Este é um dos artigos sobre uma viagem pela ilha de Fernando de Noronha. Recomento a leitura do que já publiquei anteriormente para acompanhar/entender o roteiro da viagem.
Depois de iniciarmos o dia com um café da manhã na pousada que nos hospedamos, fomos até a Praia do Cachorro caminhando, e lá permanecemos até um pouco antes do horário um passeio no período da tarde.
Aguardamos cerca de uma hora na fila para fotografarmos no Buraco do Galego, à direita da praia. É uma piscina natural que se forma dependendo da maré, não sei se vale a pena por causa do desconforto durante a espera, mas já que estávamos ali…
Voltamos para a pousada, ficamos um pouco na piscina e nos arrumamos para a atividade mais aguardada do dia: mergulho com cilindro.
Optamos pela operadora Noronha Diver porque gostamos da infraestrutura no geral, especialmente pelo serviço de transfer até a pousada e pela qualidade de todos os equipamentos que são disponibilizados para o mergulho.
Embarcamos no catamarã no Porto de Santo Antônio e durante a navegação até a Ilha Rata recebemos orientações dos instrutores sobre tudo o que envolve o mergulho.
O mergulho não é livre: o instrutor é responsável por guiar/conduzir o visitante durante todo o percurso, em torno de quarenta e cinco minutos.
Nós descemos a um pouco menos de dez metros de profundidade, e por causa da rapidez que descemos, eu senti uma pressão absurdamente intensa nos meus ouvidos (isso não tinha acontecido quando mergulhamos na nossa lua de mel em 2015 e também não aconteceu durante o mergulho que realizamos na Praia do Porto de Santo Antônio no nosso penúltimo dia na ilha). As restrições sobre o que não é permitido fazer durante o mergulho são muitas, e isso causa um pouco de tensão, ficamos tão preocupados em não desrespeitar as regras que acabamos não relaxando.
Nós contratamos os serviços de fotografia e de filmagem oferecido pela equipe CILIARES Foto & Vídeo – FN, que são oferecidos durante a navegação até o local de mergulho. As fotos podem ser compradas individualmente no escritório da empresa. O vídeo é definido por duração e é disponibilizado depois de dois dias do passeio. Compartilhei o vídeo YouTube, clique aqui para assistir.
Assistimos ao pôr do sol da área da piscina da pousada que nos hospedamos.
Para finalizar o dia, jantamos no restaurante O Pico.
Este é um dos artigos sobre uma viagem pela ilha de Fernando de Noronha. Recomento a leitura do que já publiquei anteriormente para acompanhar/entender o roteiro da viagem.
Tomamos o nosso primeiro café da manhã na pousada e foi maravilhoso, tudo tão bom!
Começamos por: Praia do Sancho.
No PIC – Posto de Informação e Controle -, apresentamos o ingresso que autoriza a entrada nas áreas do Parque Nacional Marinho. Seguimos por uma passarela bem estruturada até o local de acesso à praia, onde aguardamos um pouco pelo horário de descida.
horários
É preciso descer pelas escadas que ficam presas nas fendas entre as rochas para chegar até a praia. Para voltar, idem (subir).
Deixamos nossas coisas na areia e fomos para o mar. Ficamos na região um pouco depois de onde as ondas se formavam porque as ondas estavam se quebrando agressivamente. Vimos peixes e arraias ao praticarmos snorkeling. Ficamos apenas até o horário da próxima subida, pois iríamos fazer um passeio de barco com parada na Praia do Sancho para banho em outro dia.
Após nos banharmos na praia que já foi eleita a melhor do mundo, seguimos a trilha até o Mirante do Morro Dois Irmãos e depois de nos deslumbramos com a Baía dos Porcos vista de cima, descemos até lá, onde permanecemos por algum tempo.
mirante do morro dois irmãos
baía dos porcos
Desinformados, nós não verificamos as tábuas das marés e quase ficamos encurralados na Baía dos Porcos porque a maré subiu enquanto estávamos lá e não percebemos (mesmo estando apenas nós na praia). Na verdade, só notamos na hora que estávamos indo embora, pois algumas das pedras por onde havíamos passado estavam submersas. Por sorte, cruzamos com uma pessoa que, aparentemente, conhecia a ilha e nos auxiliou com a passagem de volta para a Praia da Cacimba do Padre (para acessar a Baía dos Porcos é necessário passar pela Praia da Cacimba do Padre, à esquerda), onde as ondas batiam com força nas pedras e a maré já ultrapassava os meus joelhos.
Nos acomodamos na Praia da Cacimba do Padre, onde tem barraca com serviço de porções e bebidas para quem se interessar, e por ali permanecemos até o fim da tarde.
Assistimos a um pôr do sol maravilhoso da Praia da Conceição.
Escolhemos o restaurante Cacimba Bistrô para jantarmos.
Todos os pratos foram compartilhados por nós dois. Entrada: iscas de peixe empanadas com farinha de amêndoas e farinha de castanhas acompanhadas com molho de mostarda e mel, e fritas. Prato principal: strogonoff de camarão acompanhado por batata palha e arroz. Sobremesa: sorvete de chocolate com calda.
Este é um dos artigos sobre uma viagem pela ilha de Fernando de Noronha. Recomento a leitura do que já publiquei anteriormente para acompanhar/entender o roteiro da viagem.
Como já comentei anteriormente, chegamos na ilha no fim de tarde. Fomos recebidos pela equipe da pousada onde nos hospedamos e encaminhados para a van junto com os hóspedes das pousadas do grupo EKOS, que inclui, além da Pousada Colina, a Morena e a Paraíso. Chegamos na pousada, nos acomodamos, curtimos um pouco a vista do nosso quarto, e de noite fomos jantar no Restaurante do Vale.
O restaurante fica na Pousada do Vale, onde iríamos nos hospedar em 2016 (se não tivéssemos nos mudado para a Bélgica). Nós tínhamos gostado de absolutamente tudo na pousada e só não nos hospedamos nela em 2021 porque quando começamos a pesquisar sobre acomodação já não havia mais disponibilidade.
Foi a melhor experiência gastronômica que eu tive na ilha. Comida deliciosa, ambiente agradável e atendimento excelente. Foi incrível!
Eu pedi um risoto de salmão com molho de maracujá que estava incrível!
Meu marido pediu o prato que é nomeado como CACIMBA (foto do site oficial do restaurante): atum selado na crosta de gergelim, purê de wasabi, couve manteiga crispy e molho tarê. Ele também elogiou bastante.
De sobremesa, compartilhamos um bolo de chocolate recheado com brigadeiro, servido com farofa doce, sorvete de creme e calda de café. Sensacional!
Tudo impecável! Só não voltamos porque uma das coisas que mais gostamos de fazer quando viajamos é diversificar restaurantes.
Para mais informações sobre o restaurante, clique aqui.
Um primeiro dia bem curtinho na ilha, porém, inesquecível!
Nossa viagem pela ilha de Fernando de Noronha começou, virtualmente, lá em 2013, quando pesquisávamos destinos para a nossa lua de mel e cogitamos a possibilidade da ilha. O destino da nossa lua de mel foi outro (já compartilhei sobre – artigo 1 e artigo 2) e Fernando de Noronha se tornou o destino onde celebraríamos um ano de casamento. Em 2016, estava TUDO devidamente planejado para a viagem pela ilha, porém, exatamente três meses antes da viagem surgiu a oportunidade de mudarmos para a Bélgica (a mudança aconteceria exatamente na semana que planejávamos estar na ilha). Então, a viagem para Fernando de Noronha foi cancelada e ficou em standby.
Depois de cinco anos morando na Bélgica, voltamos juntos pela primeira vez para o Brasil em novembro/2021, e foi aí que Fernando de Noronha aconteceu! E foi lá que celebramos seis anos de casamento.
Localizada no estado de Pernambuco, a ilha está localizada à 545 km da costa e foi listada como Patrimônio Mundial Natural pela UNESCO em 2001.
O acesso à ilha é limitado, por isso, é importante se programar com antecedência.
Quem quiser visitar a ilha precisa pagar uma taxa de preservação ambiental referente à quantidade de dias que permanecerá na ilha. Pagamento online através do site oficial do Governo. Da Bélgica, país onde eu moro, só consigo acessar o site oficial do Governo através de uma VPN.
Nós partimos do aeroporto de Guarulhos com a companhia aérea GOL. A conexão foi em Recife, e então chegamos em Fernando de Noronha. A partir de 2022 existirá a possibilidade de ir até a ilha pela companhia aérea AZUL sem escala a partir do aeroporto de Campinas – Viracopos.
Hoje, vou contar um pouco das atividades que vivenciamos sem entrar em detalhes, mas nas semanas que virão, vou contar mais detalhadamente sobre nossas experiências nos dias que estivemos na ilha.
Dia 1: Chegamos na ilha no fim de tarde. Nos acomodamos na pousada e de noite fomos jantar no Restaurante do Vale (para nós, a gastronomia presente na ilha faria/fez parte da viagem como um todo).
Dia 2: Tomamos o nosso primeiro café da manhã na pousada e seguimos até a Baía do Sancho. Após um banho de mar na praia que já foi eleita a melhor do mundo, seguimos a trilha até o Mirante do Morro Dois Irmãos e depois de vermos a Baía dos Porcos de cima, descemos até lá. Assistimos a um lindo pôr do sol acomodados na Praia da Conceição.
Dia 3: Visitamos a Praia do Cachorro durante a manhã, curtimos um pouco a piscina da pousada antes do mergulho com cilindro na Ilha Rata e depois voltamos para a piscina, onde aproveitamos com drinks e snacks até o sol se pôr.
Dia 4: Novamente, visitamos os mirantes do Sancho e do Morro Dois Irmãos para fotos. Seguimos para a Praia do Leão e, de lá, decidimos caminhar pela trilha Forte São Joaquim do Sueste até o Mirante do Sueste, onde foi possível ver, além da Baía do Sueste e das ruínas do Forte de São Joaquim do Sueste, algumas das ilhas secundárias do Arquipélago de Fernando de Noronha: Ilha do Chapéu de Sueste, Ilha Cabeluda, Ilha dos Ovos, Ilha dos Trinta Reis e Ilha do Frade. Praticamos snorkeling na Praia do Sueste e depois fomos até a Praia do Bode para assistirmos ao mais lindo pôr do sol durante nossa estadia na ilha.
Dia 5: Dia de passeio de catamarã com almoço. Depois, curtimos um pouco a piscina da pousada antes de nos arrumarmos para assistirmos ao pôr do sol da Praia do Meio e jantarmos.
Dia 6: Iniciamos o dia na região do Museu do Tubarão, seguimos a trilha até a Capela de São Pedro dos Pescadores, Ponta da Air France e depois seguimos até a Praia do Porto de Santo Antônio para um mergulho com cilindro ali mesmo. Após, ficamos um pouco por ali, mas logo partimos para a praia que eu considero ser a mais bonita da ilha: Baía dos Porcos. Voltamos para a pousada, nos arrumamos e fomos até as Ruínas do Forte de Santo Antônio para assistir ao último pôr do sol na ilha.
Dia 7: Começamos o dia com uma atividade ainda na madrugada: canoa havaiana. Voltamos para a pousada, tomamos o nosso último café da manhã ali e organizamos tudo para ir embora.
Existem muitas atrações para todo tipo de perfil em Fernando de Noronha. Algumas delas precisam ser agendadas e/ou precisam de um guia autorizado/credenciado pelo arquipélago. O site oficial da ilha disponibiliza todas as informações a respeito.
Acompanhe o blog para saber as informações mais detalhadas sobre os locais que visitamos e, quem sabe, se inspirar!
Hospedagem
Com tantas pousadas incríveis espalhadas pela ilha, não é uma tarefa fácil! Mas depois de tanto pesquisarmos e analisarmos as opções que nos interessavam (estilo da viagem, localização e facilidade de acesso, acomodação, preço, serviços oferecidos), decidimos pela Pousada COLINA!
Desde o momento que chegamos até o momento que partimos nossa experiência foi maravilhosa! Equipe receptiva, quartos aconchegantes, ambientes agradáveis, ótima comida e uma vista panorâmica linda. A localização é ótima, fomos e voltamos a pé do centro quase todas as noites. Aproveitamos a piscina e o serviço de snacks e drinks que é oferecido em alguns dias (pós praia).
Foi tudo incrível!
Alimentação
A gastronomia da ilha é parte da viagem, um espetáculo à parte. Nós escolhemos antecipadamente todos os restaurantes que tivemos a oportunidade de visitar. Vou comentar sobre eles nos artigos mais detalhados sobre cada dia.
Locomoção
Optamos por utilizar o serviço de taxi na ilha. O sinal de dados móveis ou para ligações às vezes é ruim e pode ser um inconveniente, por exemplo, a necessidade de ter que buscar por sinal para conseguir contato com a empresa que opera os taxis, mas ainda assim eu acredito que foi a melhor opção, pois os motoristas sabem como dirigir nas vias não estruturadas que levam até as praias e todos os carros possuem ar-condicionado. A média do custo por trecho é de R$35,00, às vezes mais, às vezes menos, depende da distância e horários. Pagamento via PIX ou dinheiro (na maioria das vezes, afinal, o sinal é ruim).
Outras opções são:
– Transporte público (ônibus): percorre apenas a rodovia que atravessa a ilha (BR-363 – do porto à Baía do Sueste – 7km de extensão), não acessando as vias que levam até as praias/baías, ou seja, é necessário estar preparado/disposto para caminhar. Vale lembrar do calor que faz na ilha.
– Locação de buggy: não considero interessante por causa da política de locação (mínimo de dois dias seguidos na maioria das locadoras), preço e também pela fiscalização da lei seca especialmente no fim de tarde. Encontrei depoimentos de pessoas não recomendando por causa da condição dos veículos, afinal, além de a maioria não se encontrar em um estado de preservação razoavelmente bom, são desconfortáveis. É necessário abastecer, e o preço do combustível na ilha é caro. Acredito que é válido para quem viaja em grupo de 4/5 pessoas.
– Também estão disponíveis para locação, e eu considero mais interessante do que o buggy, automóveis como caminhonetes 4×4, UNO, GOL, SUVs e até vans.
– Sem dúvidas, a bicicleta elétrica é o meio de transporte mais sustentável entre todas as opções. Nós chegamos a cogitar a possibilidade, mas desistimos da ideia porque não somos tão aventureiros assim e concluímos que poderíamos não ter condicionamento físico para pedalar entre subidas e descidas não estruturadas com o sol batendo na cabeça.
– Motos: provavelmente, desconfortável nas vias não asfaltadas.
Informações úteis:
Clima (04.11.2021 a 10.11.2021): entre 20°C e 27°C. O sol brilhou todos os dias durante a nossa estadia. Em poucos momentos, nuvens chegaram a cobrir o céu e ficou nublado.
Moeda: real.
Idioma: português.
Sacar dinheiro pode ser um problema (tudo na ilha é relativamente limitado, inclusive, dinheiro em espécie nos caixas eletrônicos disponíveis).
Verificar as tábuas das marés todos os dias para não ser surpreendido. Nós não fizemos isso e quase ficamos encurralados na Baía dos Porcos porque a maré subiu enquanto estávamos lá e não percebemos (mesmo estando apenas nós na praia), mas, pelo menos, foi no primeiro dia e ficamos atentos. Clique aqui para acessar o site do Centro de Hidrografia da Marinha do Brasil e pesquisar sobre as tábuas das marés na ilha de Fernando de Noronha.
Se você quiser visitar algumas das atividades que precisam ser agendados no IMCBio, vá até o posto para agendamento já no dia que chegar na ilha, ou você correrá o risco de não conseguir. Nós queríamos visitar a piscina natural do Atalaia, mas fomos até o local para agendamento apenas no nosso quarto dia na ilha e não conseguimos agendar porque não havia mais disponibilidade. Para acessar o site oficial do ICMBio, clique aqui.
Tomada:
Nós esquecemos de levar adaptadores e não encontramos por lá (a pousada não tinha e as lojas também não vendiam para o modelo que precisávamos). Todos os nossos carregadores, com exceção do carregador do iPhone – que também conecta os cabos USB das câmeras -, possuem o padrão E e não encaixam nas tomadas do Brasil (que possuem o padrão N). Por sorte, o laptop do meu marido tinha bateria suficiente para no final de cada dia salvarmos nossas fotos.
Para mais informações sobre a ilha de Fernando de Noronha, acesse os links que disponibilizei acima ou clique aqui.
Este texto é a introdução de uma viagem que fizemos pela Croácia, onde visitamos a região da Dalmácia e o Parque Nacional dos lagos de Plitvice (Plitvička Jezera).
Foi a primeira vez desde que mudamos para a Bélgica que entramos juntos em um avião para viajar, pois, como já mencionei em praticamente todas as publicações sobre viagem, até então, nós sempre viajamos de carro por causa da nossa cachorrinha. Clique aqui para ler o artigo que comento sobre isso.
Foi a primeira vez depois de quase cinco anos que viajamos juntos de avião (durante estes cinco anos viajamos apenas individualmente de avião), então muito da viagem aconteceu pela primeira vez e são situações que estamos entendendo como funciona para nós, afinal, foi/é diferente das experiências que já tivemos, pois viajar com companhia low cost foi uma novidade, escolher o tipo de bolsa/mochila/mala ideal para a viagem foi uma novidade, carregar bagagens entre os destinos foi uma novidade, otimizar tudo sobre a viagem para que não se tornasse exaustiva foi uma novidade, depender de um meio de transporte que não fosse o nosso carro foi uma novidade, tudo foi uma novidade. E para a primeira vez posso afirmar que nos organizamos bem!
Abaixo está o roteiro com informações não detalhadas sobre os destinos que escolhemos, mas nas semanas a seguir publicarei sobre os locais que visitamos com mais detalhes. O objeto da viagem foi justamente de estar em contato com a natureza, então não fizemos passeios para as atrações turísticas no que se refere à história.
Partimos do aeroporto de Charleroi (Bélgica) diretamente para Zadar (Croácia). A viagem durou um pouco menos de 2 horas.
Dia 1: Quando chegamos em Zadar, fizemos uma refeição no McDonald’s mais próximo da rodoviária, fomos até o mercado também perto da rodoviária para comprarmos os snacks que precisaríamos para o parque no dia seguinte, aguardamos o ônibus que nos levaria até uma das entradas do parque e depois de duas horas na estrada chegamos à nossa primeira estadia na Croácia, em Rastovača.
durante a viagem de ônibus
Na publicação detalhada sobre o primeiro dia da viagem comentarei os motivos pelos quais optamos por dormir na região do parque, sobre a locomoção até lá e sobre a hospedagem que escolhemos.
Dia 2: Visita ao Parque Nacional dos lagos de Plitvice. Entramos no parque aproximadamente 07:30 e encerramos o passeio um pouco antes das 17:00. Foram três horas e trinta minutos de viagem para chegarmos na rodoviária de Split, cidade que nos abrigou durante a nossa segunda estadia pelo país.
Dia 3: Acordamos em Split, passeamos pelo centro histórico e exatamente às 15:00 embarcamos no ferry até o destino mais aguardado da viagem: a ilha de Hvar.
Dia 4: Optamos por um passeio de barco pelas ilhas Vis (e outras ilhotas bem pequenininhas por perto), Biševo e Pakleni.
stiniva
Dia 5: Alugamos uma scooter para ir até as praias mais distantes que queríamos visitar: Milna, Zaraće (Malo e Velo) e Dubovica.
milna
uvala zaraće – malo
uvala zaraće – velo
dubovica
Dia 6: Visitamos as praias Pokonji dol, Mekićevica e Robinson caminhando através das passarelas e das trilhas que permitem o acesso até elas.
pokonji dol
mekićevica
robinson
Dia 7: Embarcamos às 07:00 de volta para Split, onde aguardamos por uma hora pelo ônibus que nos levaria até Zadar. Passeamos pelo centro histórico de Zadar e mais tarde assistimos a um lindo pôr do sol nas escadas do órgão do mar, um instrumento musical que produz sons por meio das ondas do mar.
Dia 8: Brunch e aeroporto, dia do retorno para a Bélgica.
Acompanhe o blog para saber as informações mais detalhadas sobre os locais que visitamos e, quem sabe, se inspirar!
Hospedagem
Vou recomendar nas publicações mais detalhadas sobre as acomodações que optamos.
Locomoção
Utilizamos a companhia aérea Ryanair para a locomoção entre Bélgica e Croácia. Na Croácia, utilizamos transporte público entre o aeroporto e a rodoviária de Zadar (chegada e partida), ônibus de viagem para ir e vir de um destino a outro, ferry e scooter. E a popular caminhada…
Informações úteis:
Clima (31.08.2021 a 07.09.2021): Plitvice: entre 11°C e 21°C; Zadar e Slpit: entre 23°C e 29°C; ilha de Hvar entre 20°C e 25°C. Nascer do sol às 06:45. Pôr do sol às 19:30. Todos os dias permaneceram ensolarados.
Annecy tem charme, lago, montanha, castelo, flores enfeitando as pontes do centro, onde estão as ruelas bem pequenininhas com restaurantes que organizam mesas e cadeiras do lado de fora, é tudo tão encantador. A arquitetura e os canais que também contribuem para o cenário… Que lugar! Eu realmente me apaixonei por Annecy. Com certeza está entre os lugares que mais gostei de visitar na França (junto com os vilarejos da Alsácia e Èze).
Viajamos no período em que a situação da pandemia estava significativamente controlada na Europa. Como sempre, viajamos de carro por causa da nossa cachorrinha, totalizando cerca de nove horas na estrada (840 km).
A cidade está localizada perto de Chamonix, onde estivemos no inverno de 2019.
Annecy oferece diversos tipos de atividades para diversos tipos de perfis no que se refere à recreação, e existem possibilidades para aproveitar a região em todas as estações do ano. Nós fomos no mês de julho e aqui compartilharei um pouco da nossa visita à capital do departamento de Haute-Savoie durante o verão.
palais de l’île
Acordar bem cedo e pegar as ruas ainda vazias é algo que eu aprecio muito (em todas as viagens que faço). Período do dia em que é mais fácil observar os detalhes porque tudo ainda permanece tranquilo, sentir a calmaria da manhã, admirar a beleza do lugar, ouvir o som dos animais, enfim, aproveitar sem tantos estímulos/distrações.
O Palais de l’Île fica no centro histórico e é um dos principais cartões portais de Annecy, sendo considerado o local mais visitado da cidade e um dos prédios mais fotografados da França. O edifício foi construído a partir do XII acima de uma ilhota natural que fica no meio do canal. Inicialmente, e nos séculos a seguir, foi utilizado como como uma prisão, mas também já abrigou um tribunal para o palácio da justiça, já foi lar de idosos, quartel, armazém, sala de ginástica, escola de desenho para operários da construção, e desde o século XVIII, a tarefa de exercer funções administrativas foi atribuída ao edifício. Foi alterado no decorrer dos séculos, restaurado e reparado. Atualmente, o edifício abriga um museu com exposições temporárias e conta sobre a história da cidade, e ainda é possível visitar os ambientes que eram utilizados como celas.
O canal que atravessa o centro histórico da cidade, com, aproximadamente, 3,5 km de extensão, é chamado de Le Thiou.
Uma delícia se perder pelo centro histórico da cidade e identificar a atmosfera. Muitos restaurantes, cafés e sorveterias estão espalhados por ali. Passear entre as ruelas de Annecy é uma experiência que vale a pena ser vivida.
Musée-Château d’Annecy
Atualmente, o castelo de Annecy abriga um museu com exposições que resumem a história da cidade, mas também exibe temas como história natural, arte contemporânea, arqueologia, etnologia, artes plásticas e filmes de animação, além de abrigar o Observatoire Régional des Lacs Alpins, (em português, Observatório Regional dos Lagos Alpinos).
Está localizado no alto de uma colina que fica no centro histórico de Annecy.
Desde o século XIII, já foi habitado por condes e duques de Genebra, foi um quartel durante a ocupação espanhola no final do século XVII, abrigou os exércitos republicanos e os exércitos imperiais até a Segunda Guerra Mundial e ainda foi invadido por pessoas sem lar, até que, em 1953, a administração de Annecy comprou o prédio para fazer as restaurações e as reparações que eram necessárias para que o prédio fosse transformado em museu.
Nós não visitamos o museu, nos contentamos apenas com o pátio do castelo, de onde é possível observar a vista panorâmica da cidade e do lago.
Para mais informações sobre o Musée-Château d’Annecy, clique aqui.
Outros castelos na região: Château de Menthon-Saint-Bernard, Château de Duingt, Château de Thorens e Château de Montrottier.
Ainda no que se refere à história, vale mencionar as cinco torres sineiras de Annecy como atrações (religiosas): Basilique de l’Ordre de la Visitation, l’Église Notre-Dame-de-Liesse, l’Église Saint-Maurice, l’Église Saint-François de Sales e Cathédrale Saint-Pierre.
Várias atrações que a cidade oferece estão ao redor do lago, então vou compartilhar o que nós fizemos por ali.
O lago de Annecy é considerado o lago mais puro da Europa. Água cristalina em tons de verde e azul que variam dependendo da região, mais as montanhas que o cercam, fazem dele um cenário onde a tranquilidade reina. Foi originado após o degelo dos glaciares alpinos há cerca de 18.000 anos. Eu me apaixonei por Annecy especialmente pela beleza natural que compõe a cidade.
Construída em 1907, a Pont des Amours fica entre Le Pâquier e Les Jardins de l’Europe. Vale a pena parar, observar e fotografar ambos os lados da ponte, afinal, de um lado está o lago com as montanhas, do outro, o Canal du Vassé com água cristalina, cisnes, árvores, barcos e bancos para relaxar.
canal du vassé
É considerável planejar um piquenique nas redondezas no fim do dia durante o verão, ou apenas sentar e apreciar a paisagem.
Passeio de barco
Alugamos um barco para passear no lago de Annecy e levamos a Mel conosco. Foi uma delícia! A Mel aproveitou como nunca o vento no rosto, e nós também curtimos!
O tipo de embarcação que nós alugamos não exige habilitação.
Além de nadar nos locais que são permitidos (praias), também é possível passear no lago de kayak, stand up paddle, catamarã, bote, canoa, windsurf e pedalinho, além de mergulho. Ainda existe a possibilidade de prática de esqui aquático, wakeboard ou wakesurf.
De bicicleta, percorremos parte da ciclovia que acompanha a margem do lago de Annecy sem destino, apenas apreciando a beleza do lugar.
Paramos na praia de Saint-Jorioz e permanecemos ali por algum tempo, já que encontramos a sombra de uma árvore. É um dos locais onde é permitido nadar, então tinha bastante gente carregando um monte de coisa para passar o dia ali. Voltamos pelo mesmo caminho. Aproximadamente, 10 km para ir e 10 km para voltar, com cerca de trinta minutos para cada trajeto.
Para dar a volta no lago de bicicleta são 40 km.
Existem outros circuitos, menores ou maiores, para andar de bicicleta.
Caminhada nas montanhas também é um passeio bastante comum e possibilita vistas panorâmicas incríveis.
Nós não fizemos caminhadas, mas fomos até uma das montanhas ao redor de Annecy para contemplar um pôr do sol espetacular com a vista panorâmica do lago de Annecy.
Col de la Forclaz
Para chegar até lá: 74210 Montmin. Utilizamos o gps para chegar até o escritório de informações do local, e então estacionamos ali. A partir daí é subir as ladeiras caminhando (pela rua Chemin Rural dit de la Forclaz) ou se direcionar até a concentração de parapente (paragliding), pois a prática do esporte é bastante procurada na região e ali é um dos pontos que os profissionais decolam (por lazer ou trabalhando).
Se você estiver planejando visitar Annecy, recomendo imensamente que você considere uma visita à Col de la Forclaz durante o pôr do sol porque é simplesmente incrível (se for o tipo de passeio que te interessa).
Além de Annecy, visitamos o parque Les Gorges du Fier (aproximadamente, 15 km de distância).
O local é bem bonito, mas foi diferente do que eu esperava porque o nível da água estava baixo, porém, super válido. As estruturas para caminhar entre as montanhas é incrível. Tem estacionamento, lanchonete e banheiro na entrada do acesso ao parque.
Também tem um castelo, mas optamos por não ir até lá por causa do calor, já que o acesso era através de escada.
Indo para Les Gorges du Fier ainda encontramos um campo de girassóis.
Annecy me encantou, inicialmente, através das fotos que vi no Instagram, e me conquistou completamente com seu pitoresco centro histórico e a maravilhosa beleza natural que tanto contribui para que seja tão cênica, e não posso deixar de mencionar a comida que também me agradou.
Não foi uma viagem planejada, não teve pesquisa, não teve roteiro, teve apenas a vontade de aproveitar, foi decidida de última hora e foi surpreendente.
Existem algumas atrações turísticas interessantes, mas só de caminhar entre as ruas do centro histórico e apreciar sua beleza natural já faz a visita valer a pena.
Vontade de voltar em todas as estações e aproveitar cada uma, porém, confesso que acredito que o verão deve ser a melhor época.
Hospedagem
Optamos pelo Mercure Annecy Centre Hotel por ser pet friendly e atender o que buscávamos. A localização do hotel é ótima, fica perto do centro e permitiu que fizéssemos tudo a pé em Annecy.
Alimentação
Todas as opções que mencionarei têm disponibilidade de mesas e cadeiras do lado de fora, ao ar livre na calçada.
Para variar, não fotografei! Mas posso garantir que vale a pena visitar o local para desfrutar de um dos sanduíches que são oferecidos durante café da manhã ou brunch porque a comida é ótima. Altamente recomendado!
Outra opção para café da manhã ou brunch que experimentamos e também recomendo. Pedimos uma das opções de menu; vem o que está nas fotos e serve duas pessoas perfeitamente bem, mas não lembro se as bebidas estavam inclusas. Reservar antecipadamente.
A massa é deliciosa e os ingredientes contribuem para que o conjunto seja fácil de saborear. Sem dúvidas, uma das pizzas mais gostosas que já tive o prazer de comer. Preço justo. Ambiente agradável. Super recomendo!
Nada excepcional, mas a comida com foco em culinária italiana é boa. Em frente ao restaurante fica a lousa com recomendações dos pratos que são oferecidos no dia para complementar o cardápio com poucas opções. Boa surpresa!
Nas fotos, filé de robalo com molho de vinagrete (tomate, cebola, azeitona e ervas) e purê de batatas por baixo, e moelleux au chocolate de sobremesa. Ambos deliciosos!
Para conhecer o centro de Annecy, fizemos tudo a pé.
No dia que fomos até Les Gorges du Fier e Col de la Forclaz para ver o lago de cima e o pôr do sol da montanha, fomos de carro. Como citado anteriormente, também utilizamos barco e bicicleta para explorar a região.
Informações úteis:
Clima: durante os dias que estivemos na região (17.07.2020 a 20.07.2020), as temperaturas permaneceram entre 15°C a 30°C. Dias ensolarados, e o pôr do sol acontecia por volta das 21:10.
Moeda: euro.
Idioma: francês.
Tomada:
Para acessar o site oficial do escritório de turismo de Annecy, clique aqui.
Seguindo com a série “BLOGMAS 2020 – Alsácia e a magia do Natal”, hoje vou compartilhar um pouco sobre KAYSERSBERG, um dos vilarejos mais lindos e que mais gostei da região.
Localizada no nordeste da França, a atual Grand Est substituiu a Alsace-Champagne-Ardenne-Lorraine após a reforma territorial de 2014. A região da – popularmente conhecida – Alsácia (em francê: Alsace) já pertenceu à Alemanha e era constantemente disputada pelos dois países já citados, o que explica a arquitetura das cidades.
Eu não tenho palavras para descrever o que é o Natal na Alsácia. Espero que, através das fotos que vou publicar, vocês possam sentir um pouco do que eu gostaria de expressar.
Na foto acima, presépios instalados nas montanhas do vilarejo.
Recomendo passeios sem destino em Kaysersberg, o vilarejo é pequenininho e as decorações das casas tipicamente alsacianas são tão fofas, vale a pena caminhar pelo vilarejo e se encantar com o que encontrar em cada ruela. Parece cenário de contos de fadas de tão mágico… e é! Vilarejos da região são a inspiração para alguns dos cenários de produções da Disney, como “A bela e a fera”.
Arrisco dizer que é o vilarejo que mais gostei de visitar na região da Alsácia, porém, diferente de Riquewihr e Eguisheim que visitamos com menos tempo, acho que a razão de eu ter gostado mais de Kaysersberg é justamente porque não tivemos que nos preocupar com o tempo e aproveitamos melhor.
Também tem mercado de Natal em Kaysersberg e o clima é muito agradável.
Por aqui encerro os artigos sobre os vilarejos da Alsácia, mas amanhã ainda permaneceremos na França… Lille! Até lá!
Seguindo com a série “BLOGMAS 2020 – Alsácia e a magia do Natal”, hoje vou compartilhar um pouco sobre EGUISHEIM, um dos vilarejos mais charmosos da região.
Localizada no nordeste da França, a atual Grand Est substituiu a Alsace-Champagne-Ardenne-Lorraine após a reforma territorial de 2014. A região da – popularmente conhecida – Alsácia (em francê: Alsace) já pertenceu à Alemanha e era constantemente disputada pelos dois países já citados, o que explica a arquitetura das cidades.
Eu não tenho palavras para descrever o que é o Natal na Alsácia. Espero que, através das fotos que vou publicar, vocês possam sentir um pouco do que eu gostaria de expressar.
Recomendo passeios sem destino em Eguisheim, o vilarejo é pequenininho e as decorações das casas tipicamente alsacianas são tão fofas, vale a pena caminhar pelo vilarejo e se encantar com o que encontrar em cada ruela. Parece cenário de contos de fadas de tão mágico… e é! Vilarejos da região são a inspiração para alguns dos cenários de produções da Disney, como “A bela e a fera”.
Se você for para a Alsácia, não deixe de visitar Eguisheim. O pitoresco vilarejo está na rota do vinho da Alsácia.
Também tem mercado de Natal em Eguisheim, mas estava tão cheio e é tão pequeno que nem fotografei.
Seguindo com a série “BLOGMAS 2020 – Alsácia e a magia do Natal”, hoje vou compartilhar um pouco sobre RIQUEWIHR, um dos vilarejos mais charmosos da região.
Localizada no nordeste da França, a atual Grand Est substituiu a Alsace-Champagne-Ardenne-Lorraine após a reforma territorial de 2014. A região da – popularmente conhecida – Alsácia (em francê: Alsace) já pertenceu à Alemanha e era constantemente disputada pelos dois países já citados, o que explica a arquitetura das cidades.
Eu não tenho palavras para descrever o que é o Natal na Alsácia. Espero que, através das fotos que vou publicar, vocês possam sentir um pouco do que eu gostaria de expressar.
Recomendo passeios sem destino em Riquewihr, o vilarejo é pequenininho e as decorações das casas tipicamente alsacianas são tão fofas, vale a pena caminhar pelo vilarejo e se encantar com o que encontrar em cada ruela. Parece cenário de contos de fadas de tão mágico… e é! Vilarejos da região são a inspiração para alguns dos cenários de produções da Disney, como “A bela e a fera”.
Se você for para a Alsácia, não deixe de visitar Riquewihr. O pitoresco vilarejo está na rota do vinho da Alsácia.
Também tem mercado de Natal em Riquewihr, mas estava tão cheio e é tão pequeno que nem fotografei.
Localizada no nordeste da França, a atual Grand Est substituiu a Alsace-Champagne-Ardenne-Lorraine após a reforma territorial de 2014. A região da – popularmente conhecida – Alsácia (em francê: Alsace) já pertenceu à Alemanha e era constantemente disputada pelos dois países já citados, o que explica a arquitetura das cidades.
Eu não tenho palavras para descrever o que é o Natal na Alsácia.
No texto “Mercados de Natal na capital da Alsácia – Estrasburgo”, conto sobre o que o título já sugere. Na série “BLOGMAS 2020 – Alsácia e a magia do Natal”, vou compartilhar sobre mais quatro vilarejos da região que tive a oportunidade de visitar durante as festividades. E hoje vou comentar um pouco sobre COLMAR.
Colmar é uma cidade encantadora, assim como Rothenburg ob der Tauber, parece que foi criada a partir dos contos de fadas. No Natal, então…
A maioria das atrações turísticas de Colmar estão no centro, onde é possível explorar a pé. Nada melhor do que caminhar sem destino em Colmar e se encantar com o que encontrar em cada ruela.
Passear pela cidade com a calmaria da manhã, antes das 09:00, quando as excursões com turistas para passar o dia ainda não chegaram… demais!