europa, frança, ilha de porquerolles, roteiros de viagem, turismo, verão, viagem

O paraíso da Riviera Francesa: Ilha de Porquerolles

Este é um dos textos sobre uma viagem pela Riviera Francesa, Mônaco, Marselha e Parque Nacional das Calanques.

Ainda desconhecida pela maioria dos brasileiros, hoje apresentarei para vocês um destino do arquipélago de Hyères, a Ilha de Porquerolles.

DCIM108GOPRO

 

Com um pouco mais de 12 km², a Ilha de Porquerolles é a maior entre as ilhas do arquipélago.

Para chegar até a Ilha de Porquerolles é necessário ir de barco.

Embarcamos no ferry no Port de la Tour Fondue, em Hyères.

post 7 - porquerolles_3

Abaixo, informações de preços e horários dos ferries que embarcam para a Ilha de Porquerolles.

post 7 - porquerolles_2

Para mais informações, acesse https://www.tlv-tvm.com/.

As leis de proteção ambiental do Estado contribuem para que o paraíso da Riviera Francesa se desenvolva de acordo com as regulamentações de preservação. O Parque Nacional Port-Cros administra 75% da Ilha de Porquerolles desde 1971, se responsabilizando pela proteção ambiental do patrimônio natural em seu território.

Continue lendo “O paraíso da Riviera Francesa: Ilha de Porquerolles”

calanque d'en-vau, europa, frança, parque nacional das calanques, roteiros de viagem, turismo, verão, viagem

Calanque d’en-vau – Parque Nacional das Calanques

Este é um dos textos sobre uma viagem pela Riviera Francesa, Mônaco, Marselha e Parque Nacional das Calanques.

post 6 - calanques - 1

Localizado no sul da França, o incrível Parque Nacional das Calanques – terrestre e marinho – se estende de Marselha a La Ciotat. Inclui as rochas das Calanques, Arquipélago Frioul, Arquipélago Riou, a Ilha Verde e as rochas do Cap Canaille.

Faz quase um século que a sociedade civil solicita a proteção da área, e depois de muitos projetos sobre a preservação desde a década de 1990, o Parque Nacional finalmente foi inaugurado em 18/04/2012 com regulamentações para sua proteção.

Área terrestre: 8.500 hectares.

Área marinha: 43.500 hectares.

Biodiversidade: proteção de 140 espécies terrestres de animais e plantas protegidas + 60 espécies do patrimônio marinho.

Estudos revelam a presença do homem há 27.000 anos na região da caverna Cosquer.

O Parque Nacional surgiu como a ferramenta para proteger e gerir de forma sustentável o território natural que é tanto terrestre quanto marinho e ainda periurbano.

Cerca de 2.000.000 pessoas visitam o Parque Nacional a cada ano.

Calanques: são acidentes geológicos que tem como principal característica uma angra ladeada por falésias compostas de calcário.

O calcário está presente também na água e contribui para sua cor belíssima.

DCIM108GOPRO

As calanques de Marselha abrigam a água com cor mais bonita da região, especialmente na praia da Calanque d’en-vau. O acesso terrestre até a calanque começa em Cassis.

Continue lendo “Calanque d’en-vau – Parque Nacional das Calanques”
europa, mônaco, roteiros de viagem, turismo, verão, viagem

Mônaco

ste é um dos textos sobre uma viagem pela Riviera Francesa, Mônaco, Marselha e Parque Nacional das Calanques.

No horizonte das praias com águas cristalinas estão os iates que formam o cenário de Mônaco, que se completa com os edifícios que estão nas montanhas, indicando que o país cresce verticalmente.

post 5 - monaco - 2 ---

Mônaco é um microestado que está localizado dentro da França. Com onze bairros em 2,02 km² de extensão, politicamente autossuficiente, Mônaco ocupa o segundo lugar na lista dos menores países do mundo, atrás do Vaticano.

A economia é baseada no turismo, nos cassinos como rendimento nacional e em atividades que mantém monopólios.

Pessoas com poder aquisitivo elevado são atraídas até Mônaco principalmente pelo fato de não existirem taxas tributárias de imposto de renda, o que contribui para um considerável número de lojas mundiais de grife e de restaurantes premiados pelo guia “Michelin”. Por tais fatores é que Mônaco tem um dos custos de vida mais altos do mundo.

Continue lendo “Mônaco”
èze village, europa, frança, roteiros de viagem, turismo, verão, viagem, vilarejos

Èze Village e mais da Cotê d’Azur

Este é um dos textos sobre uma viagem pela Riviera Francesa, Mônaco, Marselha e Parque Nacional das Calanques.

Èze

èze - 1

Com as construções medievais conservadas, Èze é um vilarejo que está localizado a 13 km de Nice, portanto, quem está nas proximidades “precisa” ir até lá. Obrigatoriamente!

O primeiro registro já encontrado que cita Èze é do século IV, porém, com outros nomes que remetem ao atual. O vilarejo que atinge um pouco mais de quatrocentos e vinte metros de altura foi construído sobre as ruínas de um castelo do século XII.

post 4 - èze_10

Antes de o Château Eza se tornar um dos melhores hotéis do vilarejo, foi a casa de verão da família real sueca de 1923 a 1953.

O que fazer em Èze? Caminhar pelas ruelas e se encantar com o charme do vilarejo, apreciar os artesanatos que são produzidos por artesãos que ali residem e entender as razões que levaram escritores a escolherem o local para habitar: tranquilidade e inspiração. Em Èze existem galerias de artes que apresentam obras dos artistas da região.

 

post 4 - èze_8

Os locais de acesso público que possibilitam a vista panorâmica a partir Èze são limitados, mas encontramos o bistrô LE NID D’AIGLE que nos possibilitou a experiência enquanto tomávamos café da manhã confortavelmente na sombra e com a brisa do mar.  Também é possível desfrutar da vista panorâmica a partir dos restaurantes dos hotéis de Èze, além do Jardim Exótico de Cactos, que optamos não visitar porque planejamos fazer um passeio no Jardim Exótico de Mônaco. Mas, para quem se interessar, clique aqui para obter mais informações sobre a atração.

DCIM107GOPRO

Existe uma trilha que liga a parte baixa até a parte alta de Èze que se chama “Chemin de Nietzsche”, em homenagem ao filósofo que escreveu os trechos de um livro ali. Para subir, noventa minutos. Para descer, cinquenta minutos. O grau de dificuldade é médio.

post 4 - èze_9
Igreja de Notre-Dame de l’Assomption d’Èze.

Ainda fizemos outra refeição no vilarejo no final da tarde, no retaurante LE PINOCCHIO. A comida é ótima, o ambiente é agradável, o preço é justo, porém, o atendimento deixou um pouco a desejar. A localização é fácil, está na entrada de Èze, e foi por tal razão que o escolhemos.

Desde que comecei com as pesquisas sobre Èze, imaginei que o vilarejo me fascinaria. E ainda assim eu fui surpreendida!

Èze é uma raridade, e eu adoro destinos que fogem um pouco do óbvio, é inexplicável o quanto os vilarejos me encantam, as flores, as luminárias, cada detalhe. Ah, Èze… Que um dia eu possa voltar e permanecer aí por mais tempo.

post 4 - eu

Para quem vai de carro até Èze: tem um estacionamento na entrada do vilarejo (carros não entram no local). As vistas panorâmicas do trajeto são lindas.

Os acessos de transportes públicos até o vilarejo também são fáceis. 

Três cidades da Riviera Francesa também estavam no roteiro, mas infelizmente não conseguimos conhecê-las como gostaríamos.

Saint-Tropez (100 km de Nice)

post 4 - s. tropez

 Cannes (35 km de Nice)

DCIM107GOPRO

 Menton (30 km de Nice)

post 4 - menton_1

 As três cidades estão na lista dos lugares para conhecermos quando retornarmos à região.

Na próxima semana disponibilizarei um post sobre Mônaco. Até lá!

europa, frança, marselha, roteiros de viagem, turismo, verão

Marselha: conheça um pouco da cidade que me conquistou

Este é um dos textos sobre uma viagem pela Riviera Francesa, Mônaco, Marselha e Parque Nacional das Calanques.

Marselha está localizada na costa do Mar Mediterrâneo e é uma importante cidade da França. É a cidade mais antiga do país, ocupa o segundo lugar na lista das cidades mais populosas do país e abriga o maior porto comercial do país.

O território natural não urbanizável de Marselha ocupa quase metade da cidade.

post 3 - marseille

A cidade foi fundada em 600 a.C., mas estudos arqueológicos comprovam a presença humana na região de Marselha desde 30.000 a.C.

Com o colapso do Império Romano no século V, a cidade foi disputada por alguns grupos e em 1482 foi incorporada à França. Na época da Revolução Francesa, uma tropa com soldados do exército francês partiu de Marseille à Paris para ajudar no combate, e durante o trajeto cantavam uma música composta pelo oficial Claude Joseph Rouget de Lisle, em 1792, a “La Marseillaise”, que inicialmente era uma canção para encorajar os soldados e que posteriormente, em 1975, se tornou o hino nacional do país.

Assim como em Nice, é notável a influência da cultura italiana em Marselha devido à migração para a região no final do século XIX.

Conhecendo um pouco de Marselha

O antigo porto (Vieux Port) é ladeado pelos fortes Saint Jean e Saint Nicolas e é o local a partir do qual a cidade nasceu, e continua a ser um dos cartões-postais da cidade. Lá ficam as embarcações e restaurantes com comida típica da cidade.

vieux port - marseille

No topo da colina está a Basilique de Notre-Dame de la Garde.

São muitos os edifícios religiosos na cidade, porém, não foi o tipo de passeio que planejamos para a viagem, mas passamos pela frente de duas construções e observamos.

marseille - catedral

A catedral da arquidiocese de Marselha, Cathédrale Sainte-Marie-Majeure (La Major) com construção entre 1852 e 1893 em estilo neobizantino é um projeto do arquiteto Léon Vaudoyer e colaboradores (que assumiram a responsabilidade após a sua morte).

post 3 - marseille - catedral

A igreja Saint-Laurent que se encontra na Esplanade de la Tourette.

post 3 - marseille - igreja saint-laurent
Continue lendo “Marselha: conheça um pouco da cidade que me conquistou”
europa, frança, nice, roteiros de viagem, turismo, verão

Nice: a graciosidade onde os opostos se misturam e fascinam

Este é um dos textos sobre uma viagem pela Riviera Francesa, Mônaco, Marselha e Parque Nacional das Calanques.

Nice é a maior cidade da Riviera Francesa (ou Cotê d’Azur, em razão dos tons de azul do mar).

Situada na costa do Mar Mediterrâneo, no litoral sul da França, a cidade é a capital do departamento dos Alpes Marítimos e é a quinta cidade mais populosa do país. Na década de 1820, ingleses criaram a avenida beira-mar da cidade, que foi se ampliando com o passar dos anos, por isso o nome Promenade des anglais. Vários edifícios foram construídos entre as duas guerras mundiais e foi a partir de 1920 que a cidade começou a se destacar entre os destinos para turismo, principalmente durante os meses de verão, e então hotéis de luxo foram construídos na cidade, despertando o interesse de pessoas com poder aquisitivo mais elevado, o que impactou na construção de cassinos e de palácios na região.

Nice já pertenceu à Itália, então é possível notar a influência do país na cidade.

Chegando em Nice, atravessamos a avenida beira-mar de carro e eu observei semelhanças com as praias de uma cidade brasileira muito conhecida. Coqueiros, a prática de esportes no calçadão, caminhada, corrida, bicicletas, patins, skates, o clima, os edifícios, enfim, praticamente tudo fez com que eu me lembrasse do que o Rio de Janeiro tem de mais bonito.

Conhecendo um pouco de Nice

Foto com vista panorâmica da Baie des anges, tirada das escadas que dão acesso ao topo da colina do Le Château.

baie des anges

No centro da cidade, entre a Velha Nice e a Nova Nice está a Place Massena. Os edifícios que circundam a praça possuem características em estilo italiano, com os tons em vermelho nas paredes e janelas em azul, além dos prédios que se misturam entre laranja, rosa e amarelo. No centro da praça está uma fonte com uma estátua de Apollo. Ao longo da linha do bonde elétrico que atravessa a praça estão os postes que sustentam sete estátuas que representam os continentes do planeta, obra de Jaume Plensa. 

vieux port de nice
Vieux Port
le negresco
Le Negresco

Na praia

ruhl plage

São muitos os restaurantes que beiram o mar e que também oferecem locação das espreguiçadeiras com guarda-sol, além da opção de atendimento no local para petiscos/lanches e bebidas. Nós optamos pelo “Ruhl Plage”. Também existem locais públicos para quem não quer pagar por isso, ressaltando a importância de levar guarda-sol para se proteger e algo para sentar ou deitar confortavelmente na praia, pois na Riviera Francesa a maioria das praias não tem areia, mas pedras. Sugiro que você use algo para proteger os pés ao entrar no mar.

pedras

O topless é comum na Riviera Francesa há décadas.

Cães e demais animais de estimação não são permitidos na praia, limitando o acesso dos mesmos até o calçadão.

Continue lendo “Nice: a graciosidade onde os opostos se misturam e fascinam”
europa, frança, marselha, nice, roteiros de viagem, turismo, verão, viagem, viagem com pets

Roteiro: Riviera Francesa + Mônaco, Marselha e P. N. das Calanques

Este texto é a introdução de uma viagem que fizemos na região da Provença (em francês: Provence-Alpes-Côte d’Azur), no sul da França.

Abaixo está o roteiro com informações não detalhadas sobre os destinos que escolhemos, mas nas semanas a seguir serão publicados os textos sobre os locais que visitamos com mais detalhes.

Nos hospedamos em duas cidades, Nice e Marselha, de onde partimos para os demais locais.

O objetivo da viagem foi de aproveitar as praias das regiões.

Passeios com atrações culturais não estão inclusos no roteiro.

Dia 1 (10/08): Saída às 02:30 da Bélgica. Chegamos às 16:00 em Nice e reservamos a tarde do primeiro dia para descansar. À noite, caminhamos pelo calçadão após o jantar.

nice - eu e mel

Dia 2 (11/08): Começamos o dia na Baie des fourmis, em Beaulieu-sur-Mer, caminhamos pela Promenade Maurice Rouvier até a Plage cros dei pin de Saint-Jean-Cap-Ferrat, seguimos para a Plage des marinières, em Villefranche-sur-Mer, visitamos a colina do castelo de Nice e passamos a tarde na praia (Ruhl Plage – Nice).

Dia 3 (12/08): Visitamos um dos vilarejos mais apaixonantes da região: Èze, e também Mônaco.

èze - 1

Dia 4 (13/08): O dia amanheceu nublado, e começamos pela Place Massena de Nice. Mesmo assim, seguimos com o plano de visitar Cannes, mas não conseguimos aproveitar a cidade por causa do clima, então decidimos voltar pelo percurso que possibilita vistas panorâmicas das praias, mas sem parar. Para compensar o dia, jantamos no restaurante que mais nos conquistou durante a viagem.

Dia 5 (14/08): Partimos de Nice para Marselha, parando um pouco para conhecer uma das praias de Saint-Tropez. Ao entardecer, caminhamos no centro de Marselha.

Dia 6 (15/08): Parque Nacional das Calanques: Port Miou, Port Pin, Calanque d’En-Vau.

Calanque d'En-Vau

Dia 7 (16/08): Ilha de Porquerolles a partir de Hyères.

porquerolles _ plage de notre-dame

Dia 8 (17/08): Retorno.

Foi pesquisando sobre o roteiro que faríamos que comecei me encantar pela França (afinal, o país é muitooo além de Paris… ehehe). E hoje, após ter visitado os lugares que mencionei acima, confesso que o país me conquistou como eu jamais imaginei que aconteceria.


Para quem, como nós, pretende ir de carro a partir da Bélgica: na ida levamos treze horas e trinta minutos em 1220 km para chegar em Nice e retornamos de Marseille em doze horas para 1070 km até a Bélgica. Na ida foi tudo conforme o que planejamos, mas na volta saímos de Marseille por volta das 16:00 e a quantidade de carros nas estradas gerando lentidão impactou bastante.

Quilometragem total (incluindo os passeios nas cidades): 3100.

Pedágio: € 226,70 para atravessar a França de ponta a ponta com estradas bem estruturadas. As áreas que beiram as estradas possuem banheiros e locais para quem quiser lanchar também com estrutura.

est. - banheiro
Banheiros

Informações úteis:

Clima (agosto 2018): calor e dias ensolarados durante o dia (e de noite também, ehehe) – afinal, o pôr do sol acontece às 20:30. Temperaturas dos locais por onde passamos começam e encerram entre 20°C e 25°C na época, ultrapassando 30°C à tarde.

Moeda: euro.

Idioma: francês.

Tomada:

post 1 - tomada

Artigos relacionados:

Viajando de carro pela Europa

Normandia: o que explorar na região

Flaine: viagem de inverno para esquiar

Passeio de um dia em Chamonix

Mercados de Natal na capital da Alsácia – Estrasburgo

Alsácia e a magia do Natal: Colmar

Alsácia e a magia do Natal: Riquewihr

Alsácia e a magia do Natal: Eguisheim

Alsácia e a magia do Natal: Kaysersberg

Annecy em três dias de verão

Viagem de carro: Alemanha, Tchéquia e Áustria