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Blogmas | dia 7 | Alsácia e a magia do Natal: Colmar

Localizada no nordeste da França, a atual Grand Est substituiu a Alsace-Champagne-Ardenne-Lorraine após a reforma territorial de 2014. A região da – popularmente conhecida – Alsácia (em francê: Alsace) já pertenceu à Alemanha e era constantemente disputada pelos dois países já citados, o que explica a arquitetura das cidades.

Eu não tenho palavras para descrever o que é o Natal na Alsácia.

No texto “Mercados de Natal na capital da Alsácia – Estrasburgo”, conto sobre o que o título já sugere. Na série BLOGMAS 2020 – Alsácia e a magia do Natal”, vou compartilhar sobre mais quatro vilarejos da região que tive a oportunidade de visitar durante as festividades. E hoje vou comentar um pouco sobre COLMAR.

Colmar é uma cidade encantadora, assim como Rothenburg ob der Tauber, parece que foi criada a partir dos contos de fadas. No Natal, então…

A maioria das atrações turísticas de Colmar estão no centro, onde é possível explorar a pé. Nada melhor do que caminhar sem destino em Colmar e se encantar com o que encontrar em cada ruela.

Passear pela cidade com a calmaria da manhã, antes das 09:00, quando as excursões com turistas para passar o dia ainda não chegaram… demais!

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Réveillon na Europa: minhas experiências

No Brasil, costumava passar as festas de Réveillon na praia, pois meus avós moravam lá, então costumava ir para Iguape ou Ilha Comprida logo após o período de Natal. Depois que conheci meu marido, continuamos indo para a praia na maioria dos anos para passar o Réveillon.

Aqui, acredito que não seria tão divertido virar o ano na praia… ehehe.

Hoje vim contar um pouco das minhas experiências aqui na Europa (apenas sobre a noite do dia 31, sem levar em consideração os lugares em si):

2016-2017: Colônia – Alemanha

Na noite do réveillon permanecemos um pouco na praça Roncalliplatz, onde aconteceram apresentações musicais em estilo alemão. Refletores com a frase “feliz ano novo” em vários idiomas foram instalados e giz para que as pessoas escrevessem mensagens, pedidos, agradecimentos, ou o que desejassem, foram disponibilizados (para escrever no chão da área que foi estipulada para isso). Próximo das 23:00, fomos até a margem do Rio Rhein e lá permanecemos até a chegada de 2017.

Não teve nada de especial, apenas pessoas comuns soltando fogos de artifício aleatoriamente… o que eu achei bem perigoso, por sinal. Na Alemanha é proibido vender fogos de artifício durante o resto do ano, então o pessoal aproveita a época que é permitido vender para comprar de todo tipo e soltá-los.

2017-2018: Londres – Inglaterra

Na noite do réveillon escolhemos a região perto da Elizabeth Tower que fica oposto à London Eye para assistirmos tudo. A área é fechada, chegamos em um dos portões de acesso por volta das 22:00 e a fila já estava absurdamente enorme. Banheiros disponíveis e barraca com comida e bebida na área. DJ animando com as músicas mais tocadas naquele ano. Nós conseguimos comprar os tickets apenas no segundo lote porque acaba super rápido. A área que escolhemos foi a azul.

Achei um pouco tumultuado para acessar o local, entretanto, compreensível levando em consideração o tanto de gente que se programa para passar o Réveillon ali e a fiscalização que é necessária para priorizar a segurança de todos.

Sem dúvidas, foi o evento com fogos de artifício mais bonito que já vi até hoje. Para quem quiser ver como foi: clique aqui.

2018-2019: Rothenburg ob der Tauber – Alemanha

Na noite do réveillon decidimos jantar no restaurante que escolhemos, caminhar um pouco pelas ruas do centro e permanecer o resto da noite onde estávamos hospedados, onde bebemos e assistimos pela televisão como eram as festas pelo mundo.

Foi tranquilo e era exatamente o que queríamos.

2019-2020: Bruges – Bélgica

Na noite do réveillon não sabíamos ainda o que faríamos ao certo, mas tínhamos planos de ir para Bruges se estivéssemos animados porque vimos a notícia de que aconteceria algo novo: drones substituiriam os fogos de artifício na praça ‘t Zand. Fizemos a ceia em casa e decidimos ir até lá.

Teve show e era possível acompanhar as músicas através do jornal que foi distribuído. Moro na Bélgica há quase quatro anos e sei como os belgas se divertem, então, achei que as pessoas estavam bem animadas. A maioria das músicas eram belgas (em neerlandês), aquelas que tocam em todos os eventos do país. Eu nem sei quem são os cantores ou de que época são, mas sei identificá-las e até mesmo cantar (errado, obviamente). Banheiros disponíveis e barracas com comida e bebida na área.

Ah, sobre a apresentação dos drones… não deu muito certo quanto a organização esperava! Uma pena, ehehe.

Na Europa é inverno, completamente diferente do que estava acostumada… nada de tradições como vestir roupa branca ou pular as ondas do mar (pelo menos não para mim). Mas é possível se divertir também!

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As três torres de Gent

A imagem do principal cartão postal de Gent (em português: Gante) está a partir da Sint-Michielsbrug (ponte de São Miguel). As três torres são: Sint-Niklaaskerk (Igreja de São Nicolau), Belfort (campanário) e a Sint-Baafskathedraal (Catedral São Bavão).

Da Sint-Michielsbrug ainda é possível ver ruas Graslei e Korenlei beirando o Leie (canal). De lá saem muitos dos passeios de barcos como atração turística disponíveis no centro. É comum a prática de stand-up paddle ou kayak por ali durante o verão.

sint-michielsbrug

A Sint-Niklaaskerk (Igreja de São Nicolau) é a primeira torre que vemos.

Sint-Niklaas é inspirado no bispo Nicolau de Mira. Nasceu na Turquia durante o século III e morreu em 6 de dezembro de 342, e durante a vida tornou-se bispo de Mira – Itália. Costumava ajudar os necessitados e foi o primeiro (santo) a demonstrar preocupação com a educação das crianças. A ele foram atribuídos alguns milagres que contribuíram para a sua popularização na Europa e designação de protetor dos marinheiros e dos comerciantes e, principalmente, amigo das crianças.

A paróquia de Sint-Niklaas foi fundada no final do século XI. A construção da atual Igreja de Sint-Niklaas começou no início do século XIII e foi concluída no início do século XIV. Porém, com o aumento da população, foi necessário aumentar o tamanho da igreja, aproveitando para transformar a igreja em algo maior no sentido de grandeza, e então a obra construída com Pedra Azul de Tournai levou séculos para ser concluída por razões de orçamento, altos e baixos da região que resultaram em deterioração gerando mais e mais reformas, guerras e por aí vai. Em 1936, uma organização sem fins lucrativos se empenhou para promover a restauração da igreja. Obras de arte dos pintores da região estão expostas no local. Atualmente, algumas das áreas da igreja ainda estão em obras, o que é comum nos prédios do gênero na Europa.

Ela é lindíssima por dentro e para quem se interessar, tem tour virtual disponível. Clique aqui.

Para mais informações, clique aqui.

A segunda torre é o Belfort (que é o campanário de Gent).

Sua construção começou em 1313 e a torre foi modificada ao longo dos séculos a seguir, se transformando no que é hoje entre os séculos XIX e XX após restaurações.

O campanário de Gent é Patrimônio Mundial da UNESCO desde 1999, juntamente com mais 32 campanários da Bélgica: 25 em Flandres e 7 em Valônia.

Decorações durante as festividades na cidade sempre chamam a atenção para o Belfort.

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É possível subir até o topo do Belfort por escadas.

Para mais informações, clique aqui.

A terceira torre é a Sint-Baafskathedraal (Catedral São Bavão).

A construção da abadia que homenageia o padroeiro de Gent começou no século XIII, onde até então era uma capela. Em meados do século XVI, o edifício já tinha o aspecto que tem hoje, porém, mudanças eram necessárias. A diocese de Gent foi fundada em 1559 e, assim, a Catedral de Sint-Baafs também, sofrendo alterações no decorrer dos séculos a seguir. Até o século XIX, o interior do edifício mudou consideravelmente, até se transformar no que podemos ver hoje. Na torre estão pendurados sete sinos e o mais pesado é o Bavo, com 5.500 kg.

O patrimônio de obras-primas da Catedral de Sint-Baafs é valioso, com destaque para uma:

Você já assistiu ao filme “Caçadores de obras-primas”? Se sim, pode ser que você lembre da história baseada em fatos reais sobre O Retábulo de Gante – “Adoração do Cordeiro Místico” (o nome da obra em neerlandês é: De aanbidding van het Lam Gods). A obra, composta por 12 painéis com 24 pinturas que variam conforme a abertura ou não, é trabalho de um dos pintores flamengos primitivos mais célebres: Jan van Eyck, enquanto o projeto é de seu irmão, Hubert van Eyck. Portanto, considera-se que a obra seja dos irmãos Van Eyck. A pintura é conhecida como “Adoração do Cordeiro Místico” por causa da imagem do painel que está no centro, onde os peregrinos se reúnem para homenagear O Cordeiro de Deus, uma representação de Jesus Cristo.

A obra do século XV com histórias entre guerras, incêndios e furtos, foi instalada na Catedral de Sint-Baafs em 1432. Entretanto, um dos painéis permanece desaparecido, furtado em 10.04.1934 por, possivelmente, Arsène Goedertier.

A obra era cobiçada por Napoléon Bonaparte e Adolf Hitler com o objetivo de dominação (no caso, cultural). Foi capturada durante a liderança de ambos.

Para noção de importância: 2020 foi celebrado o ano de Van Eyck em Gent, ganhando destaque não apenas nos museus da cidade, mas também em uma série de eventos e de atividades em Gent. Devido ao COVID-19, o ano de Van Eyck se estendeu até junho de 2021. Os Gentenaars têm orgulho do trabalho dos Van Eyck e sua relação com a cidade.

Também vale a pena visitar o tesouro da catedral e ver a coleção que lá se encontra.

É proibido fotografar os objetos de arte que estão em seu interior sem autorização. Existem placas em todos os cantos com aviso.

Para mais informações, clique aqui.

Acima, a cidade de Gent e as três torres vistas de cima do Gravensteen (castelo). Da esquerda para a direita: Catedral São Bavão, Belfort e a Igreja de São Nicolau. Ainda tem a quarta torre que podemos ver: a Torre do relógio na Korenmarkt (Klok van het Postgebouw). Fotografei a imagem a partir do Gravensteen (castelo).

Quando publiquei a foto acima no Instagram, perguntaram qual das três torres é a mais alta. Você conseguiria adivinhar? A resposta é… Belfort! Com aproximadamente 95 metros de altura. Sobre as demais: Sint-Baafskathedraal com 89 metros e Sint-Niklaaskerk com 76 metros.


Textos relacionados:

Para saber mais sobre a cidade de Gent: Introdução à Gante.

Na Bélgica, o dia de Sint-Niklaas é muito aguardado (06.12). No artigo “Celebração do tradicional dia de Sinterklass na Bélgica” explico mais.

Mercados de Natal nas cidades de Flanders + Bruxelas.

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Passeio de um dia em Lucerna

Este é um dos textos sobre uma viagem pela Suíça. Recomento a leitura do que já publiquei anteriormente para acompanhar/entender a viagem como um todo.

Se você já leu as publicações sobre a Suíça, sabe que Lucerna (em alemão: Luzern) foi a base que escolhemos para hospedagem, no entanto, exploramos a cidade em apenas um dia porque priorizamos conhecer outras regiões.

Visitamos as principais atrações turísticas do centro e caminhamos um pouco sem destino para observar o outono em Lucerna.

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ao fundo, a igreja católica romana Sankt Leodegar im Hof

Kapellbrücke (ou Ponte da Capela)

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Uma ponte de madeira sob o rio Reuss com aproximadamente 205 metros, construída durante o século XIV e que recebeu tal nome por causa da Capela de St. Peter (Peterskapelle), pertinho dali.

É utilizada por pedestres para a travessia de um lado para o outro. No interior da ponte estão as ilustrações do início do século XVII que contam um pouco da história de Lucerna e dos padroeiros da cidade, St. Leodegar e St. Maurice. A Kapellbrücke foi parcialmente destruída após o incêndio de 1993, mas reinaugurada em 1994 após os trabalhos de restauração.

É o cartão-postal de Lucerna.

Spreuerbrücke (ou Ponte de Palha)

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Mais uma ponte de madeira que atravessa o rio Reuss, concluída em 1408. Assim como a Kapellbrücke, também é coberta e possui imagens que foram adicionadas entre os anos de 1625 e 1635 representando “A dança da morte”.

Abaixo, é possível ver uma das torres medievais de Lucerna e a muralha no fundo da foto + Spreuerbrücke.

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Löwendenkmal (ou Monumento do Leão)

Um monumento dedicado aos soldados suíços que morreram em 10.08.1792 a serviço do rei Louis XVI da França. Era período da Revolução Francesa e os revolucionários mais revoltados decidiram invadir o palácio que já tinha sido deixado pela família real e que ainda era defendido pelos guardas.

A iniciativa de criar o monumento partiu de um oficial da Guarda Suíça que estava de licença em Lucerna quando tudo aconteceu – Karl Pfyffer von Altishofen. Após muito ser discutido sobre como a obra seria realizada, os escultores Bertel Thorvaldsen e Lukas Ahorn esculpiram o monumento em parceria com outros artistas. O monumento foi inaugurado em 10.08.1821, exatamente 29 anos após o ocorrido. O leão expressa sofrimento e tristeza em sua face. Sobre seu tamanho: é maior do que parece através das fotos, com aproximadamente dez metros de comprimento e seis metros de altura.

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Em latim: HELVETIORUM FIDEI AC VIRTUTI – Glória à lealdade e à bravura dos suíços – está grafado acima do leão. Também estão grafados os nomes de 26 oficiais mortos e de 16 oficiais sobreviventes abaixo do leão. Cerca de 760 (DCCLX) soldados morreram e 350 (CCCL) soldados sobreviveram durante a invasão. O lago e a capela que se encontra ali do lado perto fazem parte do memorial.

Afrescos nos edifícios de Lucerna

Arte através da pintura em paredes ou tetos. No caso de Lucerna, muitos dos imóveis que estão no centro foram agraciados com a arte.

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Muralha e as torres medievais de Lucerna

Museggmauer – a mulhara – e suas nove torres medievais (Nölliturm, Männliturm, Luegisland, Wachturm, Zytturm, Schirmerturm, Pulverturm, Allenwindenturm e Dächliturm) construídas, possivelmente, entre os séculos XIV e XVI estão praticamente intactas (algumas delas ainda não são datadas).

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zytturm

É possível visitar as torres Männliturm, Wachtturm, Zytturm e Schirmerturm.

Para mais informações, clique aqui.


Onde comer

Cervejaria Rathaus – eu escolhi a sopa do dia porque é o que tinha de opção sem carne. Estava deliciosaaa!

lucerna - sopa
sabor: cebola com cerveja

O restaurante Bolero é especializado em comida típica espanhola e também foi a nossa opção. Escolhemos a Paella Marisco com arroz preto.

restaurante - bolero - paella

Como um todo, foi desafiador comer nos restaurantes da Suíça… não como a maioria das carnes e salada não é o prato que mais me agrada (era o que mais se aproximava de opção para mim, e ainda assim as saladas geralmente continham carnes e não tinham algo que despertasse em mim o interesse em escolhê-las). Enfim, fondue e pizza me salvaram em restaurantes… ahahaha!

Durante os dias que permanecemos mais distantes dos centros, preparamos sanduíches.


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Por aqui, encerro as publicações sobre a nossa viagem pela Suíça em novembro/2019. Com a curiosidade de voltar durante o verão para aproveitar o que as atrações têm a oferecer.

Clique aqui para acessar o site oficial da cidade de Lucerna.

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A vista panorâmica mais bonita de Interlaken

Este é um dos textos sobre uma viagem pela Suíça. Recomento a leitura do que já publiquei anteriormente para acompanhar/entender a viagem como um todo.

Interlaken está localizada entre as cidades Brienz e Thun e em ambas existem lagos que são conectados por Interlaken (que significa “entre lagos” em português). Entendendo: Interlaken fica entre os lagos Brienzersee e Thunersee e nas fotos é possível compreender o que acontece ali.

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Brienzersee – Interlaken – Thunersee

A foto acima foi fotografada a partir das redondezas de Harder Kulm a 1322m, onde existe uma plataforma que possibilita a vista panorâmica mais bonita da cidade. O acesso é possível através de um funicular que leva aproximadamente dez minutos para completar o percurso.

Além de caminhar um pouco por ali, decidimos desfrutar do cenário almoçando no restaurante que fica lá no topo.

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Os topos das montanhas com um pouco de neve e os lagos azul-turquesa lindíssimos era tudo o que eu queria observar.

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Depois de fazer tudo o que queríamos lá em cima, voltamos para a cidade e lá caminhamos pelo centro. Interlaken em si não tem tantas atrações turísticas para explorar, mas só o que pudemos ver e sentir já fez valer a visita.

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É interessante se hospedar em Interlaken por causa da facilidade de ir e vir dos vilarejos mais charmosos dos alpes, independente da época do ano. Durante o verão, as atividades são mais focadas nos lagos e ar (parapente ou asa-delta). Durante o inverno, o foco das atividades está nas montanhas por causa da neve. Seja para relaxar, seja para a prática de esportes mais radicais. Para quem pretende visitar a Suíça durante tais períodos, recomendo a inclusão de Interlaken no roteiro.

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Blausee, um dos lagos mais bonitos da Suíça

Este é um dos textos sobre uma viagem pela Suíça. Recomento a leitura do que já publiquei anteriormente para acompanhar/entender a viagem como um todo.

Blausee é traduzido como Lago Azul em português. Nome óbvio para o que vemos ao chegar no local… ehehe

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Localizado entre Frutigen e Kandersteg, Blausee é provavelmente o lago mais fotografado da Suíça e que mais aparece nas redes sociais ao buscarmos por imagens do país. Hoje em dia é beeem turístico, fica integrado com um parque e é necessário pagar para entrar. Tem restaurante, área para piquenique, hotel & spa, passeio de canoa, mergulho com cilindro, área para crianças e até loja de souvenirs, mas vale a pena o encontro com um monte de gente para apreciar a beleza do lago que é simplesmente deslumbrante. E a experiência se torna ainda melhor para quem chegar bem cedo, e assim, ter a sensação de isolamento (aí está a dica para quem se interessar). A água é cristalina e os tons de azul mudam conforme a luminosidade durante o dia. É magnífico.

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Nós partimos de Lucerna e chegamos um pouco depois do horário de abertura. Tinha apenas um casal aproveitando o passeio de barco, então conseguimos desfrutar os minutos que o parque ainda estava em silêncio, mas não demorou para que as excursões chegassem – foi o tempo de darmos uma volta quase que completa no lago tirando fotos.

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Lenda do Blausee: (que tem relação com a estátua no fundo do lago)

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Um casal se encontrava nas redondezas do lago. Um dia, enquanto caminhavam na região das montanhas, o homem caiu das pedras enquanto eles desciam pelos penhascos e morreu. Desde o ocorrido, a mulher continuou a ir até o lago e lamentar o que tinha acontecido. Certa manhã, ela foi encontrada no fundo do lago e a água que até então não tinha nada demais teve a cor transformada para azul. A partir daí, as pessoas começaram a comentar que a cor do lago mudou por causa das lágrimas que caíram dos olhos azuis da mulher.

A estátua no fundo do lago foi esculpida em memória à mulher do conto.

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Pode ser visitado o ano inteiro.

O preço para acessar o parque pode variar dependendo do dia, então é aconselhável consultar a tabela do site oficial do Blausee. Clique aqui!

Tem estacionamento gratuito na frente do parque.

É possível usar transporte público facilmente para ir e voltar do lago.

Proibido nadar.

Para mais informações, clique aqui.

 

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Lago Blausee

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Vidros e o trabalho da Glasi Hergiswil

Este é um dos textos sobre uma viagem pela Suíça. Recomento a leitura do que já publiquei anteriormente para acompanhar/entender a viagem como um todo.

Em um dia chuvoso, decidimos visitar dois lugares que já tínhamos nos informado a respeito: Victorinox (loja/museu) em Brunnen e Glasi Hergiswil – produção, loja e museu dos vidros da Hergiswil.

O post de hoje será sobre Glasi Hergiswil.

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Sobre

A fábrica Glasi Hergiswil foi fundada em 1817 pelos irmãos Siegwart (que já realizavam o trabalho com vidros através do sopro). É conhecida pelo seu trabalho exclusivamente manual e artesanal no ramo de vidro. Atualmente, os itens mais produzidos pela fábrica são: copos, jarras, garrafas, vasos, pratos, tigelas e decorações de Natal, mas a variedade de produtos é enorme.

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Reprodução: Glasi Hergiswil

Museu: o museu expõe a história do vidro e da empresa Glasi Hergiswil desde sua fundação, incluindo também as dificuldades que proprietários e funcionários passaram em períodos ruins. É possível ver o trabalho que é realizado pelos profissionais durante a visita.

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Loja: na loja estão os itens que são produzidos com vidro. Tem tudo o que você pode imaginar… mesmo! Eu não fotografei, pois fiquei mais preocupada em observar os detalhes das peças e ter cuidado para não esbarrar em nada. Achei os preços um pouco caros, mas justos levando em consideração o trabalho que é realizado, porém, não é algo que me entusiasma a ponto de pagar o que é cobrado, apesar de achar tudo fantástico. Quem quiser ver os itens através do site oficial da loja, clique aqui.

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Endereço: Seestrasse 12, 6052 – Hergiswil

Clique aqui para mais informações.

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Visitando loja e museu da Victorinox

Este é um dos textos sobre uma viagem pela Suíça. Recomento a leitura do que já publiquei anteriormente para acompanhar/entender a viagem como um todo.

Em um dia chuvoso, decidimos visitar dois lugares que já tínhamos nos informado a respeito: Victorinox (loja/museu) em Brunnen e Glasi Hergiswil – produção, loja e museu dos vidros da Hergiswil.

O post de hoje será sobre Victorinox (loja/museu) em Brunnen.

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Sobre

Fundado por Karl Elsener e patenteado em 1897, o canivete suíço da até então marca Victoria foi bastante utilizado por oficiais durante os períodos de guerras e desde então é funcional para todo tipo de aventura e até no espaço pelos astronautas da NASA. Foi após a origem do aço inoxidável que os filhos de Karl – Carl e Alois – alteraram o nome da marca para Victorinox.

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Swiss Army Giant Knife 2007

Acima, o canivete suíço mais multifuncional que existe: 87 ferramentas que possibilitam 141 funções.

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Museu: a exposição apresenta a história do canivete suíço e seu desenvolvimento, bem como os marcos da empresa.

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Loja: além da variedade de canivetes suíços também são encontrados talheres em diferentes tipos de design, relógios, perfumes, equipamentos – malas e mochilas – e acessórios de viagem. Especialmente na loja de Brunnen, é possível que o visitante faça/personalize o próprio canivete suíço do jeito que desejar (exclusivo) sob a orientação de um dos profissionais que trabalham ali.

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Endereço: Bahnhofstrasse 3, 6440 – Brunnen

Clique aqui para mais informações.

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Conhecendo os lagos de Flims: Caumasee e Crestasee

Este é um dos textos sobre uma viagem pela Suíça. Recomento a leitura do que já publiquei anteriormente para acompanhar/entender a viagem como um todo.

Hoje comentarei sobre os lagos que conhecemos na região de Flims (Graubünden), uma das cidades onde nos hospedamos.

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Os lagos ficam próximos e é possível caminhar de um para o outro.

 

Caumasee

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A trilha para chegar até o lago é fácil. O funicular não estava em funcionamento por causa da época, então chegamos até o lago caminhando um pouco mais.

Apreciamos a beleza do local e fotografamos o cenário durante a caminhada para dar a volta no lago. Lindo demais! Mesmo em um dia nublado que não favoreceu o que fotografamos.

 

Crestasee

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Chegamos ali já no final da tarde e permanecemos sozinhos. Até apareceram mais pessoas que provavelmente moram na região e estavam passeando com seus cães.

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A Mel aproveitou… correu, cheirou os cantos do parque e aproveitamos para tirar fotos dela. Sentimos que ela adorou o passeio porque em nenhum momento ela pediu por colo (ela sempre pede nas cidades por onde passeamos depois de poucos minutos).

O cenário do Crestasse é maravilhoso, parece que foi produzido para ser fotografado.

 

Não pagamos nada para entrar na área dos lagos, mas durante o verão pode ser cobrado. Existem restaurantes na área de ambos que também funcionam apenas no verão, assim como a prática de esportes na água. Estacionamentos na entrada de ambos e transporte público com fácil acesso. Permitido nadar.

 

Quem quiser compartilhar mais informações ou perguntar algo, é só comentar.

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Suíça: Gigerwaldsee

Este é um dos textos sobre uma viagem pela Suíça. Recomento a leitura do que já publiquei anteriormente para acompanhar/entender a viagem como um todo.

No post de hoje, comentarei sobre um dos lagos que visitamos: Gigerwaldsee. Em alemão, “see” significa lago, por isso que os nomes dos lagos da região que visitamos sempre terminam em “see”.

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Localizado em Sankt Martin – Calfeisental, município de Pfäfers (Sankt Gallen), o Gigerwaldsee é um reservatório que é operado pela usina hidrelétrica de Sarganserland AG (KSL) – AXPO Hydro Energy.

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Para chegar até o Gigerwaldsee: ir a partir de Bad Ragaz, via Vättis.

Ladeado por montanhas, para chegar até o vilarejo de Sankt Martin de carro a partir da barragem é necessário respeitar os horários de autorização (tem horário para ir e vir do vilarejo, só é possível uma direção a cada trinta minutos na estrada e túneis para que os carros não se cruzem no meio do percurso).

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Na região de Sankt Martin não tinha nada em funcionamento durante a época que fomos. Tudo fechado! Apenas nós ali… até estranho, mas só de olhar o que existe ali já foi válido. De acordo com as informações que encontrei, é apenas durante o verão que a pousada funciona, e daí oferece comida e bebida para os visitantes.

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vilarejo de Sankt Martin e Gigerwaldsee

No caminho até o Gigerwaldsee, está a usina hidrelétrica de Mapragg, onde está o Mapraggsee. Incrível também!

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Mapraggsee e a usina hidrelétrica de Sarganserland

Por hoje, acabou!

Na semana que vem, publicação sobre os lagos que visitamos na região de Flims: Caumasee e Crestasee. Acompanhe!

Quem quiser compartilhar mais informações ou perguntar algo, é só comentar.

mapraggsee