelleux van chocolade (kitchenroots), vanille-ijs
Estivemos no restaurante durante a primavera e os pratos que experimentamos traziam os sabores da estação. Todas as combinações dos pratos estavam equilibradas e os sabores estavam muito bons.
Ótima comida, atendimento bom e ambiente agradável.
Estivemos no restaurante para o jantar e tivemos uma experiência muito agradável. Pedimos o menu com seis pratos com wine pairing para aproveitar a experiência por completo.
g&t
Todos os pratos estavam maravilhosos. Comida de ótima qualidade, com ingredientes sazonais, frescos e saborosos. O atendimento foi ótimo, todos os funcionários foram simpáticos, informativos e atenciosos. Ambiente bonito, aconchegante e elegante. Tem uma área externa que acredito que só funciona nos meses mais quentes.
A última sugestão de hoje é de um cocktail bar localizado no coração de Gent.
Jo1
O ambiente é agradável, moderno, aconchegante, e os assentos são super confortáveis. A equipe é simpática e gentil.
A decoração é linda!
Os coquetéis são diferenciados, criativos e surpreendentes. Outras bebidas como cerveja e vinho também estão disponíveis no cardápio, além de coquetéis mais comuns.
Todos os coquetéis podem ser feitos na versão não alcoólica.
Se você é 30+, provavelmente já viu/ouviu algo sobre o castelo de Chantilly. Foi onde aconteceu uma das festas de casamento mais comentadas pela mídia nos anos 2000. Durou menos de três meses e foi super polêmico (foi o casamento da modelo Daniella Cicarelli com o jogador de futebol Ronaldo).
Está localizado a aproximadamente 50 km de Paris, ou seja, bem possível de visitar para quem está na capital da França.
O castelo é lindo, por fora e por dentro.
Eu amo visitar castelos e saber um pouco sobre o que aconteceu ali. Minha imaginação vai longe…
Foi uma visita muito agradável, pois tinham pouquíssimas pessoas ali, e quando o lugar está mais vazio (menos poluição visual para mim), sinto que consigo visualizar os ambientes com mais calma e observar os detalhes com mais atenção, aproveitando muito mais toda a experiência.
O Domaine de Chantilly foi construído a partir da Idade Média por vários proprietários.
Herdeiro do último Príncipe de Condé e filho do rei Louis-Philippe da França, o Duque de Aumale (1822-1897) herdou o Domaine de Chantilly do seu padrinho aos oito anos de idade. Deixou o país após a Revolução de 1848, retornando apenas no ano de 1871, quando ordenou a restauração do castelo para abrigar suas coleções de pinturas, fotografias, livros, manuscritos, gravuras, mobiliário e artes decorativas. Sem herdeiro, pois os filhos tinham falecido durante seu exílio, decidiu doar o Domaine de Chantilly com tudo o que tinha dentro do castelo ao Institut de France em 1886, estabelecendo que os ambientes não fossem alterados e que nenhuma obra de arte jamais fosse retirada do local.
Em 17 de abril de 1898, menos de um ano após a morte do Duque de Aumale, a propriedade foi aberta ao público sob a designação de Musée Condé.
As salas com obras de arte em exposição são tão lindas!
A biblioteca, então… Quase 19.000 trabalhos – livros e manuscritos – estão guardados lá.
No exterior, os jardins: um jardim de estilo francês do século XVII; um jardim anglo-chinês do século XVIII e um jardim inglês a partir do século XIX.
Almoçamos no restaurante que fica dentro do castelo – La Capitainerie – , onde era a cozinha do castelo. A comida estava ótima!
O domínio é enorme! Tem uma área verde linda e jardins com esculturas e fontes ao redor do castelo, e os Estábulos do outro lado da rua. Nós só exploramos o castelo e um pouco ao redor. No prédio ao lado do castelo são oferecidas aulas (mediante pagamento) para os visitantes que tiverem interesse em preparar seu creme de chantilly.
Visitamos o Castelo de Chantilly após um fim de semana em Versailles, onde visitamos o Palácio. Experiências bem diferentes… Como mencionei lá em cima, visitar o Castelo de Chantilly e o museu foi muito agradável!
No último fim de semana (e feriado) aconteceram dois festivais gastronômicos e nós fomos em ambos, então, hoje eu vou relatar um pouco da nossa experiência.
Em Gent, o festival é chamado de Gent Smaakt, acontece no centro histórico da cidade e é gratuito. Atividades como aulas e workshops acontecem no Novotel e são pagas.
O clima do evento é alegre e as opções de comida são bem variadas. Alguns restaurantes da cidade e região se instalam em barracas e lá apresentam alguns dos pratos que oferecem em seus restaurantes. Tem comida para todos os gostos e também para vegetarianos/veganos (Gent acolhe muito bem aqueles que não comem produtos de origem animal e isso pode ser notado também nos eventos que acontecem na cidade).
Devido ao evento acontecer no centro histórico da cidade, moradores, turistas, todos que estão por ali se misturam e podem aproveitar, o que também acaba sendo um pouco confuso, pois as diferentes formas de fazer os pedidos e de efetuar os pagamentos podem gerar desorganização em horários muito tumultuados.
Alguns dos restaurantes que eu já recomendei aqui no blog marcaram presença no evento, mas optamos por pratos de restaurantes que ainda não conhecíamos, porém, tenho imagens de apenas um deles (pois é, às vezes ainda acontece de eu não tirar fotos, seja por fome, seja por esquecimento, seja por dificuldade de fotografar).
Experimentamos pratos dos seguintes estabelecimentos: Spit House (lanche com frango assado, alface, bacon, maçã e molho de pimenta preta); Sumatra Food (noodles com vegetais); Cambodian Wok (frango ao curry, arroz, macarrão, legumes e molho); Komparto (sashimi de salmão, arroz de sushi, molho, salada de algas marinhas e soja); uma sobremesa e milkshake do Chocoladebar Mayana (amo!).
Em Antwerpen, o festival é chamado de Antwerpen Proeft, é pago e justamente por isso acontece em espaços que às vezes mudam a cada ano. Alguns dos chefs ali presentes ministram aulas que são pagas, mas é possível assistir a algumas demonstrações culinárias gratuitas com atuação dos chefs que costumamos assistir nos programas de TV.
Belgas são maioria e as opções de comida são muito interessantes. Alguns restaurantes da cidade e região se instalam em barracas e lá apresentam alguns dos pratos que oferecem em seus restaurantes. Tem comida para todos os gostos e também para vegetarianos/veganos. O evento é muito bem organizado.
Experimentamos pratos dos seguintes estabelecimentos: Black Smoke (pão com linguiça, repolho branco, grãos de mostarda, maionese e iogurte); Dagný Rós (bolinhos de peixe com molho remoulade e spaghetti de pepino); Casello (tomates, queijo de cabra, crumble de parmigiano reggiano e sorvete de Bloody Mary); Brutal (barriga de porco, picles e salada); BBQ+ (frango); sobremesas da Cremerie Germaine (sorvete) e DelRey(trio de chocolate: 1 biscoito de amêndoas com mousse de chocolate branco, 1 biscoito de cacau com mousse de chocolate ao leite e 1 biscoito de cacau com mousse de chocolate 65%). Também não fotografei tudo.
Ainda pudemos degustar um moelleux que a chef Sofie Dumont fez durante seu workshop e distribuiu gratuitamente.
Ambos os eventos são ótimos para comer bem e beber.
O evento de Antuérpia é mais organizado e conta com a presença de alguns dos chefs mais renomados do país, mas nem por isso pode ser considerado melhor do que o evento de Gante, pois acredito que as experiências que eles proporcionam são completamente diferentes, nem melhor, nem pior, mas diferentes e ambas deliciosas.
Entretanto, posso mencionar algo me agradou mais em Antuérpia: o pôr do sol!
Sou o tipo de pessoa que adora comer bem. Quando viajo, é uma das coisas que faço antes mesmo de chegar no destino, planejo as possibilidades com meu marido e agendamos/reservamos quando necessário, afinal, comer é uma das experiências que mais gostamos de vivenciar em viagens.
Onde moro não é diferente.
Em Gent (em português: Gante) estão instalados restaurantes de todo tipo e a variedade de opções é uma das coisas que tanto me agradam nessa cidade. Por ser uma cidade onde as regiões turísticas estão centralizadas, evito ir e sugerir restaurantes em tais locais, pois geralmente a comida não é tão boa já que o público está ali de passagem, frequentará uma vez e raramente voltará (percebo que a maioria dos estabelecimentos que estão localizados em regiões turísticas não se preocupa com a qualidade do que é oferecido). Existem exceções, porém, é importante pesquisar e/ou visitar para saber o que realmente vale a pena, e foi assim que descobri os lugares que recomendo aqui no blog ou no meu perfil do Instagram.
Abaixo, recomendarei lugares para comer/beber em Gent – de acordo com as minhas (boas) experiências. Para mais opções de lugares que já recomendei, links para acesso no final deste post.
Epiphany’s Kitchen
O restaurante oferece serviço à la carte e um menu completamente vegano (com possibilidade de incluir algum tipo de carne se assim for desejado).
Em 2021, o restaurante recebeu o título de “Best Vegan Dinner Place 2021” através da votação popular promovida anualmente pela organização sem fins lucrativos BE Vegan.
Nós pedimos três entradas para compartilhar e um prato principal para cada um. Todos deliciosos! Alguns eu descreverei os nomes como estavam no cardápio, mas não lembro e não encontrei o nome de todos no site oficial do restaurante, pois alguns dos pratos que pedimos eram sazonais e não estão sempre disponíveis no cardápio.
yucca bread + aioli
vitelotte moscovite
aubergine d’amour
Se você quer experimentar um restaurante de comida vegana de qualidade na cidade, recomendo demais o Epiphany’s Kitchen. É a comprovação de que comida sem produtos de origem animal pode ser deliciosa!
Em resumo: comida deliciosa, funcionários gentis e simpáticos, ambiente confortável e aconchegante, preço justo, e a decoração é linda. Reserve antecipadamente!
Com localização fácil, a cozinha da chef Nadine Zimmermann é apresentada através ingredientes locais, frescos e sazonais, com opções à la carte ou menu.
Nós optamos pelo menu: eu escolhi o menu à base de vegetais e meu marido escolheu o menu que continha peixes, ambos com wine pairing para desfrutar da experiência por completo. Estivemos no restaurante durante o outono e os pratos que experimentamos traziam referências da América do Sul. Todas as combinações dos pratos estavam deliciosamente equilibradas e os sabores estavam incríveis. Ótima comida!
A atmosfera é muito agradável e o atendimento foi excelente do início ao fim – equipe com boa comunicação, prestativa, atenciosa, sempre explicando com clareza sobre os pratos e os vinhos que foram servidos.
Localizado no centro de Gent, o restaurante foi uma adorável surpresa.
A especialidade é Pita, e o recheio pode ser escolhido pelo cliente.
Eu pedi a opção “fal-a-fête” e meu marido pediu “barbacon”. Ambos estavam deliciosos! Compartilhamos uma porção de batata-doce assadas que também estava ótima.
Se você come pouco, não recomendo pedir algo além das pitas, pois são extremamente bem servidas.
O restaurante oferece a possibilidade de pedir a comida no prato (sem pita).
Um restaurante que oferece pratos da culinária japonesa diferente dos demais da região.
A qualidade dos produtos e os sabores são, realmente, diferenciados. O atendimento é bom; a decoração do ambiente interno não é bonita, mas o ambiente externo parece ser mais agradável; o preço é justo levando em consideração a comida que é oferecida.
Nós pedimos os pratos à la carte, mas o restaurante também oferece opções de menu.
Os pratos da Osteria Delicati são elaborados a partir de produtos importados diretamente da Itália (incluindo a seleção de vinhos de diferentes regiões).
Os pratos oferecidos pelo restaurante são simples, porém, autênticos e deliciosos. É a tradicional cozinha italiana em Gent.
Hoje trago um pouco da minha experiência sobre o mercado de Natal que já foi eleito o melhor da Europa (2016, 2017 e 2018), segundo o site europeanbestdestinations.com (de acordo com a opinião dos viajantes).
Não poderíamos ter visitado a capital da Croácia em época melhor. Em dezembro as ruas estão animadas por causa do período mais especial do ano: luzes brilhando, comida, bebida, música e decoração.
Visitar Zagreb em dezembro de 2021 não estava nos nossos planos. Já sabíamos sobre o mercado de Natal de Zagreb ter sido eleito o melhor da Europa, mas nunca tínhamos pesquisado sobre as atrações que a cidade oferecia. Então, não sabíamos muito o que esperar. Saímos de casa com o objetivo de visitar o mercado de Natal de Varsóvia, na Polônia, porém, o voo foi cancelado duas horas antes da decolagem (recebemos a informação assim que chegamos no aeroporto). Então, como já estávamos no aeroporto prontos para viajar, pensamos em ir para algum outro lugar. Depois de muito pensar sobre, decidimos ir para Zagreb.
Foi exaustivo ter que ficar aguardando o horário do voo, depois mais atraso de duas horas para decolar por causa da neve na Bélgica, ficamos doze horas no aeroporto, mas no final de tudo valeu a pena!
Vamos ao que interessa…
Todas as atrações do Advento ficam concentradas perto do centro e na região de Gornji Grad de Zagreb. Vou listar o roteiro que nós fizemos (entre as atrações que estão relacionadas ao Advento e que estavam descritas no site oficial do evento).
Praça de São Marcos (trg Svetog Marka)
Pegamos um uber e fomos direto à praça. Os bonecos quebra-nozes levam magia à praça da Cidade Alta de Zagreb, onde estão os prédios da sede do Governo e do Parlamento. A arquitetura da Igreja de São Marcos (Crkva Svetoga Marka) é admirável (sempre que pensava em Zagreb, era a imagem que me vinha à mente).
Sobre o telhado: de um lado, os azulejos ilustram os brasões da Croácia, da região da Dalmácia e da região da Eslavônia. Do outro, o emblema da cidade de Zagreb. Eu amo as cores e acho muito lindo!
Park Bele IV / Vranicanijeva poljana
O parque é pequenininho, mas bem decorado.
Strossmayer Promenade
Uma rua onde barracas que oferecem comida e bebida se instalam durante o Advento. Encontramos uma barraca com produtos artesanais referentes à cidade, e foi lá onde compramos o ornamento de Zagreb para a nossa árvore de Natal. A rua fica perto do Park Bele IV.
Plato Gradec e Galeria Klovićevi Dvori
O Plato Gradec possibilita vista panorâmica para a cidade de Zagreb. Tem um espaço onde a decoração é especialmente para ser fotografada.
catedral
No pátio da galeria tem barracas, mesas e cadeiras.
Praça Ban Josip Jelačić
É a praça principal de Zagreb. Lá fica uma árvore de Natal, um palco onde estava acontecendo apresentação de um coral, barracas com produtos artesanais para lembrança, comida e bebida, e a fonte Manduševac, que é transformada em uma guirlanda.
Europski trg (Praça Europeia)
Fica perto da praça Ban Josip Jelačić. Ali, as barracas vendem produtos artesanais decorativos ou lembranças de Natal. Barracas que oferecem comida e bebida ficam no centro da praça.
Park Zrinjevac
O parque fica muito charmoso com o brilho das luzes e a decoração nos corredores. Nós vimos a apresentação de uma banda no coreto da praça à noite.
Praça (trg) Josip Juraj Strossmayer
É uma praça onde o atrativo do evento é uma obra de arte que ilumina o espaço à noite. Tem várias árvores nas laterais que contribuem para a beleza do local.
Praça (trg) Kralja Tomislav
É uma praça que chama a atenção por causa da arte que imita patinadores. Acredito que é onde geralmente fica a pista de gelo para patinação, que provavelmente não estava lá por causa da pandemia. Também tem uma árvore de Natal.
Terraço do Hotel Esplanade
Oleander, o terraço do Hotel Esplanade, abriga o evento conhecido como Fuliranje: barracas vendendo comida e bebida com considerável variedade, onde é instalado um palco para apresentações durante o Advento.
O ambiente estava bem animado os visitantes que estavam no espaço eram, majoritariamente, croatas, pois cantavam a música junto com a banda. Foi divertido!
Os aromas de comida e bebida que se misturavam estavam tão maravilhosos. Todos os pratos que vi eram bonitos. Porém, infelizmente não posso comentar sobre os sabores porque não experimentei. De acordo com as informações descritas no site oficial do evento, a comida é de ótima qualidade. Fica a dica de lugar para experimentar comida de rua durante o Advento.
Passagem Oktogon
Uma galeria bem pequenininha com algumas lojas, onde no centro tem uma árvore de Natal com pelúcias.
Winter Garden do Hotel Jägerhorn
Depois de visitarmos as atrações que queríamos (de noite), paramos no Winter Garden do Hotel Jägerhorn para tomar algumas bebidas (quentes e deliciosas). O ambiente estava bem aconchegante.
Para acessar o site oficial do Advento em Zagreb, clique aqui.
Sobre as barracas de comida, destaque para o pão com linguiça e para os bolinhos de chuva com cobertura (fritules). Eu não desfrutei de nenhum deles, pois linguiça está entre os produtos que não como e eu estava me sentindo um pouco cheia ainda do almoço para pedir os bolinhos de chuva. Comparando com as opções de comida que são oferecidas nos mercados de Natal que eu já visitei, senti falta de variedade no mercado de Natal de Zagreb. Para vegetarianos/veganos, pipoca foi a opção que encontrei. Obviamente que não era apenas o que eu citei que tinha, mas ainda assim fiquei desapontada. O evento do terraço do Hotel Esplanade é onde as opções mais variavam, inclusive para vegetarianos/veganos.
As bebidas que mais chamaram a minha atenção nos mercados de Natal que estão espalhados pela cidade foram vinho quente e gin quente. Eu nunca tinha experimentado gin quente com especiarias, e adorei. Muito mais interessante do que apenas o vinho quente não aromatizado. Eu não vi barracas oferecendo Glühwein.
Enquanto passeávamos pelas ruas de Zagreb, fiquei um pouco confusa com a arquitetura da cidade. As fachadas dos edifícios de Zagreb refletem sua história: a união das culturas que moldaram sua identidade, o antigo e o moderno. Talvez se tivesse um pouco mais de tempo, conseguiria digerir melhor tudo o que vi e identificar suas características.
Quando estivemos na Croácia durante o verão, fiquei curiosa para visitar a capital do país. Aconteceu mais rápido do que eu imaginava e eu fiquei feliz com tudo o que experenciei. O ambiente da cidade é adorável no período que antecede o Natal.
Hospedagem
Optamos pela acomodação no hotel Hilton Garden Inn Zagreb – Radnicka. Como decidimos ir para Zagreb em cima da hora, foram poucas as opções que encontramos (e gostamos). O hotel fica distante do centro da cidade, mas a localização é boa e acessível via transporte público, taxi ou uber. No Hilton Garden Inn Zagreb também tinha um espaço de Winter Garden durante o Advento, mas nós não visitamos.
Alimentação
Como já mencionei acima, a comida oferecida nas barracas não era atrativa, então fizemos duas refeições em restaurantes.
Basta
É um restaurante que fica no centro de Zagreb. Tem a área onde fica o restaurante e tem o bar no andar debaixo. Eu gostei bastante!
hazelnut
A massa da pizza estava excelente e o sabor também. E a sobremesa era deliciosa.
No cardápio, seleções de queijos, charcuterie, calzone, focaccia, saladas e pizzas. Eu pedi uma taça de um vinho da região chamado Korlat, que encontramos na duty-free do aeroporto e trouxemos para casa (fica a dica de coisas para trazer da Croácia).
Fica um pouco distante do centro e perto de onde nos hospedamos. Como não estávamos tão famintos, pedimos uma entrada de mozzarella balls e um calzone para dividir. Ambos gostosos!
Sobre a locomoção em Zagreb, optamos por taxi ou uber entre as distâncias mais longas, por exemplo, aeroporto-hotel, hotel-centro, e o contrário. Onde estavam as atrações do Advento, fizemos tudo a pé. Mas é fácil utilizar o transporte público de Zagreb.
Este é um dos artigos sobre uma viagem pela Croácia. Recomento a leitura do que já publiquei anteriormente para acompanhar/entender o roteiro da viagem.
Chegamos em Zadar e nos acomodamos no apartamento um pouco depois das 13:00. Optamos pela hospedagem dentro das muralhas de Zadar.
Saímos diretamente até um dos restaurantes que encontramos em algumas recomendações: Konoba Sklobar. Entretanto, eu não achei a comida tão incrível e também senti falta de tempero. Confesso que comi um pouco decepcionada por não degustar o que eu queria, pois o prato que eu gostaria de ter pedido não tinha no cardápio de verão. Meu marido achou a comida boa, mas também não era o que ele inicialmente queria.
massa com camarão
Composto por uma massa conhecida como šurlice, combinada com um caldo, suco de tomate, cebola, alho, camarão e vinho branco.
frituras: lula e polvo + batata frita
De lá, passamos pela praça dos Cinco Poços (trg Pet Bunara) e passeamos pelo parque Jelene Madijevke rapidinho.
Os cinco poços foram construídos durante o século XVI para abastecer a cidade com água potável e continuaram em funcionamento até o século XIX.
parque
Depois, seguimos até o centro histórico da cidade, área que, arquitetonicamente, foi bastante influenciada por romanos e venezianos durante seus domínios. Além da Itália, Zadar também já foi anexada à Áustria. Após a Segunda Guerra Mundial passou a fazer parte da até então Iugoslávia. Desde 1991, após a independência da Croácia, é parte do país.
Fórum Romano e Igreja de São Donato (Crkva Svetog Donata)
Antigamente, o Fórum Romano era um centro da política, religião e economia. Hoje, é possível observar as ruínas do que restou, que também podem ser encontradas em algumas das ruas por ali.
ruínas e Igreja de São Donato
Igreja de Santa Maria (Crkva Sveta Marija)
Igreja de Santa Maria
Catedral de Santa Anastácia (Katedrala Sveta Stosija)
Catedral de Santa Anastácia
Praça do Povo (Narodni trg)
torre do relógio
Opções restaurantes, sorveterias e cafés. É também onde está instalado o prédio da prefeitura de Zadar.
A torre do relógio está em funcionamento desde 1803.
Como já comentei no artigo sobre o roteiro que fizemos, não tínhamos a intenção de fazer passeios para as atrações turísticas no que se refere à história. Nem em Zadar! Então não acessamos o interior dos prédios que mencionei acima, apenas observamos por fora.
Assistir ao pôr do sol ouvindo os sons do Órgão do Mar (Sea Organ) é a experiência que não pode faltar na visita à cidade. Inaugurado em 2005, é exatamente o que o nome diz: uma obra que foi projetada por Nikola Bašić para emitir os sons que são produzidos quando as ondas do mar batem nos tubos que ficam embaixo de uma escadaria. É interessante, relaxante e inesquecível. Há quem considere que é o pôr do sol mais bonito do mundo.
Ali também está a obra nomeada de Saudação ao Sol (Greeting to the Sun), que é para onde as pessoas vão depois que o sol se põe, pois é quando as luzes são acesas. É um círculo com 22 metros de diâmetro com placas de LED que funcionam à base de energia solar e que é ligado ao anoitecer.
Voltando ao centro histórico de Zadar, várias barracas se instalaram no calçadão para vender diversidades, inclusive, milho verde, algo que eu nunca tinha visto na Europa e que é extremamente comum nas praias do litoral de São Paulo que eu sempre frequentei.
paramos na sorveteria chamada Eva
Decidimos circular pela cidade e ir a algum bar, afinal, era a última noite da nossa viagem. Fomos até o bar LEDANA, no parque da rainha Jelene Madijevke bem na entrada. Depois, fomos até o bar SVAROG, na praça dos Cinco Poços que fica na entrada do parque (lá, o ambiente era mais animado por causa da música e a bebida era melhor). Foi um bom encerramento para a viagem.
No dia seguinte, tomamos café da manhã no restaurante Coffee & Cake e partimos diretamente para o aeroporto.
chococake
chococheese
Hospedagem
Optamos pela acomodação em um studio para duas pessoas e tivemos uma boa experiência: quarto confortável, aconchegante e limpo. Ótima localização!
Sobre a locomoção no centro histórico de Zadar, fizemos tudo a pé. Utilizamos ônibus apenas para ir e vir do aeroporto, e taxi no dia que chegamos de Split para ir da rodoviária até o portão de Old Town mais próximo de onde nos hospedamos.
Em Zadar também é possível se banhar em praias. E pode ser a base de uma viagem com idas e vindas a vários lugares do país. Caminhar despretensiosamente pelas ruas com mais de 3000 anos de história em Old Town é algo que vale a pena!
Por aqui encerro os artigos sobre a nossa viagem pela Croácia. Foi tão especial! Fomos surpreendidos positivamente pela receptividade dos croatas por onde passamos. É um país que vale a pena ser apreciado. Espero voltar em breve…
Quem lê o que eu escrevo pode perceber o quanto a Croácia me conquistou (e o meu marido também). Nós comentávamos entre nós sobre a próxima vez ao país, para onde seria, como, quando, ficávamos imaginando sobre o nosso retorno à Croácia, e até comentei em alguns dos artigos que publiquei sobre a vontade de voltar, mas jamais imaginei que voltaríamos tão rápido. Voltamos para a capital do país durante o período de Natal, e esse será o tema da segunda-feira que vem.
Este é um dos artigos sobre uma viagem pela Croácia. Recomento a leitura do que já publiquei anteriormente para acompanhar/entender o roteiro da viagem.
Acordamos cedo e deixamos Hvar antes das 07:00 já com saudade. A ilha é espetacular. Fomos recebidos em todos os lugares por onde passamos com muita hospitalidade. Hoje, escrevendo, tenho vontade de voltar, e acredito que voltarei, pois ainda temos muito a explorar por lá: praias, aqueles lugares bem escondidinhos, restaurantes, bares, parques naturais, história, experiências… muito ainda!
Gostaria de ter a experiência de viver na Croácia por algum tempo. Quem sabe um dia…
Assim como foi para chegar à Hvar, fomos embora também em um ferry da companhia marítima Jadrolinija.
Depois de aproximadamente uma hora de travessia, chegamos em Split. Saímos do porto em direção à rodoviária. Tivemos um pouco mais de uma hora até pegar o ônibus para Zadar, então escolhemos aleatoriamente uma das lanchonetes ali ao redor e tomamos nosso café da manhã na rodoviária.
Ali na rodoviária foi uma confusão. Falta de informação ou informação incorreta/incompleta até mesmo por parte dos atendentes. Foi necessário perguntar para os motoristas dos ônibus que estacionavam ali para onde eles iriam. Nem os letreiros dos ônibus eram claros para onde iriam. Depois de algum tempo, nos acomodamos.
E a confusão não parou por aí.
Antes de contar o ocorrido, preciso mencionar que optamos pelo ônibus em que o itinerário vai beirando a costa do país, ou seja, que permite ver o mar da rodovia e que atravessa muuuitas cidades. Nós achamos que seria interessante para admirar um pouco mais da beleza da Croácia, mas já adianto que não vale a pena porque as paradas a cada dez minutos tornam a viagem extremamente cansativa (e não vimos nada de tão diferente do que já tínhamos visto). Por isso, sugiro a opção em que o ônibus faz o percurso de Split à Zadar em duas horas e quinze minutos com apenas 2 paradas.
Vamos ao caos… Existe a possibilidade de comprar os tickets antecipadamente através do site getbybus.com e também de comprar no momento do embarque (que pode ser na rodoviária de Split ou em qualquer uma das paradas do ônibus), e é aí que não existe controle de quem entra ou quem sai e em qual momento da viagem. Sendo assim, o ônibus foi enchendo de gente que não conseguia sentar no assento que comprou com antecedência porque já tinha alguém lá (que também comprou pelo lugar no assento assim que embarcou). Com isso, o ônibus foi cheio de gente que precisou viajar de pé ou se ajeitar no chão do corredor porque não tinha mais assento (e aí todas as pessoas ficaram incomodadas com a desorganização). Todos acabam sendo lesados por viajar desconfortavelmente (muita gente). Foi um caos! Espero que tenha conseguido explicar um pouco de como foi.
Nós compramos os tickets antecipadamente e não tivemos problemas porque partimos de Split. Foi no decorrer da viagem que os problemas começaram a acontecer. Para viajar mais tranquilamente, reforço a opção em que o ônibus faz o percurso de Split à Zadar em duas horas e quinze minutos com apenas 2 paradas.
Na semana que vem, publicarei um artigo sobre Zadar. Até lá!
Este é um dos artigos sobre uma viagem pela Croácia. Recomento a leitura do que já publiquei anteriormente para acompanhar/entender o roteiro da viagem.
No nosso terceiro dia completo na ilha, exploramos as praias mais próximas do centro da cidade: Pokonji dol, Mekićevica e Robinson.
Uma das possibilidades para chegar até a praia Pokonji dol é simples: pela rua Ivana Vucetica beirando o mar. Ela é a primeira do caminho que leva até as outras. Durante a caminhada, é possível ver que as pessoas que preferem mais privacidade se acomodam em lugares onde é possível, mas que aparentemente não são recomendados para banho. Em todas as áreas com acesso até as praias sempre tem alguém. Depois da Pokonji dol é preciso caminhar por trilha.
Quando tem escada e/ou boias é porque ali é área para banho.
Todo o caminho desde o monastério que fica na Plaža Lučica possui aproximadamente 3,6 km.
plaža lučica
Foi o dia que eu menos fotografei, pois muitas das mulheres nas três praias estavam com os seios à mostra (topless) e eu achei que poderia ser inconveniente ficar fotografando.
Pokonji dol
Entre as três, é a maior e mais estruturada. Para quem quiser permanecer o dia todo, recomendo chegar cedo. Decidimos parar nela já no final da tarde (priorizamos as demais justamente porque seriam menos movimentadas). Encontramos espaço nas pedras e sem sombra.
Todas as praias da Croácia são muito agradáveis para banho: água cristalina, calma e refrescante, ótimas também para a prática de snorkeling.
As praias Mekićevica e Robinson são muito parecidas. Ambas são pequenas e até é possível encontrar sobra das árvores dependendo do horário. Como mencionei acima, depois da Pokonji dol o percurso é menos estruturado, ou seja, irregular. Ainda assim, há indicativo nas árvores e nas pedras sobre o caminho a ser seguido.
Mekićevica
Passamos por ela para chegar até a Robinson. Decidimos não parar porque queríamos ver a Robinson para então decidir o que fazer. Assim que chegamos, já preferimos a Robinson e decidimos passar parte do dia lá. Paramos em Mekićevica na volta apenas para observar.
Robinson
Chegamos de manhã e encontramos lugar na sombra. O ambiente da praia estava tão bom que só decidimos ir embora já à tarde porque o sol começou a bater e não tinha mais como se proteger, então foi meio que necessário.
Existe um restaurante no local com o mesmo nome da praia, que também oferece locação de guarda-sol e cadeiras/espreguiçadeiras.
Como comentei acima sobre o acesso às praias, depois da Pokonji dol complica um pouco e por isso novamente recomendo o uso de tênis ou sapato para trilha. Também fica o lembrete de sempre carregar água e algo para lanchar durante o dia porque a maioria das praias não possui estabelecimentos.
Pós praia
Já comentei na primeira publicação sobre Hvar que a ilha oferece inúmeras possibilidades de vida noturna a quem interessar.
Na quarta noite na ilha, assistimos ao pôr do sol da fortaleza que fica em uma colina. A vista panorâmica é linda. É mágico ver o sol iluminando os imóveis da cidade com paredes brancas e telhados vermelhos no fim do dia. Ver todos os tipos de embarcações chegando e saindo do porto. Ver as ilhas Pakleni à distância. Tudo é incrível.
A fortaleza (Tvrđava Fortica) começou a ser construída no século XIII pelos venezianos. Já foi abrigo para os habitantes da região depois que o exército turco invadiu a cidade. Atualmente abriga um museu que exibe artefatos que já foram encontrados no fundo do mar nas proximidades da ilha. O local também é conhecido como Tvrđava Spanjola por causa do trabalho que os engenheiros de nacionalidade espanhola desenvolveram no século XIV. O acesso é pago. Para mais informações, clique aqui.
Tínhamos nos planejado para jantar em um restaurante que estávamos paquerando, porém, descobrimos que era o dia da semana que ele não abria. Então, optamos por uma das recomendações que encontramos durante nossas pesquisas: Kogo, na praça Svetog Stjepana. Comida boa!
Passeamos um pouco por ali em busca de souvenires e não demoramos para ir embora, pois precisávamos organizar as coisas para retornarmos ao continente na manhã do dia seguinte.
Este é um dos artigos sobre uma viagem pela Croácia. Recomento a leitura do que já publiquei anteriormente para acompanhar/entender o roteiro da viagem.
No nosso segundo dia completo na ilha, alugamos uma scooter para ir até as praias mais distantes queríamos visitar: Milna, Zaraće (Malo e Velo) e Dubovica.
Inicialmente, tinham mais praias que queríamos visitar, porém, enquanto preenchíamos o formulário para alugar o meio de transporte do dia, recebemos instruções e um mapa da ilha com informações sobre as praias que eram permitidas e as praias que eram proibidas de acessar pelas estradas, e então soubemos que algumas das praias dos nossos planos só eram acessíveis de barco (o que, no final das contas, foi bom, pois aproveitamos bem as praias que escolhemos).
Todas as praias que visitamos possuem acesso através da estrada principal que conecta a ilha de um lado até o outro.
Particularmente, eu me senti insegura em uma scooter, afinal, precisamos percorrer a estrada principal da ilha, ou seja, é por onde todos os automóveis também se locomovem. De scooter, me senti vulnerável/exposta, então, se eu voltasse para a ilha e precisasse alugar um meio de transporte para ir até as praias, eu optaria pelo quadriciclo por ser um pouco mais seguro. Para ir até lugares ainda mais distantes, acredito que carro é melhor por ser mais seguro, mais confortável e mais rápido, porém, requer paciência por ser menos prático para estacionar.
Nós alugamos a scooter em uma garagem bem pequenininha de um hostel, localizado na rua que estávamos hospedados. Basta caminhar um pouco pelo centro histórico ou beirando o mar para notar que tem opção para locação em todos os cantos de Hvar.
Milna Beach
Chegamos cedo e a praia ainda estava quase sem ninguém. Todas as praias que visitamos nesse dia eram parecidas: água cristalina, calma e refrescante, ótimas para a prática de snorkeling ou apenas para banho. O clima de Milna Beach estava tão agradável, mas ficamos apenas cerca de trinta minutos ali, pois queríamos permanecer mais tempo nas praias de Zaraće.
Zaraće
Para chegar até a enseada de Zaraće, foi necessário descer a montanha por onde passa a estrada principal da ilha. As ruas eram íngremes e bateu insegurança de a scooter não conseguir subir depois, mas deu tudo certo.
Malo (para quem desce, está do lado direito)
malo
Em Malo encontramos espaços com sombra, então permanecemos ali por algum tempo. Praticamos snorkeling, fotografamos, filmamos, nadamos mais um pouco, e depois que saímos do mar nos acomodamos em uma das áreas onde batia sol para nos secarmos um pouco mais rápido antes de continuarmos.
Velo (para quem desce, está do lado esquerdo)
velo
Em Velo não tinha sombra, então observamos um pouco e logo continuamos. Lá tem restaurante e bangalôs nas pedras que podem ser alugados.
igreja perto das praias
Pessoalmente, eu achei ambas as praias de Zaraće deslumbrantes. Com suas belezas naturais lindíssimas, abaixo da colina e com água extremamente límpida, eu certamente passaria horas e horas em qualquer uma delas se não quisesse explorar um pouco mais da ilha.
Dubovica
Para chegar até a praia de Dubovica também foi necessário descer a montanha por onde passa a estrada principal da ilha, porém, caminhando.
Qualquer meio de transporte precisa ser estacionado na rodovia.
Existe um ponto de ônibus bem em frente de onde a trilha começa.
A vista panorâmica da estrada para a praia é linda, e lá embaixo também! Encontramos uma sombra e lá permanecemos até o fim de tarde.
Para chegar até a maioria das praias da ilha é necessário caminhar por trilhas, por isso, recomendo o uso de tênis ou sapato para trilha. Eu usei tênis nos dias que precisamos caminhar e foi suficiente. Mais uma vez, fica o lembrete de sempre carregar água e algo para lanchar durante o dia porque a maioria das praias não possui estabelecimentos.
Pós praia
Já comentei na primeira publicação sobre Hvar que a ilha oferece inúmeras possibilidades de vida noturna a quem interessar.
lučica beach
Na terceira noite na ilha, assistimos ao pôr do sol do restaurante que escolhemos para jantarmos: Bonaca. Fica na rua do porto e de lá também é possível ver a movimentação dos barcos. Bem legal!
O prato que eu pedi como entrada foi a comida que mais gostei na Croácia: gnocchi com molho de tomate e parmesão.
A noite estava agradável e decidimos nos aventurar pelas ruelas, afinal, durante o dia não tínhamos tempo por estarmos aproveitando as praias, e mesmo se tivéssemos tempo provavelmente o calor durante o dia não nos animaria, então aproveitamos que aquele era o momento.
Caminhar pelas ruas, se perder, se encontrar, admirar os detalhes, é o tipo de coisa que eu sempre gosto de fazer em viagens. Em Hvar não foi diferente, e quanto mais caminhávamos, mais despertava o interesse em explorar ainda mais as subidas e as descidas que tanto exalam charme com os imóveis construídos com pedras ou com as paredes bem clarinhas.