Este texto é a introdução de uma viagem (de carro) que fizemos pela Itália, onde visitamos as regiões da Lombardia, Ligúria, Toscana e a cidade de Veneza.
Partimos da Bélgica (Oost-Vlaanderen) diretamente para a região da Lombardia, onde nos hospedamos em Milão.
Milão foi nosso descanso depois de onze horas na estrada. Foram duas diárias na cidade. Visitamos as atrações que queríamos e então continuamos a viagem.
Entre La Spezia e Firenze, decidimos parar em Pisa (Toscana). Foi rápido, apenas aproveitamos que a cidade estava no caminho para visitar a Torre de Pisa, e ali, observamos, fotografamos, tomamos um sorvete por causa do calor que estava bem intenso, e voltamos para a estrada.
Continuando, Veneza (região: Vêneto). Visitamos a cidade rapidamente com o objetivo de levar a Mel passear de gôndola. Missão cumprida!
Foi apenas uma diária na cidade.
Para encerrar, a encantadora Sirmione (Lombardia).
Sirmione é uma das cidades em torno do Lago di Garda. Amei tanto, é charmosa, florida, colorida, cheirosa, apaixonante! Foi apenas uma diária em Sirmione, suficiente para querermos voltar e aproveitar um pouco mais.
De lá, partimos de volta à Bélgica.
Acompanhe o blog durante as semanas que virão para acompanhar as publicações onde comentarei com mais detalhes sobre os locais que visitamos e, talvez, se inspirar.
Locomoção
Utilizamos carro para a locomoção até os destinos e entre eles.
Em Milão, utilizamos o transporte público da cidade para nos locomovermos até o centro, pois o hotel que escolhemos era um pouco afastado.
Na Ligúria, utilizamos trem e barco para visitarmos os vilarejos de Cinque Terre e barco para chegarmos em Portovenere. Para ir até Santa Margherita e Portofino, fomos de carro.
Na Toscana, carro foi o nosso meio de transporte de Firenze os vilarejos que visitamos: Montalcino, Pienza, Montepulciano, Siena e San Gimignano. Em Firenze, fizemos praticamente tudo caminhando.
Em Veneza, carros não entram. O estacionamento Autorimessa Comunale foi nossa opção (importante fazer a reserva antecipadamente). Barco é o transporte público de Veneza, e foi assim que chegamos até o hotel. Em Veneza fizemos tudo a pé, afinal, foi apenas um dia na cidade e e não fomos além do centro.
Acredito que o transporte público da Itália acessa a maioria dos lugares onde estivemos, porém, a locomoção de carro é mais interessante pela praticidade e por causa das paisagens entre um lugar e outro. Pedágios dos percursos que fizemos: total de 105,00 €.
Informações úteis:
Clima (setembro 2020): Temperaturas entre 15°C e 33°C com o sol nos acompanhando na maioria dos dias.
No artigo de hoje vou compartilhar um pouco da nossa viagem pela Capadócia, na Turquia, em setembro de 2022. Foram quatro dias na região.
O passeio de balão na Capadócia era algo que eu, particularmente, já desejava há algum tempo. Não tinha sido possível realizar antes e ainda bem que a ideia foi concretizada em 2022, pois se tivéssemos esperado mais um pouco sabe-se lá quando seria possível devido a todas as mudanças que começaram a acontecer desde então (foi lá que eu engravidei).
Uma dúvida que surgiu desde o início da programação da viagem foi em relação ao clima, pois pretendíamos viajar em setembro, e sobre isso o que eu tenho a comentar é que foi ótimo. No início da manhã e depois do pôr do sol o clima era mais gelado, mas durante o dia era quente. As temperaturas variaram bastante: +6 a +32. O clima estava bem seco e todos os dias permaneceram ensolarados.
Em seguida, começamos a pesquisar as possibilidades de voos. Buscávamos por voos que fossem direto da Bélgica até a região da Capadócia, mas o melhor que conseguimos no quesito custo-benefício foi indo e voltando por Amsterdam. Na Capadócia, utilizamos o aeroporto de Kayseri. A companhia aérea que utilizamos foi a Pegasus. O concierge do hotel que nos hospedamos agendou os meios de locomoção que utilizamos, taxi ao chegarmos e van ao partirmos, pois o aeroporto de Kayseri é distante de Göreme.
E já que mencionei sobre hospedagem, não posso deixar de recomendar o lugar onde nos hospedamos: Luvi Cave Hotel, em Göreme, um dos vilarejos mais apaixonantes da região.
O hotel é tão charmoso! E novo…
O quarto (caverna) que escolhemos era limpo, aconchegante e confortável. Sempre tinha garrafas de água sem gás disponíveis no quarto. O café da manhã era delicioso. Gurkan (concierge) e toda a equipe foram sempre muito simpáticos, atenciosos e prestativos. Max, o cocker spaniel, é tão fofo e torna a estadia ainda mais especial, impossível não se apaixonar por ele.
buffet (café da manhã)
Tem um terraço lindamente decorado onde fica o bar com assentos de todos os tipos para que os hóspedes possam relaxar. É de lá que também podemos observar os balões flutuando no ar pela manhã… é deslumbrante!
Excelente localização, apenas dois minutos a pé do centro.
Fizemos o check-out às 3h da manhã e recebemos uma caixa para cada um com suco, sanduíche e fruta para nossa viagem. Tão gentil!
Foi, sem dúvidas, um dos serviços de hotelaria mais impecáveis que já experenciamos. Eu amei a hospedagem e recomendo demais!
Se tinha algo que nos preocupava antes da viagem era que o passeio de balão acontecesse, pois o clima pode ser fator de cancelamento da atividade. Por isso, para aumentar as chances de que o passeio de balão aconteça (caso seja necessário cancelar), é bom pensar na possibilidade de passar três dias ou mais na região.
O concierge do hotel agendou nosso passeio de balão pela operadora Butterfly. Fizemos o passeio de balão no dia seguinte da chegada.
De madrugada (04:40), uma van foi nos buscar no hotel e nos levou até o local onde deveríamos pagar pela atividade e poderíamos tomar café da manhã antes de seguirmos até a área de onde os balões partiriam.
No balão que embarcamos, tinha o condutor no centro do cesto e mais 16 pessoas. O espaço é dividido e fica confortável para todos os passageiros apreciarem a viagem. O balão subiu antes do nascer do sol e permanecemos cerca de uma hora e trinta minutos no ar. Foi lindo ver o sol nascer em um lugar com uma beleza natural tão diferente de tudo o que já tínhamos visto, com balões no ar trazendo ainda mais magia. Uma experiência que vale a pena ser vivida!
Em solo, recebemos um certificado do voo e uma medalha, além de uma taça de espumante para celebrarmos uma das experiências mais incríveis que já tivemos a oportunidade de vivenciar. Membros da equipe que ficam atentos para buscar os balões prepararam uma mesa com bolos e frutas para o nosso grupo exatamente onde aterrissamos. Gentilezas que fazem a diferença e contribuem para que a Butterfly seja uma das operadoras mais procuradas pelos viajantes.
Depois, uma van nos levou de volta até o hotel que estávamos hospedados.
Foi tudo tão incrível do início ao fim que faltam palavras para descrever como foi a experiência.
O voo de balão é filmado e o vídeo pode ser comprado.
É um museu ao ar livre onde estão mosteiros, igrejas, capelas, afrescos (pinturas na parede/teto), e conserva algumas das características do período das escavações, provavelmente entre os séculos X e XII. É um exemplo da arquitetura da Capadócia e uma das atrações mais interessantes para visitar em Göreme.
Em 1984 foi listado como Patrimônios Mundial pela UNESCO.
Não é permitido fotografar no interior da maioria das construções.
A forma mais fácil de visitar os vales é através de taxi ou tours. Nós contratamos um taxista na rua para nos levar ao Love Valley, Red Valley e Rose Valley. Dica: peça sugestão no hotel onde estiver hospedado.
O Love Valley é bastante procurado no período da manhã para fotos, quando os balões estão no ar e podem passar por ali (sempre vai depender da direção do vento). Nós visitamos os vales no período da tarde e estava bem tranquilo, acredito que até mesmo porque o clima não estava tão agradável para caminhar.
O formato bastante curioso das rochas sem intervenção do ser humano contribuem para a popularidade do vale.
As formações dos vales da Capadócia são o resultado de cinzas vulcânicas erodidas que ocorreram há cerca de sessenta milhões de anos.
Nós não exploramos os vales caminhando, pois além de estar bastante quente, não tínhamos tempo. Parece que os percursos entre os vales não possuem estrutura de banheiro ou área de descanso, então vale a pena refletir antes de se aventurar entre as trilhas.
Red Valley (Kizil Vadasi)
Como o nome já indica, é um vale com formações rochosas em tons de vermelho.
Para visitar com mais tranquilidade, vale a pena contratar um tour ou um guia para não correr o risco de se perder. É um passeio bastante procurado durante o nascer e o pôr do sol porque os tons de vermelho ficam mais intensos.
Tem um café bem pequenininho chamado Crazy Ali Panorama Cafe com acomodações ao ar livre que oferece bebidas e petiscos para o visitante. Está localizado há aproximadamente quinze minutos de carro de Göreme. Nós chegamos mais de uma hora antes do pôr do sol e conseguimos nos acomodar em um lugar com vista panorâmica bem legal. Pedimos bebidas e uma porção de batata frita para aguardar.
Na região também tem barracas com produtos da região sendo vendidos.
Rose Valley (Güllüdere Vadisi)
Como o nome já indica, é um vale com formações rochosas em tons de rosa.
Para visitar com mais tranquilidade, vale a pena contratar um tour ou um guia para não correr o risco de se perder. É um passeio bastante procurado durante o nascer e o pôr do sol porque os tons de rosa ficam mais intensos.
Nós observamos apenas de longe.
Uçhisar Castle
Visitamos o castelo no final da tarde para aproveitamos e assistirmos ao pôr do sol de lá de cima.
Particularmente, achei todas as vistas panorâmicas que o castelo proporciona mais interessantes do que o castelo em si, pois o interior era bem parecido com um pouco de tudo que já tínhamos visitado na região e os cômodos estavam, majoritariamente, vazios. É o ponto mais alto da Capadócia, então vale a pena visitar com o objetivo de observar os vales.
Göreme Sunset Viewpoint
Como o nome já indica, é um dos lugares onde os visitantes mais procuram para assistir ao pôr do sol na região. Não foi o nosso caso, pois estivemos lá no período da manhã.
Chegamos lá e caminhamos um pouco pelo local.
Antes de retornarmos ao vilarejo, paramos na barraca com frutas em exposição logo na entrada e eu pedi um suco de melancia que estava delicioso e ajudou a refrescar.
Tem também um café com mesas e assentos que os visitantes podem se acomodar no fim do dia.
Green Tour
O passeio foi recomendado e agendado pelo concierge do hotel com a agência Hereke Travel.
No passeio estão inclusas as atrações:
Selime Monastery
Foi um dos lugares mais impressionantes que visitamos na Capadócia. Uma diversão para adultos!
Além de ter sido um dos templos religiosos mais importantes para os cristãos, também foi utilizado como base militar devido à sua localização.
O guia começou conduzindo o grupo e explicando a história do mosteiro (subir/descer o local não é tão simples). Depois, pudemos explorar o local à vontade com horário para nos encontrarmos na van e seguir com o passeio. Tantos cantos para serem explorados, passagens/túneis até um pouco assustadores por causa da escuridão.
E ainda proporciona vistas panorâmicas incríveis.
Ilhara Valley
A formação do cânion aconteceu através do resfriamento da lava do vulcão Hasandagi.
Lá, nós caminhamos pelas margens do Rio Melendiz até um dos restaurantes do vale para almoçarmos. Aliás, alguns dos restaurantes que beiram o rio possibilitam que o visitante se acomode nos bangalôs sobre a água, e parece ser agradável.
Eu não lembro o nome do restaurante que almoçamos, mas para um restaurante em um lugar onde o foco são os turistas, a comida estava melhor do que eu esperava. O restaurante oferecia pratos já prontos, apenas a proteína podia ser escolhida.
O vale é bastante arborizado e nos meses mais quentes é agradável de visitar. É interessante para quem deseja estar um pouco mais em contato com a natureza ali na região.
Derinkuyu Underground City
Uma das cidades subterrâneas da Capadócia, descoberta em 1963. Foi interessante visitar com alguém que conhecia a história do local para explicar como cerca de vinte mil pessoas viveram ali por séculos.
O documento mais antigo já encontrado que parece ser sobre Derinkuyu é de 370 a.C., e mais recentemente foi descoberto que muitas das cidades subterrâneas da região estão conectadas através de túneis.
A cidade subterrânea de Derinkuyu possui dezoito andares e atinge cerca de oitenta e cinco metros abaixo do solo, mas apenas oito andares podem ser visitados.
O acesso não é fácil.
Pigeon Valley
A vista panorâmica para castelo de Uçhisar foi o que mais me atraiu.
As informações do site oficial da agência dizem que apenas as bebidas do almoço não estão inclusas no preço.
Atenção: já no final do passeio, fomos levados a lojas onde os vendedores ofereciam artigos/produtos da região desesperadamente, e eu acho que os preços eram bem acima do normal, o que, infelizmente, parece ser bastante comum entre os passeios da região. É legal ter lembranças da região? Eu acredito que sim se fizer sentido para a sua vida, mas é bom ter senso crítico em relação aos estabelecimentos com foco no turista que claramente está disposto a gastar dinheiro e aparentemente pode ser iludido/enganado.
Locomoção
Diferente da maioria das viagens que fazemos, utilizamos bastante o serviço de taxi porque acreditamos que seria mais prático do que alugar um automóvel, já que o gps não é tão confiável e as estradas não são bem sinalizadas.
O transporte público da região não é tão eficiente.
Atenção: Lá em cima eu já sugeri que você peça sugestão no hotel onde estiver hospedado, pois nós acabamos contratando o serviço de um taxista na rua, perto do Göreme open-air museum, que nos levou até os vales que queríamos visitar, mas também incluiu visitas a uma loja de tapetes e a uma loja de cerâmicas que eram caça-turistas, porém, só percebemos depois. Eu não tinha interesse em comprar tapetes até porque as peças nem combinariam com a decoração da minha casa, mas queria trazer cerâmicas da região e ainda não tinha conseguido entrar nas lojas do vilarejo para ter noção do que eu poderia encontrar, e então, no dia seguinte, percebi que poderia ter comprado peças exatamente iguais por quase um quinto do preço que tinha sido pago. E aí começamos a refletir sobre o carisma quase que desesperado da vendedora que era brasileira e a tudo o que fomos induzidos. Na hora de ir embora, ela nos acompanhou até o lado de fora do estabelecimento e perguntou quem era o taxista que tinha nos levado até lá, provavelmente, porque deve ter comissão para todas as pessoas que levam turistas até lá. Chegando na Bélgica, decidi pesquisar sobre o estabelecimento e não conseguia encontrar informações a respeito. Busquei mais profundamente pelo Google Maps e encontrei informações, com isso, encontrei também relatos de pessoas comentando que o nome do lugar sempre mudava, pois a lógica é que assim seria mais fácil evitar avaliações/opiniões negativas na internet.
Restaurantes
Seten Restaurant
A maioria dos pratos que o restaurante oferece é da região.
Praticamente todas as opções do cardápio eram servidas com carne, então acabei escolhendo a opção sem carne que mais me agradou naquele momento, mas que não era exatamente o que eu queria, porém, o sabor estava delicioso.
penne arrabiata
O espaço em si é agradável, tem uma área onde os clientes podem degustar apenas de bebidas que é mais temática, descontraída e aconchegante. Parece que às vezes tem música ao vivo.
É bem tradicional e a comida é ótima! E o ambiente é super agradável.
Nós compartilhamos mezze plate e o tradicional pottery kebab vegetariano. Tudo delicioso! E como é possível observar, foi muuuita comida!
Foi o restaurante que mais tivemos vontade de voltar.
O pottery kebab é oferecido em praticamente todos os restaurantes da região. A comida é apresentada dentro de um pote de cerâmica que vem fechado e então é aberto cuidadosamente na frente do cliente.
Encontramos informações sobre o restaurante no TripAdvisor e os pratos pareciam ser bem interessantes. E eram.
Uma entrada foi servida como cortesia, mas eu não lembro o que era e nem se estava bom.
Eu fui desatenta na escolha que fiz, já que, novamente, as opções sem carnes eram poucas. Eu pedi quiabo, e eu não gosto de quiabo! Foi frustrante. Para quem gosta, é um dos pratos mais tradicionais da região.
Meu marido pediu pottery kebab de carne.
O restaurante não tem site, mas se você digitar o nome no Google, encontrará mais informações.
Cratus Restaurant
É um restaurante mais moderno que oferece opções um pouco mais variadas, não tão regionais.
Ambos os pratos estavam ótimos!
chocolate suffle
Do terraço é possível observar o vilarejo de Göreme.
Este é um dos artigos sobre uma viagem pela ilha de Fernando de Noronha. Recomento a leitura do que já publiquei anteriormente para acompanhar/entender o roteiro da viagem.
Último dia. Acordamos e nos arrumamos para irmos até porto, pois lá iniciaríamos uma atividade com canoa havaiana às 05:30.
Não conseguimos contato com a operadora de taxis, então decidimos ir caminhando até lá, mas ainda assim atrasaríamos, pois o tempo que levaríamos para chegar até lá seria de vinte e cinco minutos. Logo que chegamos na rodovia BR-363, vimos um buggy se aproximando e pedimos carona (já sabíamos que a carona é bastante comum na ilha), e então chegamos no horário que tínhamos previsto.
Operadora: Noronha Va’a. Antes de embarcarmos, ainda na areia, recebemos os remos e o instrutor explicou como a canoa havaiana funciona no mar. É um trabalho em equipe onde todos precisam remar. Itinerário: Ponta do Air France, Rugido do Leão, Praia do Cachorro, Praia do Meio, e Praia da Conceição com parada para banho e retorno à Praia do Porto. Duração: 2 horas. Se eu não me engano, 90% dos grupos que passeiam pela manhã veem golfinhos (inicialmente, nós iríamos um dia antes, e soubemos que os golfinhos não apareceram, então ainda bem que mudamos a data por causa do mergulho que decidimos fazer em cima da hora um dia antes, pois vimos muuuitos golfinhos).
Não temos fotos, pois todos os aparelhos eletrônicos devem permanecer guardados em uma caixa que só podemos pegar quando paramos de remar. Foi lindo, pois eles passam bem pertinho, saltam e rodopiam.
Voltamos para a pousada e tomamos o nosso último café da manhã já em clima de despedida, com saudade. Depois, hora de organizar as malas para o retorno.
E por aqui se encerra a nossa viagem pela ilha. Foi demais!
E Fernando de Noronha é tudo aquilo, sim! É tudo e um pouco mais do que eu imaginei que seria. Só indo para saber, então, se tiver oportunidade, apenas vá!
Este é um dos artigos sobre uma viagem pela ilha de Fernando de Noronha. Recomento a leitura do que já publiquei anteriormente para acompanhar/entender o roteiro da viagem.
Após mais um delicioso café da manhã na pousada, iniciamos as atividades do dia na região do Museu do Tubarão, seguindo pela trilha até a Capela de São Pedro dos Pescadores, Ponta da Air France e Praia do Porto de Santo Antônio para um mergulho com cilindro ali mesmo.
Mergulhamos com a operadora Mar de Noronha e o fotógrafo David Luiz nos fotografou durante a atividade.
As fotografias não estão inclusas no preço do mergulho (é opcional).
O instrutor Fábio explicou tudo o que precisávamos saber sobre o mergulho, e então seguimos da areia até o mar já com quase todos os equipamentos ajustados no corpo. Iniciamos o mergulho e fomos avançando pouco a pouco pelo fundo do mar, guiados. Sentimos a pressão nos ouvidos levemente. Pudemos mergulhar mais livremente e nos sentimos mais confortáveis em comparação ao mergulho do dia 3. E vimos muuuito mais animais.
Acredita-se que o navio Eleani Stathatos naufragou na Praia do Porto de Santo Antônio propositalmente para que o valor do seguro da carga fosse recebido. Atualmente, é o abrigo de cardumes.
Uma das experiências mais incríveis que vivenciamos durante os dias que estivemos na ilha. Recomendo demais!
Após, ficamos um pouco por ali, mas logo partimos para a praia que eu considero ser a mais bonita da ilha: Baía dos Porcos.
Tinham arraias por ali, pequenas e grandes. Nadamos um pouco e fotografamos.
Depois, voltamos para a pousada e nos arrumamos para ir até as Ruínas do Forte de Santo Antônio para assistir ao último pôr do sol na ilha.
E em seguida, encerrarmos a noite no restaurante Mergulhão, perto dali.
camarão com moranga + acompanhamentos
Sobremesa: tartelete chocante (nougatine de castanha de caju, caramelo salgado, ganache de chocolate e sorvete de cupuaçu – bom demais!).
Aproveitamos que o clima estava agradável e voltamos caminhando até a pousada, aproximadamente vinte e cinco minutos.
Este é um dos artigos sobre uma viagem pela ilha de Fernando de Noronha. Recomento a leitura do que já publiquei anteriormente para acompanhar/entender o roteiro da viagem.
Acordamos, tomamos café da manhã na pousada e nos organizamos para ir até o ponto de encontro para o passeio de catamarã no período da manhã.
Optamos pela operadora Trovão dos Mares para o passeio de catamarã por oferecer almoço durante a parada para banho na Praia do Sancho e por oferecer serviço de transporte (ida/volta). O itinerário de quase todas as embarcações é praticamente o mesmo, pois a navegação acontece pelo mar de dentro da ilha, então são os detalhes que mudam.
Fomos até o ponto de encontro e de lá pegamos a van que nos levou até o Porto de Santo Antônio para embarcarmos.
Durante a navegação do porto até a Ponta da Sapata escutamos de um dos membros da tripulação explicações sobre as curiosidades da ilha. Nós tivemos a sorte de ver grupos de golfinhos perto do porto e foi lindo demais. Já na volta, o catamarã parou na Praia do Sancho e lá pudemos nadar à vontade. Depois de uma hora o almoço foi servido. Não esperávamos nada de sensacional em relação à comida, afinal, compreendemos a dificuldade disso, mas tudo o que foi servido estava bem gostoso, inclusive, se alguém tiver alguma restrição alimentar é possível conversar com a equipe antecipadamente para que seja verificado o que pode ser feito. Em seguida, navegamos de volta até o porto.
ponta da sapata
O agendamento foi feito através de WhatsApp. São cinco horas de duração. Se eu não me engano, 09:30 até 15:30.
Logo em seguida de embarcarmos, é oferecido o serviço de fotografia. Eu achei que as fotos embaixo d’água ficaram legais (levando em consideração nossas habilidades), porém, eu não gostei das fotos durante a navegação porque, aparentemente, as lentes da câmera não estavam tão limpas, provavelmente por causa de respingos de água, e aí o resultado não ficou legal.
Tínhamos o objetivo de ir até o Bar do Meio e assistir ao pôr do sol acomodados lá, porém, quando chegamos já não havia mais disponibilidade, então nos acomodamos nas pedras entre a Praia do Meio e a Praia da Conceição lá ficamos até não vermos mais o sol.
Fomos até o restaurante Delícias da Ná para jantarmos.
Compartilhamos os camarões no varal com acompanhamentos. Nada de excepcional, mas os camarões e todos os acompanhamentos estavam muito bons. De sobremesa, compartilhamos um petit gâteau com sorvete.
Este é um dos artigos sobre uma viagem pela ilha de Fernando de Noronha. Recomento a leitura do que já publiquei anteriormente para acompanhar/entender o roteiro da viagem.
Depois de tomarmos nosso café da manhã na pousada, novamente fomos até os mirantes do Sancho e do Morro Dois Irmãos para mais fotos.
Seguimos para a Praia do Leão apenas para observar, pois o mar estava bastante agitado. Para mim, é uma das praias mais bonitas da ilha (levando em consideração as praias que eu tive oportunidade de visitar).
Decidimos caminhar por cerca de quinze minutos pela trilha Forte São Joaquim do Sueste até o Mirante do Sueste.
Na minha opinião, um dos lugares mais lindos da ilha. Vimos, além da Baía do Sueste e das ruínas do Forte de São Joaquim do Sueste, algumas ilhas secundárias do Arquipélago de Fernando de Noronha: Ilha do Chapéu de Sueste, Ilha Cabeluda, Ilha dos Ovos, Ilha dos Trinta Reis e Ilha do Frade.
baía do sueste
Caminhamos por mais vinte minutos até a Baía do Sueste e lá praticamos snorkeling com um guia que nos levou para ver tartarugas marinhas e outros animais. Não sei se foi sorte ou azar vermos as barbatanas de três tubarões apenas quando a praia já tinha sido fechada e aguardávamos do lado de fora por um taxi (eles passaram exatamente por onde nós estávamos nos banhando cerca de trinta minutos depois que saímos do mar).
É fácil observar tartarugas marinhas e tubarões por ali porque é um local de alimentação de ambos, e também peixes, lagostas ou polvos. Importante observar que existem divisórias no mar que devem ser respeitadas pelo visitante. À esquerda é proibido nadar porque é a região onde pesquisadores estudam a vida marinha dali. No meio é permitido nadar livremente. À direita é permitido nadar desde que com colete salva-vidas para flutuar e não encostar nos corais. Como em todas as outras praias, é proibido tocar nos animais independente da área. Para observar a vida marinha com mais facilidade, vale a pena contratar um guia que te levará até os locais onde os animais costumam permanecer.
informações
Foi da Praia do Bode que assistimos ao mais lindo pôr do sol durante nossa estadia na ilha. Parece que é a praia mais procurada para casamentos e o motivo é justamente o que pode ser visto de lá.
Para ir embora, foi difícil conseguir contato com a empresa que opera os taxis, mas no final deu tudo certo.
De noite, jantamos no restaurante Varanda.
entrada: iscas de peixe
risoto de camarões crocantes
frutos do mar com arroz preto
sobremesa: trio de brigadeiro + sorvete
A entrada não tinha nada demais em relação ao sabor. Os dois pratos principais que pedimos estavam deliciosos. Sobremesa: sensacional.
Este é um dos artigos sobre uma viagem pela ilha de Fernando de Noronha. Recomento a leitura do que já publiquei anteriormente para acompanhar/entender o roteiro da viagem.
Depois de iniciarmos o dia com um café da manhã na pousada que nos hospedamos, fomos até a Praia do Cachorro caminhando, e lá permanecemos até um pouco antes do horário um passeio no período da tarde.
Aguardamos cerca de uma hora na fila para fotografarmos no Buraco do Galego, à direita da praia. É uma piscina natural que se forma dependendo da maré, não sei se vale a pena por causa do desconforto durante a espera, mas já que estávamos ali…
Voltamos para a pousada, ficamos um pouco na piscina e nos arrumamos para a atividade mais aguardada do dia: mergulho com cilindro.
Optamos pela operadora Noronha Diver porque gostamos da infraestrutura no geral, especialmente pelo serviço de transfer até a pousada e pela qualidade de todos os equipamentos que são disponibilizados para o mergulho.
Embarcamos no catamarã no Porto de Santo Antônio e durante a navegação até a Ilha Rata recebemos orientações dos instrutores sobre tudo o que envolve o mergulho.
O mergulho não é livre: o instrutor é responsável por guiar/conduzir o visitante durante todo o percurso, em torno de quarenta e cinco minutos.
Nós descemos a um pouco menos de dez metros de profundidade, e por causa da rapidez que descemos, eu senti uma pressão absurdamente intensa nos meus ouvidos (isso não tinha acontecido quando mergulhamos na nossa lua de mel em 2015 e também não aconteceu durante o mergulho que realizamos na Praia do Porto de Santo Antônio no nosso penúltimo dia na ilha). As restrições sobre o que não é permitido fazer durante o mergulho são muitas, e isso causa um pouco de tensão, ficamos tão preocupados em não desrespeitar as regras que acabamos não relaxando.
Nós contratamos os serviços de fotografia e de filmagem oferecido pela equipe CILIARES Foto & Vídeo – FN, que são oferecidos durante a navegação até o local de mergulho. As fotos podem ser compradas individualmente no escritório da empresa. O vídeo é definido por duração e é disponibilizado depois de dois dias do passeio. Compartilhei o vídeo YouTube, clique aqui para assistir.
Assistimos ao pôr do sol da área da piscina da pousada que nos hospedamos.
Para finalizar o dia, jantamos no restaurante O Pico.
Este é um dos artigos sobre uma viagem pela ilha de Fernando de Noronha. Recomento a leitura do que já publiquei anteriormente para acompanhar/entender o roteiro da viagem.
Tomamos o nosso primeiro café da manhã na pousada e foi maravilhoso, tudo tão bom!
Começamos por: Praia do Sancho.
No PIC – Posto de Informação e Controle -, apresentamos o ingresso que autoriza a entrada nas áreas do Parque Nacional Marinho. Seguimos por uma passarela bem estruturada até o local de acesso à praia, onde aguardamos um pouco pelo horário de descida.
horários
É preciso descer pelas escadas que ficam presas nas fendas entre as rochas para chegar até a praia. Para voltar, idem (subir).
Deixamos nossas coisas na areia e fomos para o mar. Ficamos na região um pouco depois de onde as ondas se formavam porque as ondas estavam se quebrando agressivamente. Vimos peixes e arraias ao praticarmos snorkeling. Ficamos apenas até o horário da próxima subida, pois iríamos fazer um passeio de barco com parada na Praia do Sancho para banho em outro dia.
Após nos banharmos na praia que já foi eleita a melhor do mundo, seguimos a trilha até o Mirante do Morro Dois Irmãos e depois de nos deslumbramos com a Baía dos Porcos vista de cima, descemos até lá, onde permanecemos por algum tempo.
mirante do morro dois irmãos
baía dos porcos
Desinformados, nós não verificamos as tábuas das marés e quase ficamos encurralados na Baía dos Porcos porque a maré subiu enquanto estávamos lá e não percebemos (mesmo estando apenas nós na praia). Na verdade, só notamos na hora que estávamos indo embora, pois algumas das pedras por onde havíamos passado estavam submersas. Por sorte, cruzamos com uma pessoa que, aparentemente, conhecia a ilha e nos auxiliou com a passagem de volta para a Praia da Cacimba do Padre (para acessar a Baía dos Porcos é necessário passar pela Praia da Cacimba do Padre, à esquerda), onde as ondas batiam com força nas pedras e a maré já ultrapassava os meus joelhos.
Nos acomodamos na Praia da Cacimba do Padre, onde tem barraca com serviço de porções e bebidas para quem se interessar, e por ali permanecemos até o fim da tarde.
Assistimos a um pôr do sol maravilhoso da Praia da Conceição.
Escolhemos o restaurante Cacimba Bistrô para jantarmos.
Todos os pratos foram compartilhados por nós dois. Entrada: iscas de peixe empanadas com farinha de amêndoas e farinha de castanhas acompanhadas com molho de mostarda e mel, e fritas. Prato principal: strogonoff de camarão acompanhado por batata palha e arroz. Sobremesa: sorvete de chocolate com calda.
Este é um dos artigos sobre uma viagem pela ilha de Fernando de Noronha. Recomento a leitura do que já publiquei anteriormente para acompanhar/entender o roteiro da viagem.
Como já comentei anteriormente, chegamos na ilha no fim de tarde. Fomos recebidos pela equipe da pousada onde nos hospedamos e encaminhados para a van junto com os hóspedes das pousadas do grupo EKOS, que inclui, além da Pousada Colina, a Morena e a Paraíso. Chegamos na pousada, nos acomodamos, curtimos um pouco a vista do nosso quarto, e de noite fomos jantar no Restaurante do Vale.
O restaurante fica na Pousada do Vale, onde iríamos nos hospedar em 2016 (se não tivéssemos nos mudado para a Bélgica). Nós tínhamos gostado de absolutamente tudo na pousada e só não nos hospedamos nela em 2021 porque quando começamos a pesquisar sobre acomodação já não havia mais disponibilidade.
Foi a melhor experiência gastronômica que eu tive na ilha. Comida deliciosa, ambiente agradável e atendimento excelente. Foi incrível!
Eu pedi um risoto de salmão com molho de maracujá que estava incrível!
Meu marido pediu o prato que é nomeado como CACIMBA (foto do site oficial do restaurante): atum selado na crosta de gergelim, purê de wasabi, couve manteiga crispy e molho tarê. Ele também elogiou bastante.
De sobremesa, compartilhamos um bolo de chocolate recheado com brigadeiro, servido com farofa doce, sorvete de creme e calda de café. Sensacional!
Tudo impecável! Só não voltamos porque uma das coisas que mais gostamos de fazer quando viajamos é diversificar restaurantes.
Para mais informações sobre o restaurante, clique aqui.
Um primeiro dia bem curtinho na ilha, porém, inesquecível!
Nossa viagem pela ilha de Fernando de Noronha começou, virtualmente, lá em 2013, quando pesquisávamos destinos para a nossa lua de mel e cogitamos a possibilidade da ilha. O destino da nossa lua de mel foi outro (já compartilhei sobre – artigo 1 e artigo 2) e Fernando de Noronha se tornou o destino onde celebraríamos um ano de casamento. Em 2016, estava TUDO devidamente planejado para a viagem pela ilha, porém, exatamente três meses antes da viagem surgiu a oportunidade de mudarmos para a Bélgica (a mudança aconteceria exatamente na semana que planejávamos estar na ilha). Então, a viagem para Fernando de Noronha foi cancelada e ficou em standby.
Depois de cinco anos morando na Bélgica, voltamos juntos pela primeira vez para o Brasil em novembro/2021, e foi aí que Fernando de Noronha aconteceu! E foi lá que celebramos seis anos de casamento.
Localizada no estado de Pernambuco, a ilha está localizada à 545 km da costa e foi listada como Patrimônio Mundial Natural pela UNESCO em 2001.
O acesso à ilha é limitado, por isso, é importante se programar com antecedência.
Quem quiser visitar a ilha precisa pagar uma taxa de preservação ambiental referente à quantidade de dias que permanecerá na ilha. Pagamento online através do site oficial do Governo. Da Bélgica, país onde eu moro, só consigo acessar o site oficial do Governo através de uma VPN.
Nós partimos do aeroporto de Guarulhos com a companhia aérea GOL. A conexão foi em Recife, e então chegamos em Fernando de Noronha. A partir de 2022 existirá a possibilidade de ir até a ilha pela companhia aérea AZUL sem escala a partir do aeroporto de Campinas – Viracopos.
Hoje, vou contar um pouco das atividades que vivenciamos sem entrar em detalhes, mas nas semanas que virão, vou contar mais detalhadamente sobre nossas experiências nos dias que estivemos na ilha.
Dia 1: Chegamos na ilha no fim de tarde. Nos acomodamos na pousada e de noite fomos jantar no Restaurante do Vale (para nós, a gastronomia presente na ilha faria/fez parte da viagem como um todo).
Dia 2: Tomamos o nosso primeiro café da manhã na pousada e seguimos até a Baía do Sancho. Após um banho de mar na praia que já foi eleita a melhor do mundo, seguimos a trilha até o Mirante do Morro Dois Irmãos e depois de vermos a Baía dos Porcos de cima, descemos até lá. Assistimos a um lindo pôr do sol acomodados na Praia da Conceição.
Dia 3: Visitamos a Praia do Cachorro durante a manhã, curtimos um pouco a piscina da pousada antes do mergulho com cilindro na Ilha Rata e depois voltamos para a piscina, onde aproveitamos com drinks e snacks até o sol se pôr.
Dia 4: Novamente, visitamos os mirantes do Sancho e do Morro Dois Irmãos para fotos. Seguimos para a Praia do Leão e, de lá, decidimos caminhar pela trilha Forte São Joaquim do Sueste até o Mirante do Sueste, onde foi possível ver, além da Baía do Sueste e das ruínas do Forte de São Joaquim do Sueste, algumas das ilhas secundárias do Arquipélago de Fernando de Noronha: Ilha do Chapéu de Sueste, Ilha Cabeluda, Ilha dos Ovos, Ilha dos Trinta Reis e Ilha do Frade. Praticamos snorkeling na Praia do Sueste e depois fomos até a Praia do Bode para assistirmos ao mais lindo pôr do sol durante nossa estadia na ilha.
Dia 5: Dia de passeio de catamarã com almoço. Depois, curtimos um pouco a piscina da pousada antes de nos arrumarmos para assistirmos ao pôr do sol da Praia do Meio e jantarmos.
Dia 6: Iniciamos o dia na região do Museu do Tubarão, seguimos a trilha até a Capela de São Pedro dos Pescadores, Ponta da Air France e depois seguimos até a Praia do Porto de Santo Antônio para um mergulho com cilindro ali mesmo. Após, ficamos um pouco por ali, mas logo partimos para a praia que eu considero ser a mais bonita da ilha: Baía dos Porcos. Voltamos para a pousada, nos arrumamos e fomos até as Ruínas do Forte de Santo Antônio para assistir ao último pôr do sol na ilha.
Dia 7: Começamos o dia com uma atividade ainda na madrugada: canoa havaiana. Voltamos para a pousada, tomamos o nosso último café da manhã ali e organizamos tudo para ir embora.
Existem muitas atrações para todo tipo de perfil em Fernando de Noronha. Algumas delas precisam ser agendadas e/ou precisam de um guia autorizado/credenciado pelo arquipélago. O site oficial da ilha disponibiliza todas as informações a respeito.
Acompanhe o blog para saber as informações mais detalhadas sobre os locais que visitamos e, quem sabe, se inspirar!
Hospedagem
Com tantas pousadas incríveis espalhadas pela ilha, não é uma tarefa fácil! Mas depois de tanto pesquisarmos e analisarmos as opções que nos interessavam (estilo da viagem, localização e facilidade de acesso, acomodação, preço, serviços oferecidos), decidimos pela Pousada COLINA!
Desde o momento que chegamos até o momento que partimos nossa experiência foi maravilhosa! Equipe receptiva, quartos aconchegantes, ambientes agradáveis, ótima comida e uma vista panorâmica linda. A localização é ótima, fomos e voltamos a pé do centro quase todas as noites. Aproveitamos a piscina e o serviço de snacks e drinks que é oferecido em alguns dias (pós praia).
Foi tudo incrível!
Alimentação
A gastronomia da ilha é parte da viagem, um espetáculo à parte. Nós escolhemos antecipadamente todos os restaurantes que tivemos a oportunidade de visitar. Vou comentar sobre eles nos artigos mais detalhados sobre cada dia.
Locomoção
Optamos por utilizar o serviço de taxi na ilha. O sinal de dados móveis ou para ligações às vezes é ruim e pode ser um inconveniente, por exemplo, a necessidade de ter que buscar por sinal para conseguir contato com a empresa que opera os taxis, mas ainda assim eu acredito que foi a melhor opção, pois os motoristas sabem como dirigir nas vias não estruturadas que levam até as praias e todos os carros possuem ar-condicionado. A média do custo por trecho é de R$35,00, às vezes mais, às vezes menos, depende da distância e horários. Pagamento via PIX ou dinheiro (na maioria das vezes, afinal, o sinal é ruim).
Outras opções são:
– Transporte público (ônibus): percorre apenas a rodovia que atravessa a ilha (BR-363 – do porto à Baía do Sueste – 7km de extensão), não acessando as vias que levam até as praias/baías, ou seja, é necessário estar preparado/disposto para caminhar. Vale lembrar do calor que faz na ilha.
– Locação de buggy: não considero interessante por causa da política de locação (mínimo de dois dias seguidos na maioria das locadoras), preço e também pela fiscalização da lei seca especialmente no fim de tarde. Encontrei depoimentos de pessoas não recomendando por causa da condição dos veículos, afinal, além de a maioria não se encontrar em um estado de preservação razoavelmente bom, são desconfortáveis. É necessário abastecer, e o preço do combustível na ilha é caro. Acredito que é válido para quem viaja em grupo de 4/5 pessoas.
– Também estão disponíveis para locação, e eu considero mais interessante do que o buggy, automóveis como caminhonetes 4×4, UNO, GOL, SUVs e até vans.
– Sem dúvidas, a bicicleta elétrica é o meio de transporte mais sustentável entre todas as opções. Nós chegamos a cogitar a possibilidade, mas desistimos da ideia porque não somos tão aventureiros assim e concluímos que poderíamos não ter condicionamento físico para pedalar entre subidas e descidas não estruturadas com o sol batendo na cabeça.
– Motos: provavelmente, desconfortável nas vias não asfaltadas.
Informações úteis:
Clima (04.11.2021 a 10.11.2021): entre 20°C e 27°C. O sol brilhou todos os dias durante a nossa estadia. Em poucos momentos, nuvens chegaram a cobrir o céu e ficou nublado.
Moeda: real.
Idioma: português.
Sacar dinheiro pode ser um problema (tudo na ilha é relativamente limitado, inclusive, dinheiro em espécie nos caixas eletrônicos disponíveis).
Verificar as tábuas das marés todos os dias para não ser surpreendido. Nós não fizemos isso e quase ficamos encurralados na Baía dos Porcos porque a maré subiu enquanto estávamos lá e não percebemos (mesmo estando apenas nós na praia), mas, pelo menos, foi no primeiro dia e ficamos atentos. Clique aqui para acessar o site do Centro de Hidrografia da Marinha do Brasil e pesquisar sobre as tábuas das marés na ilha de Fernando de Noronha.
Se você quiser visitar algumas das atividades que precisam ser agendados no IMCBio, vá até o posto para agendamento já no dia que chegar na ilha, ou você correrá o risco de não conseguir. Nós queríamos visitar a piscina natural do Atalaia, mas fomos até o local para agendamento apenas no nosso quarto dia na ilha e não conseguimos agendar porque não havia mais disponibilidade. Para acessar o site oficial do ICMBio, clique aqui.
Tomada:
Nós esquecemos de levar adaptadores e não encontramos por lá (a pousada não tinha e as lojas também não vendiam para o modelo que precisávamos). Todos os nossos carregadores, com exceção do carregador do iPhone – que também conecta os cabos USB das câmeras -, possuem o padrão E e não encaixam nas tomadas do Brasil (que possuem o padrão N). Por sorte, o laptop do meu marido tinha bateria suficiente para no final de cada dia salvarmos nossas fotos.
Para mais informações sobre a ilha de Fernando de Noronha, acesse os links que disponibilizei acima ou clique aqui.