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20 horas em Veneza | passeio de gôndola com minha cachorra

Este é um dos artigos sobre uma viagem de duas semanas pela Itália. Recomendo a leitura do que já publiquei anteriormente para acompanhar/entender o roteiro da viagem.

Depois de visitarmos a Toscana, seguimos rumo à Veneza.

Como na cidade não entram veículos, deixamos o carro no estacionamento AUTORIMESSA COMUNALE.

Nos hospedamos no hotel H10 Palazzo Canova e tivemos uma ótima estadia.

Veneza entrou no roteiro com o objetivo de levarmos a Mel para passear de gôndola. Afinal, em menos de vinte e quatro horas na cidade não seria possível fazer tudo o que gostaríamos por vontade, de visitar todos os lugares que gostaríamos com calma.

E concluímos com sucesso nosso objetivo.

mel - veneza

Conseguimos também passear na região mais central e ir a um restaurante (Taverna Scalinetto).

Quem sabe no futuro teremos a oportunidade de visitar a cidade com mais calma para desfrutar das atrações que Veneza tem a oferecer.

Na semana que vem comentarei sobre nossa visita à Sirmione.

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Roteiro de duas semanas pela Itália

Este texto é a introdução de uma viagem (de carro) que fizemos pela Itália, onde visitamos as regiões da Lombardia, Ligúria, Toscana e a cidade de Veneza.

Partimos da Bélgica (Oost-Vlaanderen) diretamente para a região da Lombardia, onde nos hospedamos em Milão.

Milão foi nosso descanso depois de onze horas na estrada. Foram duas diárias na cidade. Visitamos as atrações que queríamos e então continuamos a viagem.

De lá, seguimos até a região da Ligúria.

Nos hospedamos em La Spezia e visitamos os vilarejos de Cinque Terre (Riomaggiore, Manarola, Corniglia, Vernazza e Monterosso) + Portovenere, e também as comunas de Santa Margherita e Portofino.

Entre La Spezia e Firenze, decidimos parar em Pisa (Toscana). Foi rápido, apenas aproveitamos que a cidade estava no caminho para visitar a Torre de Pisa, e ali, observamos, fotografamos, tomamos um sorvete por causa do calor que estava bem intenso, e voltamos para a estrada.

Na região da Toscana, nos hospedamos em Firenze e de lá partimos para visitar alguns dos vilarejos da região. Fizeram parte do nosso roteiro: Montalcino, Pienza, Montepulciano, Siena e San Gimignano.

Continuando, Veneza (região: Vêneto). Visitamos a cidade rapidamente com o objetivo de levar a Mel passear de gôndola. Missão cumprida!

Foi apenas uma diária na cidade.

Para encerrar, a encantadora Sirmione (Lombardia).

Sirmione é uma das cidades em torno do Lago di Garda. Amei tanto, é charmosa, florida, colorida, cheirosa, apaixonante! Foi apenas uma diária em Sirmione, suficiente para querermos voltar e aproveitar um pouco mais.

De lá, partimos de volta à Bélgica.

Acompanhe o blog durante as semanas que virão para acompanhar as publicações onde comentarei com mais detalhes sobre os locais que visitamos e, talvez, se inspirar.


Locomoção

Utilizamos carro para a locomoção até os destinos e entre eles.

Em Milão, utilizamos o transporte público da cidade para nos locomovermos até o centro, pois o hotel que escolhemos era um pouco afastado.

Na Ligúria, utilizamos trem e barco para visitarmos os vilarejos de Cinque Terre e barco para chegarmos em Portovenere. Para ir até Santa Margherita e Portofino, fomos de carro.

Na Toscana, carro foi o nosso meio de transporte de Firenze os vilarejos que visitamos: Montalcino, Pienza, Montepulciano, Siena e San Gimignano. Em Firenze, fizemos praticamente tudo caminhando.

Em Veneza, carros não entram. O estacionamento Autorimessa Comunale foi nossa opção (importante fazer a reserva antecipadamente). Barco é o transporte público de Veneza, e foi assim que chegamos até o hotel. Em Veneza fizemos tudo a pé, afinal, foi apenas um dia na cidade e e não fomos além do centro.

Acredito que o transporte público da Itália acessa a maioria dos lugares onde estivemos, porém, a locomoção de carro é mais interessante pela praticidade e por causa das paisagens entre um lugar e outro. Pedágios dos percursos que fizemos: total de 105,00 €.

Informações úteis:

Clima (setembro 2020): Temperaturas entre 15°C e 33°C com o sol nos acompanhando na maioria dos dias.

Moeda: euro.

Idioma: italiano.

Tomada:

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Annecy em três dias de verão

Annecy tem charme, lago, montanha, castelo, flores enfeitando as pontes do centro, onde estão as ruelas bem pequenininhas com restaurantes que organizam mesas e cadeiras do lado de fora, é tudo tão encantador. A arquitetura e os canais que também contribuem para o cenário… Que lugar! Eu realmente me apaixonei por Annecy. Com certeza está entre os lugares que mais gostei de visitar na França (junto com os vilarejos da Alsácia e Èze).

Viajamos no período em que a situação da pandemia estava significativamente controlada na Europa. Como sempre, viajamos de carro por causa da nossa cachorrinha, totalizando cerca de nove horas na estrada (840 km).

A cidade está localizada perto de Chamonix, onde estivemos no inverno de 2019.

Annecy oferece diversos tipos de atividades para diversos tipos de perfis no que se refere à recreação, e existem possibilidades para aproveitar a região em todas as estações do ano. Nós fomos no mês de julho e aqui compartilharei um pouco da nossa visita à capital do departamento de Haute-Savoie durante o verão.

palais de l’île

Acordar bem cedo e pegar as ruas ainda vazias é algo que eu aprecio muito (em todas as viagens que faço). Período do dia em que é mais fácil observar os detalhes porque tudo ainda permanece tranquilo, sentir a calmaria da manhã, admirar a beleza do lugar, ouvir o som dos animais, enfim, aproveitar sem tantos estímulos/distrações.

O Palais de l’Île fica no centro histórico e é um dos principais cartões portais de Annecy, sendo considerado o local mais visitado da cidade e um dos prédios mais fotografados da França. O edifício foi construído a partir do XII acima de uma ilhota natural que fica no meio do canal. Inicialmente, e nos séculos a seguir, foi utilizado como como uma prisão, mas também já abrigou um tribunal para o palácio da justiça, já foi lar de idosos, quartel, armazém, sala de ginástica, escola de desenho para operários da construção, e desde o século XVIII, a tarefa de exercer funções administrativas foi atribuída ao edifício. Foi alterado no decorrer dos séculos, restaurado e reparado. Atualmente, o edifício abriga um museu com exposições temporárias e conta sobre a história da cidade, e ainda é possível visitar os ambientes que eram utilizados como celas.

O canal que atravessa o centro histórico da cidade, com, aproximadamente, 3,5 km de extensão, é chamado de Le Thiou.

Uma delícia se perder pelo centro histórico da cidade e identificar a atmosfera. Muitos restaurantes, cafés e sorveterias estão espalhados por ali. Passear entre as ruelas de Annecy é uma experiência que vale a pena ser vivida.

  • Musée-Château d’Annecy

Atualmente, o castelo de Annecy abriga um museu com exposições que resumem a história da cidade, mas também exibe temas como história natural, arte contemporânea, arqueologia, etnologia, artes plásticas e filmes de animação, além de abrigar o Observatoire Régional des Lacs Alpins, (em português, Observatório Regional dos Lagos Alpinos).

Está localizado no alto de uma colina que fica no centro histórico de Annecy.

Desde o século XIII, já foi habitado por condes e duques de Genebra, foi um quartel durante a ocupação espanhola no final do século XVII, abrigou os exércitos republicanos e os exércitos imperiais até a Segunda Guerra Mundial e ainda foi invadido por pessoas sem lar, até que, em 1953, a administração de Annecy comprou o prédio para fazer as restaurações e as reparações que eram necessárias para que o prédio fosse transformado em museu.

Nós não visitamos o museu, nos contentamos apenas com o pátio do castelo, de onde é possível observar a vista panorâmica da cidade e do lago.

Para mais informações sobre o Musée-Château d’Annecy, clique aqui.

Outros castelos na região: Château de Menthon-Saint-Bernard, Château de Duingt, Château de Thorens e Château de Montrottier.

Ainda no que se refere à história, vale mencionar as cinco torres sineiras de Annecy como atrações (religiosas): Basilique de l’Ordre de la Visitation, l’Église Notre-Dame-de-Liesse, l’Église Saint-Maurice, l’Église Saint-François de Sales e Cathédrale Saint-Pierre.

Várias atrações que a cidade oferece estão ao redor do lago, então vou compartilhar o que nós fizemos por ali.

O lago de Annecy é considerado o lago mais puro da Europa. Água cristalina em tons de verde e azul que variam dependendo da região, mais as montanhas que o cercam, fazem dele um cenário onde a tranquilidade reina. Foi originado após o degelo dos glaciares alpinos há cerca de 18.000 anos. Eu me apaixonei por Annecy especialmente pela beleza natural que compõe a cidade.

Construída em 1907, a Pont des Amours fica entre Le Pâquier e Les Jardins de l’Europe. Vale a pena parar, observar e fotografar ambos os lados da ponte, afinal, de um lado está o lago com as montanhas, do outro, o Canal du Vassé com água cristalina, cisnes, árvores, barcos e bancos para relaxar.

canal du vassé

É considerável planejar um piquenique nas redondezas no fim do dia durante o verão, ou apenas sentar e apreciar a paisagem.

  • Passeio de barco

Alugamos um barco para passear no lago de Annecy e levamos a Mel conosco. Foi uma delícia! A Mel aproveitou como nunca o vento no rosto, e nós também curtimos!

O tipo de embarcação que nós alugamos não exige habilitação.

Além de nadar nos locais que são permitidos (praias), também é possível passear no lago de kayak, stand up paddle, catamarã, bote, canoa, windsurf e pedalinho, além de mergulho. Ainda existe a possibilidade de prática de esqui aquático, wakeboard ou wakesurf.

Aluguel: Nautilac Annecy.

  • Passeio de bicicleta

De bicicleta, percorremos parte da ciclovia que acompanha a margem do lago de Annecy sem destino, apenas apreciando a beleza do lugar.

Paramos na praia de Saint-Jorioz e permanecemos ali por algum tempo, já que encontramos a sombra de uma árvore. É um dos locais onde é permitido nadar, então tinha bastante gente carregando um monte de coisa para passar o dia ali. Voltamos pelo mesmo caminho. Aproximadamente, 10 km para ir e 10 km para voltar, com cerca de trinta minutos para cada trajeto.

Para dar a volta no lago de bicicleta são 40 km.

Existem outros circuitos, menores ou maiores, para andar de bicicleta.

Aluguel: Cyclable Annecy.

  • Caminhada nas montanhas também é um passeio bastante comum e possibilita vistas panorâmicas incríveis.

Nós não fizemos caminhadas, mas fomos até uma das montanhas ao redor de Annecy para contemplar um pôr do sol espetacular com a vista panorâmica do lago de Annecy.

  • Col de la Forclaz

Para chegar até lá: 74210 Montmin. Utilizamos o gps para chegar até o escritório de informações do local, e então estacionamos ali. A partir daí é subir as ladeiras caminhando (pela rua Chemin Rural dit de la Forclaz) ou se direcionar até a concentração de parapente (paragliding), pois a prática do esporte é bastante procurada na região e ali é um dos pontos que os profissionais decolam (por lazer ou trabalhando).

Se você estiver planejando visitar Annecy, recomendo imensamente que você considere uma visita à Col de la Forclaz durante o pôr do sol porque é simplesmente incrível (se for o tipo de passeio que te interessa).

Além de Annecy, visitamos o parque Les Gorges du Fier (aproximadamente, 15 km de distância).

O local é bem bonito, mas foi diferente do que eu esperava porque o nível da água estava baixo, porém, super válido. As estruturas para caminhar entre as montanhas é incrível. Tem estacionamento, lanchonete e banheiro na entrada do acesso ao parque.

Também tem um castelo, mas optamos por não ir até lá por causa do calor, já que o acesso era através de escada.

Para mais informações, clique aqui.

Indo para Les Gorges du Fier ainda encontramos um campo de girassóis.

Annecy me encantou, inicialmente, através das fotos que vi no Instagram, e me conquistou completamente com seu pitoresco centro histórico e a maravilhosa beleza natural que tanto contribui para que seja tão cênica, e não posso deixar de mencionar a comida que também me agradou.

Não foi uma viagem planejada, não teve pesquisa, não teve roteiro, teve apenas a vontade de aproveitar, foi decidida de última hora e foi surpreendente.

Existem algumas atrações turísticas interessantes, mas só de caminhar entre as ruas do centro histórico e apreciar sua beleza natural já faz a visita valer a pena.

Vontade de voltar em todas as estações e aproveitar cada uma, porém, confesso que acredito que o verão deve ser a melhor época.


Hospedagem

Optamos pelo Mercure Annecy Centre Hotel por ser pet friendly e atender o que buscávamos. A localização do hotel é ótima, fica perto do centro e permitiu que fizéssemos tudo a pé em Annecy.

Alimentação

Todas as opções que mencionarei têm disponibilidade de mesas e cadeiras do lado de fora, ao ar livre na calçada.

Cafe Bunna

Para variar, não fotografei! Mas posso garantir que vale a pena visitar o local para desfrutar de um dos sanduíches que são oferecidos durante café da manhã ou brunch porque a comida é ótima. Altamente recomendado!

Para mais informações, clique aqui.

La Bicyclette Rose

Outra opção para café da manhã ou brunch que experimentamos e também recomendo. Pedimos uma das opções de menu; vem o que está nas fotos e serve duas pessoas perfeitamente bem, mas não lembro se as bebidas estavam inclusas. Reservar antecipadamente.

Página no Facebook: clique aqui.

Pizzeria The Little Italy

pizzas: mozza lover e caponne

A massa é deliciosa e os ingredientes contribuem para que o conjunto seja fácil de saborear. Sem dúvidas, uma das pizzas mais gostosas que já tive o prazer de comer. Preço justo. Ambiente agradável. Super recomendo!

Para mais informações, clique aqui.

Azzurro

risotto aux truffes

Nada excepcional, mas a comida com foco em culinária italiana é boa. Em frente ao restaurante fica a lousa com recomendações dos pratos que são oferecidos no dia para complementar o cardápio com poucas opções. Boa surpresa!

Para mais informações, clique aqui.

Les Chineurs de la Cuisine

Nas fotos, filé de robalo com molho de vinagrete (tomate, cebola, azeitona e ervas) e purê de batatas por baixo, e moelleux au chocolate de sobremesa. Ambos deliciosos!

Para mais informações, clique aqui.

Locomoção

Para conhecer o centro de Annecy, fizemos tudo a pé.

No dia que fomos até Les Gorges du Fier e Col de la Forclaz para ver o lago de cima e o pôr do sol da montanha, fomos de carro. Como citado anteriormente, também utilizamos barco e bicicleta para explorar a região.

Informações úteis:

Clima: durante os dias que estivemos na região (17.07.2020 a 20.07.2020), as temperaturas permaneceram entre 15°C a 30°C. Dias ensolarados, e o pôr do sol acontecia por volta das 21:10.

Moeda: euro.

Idioma: francês.

Tomada:

Para acessar o site oficial do escritório de turismo de Annecy, clique aqui.


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Viagem durante o outono pela Suíça

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Conhecendo os lagos de Flims: Caumasee e Crestasee

Este é um dos textos sobre uma viagem pela Suíça. Recomento a leitura do que já publiquei anteriormente para acompanhar/entender a viagem como um todo.

Hoje comentarei sobre os lagos que conhecemos na região de Flims (Graubünden), uma das cidades onde nos hospedamos.

flims - colagem

Os lagos ficam próximos e é possível caminhar de um para o outro.

 

Caumasee

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A trilha para chegar até o lago é fácil. O funicular não estava em funcionamento por causa da época, então chegamos até o lago caminhando um pouco mais.

Apreciamos a beleza do local e fotografamos o cenário durante a caminhada para dar a volta no lago. Lindo demais! Mesmo em um dia nublado que não favoreceu o que fotografamos.

 

Crestasee

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Chegamos ali já no final da tarde e permanecemos sozinhos. Até apareceram mais pessoas que provavelmente moram na região e estavam passeando com seus cães.

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A Mel aproveitou… correu, cheirou os cantos do parque e aproveitamos para tirar fotos dela. Sentimos que ela adorou o passeio porque em nenhum momento ela pediu por colo (ela sempre pede nas cidades por onde passeamos depois de poucos minutos).

O cenário do Crestasse é maravilhoso, parece que foi produzido para ser fotografado.

 

Não pagamos nada para entrar na área dos lagos, mas durante o verão pode ser cobrado. Existem restaurantes na área de ambos que também funcionam apenas no verão, assim como a prática de esportes na água. Estacionamentos na entrada de ambos e transporte público com fácil acesso. Permitido nadar.

 

Quem quiser compartilhar mais informações ou perguntar algo, é só comentar.

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Viagem durante o outono pela Suíça

Este texto é a introdução de uma viagem que fizemos para a Suíça.

A beleza da Suíça é surpreendente. A natureza foi generosa com o país com as montanhas e lagos/canais que atravessam a região de ponta a ponta praticamente.

O objeto da viagem foi justamente de estar em contato com a natureza, então não fizemos passeios para as atrações turísticas no que se refere à história.

Estivemos na Suíça em novembro de 2019, quando completamos quatro anos de casamento. Era outono, e as paisagens estavam tipicamente outonais: folhas das árvores em tons de amarelo, laranja, vermelho, marrom, dependendo da árvore, e nas montanhas já tinha um pouco de neve. Tudo como imaginávamos que seria.

Nos hospedamos em dois lugares, de onde partimos para conhecer o que queríamos de cada região (e um pouco mais distante também): Flims e Lucerna.

Para utilizar as estradas da Suíça, é obrigatório o uso do vignette (é um adesivo/pedágio que tem um custo, variando de país para país, e que precisa ser colado no vidro frontal do carro). Na fronteira tinham policiais questionando tudo o que é questionado em qualquer posto de imigração, e compramos o vignette diretamente ali (40,00 CHF, equivalente a € 36,50). Na região de Basel, paramos para comprar um chip de celular com internet para nos auxiliar na Suíça, que é parte do Espaço Schengen, mas não é membro da União Europeia, então lá os nossos não funcionam. Para quem interessar, foi na loja Mobile Zone – Grüssenweg 10, 4133 Pratteln.

Para quem não sabe, só viajamos de carro pela Europa e a explicação está no texto “Viajando de carro pela Europa”. Eu nunca fiz viagem de avião ou de trem por aqui.

Para ir: da Bélgica (Oost-Vlaanderen) até Flims foram cerca de 900 km e mais de dez horas na rodovia.

Para voltar: a partir de Lucerna foram oito horas até a Bélgica (Oost-Vlaanderen) em 700 km.

Durante o mês de novembro, atrações nas montanhas e com acesso a alguns dos lagos mais bonitos do país permanecem fechadas, pois é época em que começam os preparativos para a temporada de inverno, então, apenas adiamos o passeio em tais lugares.

Abaixo está o roteiro com informações não detalhadas sobre os destinos que escolhemos, mas nas semanas a seguir serão publicados os textos sobre os locais que visitamos com mais detalhes.

Dia 1 (06/11): Lago Gigerwaldsee.

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Dia 2 (07/11): Estivemos em dois lagos na região de Flims: Caumasee e Crestasee.

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Caumasee
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Crestasee

Dia 3 (08/11): Victorinox (loja/museu) em Brunnen. Também conhecemos um pouco do trabalho que é feito artesanalmente com vidros da Glasi Hergiswil.

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Dia 4 (09/11): Visitamos a região do Lago Blausee e a cidade de Interlaken (Harder Kulm).

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Lago Blausee
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Dia 5 (10/11): Conhecemos um pouco da cidade de Lucerna.

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Dia 6 (11/11): Retorno.

Acompanhe o blog durante as semanas a seguir para acompanhar um pouco do que fizemos em cada lugar que visitamos.


Hospedagem

Os hotéis foram escolhidos por serem pet friendly e atenderem o que buscávamos.

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vista do quarto
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vista do quarto – Flims (dia ensolarado)
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vista do quarto – Flims (dia nebuloso)
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vista do quarto para o Lago Vierwaldstättersee / Lucerna
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Entre Flims e Lucerna são 160km pela estrada.

Locomoção

Utilizamos o carro para a locomoção até os destinos. Uma das viagens que mais gostei de fazer de carro por tudo o que é proporcionado aos olhos. Eu não sabia que existiam taaantos túneis na Suíça!

suíça - túnel

Informações úteis:

Clima em novembro 2019: fez sol, choveu, nevou, ventou, aconteceu de tudo durante os dias que estivemos na Suíça. O sol apareceu, mas os dias permaneceram nublados em maioria. Temperaturas dos locais por onde passamos variaram entre -1°C e +10°C na época.

Moeda: franco suíço – CHF.

Idioma: alemão na região em que estivemos, mas na Suíça o francês e o italiano também são idiomas oficiais. Assim como na Bélgica, o inglês é compreendido e falado pela maioria da população.

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Viagem de carro: Alemanha, Tchéquia e Áustria

Este texto é a introdução de uma viagem que fizemos em agosto de 2017.

A razão pela qual viajamos apenas de carro pela Europa é a Mel, nossa cachorrinha. Ela é idosa e eu não cogito a possibilidade de colocá-la em caixa/bolsa de transporte para que ela fique ali por horas, pois eu sei que é estressante para ela.

Partimos da Bélgica (Oost-Vlaanderen) para Berlim, Praga, Viena, Hallstatt e Munique.

Roteiro resumido:

Dias 1, 2 e 3: Berlim.

Dias 4 e 5: Praga.

Dias 6 e 7: Viena.

Dia 8: parada em Hallstatt.

Dias 8, 9 e 10: Munique e região (Dachau + Füssen).

Sobre o trajeto: partimos para Berlim em torno das 04:00 e chegamos lá 12:00, com uma parada na estrada e obras nas rodovias da Alemanha. De Berlim até Praga, a viagem durou em torno de quatro horas. De Praga até Viena, a viagem durou em torno de cinco horas. Saindo de Viena, paramos depois de três horas em um vilarejo chamado Hallstatt, pois eu já tinha pesquisado sobre o lugar e queria conhecer, mas permanecemos por lá apenas para o almoço e em seguida já retornamos com a viagem de mais três horas até Munique. Retornando, de Munique até onde moramos foram oito horas.

Atenção: para automóveis é obrigatório o uso do vignette (é um adesivo que tem um custo, variando de país para país, e que precisa ser colado no vidro frontal do carro) tanto na Tchéquia quanto na Áustria. A não utilização do vignette gera multa.

Na Alemanha, obras nas estradas ocasionaram bastante lentidão. A Autobahn é conhecida por não ter limite de velocidade para automóveis de determinadas classes, no entanto, existem trechos em que a velocidade é controlada por razões de obras, por serem áreas urbanizadas ou que possibilitam o risco à acidentes, além do mau tempo. As placas de sinalização indicam sobre onde é necessário manter o limite de velocidade.

É indispensável viajar com gps e aparelho com acesso à internet para ter auxílio.

Antes da viagem é importante verificar onde existem postos de combustíveis e estabelecimentos para alimentação, e ainda locais para a utilização de banheiro, que tem custo em todos os lugares por onde passamos.

Acompanhe o blog durante as semanas a seguir para acompanhar o que fizemos em cada lugar que visitamos.

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Até lá!

 

Texto relacionado: Viajando de carro pela Europa

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Viajando de carro pela Europa

É assim que viajamos por aqui: de carro. Então decidi compartilhar um pouco sobre a experiência aqui no blog.

viajando_5As primeiras viagens que fizemos por aqui antes da Mel chegar sempre foram de carro. Até então, não tínhamos viajado por mais de três horas porque nos limitamos a conhecer lugares bem específicos. A Mel tem mais de dezesseis anos e não tem o tamanho para viajar confortavelmente nas bolsas para embarcar em cabine de avião ou em cabine de trem comigo, então para evitar algum tipo de transtorno, foi definido que viajaríamos sempre de carro.

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Atualmente, acredito que seja a maneira que mais permite que as pessoas desfrutem dos lugares aqui na Europa. Independente do meio de locomoção utilizado, quase sempre é possível chegar nos locais que você quiser, entretanto, os lugares mais incríveis do continente europeu estão onde o carro pode chegar com mais facilidade.

Gosto de conhecer as capitais e os lugares mais visitados de cada país, mas eu gosto ainda mais dos locais menos conhecidos e menos disputados por turistas, onde eu consigo apreciar os detalhes dos locais com mais tranquilidade.

Em um pouco mais de dois anos por aqui, conhecemos lugares que jamais conheceríamos se não viajássemos de carro, entre vilarejos, montanhas e praias, lugares que não estão nos roteiros turísticos tradicionais.

Quando você é o guia da viagem e está de carro, pode viajar da forma e no tempo que quiser, o que permite mais liberdade para se programar. Você pode parar em qualquer lugar ao longo do trajeto e mudar os planos sem preocupação.

Continue lendo “Viajando de carro pela Europa”

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Viagem com animais de estimação para a Bélgica

A primeira preocupação que surgiu antes mesmo de definirmos que mudaríamos para a Bélgica foi: “como levar a minha fiel e amada cãopanheira em segurança”. Jamais pensei em deixá-la.

Knokke-Heist | Bélgica

Na época, ela estava com 15 anos de idade. Teve complicações em relação à saúde cinco meses antes da viagem, quando foi diagnosticada com encefalite idiopática e tomou corticoides para a recuperação até um mês antes da viagem.

A Mel não veio comigo.

Eu precisei embarcar na data “X” e não tinha o tempo para que ela embarcasse junto. Cogitei a hipótese de voltar para buscá-la, mas aí pensei no quanto seria estressante para ela ter que permanecer em uma bolsa desconfortavelmente, isso se a permitissem na cabine, pois apesar de ela ter o peso permitido para viajar na cabine de qualquer companhia aérea europeia, ela não ficava de pé confortavelmente dentro da bolsa, e as companhias aéreas exigem isso. Pesquisei bastante e entrei em contato com pessoas que já tinham viajado com os cães em situações parecidas, mas ainda assim comecei a pensar em alternativas para transportá-la.

Até que em uma das conversas entre meu marido e colegas que já moravam na Bélgica, ele recebeu a recomendação de uma pessoa que trabalha com o transporte de animais de estimação de um país para outro. LIVREMENTE! Como se fosse um cão de assistência que pode embarcar solto na cabine.

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Entrei em contato com o profissional e conversamos por alguns dias até eu aceitar que era o melhor para ela, e então contratá-lo, mesmo com as angústias de como seria não estar com ela em uma situação tão diferente de tudo o que ela já tinha vivido.

Ela chegou bem e um pouco assustada, o que eu já imaginava, afinal, a circulação de muitas pessoas nos aeroportos, sons, cheiros, enfim, tudo tão diferente e ainda sem alguém da família com ela, mas o importante é que a viagem foi como o esperado.

A pessoa que contratei trabalha com o transporte de cães e gatos há mais de vinte anos e atualmente usa as redes sociais pessoais (privadas) para divulgar os trabalhos aos contratantes, além de manter contato via WhatsApp e informar a situação do animal em tempo real através de imagens.

Sei que existem empresas que também se responsabilizam pelo transporte do animal, mas na carga de animais vivos e esta é uma hipótese que eu nunca cogitei.

torre eiffel

Não existem voos que partem diretamente do Brasil para a Bélgica, portanto é necessário fazer uma escala já na Europa.  A Mel fez escala na Espanha.

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Aqui, a Mel vive bem e sinceramente acredito que o clima contribuiu demais para a saúde dela, especialmente para a respiração. Visita a médica veterinária regularmente e apesar de estar com a visão dos dois olhos comprometida em razão da idade, os resultados dos exames comprovam que ela é sadia além do que é esperado para a idade.

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Na Bélgica (e na Europa) os cães são bem-vindos em muitos lugares e por isso ela sempre viaja conosco, se hospeda em hotéis, se for necessário também utiliza o transporte público com a gente e já foi até em restaurantes.

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No bonde elétrico em Berlim
Praga – República Tcheca
Flims – Suíça

Abaixo, seguem as instruções para transportar o seu pet.

Para realizar viagens internacionais com animais domésticos é necessário solicitar a emissão do Certificado Veterinário Internacional (CVI – documento que comprova a boa condição sanitária do pet para ingressar em outro país) ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA).

Os postos diplomáticos belgas no Brasil não são responsáveis para orientá-lo nessas questões.

Para transportar um animal de estimação para a Bélgica é necessário seguir rigorosamente as instruções das autoridades na seguinte ordem cronológica:

Primeiramente, procurar um médico veterinário de confiança.

  • Implantar um microchip (ISO 11784 e ISO 11785 – padrão internacional) de identificação no animal de estimação que será transportado. É seguro e não interfere no bem-estar e na saúde do pet.
  • Após, a vacina antirrábica deve ser aplicada por um médico veterinário regulamentado.

Independente de quando foi aplicada a vacina antirrábica pela última vez, é necessário aplicá-la após a implantação do microchip para que a informação seja atualizada.

É importante colar o selo com as informações da fabricação na carteira de vacinação do animal de estimação junto com a assinatura do médico veterinário responsável pela aplicação.

Vale ressaltar que a vacina antirrábica de campanha pública não é aceita.

  • 30 dias após a aplicação da vacina antirrábica no animal, coletar o sangue para a sorologia.

O animal não pode ter o sangue coletado antes de 30 dias.

Aqui começa a contagem regressiva de uma quarentena de 90 dias.

  • Encaminhar o material para um laboratório autorizado pela UE realizar o laudo.

Clique aqui para verificar quais são os laboratórios autorizados pela UE a realizar o laudo no Brasil.

O material deve ser analisado em até 3 dias depois da coleta. É importante que o médico veterinário entre em contato com o laboratório autorizado pela UE antes de encaminhar o material para obter corretamente as informações sobre os procedimentos que são necessários e os cuidados para não invalidar a amostra.

O nível dos anticorpos que neutralizam o vírus da raiva no organismo do animal de estimação deve ser igual ou superior a 0,5 Ul/ml. Se o exame indicar que a quantidade está inferior do que é exigido, será necessário repetir o processo.

O laudo da sorologia tem validade vitalícia desde a data da vacinação seja respeitada.

  • O médico veterinário precisa atestar a saúde do animal de estimação em documento.

O documento tem validade de 72 horas até a emissão do CZI, portanto, é importante solicitá-lo em até três dias antes do agendamento no Ministério (ou VIGIAGRO).

Apenas o documento original é aceito.

O site oficial do MAPA disponibiliza o modelo de documento a ser seguido.

O documento deve conter dados como nome, espécie, raça, sexo, cor, data de nascimento, idade, tipo de pelagem e o número de identificação do microchip do animal, e o que mais for solicitado, além da declaração do médico veterinário responsável que alegue que o animal foi examinado, com carimbo que contenha o registro no Conselho Federal de Medicina Veterinária + assinatura e data. O responsável pelo animal também deve ser identificado no documento.

  • Emissão do Certificado Veterinário Internacional – CVI

É necessário agendar (antecipadamente) entre 10 dias e 03 dias antes do embarque.

O animal de estimação não precisa ir junto.

Os locais que podem ser emitidos o CVI estão listados no site oficial do MAPA.

Para a emissão do CVI, levar os seguintes documentos: 1. comprovante de aplicação do microchip e os adesivos que contém o código; 2. carteira de vacinação que comprove que a vacina antirrábica está em dia; 3. laudo da sorologia com os anticorpos igual ou superior à 0,5 UI/ml; 4. duas cópias dos documentos citados anteriormente (itens 1, 2, 3); 5. certificado de saúde emitido pelo médico veterinário responsável; 6. requerimento para fiscalização de animais de companhia preenchido (clique aqui); 7. comprovante de embarque; 8. endereço de hospedagem/residência no país de destino.

O processo dura um pouco mais de quatro meses, portanto, é importante se programar.

E IMPORTANTE: verificar a disponibilidade na companhia aérea antecipadamente porque é limitado o número de animais domésticos por aeronave.

As informações estão sujeitas a alterações, portanto, atente-se ao site oficial do MAPA. Especialmente sobre os laboratórios que são autorizados para o exame no Brasil, pois infelizmente é comum que existam problemas com os mesmos e já aconteceu até mesmo de o país permanecer sem a licença e o material ter que ser encaminhado para outro país, tornando o processo um pouco mais burocrático.

E não se preocupe, o seu amor de quatro patas não precisará ficar para trás, basta seguir as instruções e optar por uma companhia aérea que respeite os animais que tudo correrá bem!

Caso você queira o contato da pessoa que transportou a minha Mel, fique à vontade para solicitar.

mel_6
Hallstatt – Áustria

Até mais!

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Roteiro: Riviera Francesa + Mônaco, Marselha e P. N. das Calanques

Este texto é a introdução de uma viagem que fizemos na região da Provença (em francês: Provence-Alpes-Côte d’Azur), no sul da França.

Abaixo está o roteiro com informações não detalhadas sobre os destinos que escolhemos, mas nas semanas a seguir serão publicados os textos sobre os locais que visitamos com mais detalhes.

Nos hospedamos em duas cidades, Nice e Marselha, de onde partimos para os demais locais.

O objetivo da viagem foi de aproveitar as praias das regiões.

Passeios com atrações culturais não estão inclusos no roteiro.

Dia 1 (10/08): Saída às 02:30 da Bélgica. Chegamos às 16:00 em Nice e reservamos a tarde do primeiro dia para descansar. À noite, caminhamos pelo calçadão após o jantar.

nice - eu e mel

Dia 2 (11/08): Começamos o dia na Baie des fourmis, em Beaulieu-sur-Mer, caminhamos pela Promenade Maurice Rouvier até a Plage cros dei pin de Saint-Jean-Cap-Ferrat, seguimos para a Plage des marinières, em Villefranche-sur-Mer, visitamos a colina do castelo de Nice e passamos a tarde na praia (Ruhl Plage – Nice).

Dia 3 (12/08): Visitamos um dos vilarejos mais apaixonantes da região: Èze, e também Mônaco.

èze - 1

Dia 4 (13/08): O dia amanheceu nublado, e começamos pela Place Massena de Nice. Mesmo assim, seguimos com o plano de visitar Cannes, mas não conseguimos aproveitar a cidade por causa do clima, então decidimos voltar pelo percurso que possibilita vistas panorâmicas das praias, mas sem parar. Para compensar o dia, jantamos no restaurante que mais nos conquistou durante a viagem.

Dia 5 (14/08): Partimos de Nice para Marselha, parando um pouco para conhecer uma das praias de Saint-Tropez. Ao entardecer, caminhamos no centro de Marselha.

Dia 6 (15/08): Parque Nacional das Calanques: Port Miou, Port Pin, Calanque d’En-Vau.

Calanque d'En-Vau

Dia 7 (16/08): Ilha de Porquerolles a partir de Hyères.

porquerolles _ plage de notre-dame

Dia 8 (17/08): Retorno.

Foi pesquisando sobre o roteiro que faríamos que comecei me encantar pela França (afinal, o país é muitooo além de Paris… ehehe). E hoje, após ter visitado os lugares que mencionei acima, confesso que o país me conquistou como eu jamais imaginei que aconteceria.


Para quem, como nós, pretende ir de carro a partir da Bélgica: na ida levamos treze horas e trinta minutos em 1220 km para chegar em Nice e retornamos de Marseille em doze horas para 1070 km até a Bélgica. Na ida foi tudo conforme o que planejamos, mas na volta saímos de Marseille por volta das 16:00 e a quantidade de carros nas estradas gerando lentidão impactou bastante.

Quilometragem total (incluindo os passeios nas cidades): 3100.

Pedágio: € 226,70 para atravessar a França de ponta a ponta com estradas bem estruturadas. As áreas que beiram as estradas possuem banheiros e locais para quem quiser lanchar também com estrutura.

est. - banheiro
Banheiros

Informações úteis:

Clima (agosto 2018): calor e dias ensolarados durante o dia (e de noite também, ehehe) – afinal, o pôr do sol acontece às 20:30. Temperaturas dos locais por onde passamos começam e encerram entre 20°C e 25°C na época, ultrapassando 30°C à tarde.

Moeda: euro.

Idioma: francês.

Tomada:

post 1 - tomada

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