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Um dia no Parque Nacional dos lagos de Plitvice

Este é um dos artigos sobre uma viagem pela Croácia. Recomento a leitura do que já publiquei anteriormente para acompanhar/entender o roteiro da viagem.


O Parque Nacional dos lagos de Plitvice (Plitvička Jezera) está localizado entre duas cordilheiras: Mala Kapela e Lička Plješivica. Com quase 30.000 hectares, é o maior dos parques nacionais da Croácia.

Em 1979 foi listado como Patrimônio Natural da Humanidade pela UNESCO.

São 16 lagos com água cristalina em tons de verde e azul que variam dependendo do período do dia ou da posição do sol, mais cachoeiras, mais cascatas, mais uma vegetação linda, com mais de 1.400 táxons (espécies e subespécies) de plantas já registradas e fauna de 321 espécies de borboletas, 89 espécies de insetos (tricópteros), 14 espécies de anfíbios, 14 espécies de répteis, 168 espécies de pássaros e mais de 50 espécies de mamíferos.

Os lagos são divididos em dois grupos: lagos superiores (12) e lagos inferiores (4). Existem vários outros lagos menores que não são nomeados.

No site oficial do parque existem algumas opções de trilhas que variam de acordo com disposição e tempo de cada um. Antes de chegar no parque já tínhamos planejado exatamente o que fazer, porém, a sinalização dentro do parque não é tão clara e acabamos nos perdendo, por isso, caminhamos mais tempo do que era esperado e não conseguimos fazer o que foi planejado inicialmente por causa do tempo. Não conseguimos ver algumas vistas panorâmicas que queríamos. Ficamos bem confusos as placas que orientavam os caminhos das trilhas. Nós caminhamos uma volta enormeee no lago por mais de uma hora até, finalmente, encontrar a civilização novamente. No final, foram quase 20km de caminhada. No nosso planejamento, a ideia era intercalar entre as trilhas C e B para explorar com calma, mas acabamos fazendo a trilha K (eu não achei válido porque não tem nada de excepcional).

Durante todo o percurso que fizemos, nos deparamos com quatro lanchonetes/restaurantes, porém, acreditamos que o atendimento sofreu alterações talvez por causa da pandemia, pois apenas os restaurantes das entradas 1 e 2 estavam abertos. Ainda bem que nós tínhamos levado os snacks que compramos antes. Existem banheiros espalhados pelo parque, entretanto, por exemplo, durante a volta no lago por mais de uma hora caminhando não tinha nenhum.

É uma região onde as temperaturas costumam ser mais baixas em comparação com o restante do país, principalmente comparando com a região da Dalmácia, onde estivemos todos os outros dias. Felizmente, visitamos o parque com temperaturas entre 11°C e 21°C, o que foi ótimo.

Nós atravessamos o parque caminhando, mas para voltar até a Entrada 1 utilizamos o trem e o barco nos trechos que foram possíveis porque já estávamos bem cansados.

Nós visitamos o parque em um dia, mas no site oficial é possível comprar para dois dias e também se informar sobre as opções de hospedagens dentro do parque.

Para aproveitar bem é importante pensar no vestuário de forma que você se sinta confortável.

Um alerta: preste atenção por onde caminha porque as passarelas podem não ser completamente regulares, além de estreitas.

Assim que chegamos na entrada do parque, deixamos uma mochila e uma mala no guarda-volumes para não ter que ficar carregando desnecessariamente.

O Parque Nacional dos lagos de Plitvice está entre as atrações mais visitadas do país e é realmente muito lindo! Entretanto, é extremamente turístico e eu acho que ele perde um pouco do encanto por causa deste excesso, mas ainda assim não deixa de ser maravilhoso.

Para acessar o site oficial do parque, clique aqui.


Continuando a viagem…

Locomoção até Split: Nós compramos os tickets pelo site getbybus.com com partida da Entrada 1 do parque às 18:00 e chegamos em Split exatamente às 21:30.

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A vista panorâmica mais bonita de Interlaken

Este é um dos textos sobre uma viagem pela Suíça. Recomento a leitura do que já publiquei anteriormente para acompanhar/entender a viagem como um todo.

Interlaken está localizada entre as cidades Brienz e Thun e em ambas existem lagos que são conectados por Interlaken (que significa “entre lagos” em português). Entendendo: Interlaken fica entre os lagos Brienzersee e Thunersee e nas fotos é possível compreender o que acontece ali.

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Brienzersee – Interlaken – Thunersee

A foto acima foi fotografada a partir das redondezas de Harder Kulm a 1322m, onde existe uma plataforma que possibilita a vista panorâmica mais bonita da cidade. O acesso é possível através de um funicular que leva aproximadamente dez minutos para completar o percurso.

Além de caminhar um pouco por ali, decidimos desfrutar do cenário almoçando no restaurante que fica lá no topo.

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Os topos das montanhas com um pouco de neve e os lagos azul-turquesa lindíssimos era tudo o que eu queria observar.

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Depois de fazer tudo o que queríamos lá em cima, voltamos para a cidade e lá caminhamos pelo centro. Interlaken em si não tem tantas atrações turísticas para explorar, mas só o que pudemos ver e sentir já fez valer a visita.

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É interessante se hospedar em Interlaken por causa da facilidade de ir e vir dos vilarejos mais charmosos dos alpes, independente da época do ano. Durante o verão, as atividades são mais focadas nos lagos e ar (parapente ou asa-delta). Durante o inverno, o foco das atividades está nas montanhas por causa da neve. Seja para relaxar, seja para a prática de esportes mais radicais. Para quem pretende visitar a Suíça durante tais períodos, recomendo a inclusão de Interlaken no roteiro.

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Blausee, um dos lagos mais bonitos da Suíça

Este é um dos textos sobre uma viagem pela Suíça. Recomento a leitura do que já publiquei anteriormente para acompanhar/entender a viagem como um todo.

Blausee é traduzido como Lago Azul em português. Nome óbvio para o que vemos ao chegar no local… ehehe

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Localizado entre Frutigen e Kandersteg, Blausee é provavelmente o lago mais fotografado da Suíça e que mais aparece nas redes sociais ao buscarmos por imagens do país. Hoje em dia é beeem turístico, fica integrado com um parque e é necessário pagar para entrar. Tem restaurante, área para piquenique, hotel & spa, passeio de canoa, mergulho com cilindro, área para crianças e até loja de souvenirs, mas vale a pena o encontro com um monte de gente para apreciar a beleza do lago que é simplesmente deslumbrante. E a experiência se torna ainda melhor para quem chegar bem cedo, e assim, ter a sensação de isolamento (aí está a dica para quem se interessar). A água é cristalina e os tons de azul mudam conforme a luminosidade durante o dia. É magnífico.

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Nós partimos de Lucerna e chegamos um pouco depois do horário de abertura. Tinha apenas um casal aproveitando o passeio de barco, então conseguimos desfrutar os minutos que o parque ainda estava em silêncio, mas não demorou para que as excursões chegassem – foi o tempo de darmos uma volta quase que completa no lago tirando fotos.

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Lenda do Blausee: (que tem relação com a estátua no fundo do lago)

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Um casal se encontrava nas redondezas do lago. Um dia, enquanto caminhavam na região das montanhas, o homem caiu das pedras enquanto eles desciam pelos penhascos e morreu. Desde o ocorrido, a mulher continuou a ir até o lago e lamentar o que tinha acontecido. Certa manhã, ela foi encontrada no fundo do lago e a água que até então não tinha nada demais teve a cor transformada para azul. A partir daí, as pessoas começaram a comentar que a cor do lago mudou por causa das lágrimas que caíram dos olhos azuis da mulher.

A estátua no fundo do lago foi esculpida em memória à mulher do conto.

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Pode ser visitado o ano inteiro.

O preço para acessar o parque pode variar dependendo do dia, então é aconselhável consultar a tabela do site oficial do Blausee. Clique aqui!

Tem estacionamento gratuito na frente do parque.

É possível usar transporte público facilmente para ir e voltar do lago.

Proibido nadar.

Para mais informações, clique aqui.

 

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Lago Blausee

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Conhecendo os lagos de Flims: Caumasee e Crestasee

Este é um dos textos sobre uma viagem pela Suíça. Recomento a leitura do que já publiquei anteriormente para acompanhar/entender a viagem como um todo.

Hoje comentarei sobre os lagos que conhecemos na região de Flims (Graubünden), uma das cidades onde nos hospedamos.

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Os lagos ficam próximos e é possível caminhar de um para o outro.

 

Caumasee

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A trilha para chegar até o lago é fácil. O funicular não estava em funcionamento por causa da época, então chegamos até o lago caminhando um pouco mais.

Apreciamos a beleza do local e fotografamos o cenário durante a caminhada para dar a volta no lago. Lindo demais! Mesmo em um dia nublado que não favoreceu o que fotografamos.

 

Crestasee

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Chegamos ali já no final da tarde e permanecemos sozinhos. Até apareceram mais pessoas que provavelmente moram na região e estavam passeando com seus cães.

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A Mel aproveitou… correu, cheirou os cantos do parque e aproveitamos para tirar fotos dela. Sentimos que ela adorou o passeio porque em nenhum momento ela pediu por colo (ela sempre pede nas cidades por onde passeamos depois de poucos minutos).

O cenário do Crestasse é maravilhoso, parece que foi produzido para ser fotografado.

 

Não pagamos nada para entrar na área dos lagos, mas durante o verão pode ser cobrado. Existem restaurantes na área de ambos que também funcionam apenas no verão, assim como a prática de esportes na água. Estacionamentos na entrada de ambos e transporte público com fácil acesso. Permitido nadar.

 

Quem quiser compartilhar mais informações ou perguntar algo, é só comentar.

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Suíça: Gigerwaldsee

Este é um dos textos sobre uma viagem pela Suíça. Recomento a leitura do que já publiquei anteriormente para acompanhar/entender a viagem como um todo.

No post de hoje, comentarei sobre um dos lagos que visitamos: Gigerwaldsee. Em alemão, “see” significa lago, por isso que os nomes dos lagos da região que visitamos sempre terminam em “see”.

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Localizado em Sankt Martin – Calfeisental, município de Pfäfers (Sankt Gallen), o Gigerwaldsee é um reservatório que é operado pela usina hidrelétrica de Sarganserland AG (KSL) – AXPO Hydro Energy.

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Para chegar até o Gigerwaldsee: ir a partir de Bad Ragaz, via Vättis.

Ladeado por montanhas, para chegar até o vilarejo de Sankt Martin de carro a partir da barragem é necessário respeitar os horários de autorização (tem horário para ir e vir do vilarejo, só é possível uma direção a cada trinta minutos na estrada e túneis para que os carros não se cruzem no meio do percurso).

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Na região de Sankt Martin não tinha nada em funcionamento durante a época que fomos. Tudo fechado! Apenas nós ali… até estranho, mas só de olhar o que existe ali já foi válido. De acordo com as informações que encontrei, é apenas durante o verão que a pousada funciona, e daí oferece comida e bebida para os visitantes.

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vilarejo de Sankt Martin e Gigerwaldsee

No caminho até o Gigerwaldsee, está a usina hidrelétrica de Mapragg, onde está o Mapraggsee. Incrível também!

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mapraggsee ---
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Mapraggsee e a usina hidrelétrica de Sarganserland

Por hoje, acabou!

Na semana que vem, publicação sobre os lagos que visitamos na região de Flims: Caumasee e Crestasee. Acompanhe!

Quem quiser compartilhar mais informações ou perguntar algo, é só comentar.

mapraggsee
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Viagem durante o outono pela Suíça

Este texto é a introdução de uma viagem que fizemos para a Suíça.

A beleza da Suíça é surpreendente. A natureza foi generosa com o país com as montanhas e lagos/canais que atravessam a região de ponta a ponta praticamente.

O objeto da viagem foi justamente de estar em contato com a natureza, então não fizemos passeios para as atrações turísticas no que se refere à história.

Estivemos na Suíça em novembro de 2019, quando completamos quatro anos de casamento. Era outono, e as paisagens estavam tipicamente outonais: folhas das árvores em tons de amarelo, laranja, vermelho, marrom, dependendo da árvore, e nas montanhas já tinha um pouco de neve. Tudo como imaginávamos que seria.

Nos hospedamos em dois lugares, de onde partimos para conhecer o que queríamos de cada região (e um pouco mais distante também): Flims e Lucerna.

Para utilizar as estradas da Suíça, é obrigatório o uso do vignette (é um adesivo/pedágio que tem um custo, variando de país para país, e que precisa ser colado no vidro frontal do carro). Na fronteira tinham policiais questionando tudo o que é questionado em qualquer posto de imigração, e compramos o vignette diretamente ali (40,00 CHF, equivalente a € 36,50). Na região de Basel, paramos para comprar um chip de celular com internet para nos auxiliar na Suíça, que é parte do Espaço Schengen, mas não é membro da União Europeia, então lá os nossos não funcionam. Para quem interessar, foi na loja Mobile Zone – Grüssenweg 10, 4133 Pratteln.

Para quem não sabe, só viajamos de carro pela Europa e a explicação está no texto “Viajando de carro pela Europa”. Eu nunca fiz viagem de avião ou de trem por aqui.

Para ir: da Bélgica (Oost-Vlaanderen) até Flims foram cerca de 900 km e mais de dez horas na rodovia.

Para voltar: a partir de Lucerna foram oito horas até a Bélgica (Oost-Vlaanderen) em 700 km.

Durante o mês de novembro, atrações nas montanhas e com acesso a alguns dos lagos mais bonitos do país permanecem fechadas, pois é época em que começam os preparativos para a temporada de inverno, então, apenas adiamos o passeio em tais lugares.

Abaixo está o roteiro com informações não detalhadas sobre os destinos que escolhemos, mas nas semanas a seguir serão publicados os textos sobre os locais que visitamos com mais detalhes.

Dia 1 (06/11): Lago Gigerwaldsee.

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Dia 2 (07/11): Estivemos em dois lagos na região de Flims: Caumasee e Crestasee.

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Caumasee
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Crestasee

Dia 3 (08/11): Victorinox (loja/museu) em Brunnen. Também conhecemos um pouco do trabalho que é feito artesanalmente com vidros da Glasi Hergiswil.

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Dia 4 (09/11): Visitamos a região do Lago Blausee e a cidade de Interlaken (Harder Kulm).

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Lago Blausee
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Dia 5 (10/11): Conhecemos um pouco da cidade de Lucerna.

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Dia 6 (11/11): Retorno.

Acompanhe o blog durante as semanas a seguir para acompanhar um pouco do que fizemos em cada lugar que visitamos.


Hospedagem

Os hotéis foram escolhidos por serem pet friendly e atenderem o que buscávamos.

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vista do quarto
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vista do quarto – Flims (dia ensolarado)
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vista do quarto – Flims (dia nebuloso)
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vista do quarto para o Lago Vierwaldstättersee / Lucerna
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Entre Flims e Lucerna são 160km pela estrada.

Locomoção

Utilizamos o carro para a locomoção até os destinos. Uma das viagens que mais gostei de fazer de carro por tudo o que é proporcionado aos olhos. Eu não sabia que existiam taaantos túneis na Suíça!

suíça - túnel

Informações úteis:

Clima em novembro 2019: fez sol, choveu, nevou, ventou, aconteceu de tudo durante os dias que estivemos na Suíça. O sol apareceu, mas os dias permaneceram nublados em maioria. Temperaturas dos locais por onde passamos variaram entre -1°C e +10°C na época.

Moeda: franco suíço – CHF.

Idioma: alemão na região em que estivemos, mas na Suíça o francês e o italiano também são idiomas oficiais. Assim como na Bélgica, o inglês é compreendido e falado pela maioria da população.