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As estações do ano na Bélgica – 2020

Interrompendo a programação da série BLOGMAS 2020 para…

Já escrevi sobre as estações do ano aqui na Bélgica anteriormente. Se você ainda não leu, recomendo que leia antes ou depois de ler esta publicação, a ordem tanto faz já que a comparação é o que mais importa. – (Links no final do texto)

Em 2019, descrevi as estações do ano com mais detalhes, inclusive, com dados dos veículos que divulgam informações sobre o clima aqui na Bélgica. Neste ano, eu não tinha a intenção de escrever a respeito, mas considero válido já que o clima foi bem diferente do que relatei em 2019.

Inverno

A média da temperatura não foi tão cruel, mas o vento foi e contribuiu para que a sensação de frio fosse mais intensa. Várias tempestades – Ciara, Denis, Ellen, Francis – atingiram o país e causaram alguns estragos. Não nevou, aliás, até caíram um pouco de flocos de neve em um dia, mas nada considerável.

Primavera

Os dias dentro de casa por causa da pandemia se tornaram melhores com o sol brilhando diariamente lá fora. E a temperatura permaneceu mais quente que a lembrança que tenho dos três anos anteriores, ultrapassando +20°C em dias dos meses de abril e maio.

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Verão

Poucos dias em que as temperaturas ultrapassaram +25°C, diferente dos três anos anteriores, onde muitos dos dias atingiram temperaturas acima de +30°C. O que também diferenciou o verão de 2020 foi a quantidade de dias em que o céu permaneceu nebuloso. Em agosto, praticamente todos os dias ultrapassaram +30°C entre 01.08 e 13.08 por causa de uma onda de calor. Para mim, terrível! Mas sobrevivi…

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Outono

O primeiro fim de semana da estação foi acompanhado pela tempestade Odette, que causou danos na costa do país por causa da ventania. Choveu quase todos os dias de outubro, e no dia 21.10 foi a vez da tempestade Barbara passar por aqui. Em novembro, menos chuva. Um dia ensolarado. Um dia nublado. E temperaturas mais baixas. Entretanto, arrisco dizer que foi o dezembro com temperaturas mais elevadas desde que moro aqui. O sol permaneceu tímido, mas há cerca de cinco dias ele está nos presenteando com sua luz, e as temperaturas estão diminuindo. Previsão de chuva para os dias que virão até o final do ano.


Aqui na Bélgica eu considero impossível deduzir como o clima estará, independente da época. É sempre imprevisível e as temperaturas podem mudar repentinamente, assim como o tempo de sol, chuva, neve, vento… Eu prefiro sempre estar prevenida seja para mais frio ou para mais calor independente da época, e para a chuva também.

Hoje começa o inverno por aqui, então achei que seria interessante publicar o artigo hoje, afinal, encerra um ciclo de quatro estações já vivenciadas em 2020, e um novo início.


Links para os artigos sobre como foram as estações do ano em 2019:

•   Como foi o inverno de 2019 na Bélgica

•   Como foi a primavera de 2019 na Bélgica

•   Como foi o verão de 2019 na Bélgica

•   Como foi o outono de 2019 na Bélgica

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Bélgica: campo de girassóis em Knokke-Heist

Depois de três anos consecutivos viajando pela França durante o verão (país em que os campos de girassóis estão espalhados por praticamente todas as regiões durante o verão), em 2020, após quase quatro anos morando na Europa, eu finalmente consegui me aproximar, sentir e fotografar um campo de girassóis na Bélgica, mais especificamente em Knokke-Heist.

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Ao xeretar o que acontecia em Knokke-Heist no Instagram, vi fotos do campo de girassóis e logo já fui em busca de onde ele se encontrava.

Encontrei a foto de uma pessoa que percebi trabalhar com a divulgação da Bélgica nas mídias sociais e perguntei a localização; a resposta que tive foi que ficava na região do centro de esportes aquáticos que carrega o nome de Lakeside Paradise. Lá, com a aproximação do parque já foi possível ver o amarelo indicando que os girassóis estavam por ali, simples assim!

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O campo era aberto e tinha acesso para entrar um pouco mais para o meio da plantação sem danificá-la. Eu aproveitei!

Continue lendo “Bélgica: campo de girassóis em Knokke-Heist”

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Como foi o verão de 2019 na Bélgica

Oficialmente, na próxima segunda-feira (23) será o último dia do verão aqui na Bélgica (e na Europa). E como já mencionei em “Como é o verão na Bélgica”, aqui estou para relatar um pouco da minha experiência de 2019 sobre o clima na região de Oost-Vlaanderen.

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Em 2019 o clima foi bem semelhante aos dois anos anteriores, com catorze dias em que a temperatura máxima ultrapassou +30°C e até mesmo um dia que atingiu +41°C.

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Entre a última semana de junho e a primeira semana de julho os dias foram bem quentes. Lembro que nos verões de 2017 e 2018 também fez bastante calor na mesma época. As últimas semanas dos meses de julho e agosto foram igualmente quentes.

Temperatura mínima atingida em junho: +8°C (11/06).

Temperatura máxima atingida em junho: +33°C (29/06).

Julho foi o mês mais quente. Mas também tiveram dias em que as temperaturas foram um pouco mais amenas com a máxima atingindo +20°C entre os dias 7 e 9.

Temperatura mínima atingida em julho: +7°C (09/07).

Temperatura máxima atingida em julho: +41°C (25/07).

No verão raramente chove aqui na Bélgica (pelo menos é a lembrança que eu tenho do que já vivi por aqui). Quando chove, geralmente é no mês de agosto, porém, em 2019 não foi assim.

Temperatura mínima atingida em agosto: +7°C (21/08).

Temperatura máxima atingida em agosto: +34°C (27/08).

2019 foi o quinto ano consecutivo em que ondas de calor atingiram o país, contribuindo para que o clima fosse considerado mais seco e mais ensolarado que a média. O código vermelho foi alertado por tais razões.

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No começo de setembro já foi possível sentir o clima do outono no ar. Adoro! Já choveu para refrescar e as temperaturas (mínimas e máximas) já começaram a diminuir. De manhã e no final do dia o ar já permanece mais gelado, e durante a tarde o clima está bem agradável. Mas a previsão ainda indica bastante instabilidade, o que é normal entre a mudança das estações.

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Pela quantidade de fotos retratando a estação é possível notar que o verão da Bélgica não me agrada muito… ehehe.

Hoje o sol nasceu às 07:25 e o pôr do sol acontecerá às 19:49 na cidade onde moro. O tempo de luminosidade durante o dia diminui a cada dia e continuará assim até chegar no dia mais escuro do ano, provavelmente no final de dezembro.

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Ressaltando que as informações do texto retratam a minha experiência na região de Oost-Vlaanderen.

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Como é o verão na Bélgica

Na sexta-feira da semana passada, no dia mais longo do ano, começou a estação que muda a atmosfera aqui na Bélgica: o verão. Oficialmente, em 2019, o verão começou em 21 de junho e terminará em 23 de setembro.

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É quando o verde das árvores se torna bem aparente e se destaca com a luz solar que é mais presente.

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Tenho uma relação de amor e ódio com o verão. Nos dois anos que já acompanhei o verão aqui na Bélgica, tiveram dias em que a temperatura ultrapassou +30°C, e para mim, +25°C já é calor que não me agrada.

Durante o verão, as pessoas gostam bastante de sair para as ruas para aproveitar o sol, seja nos parques ou em pubs/cafés que geralmente oferecem a possibilidade de mesas e cadeiras nas calçadas para os clientes desfrutarem do clima. Aliás, é quando estabelecimentos chamados de pop-up zomerbars abrem temporariamente. Tem também as pessoas que gostam de se acomodar na beira de lagos ou canais com os amigos. E ainda tem as praias do país que oferecem estrutura bem legal para passar o dia.

Na região de Flandres é comum que as pessoas (moradores ou turistas) passeiem pelos canais com diferentes tipos de embarcações (existe a possibilidade de alugá-las). Também é comum a prática de stand-up paddle ou kayak.

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Eventos de todo tipo acontecem durante a estação, mas o que mais se destaca são os festivais de música (gratuitos ou cobrados) que acontecem em todas as regiões do país.

Depois do dia 21.06.2019, o tempo de luz solar já começou a diminuir gradativamente. No começo da estação, a luz solar permanece por, aproximadamente, dezessete horas. Até o final da estação, o tempo de luz solar diminui em até quatro horas a menos.

No final da estação voltarei a comentar sobre as impressões do verão de 2019. (clique aqui para ler)

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O paraíso da Riviera Francesa: Ilha de Porquerolles

Este é um dos textos sobre uma viagem pela Riviera Francesa, Mônaco, Marselha e Parque Nacional das Calanques.

Ainda desconhecida pela maioria dos brasileiros, hoje apresentarei para vocês um destino do arquipélago de Hyères, a Ilha de Porquerolles.

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Com um pouco mais de 12 km², a Ilha de Porquerolles é a maior entre as ilhas do arquipélago.

Para chegar até a Ilha de Porquerolles é necessário ir de barco.

Embarcamos no ferry no Port de la Tour Fondue, em Hyères.

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Abaixo, informações de preços e horários dos ferries que embarcam para a Ilha de Porquerolles.

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Para mais informações, acesse https://www.tlv-tvm.com/.

As leis de proteção ambiental do Estado contribuem para que o paraíso da Riviera Francesa se desenvolva de acordo com as regulamentações de preservação. O Parque Nacional Port-Cros administra 75% da Ilha de Porquerolles desde 1971, se responsabilizando pela proteção ambiental do patrimônio natural em seu território.

Continue lendo “O paraíso da Riviera Francesa: Ilha de Porquerolles”

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Calanque d’en-vau – Parque Nacional das Calanques

Este é um dos textos sobre uma viagem pela Riviera Francesa, Mônaco, Marselha e Parque Nacional das Calanques.

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Localizado no sul da França, o incrível Parque Nacional das Calanques – terrestre e marinho – se estende de Marselha a La Ciotat. Inclui as rochas das Calanques, Arquipélago Frioul, Arquipélago Riou, a Ilha Verde e as rochas do Cap Canaille.

Faz quase um século que a sociedade civil solicita a proteção da área, e depois de muitos projetos sobre a preservação desde a década de 1990, o Parque Nacional finalmente foi inaugurado em 18/04/2012 com regulamentações para sua proteção.

Área terrestre: 8.500 hectares.

Área marinha: 43.500 hectares.

Biodiversidade: proteção de 140 espécies terrestres de animais e plantas protegidas + 60 espécies do patrimônio marinho.

Estudos revelam a presença do homem há 27.000 anos na região da caverna Cosquer.

O Parque Nacional surgiu como a ferramenta para proteger e gerir de forma sustentável o território natural que é tanto terrestre quanto marinho e ainda periurbano.

Cerca de 2.000.000 pessoas visitam o Parque Nacional a cada ano.

Calanques: são acidentes geológicos que tem como principal característica uma angra ladeada por falésias compostas de calcário.

O calcário está presente também na água e contribui para sua cor belíssima.

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As calanques de Marselha abrigam a água com cor mais bonita da região, especialmente na praia da Calanque d’en-vau. O acesso terrestre até a calanque começa em Cassis.

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Mônaco

ste é um dos textos sobre uma viagem pela Riviera Francesa, Mônaco, Marselha e Parque Nacional das Calanques.

No horizonte das praias com águas cristalinas estão os iates que formam o cenário de Mônaco, que se completa com os edifícios que estão nas montanhas, indicando que o país cresce verticalmente.

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Mônaco é um microestado que está localizado dentro da França. Com onze bairros em 2,02 km² de extensão, politicamente autossuficiente, Mônaco ocupa o segundo lugar na lista dos menores países do mundo, atrás do Vaticano.

A economia é baseada no turismo, nos cassinos como rendimento nacional e em atividades que mantém monopólios.

Pessoas com poder aquisitivo elevado são atraídas até Mônaco principalmente pelo fato de não existirem taxas tributárias de imposto de renda, o que contribui para um considerável número de lojas mundiais de grife e de restaurantes premiados pelo guia “Michelin”. Por tais fatores é que Mônaco tem um dos custos de vida mais altos do mundo.

Continue lendo “Mônaco”
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Èze Village e mais da Cotê d’Azur

Este é um dos textos sobre uma viagem pela Riviera Francesa, Mônaco, Marselha e Parque Nacional das Calanques.

Èze

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Com as construções medievais conservadas, Èze é um vilarejo que está localizado a 13 km de Nice, portanto, quem está nas proximidades “precisa” ir até lá. Obrigatoriamente!

O primeiro registro já encontrado que cita Èze é do século IV, porém, com outros nomes que remetem ao atual. O vilarejo que atinge um pouco mais de quatrocentos e vinte metros de altura foi construído sobre as ruínas de um castelo do século XII.

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Antes de o Château Eza se tornar um dos melhores hotéis do vilarejo, foi a casa de verão da família real sueca de 1923 a 1953.

O que fazer em Èze? Caminhar pelas ruelas e se encantar com o charme do vilarejo, apreciar os artesanatos que são produzidos por artesãos que ali residem e entender as razões que levaram escritores a escolherem o local para habitar: tranquilidade e inspiração. Em Èze existem galerias de artes que apresentam obras dos artistas da região.

 

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Os locais de acesso público que possibilitam a vista panorâmica a partir Èze são limitados, mas encontramos o bistrô LE NID D’AIGLE que nos possibilitou a experiência enquanto tomávamos café da manhã confortavelmente na sombra e com a brisa do mar.  Também é possível desfrutar da vista panorâmica a partir dos restaurantes dos hotéis de Èze, além do Jardim Exótico de Cactos, que optamos não visitar porque planejamos fazer um passeio no Jardim Exótico de Mônaco. Mas, para quem se interessar, clique aqui para obter mais informações sobre a atração.

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Existe uma trilha que liga a parte baixa até a parte alta de Èze que se chama “Chemin de Nietzsche”, em homenagem ao filósofo que escreveu os trechos de um livro ali. Para subir, noventa minutos. Para descer, cinquenta minutos. O grau de dificuldade é médio.

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Igreja de Notre-Dame de l’Assomption d’Èze.

Ainda fizemos outra refeição no vilarejo no final da tarde, no retaurante LE PINOCCHIO. A comida é ótima, o ambiente é agradável, o preço é justo, porém, o atendimento deixou um pouco a desejar. A localização é fácil, está na entrada de Èze, e foi por tal razão que o escolhemos.

Desde que comecei com as pesquisas sobre Èze, imaginei que o vilarejo me fascinaria. E ainda assim eu fui surpreendida!

Èze é uma raridade, e eu adoro destinos que fogem um pouco do óbvio, é inexplicável o quanto os vilarejos me encantam, as flores, as luminárias, cada detalhe. Ah, Èze… Que um dia eu possa voltar e permanecer aí por mais tempo.

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Para quem vai de carro até Èze: tem um estacionamento na entrada do vilarejo (carros não entram no local). As vistas panorâmicas do trajeto são lindas.

Os acessos de transportes públicos até o vilarejo também são fáceis. 

Três cidades da Riviera Francesa também estavam no roteiro, mas infelizmente não conseguimos conhecê-las como gostaríamos.

Saint-Tropez (100 km de Nice)

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 Cannes (35 km de Nice)

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 Menton (30 km de Nice)

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 As três cidades estão na lista dos lugares para conhecermos quando retornarmos à região.

Na próxima semana disponibilizarei um post sobre Mônaco. Até lá!

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Marselha: conheça um pouco da cidade que me conquistou

Este é um dos textos sobre uma viagem pela Riviera Francesa, Mônaco, Marselha e Parque Nacional das Calanques.

Marselha está localizada na costa do Mar Mediterrâneo e é uma importante cidade da França. É a cidade mais antiga do país, ocupa o segundo lugar na lista das cidades mais populosas do país e abriga o maior porto comercial do país.

O território natural não urbanizável de Marselha ocupa quase metade da cidade.

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A cidade foi fundada em 600 a.C., mas estudos arqueológicos comprovam a presença humana na região de Marselha desde 30.000 a.C.

Com o colapso do Império Romano no século V, a cidade foi disputada por alguns grupos e em 1482 foi incorporada à França. Na época da Revolução Francesa, uma tropa com soldados do exército francês partiu de Marseille à Paris para ajudar no combate, e durante o trajeto cantavam uma música composta pelo oficial Claude Joseph Rouget de Lisle, em 1792, a “La Marseillaise”, que inicialmente era uma canção para encorajar os soldados e que posteriormente, em 1975, se tornou o hino nacional do país.

Assim como em Nice, é notável a influência da cultura italiana em Marselha devido à migração para a região no final do século XIX.

Conhecendo um pouco de Marselha

O antigo porto (Vieux Port) é ladeado pelos fortes Saint Jean e Saint Nicolas e é o local a partir do qual a cidade nasceu, e continua a ser um dos cartões-postais da cidade. Lá ficam as embarcações e restaurantes com comida típica da cidade.

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No topo da colina está a Basilique de Notre-Dame de la Garde.

São muitos os edifícios religiosos na cidade, porém, não foi o tipo de passeio que planejamos para a viagem, mas passamos pela frente de duas construções e observamos.

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A catedral da arquidiocese de Marselha, Cathédrale Sainte-Marie-Majeure (La Major) com construção entre 1852 e 1893 em estilo neobizantino é um projeto do arquiteto Léon Vaudoyer e colaboradores (que assumiram a responsabilidade após a sua morte).

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A igreja Saint-Laurent que se encontra na Esplanade de la Tourette.

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Nice: a graciosidade onde os opostos se misturam e fascinam

Este é um dos textos sobre uma viagem pela Riviera Francesa, Mônaco, Marselha e Parque Nacional das Calanques.

Nice é a maior cidade da Riviera Francesa (ou Cotê d’Azur, em razão dos tons de azul do mar).

Situada na costa do Mar Mediterrâneo, no litoral sul da França, a cidade é a capital do departamento dos Alpes Marítimos e é a quinta cidade mais populosa do país. Na década de 1820, ingleses criaram a avenida beira-mar da cidade, que foi se ampliando com o passar dos anos, por isso o nome Promenade des anglais. Vários edifícios foram construídos entre as duas guerras mundiais e foi a partir de 1920 que a cidade começou a se destacar entre os destinos para turismo, principalmente durante os meses de verão, e então hotéis de luxo foram construídos na cidade, despertando o interesse de pessoas com poder aquisitivo mais elevado, o que impactou na construção de cassinos e de palácios na região.

Nice já pertenceu à Itália, então é possível notar a influência do país na cidade.

Chegando em Nice, atravessamos a avenida beira-mar de carro e eu observei semelhanças com as praias de uma cidade brasileira muito conhecida. Coqueiros, a prática de esportes no calçadão, caminhada, corrida, bicicletas, patins, skates, o clima, os edifícios, enfim, praticamente tudo fez com que eu me lembrasse do que o Rio de Janeiro tem de mais bonito.

Conhecendo um pouco de Nice

Foto com vista panorâmica da Baie des anges, tirada das escadas que dão acesso ao topo da colina do Le Château.

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No centro da cidade, entre a Velha Nice e a Nova Nice está a Place Massena. Os edifícios que circundam a praça possuem características em estilo italiano, com os tons em vermelho nas paredes e janelas em azul, além dos prédios que se misturam entre laranja, rosa e amarelo. No centro da praça está uma fonte com uma estátua de Apollo. Ao longo da linha do bonde elétrico que atravessa a praça estão os postes que sustentam sete estátuas que representam os continentes do planeta, obra de Jaume Plensa. 

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Vieux Port
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Le Negresco

Na praia

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São muitos os restaurantes que beiram o mar e que também oferecem locação das espreguiçadeiras com guarda-sol, além da opção de atendimento no local para petiscos/lanches e bebidas. Nós optamos pelo “Ruhl Plage”. Também existem locais públicos para quem não quer pagar por isso, ressaltando a importância de levar guarda-sol para se proteger e algo para sentar ou deitar confortavelmente na praia, pois na Riviera Francesa a maioria das praias não tem areia, mas pedras. Sugiro que você use algo para proteger os pés ao entrar no mar.

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O topless é comum na Riviera Francesa há décadas.

Cães e demais animais de estimação não são permitidos na praia, limitando o acesso dos mesmos até o calçadão.

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