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Vilarejos na Toscana: Montepulciano

Este é um dos artigos sobre uma viagem de duas semanas pela Itália. Recomendo a leitura do que já publiquei anteriormente para acompanhar/entender o roteiro da viagem.

Partimos de Firenze (onde nos hospedamos) para visitar os vilarejos Montalcino, Pienza e Montepulciano em um único dia (cansativo, mas queríamos muito visitá-los e assim realizamos no tempo que tínhamos). O meio de transporte utilizado foi um carro. Viajar de carro pela Toscana é uma delícia por causa das deslumbrantes vistas panorâmicas que podem ser observadas. Entretanto, pode não ser tão fácil dirigir na região e ser necessário estacionar o veículo do lado de fora dos vilarejos e, dependendo, até um pouco distante dos centros históricos e então caminhar.

No artigo de hoje, comentarei sobre a nossa experiência em Montepulciano.

Assim como citei no artigo sobre Montalcino, Montepulciano também fica no topo de uma colina e é conhecido pela produção de vinho, o Nobile de Montepulciano.

Montepulciano começou a receber mais visitantes após um dos filmes da saga Crepúsculo ter sido filmado lá. Inclusive, fotos dos atores podem ser vistas pela cidade.

Nós entramos no vilarejo através da Porta al Prato depois de bastante tempo em busca de vaga para estacionar o carro.

É um vilarejo com subidas e descidas mais íngremes.

Nós jantamos no vilarejo antes de irmos embora, afinal, já era tarde.

E ainda assistimos a um pôr do sol maravilhoso.

Como não se apaixonar pelos vilarejos da Toscana?!

Existem algumas outras atrações para visitar em Montepulciano, depende muito do que a pessoa busca com a viagem. Para nós, com o tempo que tínhamos, passear pelas ruas do vilarejo sem destino foi incrível.

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Vilarejos na Toscana: Pienza

Este é um dos artigos sobre uma viagem de duas semanas pela Itália. Recomendo a leitura do que já publiquei anteriormente para acompanhar/entender o roteiro da viagem.

Partimos de Firenze (onde nos hospedamos) para visitar os vilarejos Montalcino, Pienza e Montepulciano em um único dia (cansativo, mas queríamos muito visitá-los e assim realizamos no tempo que tínhamos). O meio de transporte utilizado foi um carro. Viajar de carro pela Toscana é uma delícia por causa das deslumbrantes vistas panorâmicas que podem ser observadas. Entretanto, pode não ser tão fácil dirigir na região e ser necessário estacionar o veículo do lado de fora dos vilarejos e, dependendo, até um pouco distante dos centros históricos e então caminhar.

No artigo de hoje, comentarei sobre a nossa experiência em Pienza.

Arrisco afirmar que foi o vilarejo mais charmoso que visitamos na Toscana. As decorações geralmente com flores nas janelas ou na frente das casas chamam a atenção de quem passa.

De Pienza é possível ter uma vista panorâmica linda do Val d’Orcia.

Pienza é Patrimônio Histórico da Humanidade e super romântica! Adoraria ter explorado um pouco mais.

Como não se apaixonar pelos vilarejos da Toscana?!

Existem algumas outras atrações para visitar em Pienza, depende muito do que a pessoa busca com a viagem. Para nós, com o tempo que tínhamos, passear pelas ruas do vilarejo sem destino foi incrível.

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Vilarejos da Toscana: Montalcino | visita e degustação na vinícola Caparzo

Este é um dos artigos sobre uma viagem de duas semanas pela Itália. Recomendo a leitura do que já publiquei anteriormente para acompanhar/entender o roteiro da viagem.

Partimos de Firenze (onde nos hospedamos) para visitar os vilarejos Montalcino, Pienza e Montepulciano em um único dia (cansativo, mas queríamos muito visitá-los e assim realizamos no tempo que tínhamos). O meio de transporte utilizado foi um carro. Viajar de carro pela Toscana é uma delícia por causa das deslumbrantes vistas panorâmicas que podem ser observadas. Entretanto, pode não ser tão fácil dirigir na região e ser necessário estacionar o veículo do lado de fora dos vilarejos e, dependendo, até um pouco distante dos centros históricos e então caminhar.

No artigo de hoje, comentarei sobre a nossa experiência em Montalcino.

Localizado no topo de uma colina, o vilarejo é conhecido pela produção dos vinhos Brunello di Montalcino e Rosso di Montalcino que são produzidos a partir da uva sangiovese que é cultivada na região.

Para quem gosta de vinho, além de visitar o vilarejo que tanto encanta, também é interessante visitar uma das vinícolas que ficam ali nas proximidades.

Para quem não tiver oportunidade de visitar alguma das vinícolas e ainda assim quiser levar o vinho da região para casa, é possível encontrar opções nas lojas que ficam no centro histórico do vilarejo. Existem lojas que oferecem degustação.

Nós optamos pela visita a uma vinícola para degustação: Caparzo.

A visita para degustação foi agendada antecipadamente. A visita – em 2020 – começou com a apresentação da história da vinícola e de como os vinhos são produzidos, tudo enquanto conhecemos as instalações da vinícola.

Em seguida, fomos levados até a sala onde a degustação acontece. Lá, nos deixaram à vontade para degustar.

Depois, escolhemos os vinhos que queríamos levar para casa.

Como não se apaixonar pelos vilarejos da Toscana?! E Montalcino conquista mais ainda quem gosta de vinho, como nós.

Existem algumas outras atrações para visitar em Montalcino, depende muito do que a pessoa busca com a viagem. Para nós, com o tempo que tínhamos, passear pelas ruas do vilarejo sem destino foi incrível. E ainda conseguimos visitar a vinícola que queríamos. Foi sensacional!

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Giethoorn: um dos vilarejos mais pitorescos da Europa

Giethoorn estava na nossa lista de lugares para visitar há bastante tempo, talvez desde que mudamos para a Bélgica (2016).

Finalmente, em junho/2021 estivemos no vilarejo.

Giethoorn é uma cidade que fica na província de Overijssel, Países Baixos. Giethoorn não é apenas o vilarejo onde o turismo é mais concentrado, porém, é onde a maioria dos visitantes permanece porque é a região mais charmosa da cidade.

Nós fomos da Bélgica (Oost-Vaanderen) até Giethoorn de carro. Foram cerca de três horas e vinte minutos de viagem. Giethoorn é acessível de trem ou de ônibus que partem, majoritariamente, de Amsterdam.

Entre as formas de explorar o local, utilizamos as pernas, barco e bicicleta. Carros são permitidos apenas até a entrada do vilarejo, sendo assim, é necessário deixar o carro em um dos estacionamentos que existem por ali (é válido fazer a reserva antecipadamente). Apenas moradores ou fornecedores podem circular nas proximidades do centro, mas também existem restrições.

É possível participar das excursões em grupo para explorar Giethoorn. Entre as atividades no lago se destacam windsurf, kayak e stand up paddle. Para explorar a região ainda é possível alugar bicicleta ou scooter e percorrer as ciclovias que são indicadas.

Giethoorn é mais um vilarejo pitoresco, adorável e fascinante. Impossível não se apaixonar por um lugar que parece de conto de fadas de tão fofo que é. Tudo contribui para o cenário: o canal e os barcos (conhecidos como gieterse punter no vilarejo), as pontes, as casas, os animais no canal, tudo, até os postes. É único!

A popularidade do vilarejo no mundo do turismo começou após ter sido o cenário do filme Fanfare. A obra é do cineasta Bert Haanstra e foi lançado em 1958.

O vilarejo possui um pouco menos de 180 pontes, que são passagens e também conectam o que podemos considerar como a rua do vilarejo (calçada/via para pedestres) até as casas que são ilhadas.

Estivemos em Giethoorn no final da primavera na Europa e conseguimos entender como o vilarejo funciona em momentos mais tranquilos e em momentos mais agitados durante o período por termos nos hospedado lá. Entre 10:00 e 18:00 a circulação de pessoas é bem intensa, seja explorando o vilarejo a pé, de barco ou de bicicleta. Entre 21:00 e 09:00 o silêncio é quase absoluto. Ressalto que as minhas referências são de um fim de semana ainda durante a pandemia.

Na sexta-feira e no domingo percorremos o vilarejo caminhando e de bicicleta até a chuva começar.

No sábado passeamos de barco pelo canal que atravessa o centro do vilarejo e estivemos em dois lagos ali por perto, passando pela reserva natural de Giethoorn (seguindo o mapa que recebemos).

Não precisamos nos preocupar com o aluguel de barco ou de bicicleta porque o local onde nos hospedamos ofereceu o serviço de locação, mas no centro do vilarejo é fácil encontrar os pontos de locação.

Opções de museus: Olde Maat Uus (para entender como as pessoas viviam antigamente), Museum de Oude Aarde (objetos como cristais e minerais são exibidos) e Gloria Maris Shell Gallery (boutique que oferece alguns dos tesouros que a natureza produz no fundo do oceano).

Giethoorn é um dos lugares mais raros da Europa. Canais atravessando o vilarejo, que é composto por casas com telhado de palha e com gramados e jardins que parecem estar flutuando sobre a água, conectadas por pontes para atravessar de um lado para o outro. Giethoorn merece mais do que apenas um dia porque é realmente incrível. Percorrer a cidade tranquilamente a pé e observar atentamente cada detalhe, tudo tão encantador, tão simples, tão peculiar, tudo é tão admirável e cautelosamente bem cuidado pelos moradores. Acordar cedo e aproveitar a calmaria da manhã é uma experiência que vale a pena ser vivida em Giethoorn.

Nos meses de verão, feriados, férias, finais de semana, o vilarejo costuma ficar absurdamente cheio de visitantes e eu penso que isso pode mudar completamente a experiência, tornando tudo mais complicado de acessar (e aproveitar), filas, aglomerações, espera para locação, caos nos canais por causa da quantidade de barcos, então vale a pena planejar com atenção uma visita ao vilarejo.

O vilarejo de Giethoorn é habitado por cerca de 2.600 pessoas, então é importante respeitar a privacidade delas em suas propriedades, tendo cautela na hora de observar e de fotografar suas residências. O silêncio também é respeitado, por isso, os barcos são elétricos (também para poluir um pouco menos dentro do possível).

Para apreciar um pouco mais do vilarejo, clique aqui para assistir o vídeo que publiquei no YouTube. Acordamos bem cedo nos dois dias para aproveitar com mais calma (08:00 já estávamos passeando), por isso, imagens tão serenas.


Hospedagem

Optamos pelo Bed & Bike De Hofstee. O apartamento é agradável, limpo e espaçoso. A localização é ótima e é possível alugar barco ou bicicleta diretamente na recepção. Os anfitriões oferecem um café da manhã completo. Acomodações no estilo de acampamento ou cabines também são oferecidas.

Alimentação

A maioria dos restaurantes está na beira dos canais. É legal escolher um local com terraço e ficar ali observando o que acontece. Nós fizemos três refeições em restaurantes e no dia que passeamos de barco fizemos piquenique (levamos tudo da Bélgica).

Smits Paviljoen

É o restaurante que oferece vista panorâmica para o lago. Nós optamos por sanduíches e os dois estavam bem gostosos, inclusive, eram maiores do que esperávamos.

Para mais informações, clique aqui.

Ristorante Fratelli

Fica beirando o canal que atravessa o vilarejo. Eu esqueci de fotografar os pratos que pedimos porque estávamos com bastante fome, mas a comida não era tão saborosa, infelizmente.

Para mais informações, clique aqui.

De Lindenhof

O restaurante também é hotel/pousada. Os pratos são preparados pelo chef Martin Kruithof que é conhecido internacionalmente por causa das duas estrelas Michelin já conquistadas. O restaurante oferece duas opções de menu: 4 ou 8 pratos (dependendo do dia da semana), e também oferece o serviço à la carte. O preço é justo considerando o que é oferecido. O ambiente é bastante aconchegante e até um pouco intimista. A comida é incrível, me agradou pelo capricho, beleza e sabor, e o cardápio é adaptável para vegetarianos. Foi uma adorável experiência!

Para mais informações, clique aqui.

Locomoção

Para explorar o vilarejo fizemos tudo a pé, de bicicleta ou de barco. Utilizamos o carro apenas para ir ao restaurante De Lindenhof porque era mais distante.

Informações úteis:

Clima: durante os dias que estivemos na região (18.06.2021 a 20.06.2021), as temperaturas permaneceram entre 15°C a 25°C. O primeiro dia permaneceu ensolarado, mas a chuva apareceu no início da noite, e os dois dias a seguir permaneceram majoritariamente nublados. O pôr do sol acontecia por volta das 22:05.

Moeda: euro.

Idioma: neerlandês.

Tomada:

Para mais informações, clique aqui.

Aqui você acessa o site oficial com informações sobre o turismo.

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Blogmas | dia 10 | Alsácia e a magia do Natal: Kaysersberg

Seguindo com a série “BLOGMAS 2020 – Alsácia e a magia do Natal”, hoje vou compartilhar um pouco sobre KAYSERSBERG, um dos vilarejos mais lindos e que mais gostei da região.

Localizada no nordeste da França, a atual Grand Est substituiu a Alsace-Champagne-Ardenne-Lorraine após a reforma territorial de 2014. A região da – popularmente conhecida – Alsácia (em francê: Alsace) já pertenceu à Alemanha e era constantemente disputada pelos dois países já citados, o que explica a arquitetura das cidades.

Eu não tenho palavras para descrever o que é o Natal na Alsácia. Espero que, através das fotos que vou publicar, vocês possam sentir um pouco do que eu gostaria de expressar.

Na foto acima, presépios instalados nas montanhas do vilarejo.

Recomendo passeios sem destino em Kaysersberg, o vilarejo é pequenininho e as decorações das casas tipicamente alsacianas são tão fofas, vale a pena caminhar pelo vilarejo e se encantar com o que encontrar em cada ruela. Parece cenário de contos de fadas de tão mágico… e é! Vilarejos da região são a inspiração para alguns dos cenários de produções da Disney, como “A bela e a fera”.

Arrisco dizer que é o vilarejo que mais gostei de visitar na região da Alsácia, porém, diferente de Riquewihr e Eguisheim que visitamos com menos tempo, acho que a razão de eu ter gostado mais de Kaysersberg é justamente porque não tivemos que nos preocupar com o tempo e aproveitamos melhor.

Também tem mercado de Natal em Kaysersberg e o clima é muito agradável.

Por aqui encerro os artigos sobre os vilarejos da Alsácia, mas amanhã ainda permaneceremos na França… Lille! Até lá!


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Mercados de Natal na capital da Alsácia – Estrasburgo

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Blogmas | dia 9 | Alsácia e a magia do Natal: Eguisheim

Seguindo com a série “BLOGMAS 2020 – Alsácia e a magia do Natal”, hoje vou compartilhar um pouco sobre EGUISHEIM, um dos vilarejos mais charmosos da região.

Localizada no nordeste da França, a atual Grand Est substituiu a Alsace-Champagne-Ardenne-Lorraine após a reforma territorial de 2014. A região da – popularmente conhecida – Alsácia (em francê: Alsace) já pertenceu à Alemanha e era constantemente disputada pelos dois países já citados, o que explica a arquitetura das cidades.

Eu não tenho palavras para descrever o que é o Natal na Alsácia. Espero que, através das fotos que vou publicar, vocês possam sentir um pouco do que eu gostaria de expressar.

Recomendo passeios sem destino em Eguisheim, o vilarejo é pequenininho e as decorações das casas tipicamente alsacianas são tão fofas, vale a pena caminhar pelo vilarejo e se encantar com o que encontrar em cada ruela. Parece cenário de contos de fadas de tão mágico… e é! Vilarejos da região são a inspiração para alguns dos cenários de produções da Disney, como “A bela e a fera”.

Se você for para a Alsácia, não deixe de visitar Eguisheim. O pitoresco vilarejo está na rota do vinho da Alsácia.

Também tem mercado de Natal em Eguisheim, mas estava tão cheio e é tão pequeno que nem fotografei.

Amanhã, mais um vilarejo da Alsácia… até lá!


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Mercados de Natal na capital da Alsácia – Estrasburgo

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Blogmas | dia 8 | Alsácia e a magia do Natal: Riquewihr

Seguindo com a série “BLOGMAS 2020 – Alsácia e a magia do Natal”, hoje vou compartilhar um pouco sobre RIQUEWIHR, um dos vilarejos mais charmosos da região.

Localizada no nordeste da França, a atual Grand Est substituiu a Alsace-Champagne-Ardenne-Lorraine após a reforma territorial de 2014. A região da – popularmente conhecida – Alsácia (em francê: Alsace) já pertenceu à Alemanha e era constantemente disputada pelos dois países já citados, o que explica a arquitetura das cidades.

Eu não tenho palavras para descrever o que é o Natal na Alsácia. Espero que, através das fotos que vou publicar, vocês possam sentir um pouco do que eu gostaria de expressar.

Recomendo passeios sem destino em Riquewihr, o vilarejo é pequenininho e as decorações das casas tipicamente alsacianas são tão fofas, vale a pena caminhar pelo vilarejo e se encantar com o que encontrar em cada ruela. Parece cenário de contos de fadas de tão mágico… e é! Vilarejos da região são a inspiração para alguns dos cenários de produções da Disney, como “A bela e a fera”.

Se você for para a Alsácia, não deixe de visitar Riquewihr. O pitoresco vilarejo está na rota do vinho da Alsácia.

Também tem mercado de Natal em Riquewihr, mas estava tão cheio e é tão pequeno que nem fotografei.

Amanhã, mais um vilarejo da Alsácia… até lá!


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Blogmas | dia 7 | Alsácia e a magia do Natal: Colmar

Localizada no nordeste da França, a atual Grand Est substituiu a Alsace-Champagne-Ardenne-Lorraine após a reforma territorial de 2014. A região da – popularmente conhecida – Alsácia (em francê: Alsace) já pertenceu à Alemanha e era constantemente disputada pelos dois países já citados, o que explica a arquitetura das cidades.

Eu não tenho palavras para descrever o que é o Natal na Alsácia.

No texto “Mercados de Natal na capital da Alsácia – Estrasburgo”, conto sobre o que o título já sugere. Na série BLOGMAS 2020 – Alsácia e a magia do Natal”, vou compartilhar sobre mais quatro vilarejos da região que tive a oportunidade de visitar durante as festividades. E hoje vou comentar um pouco sobre COLMAR.

Colmar é uma cidade encantadora, assim como Rothenburg ob der Tauber, parece que foi criada a partir dos contos de fadas. No Natal, então…

A maioria das atrações turísticas de Colmar estão no centro, onde é possível explorar a pé. Nada melhor do que caminhar sem destino em Colmar e se encantar com o que encontrar em cada ruela.

Passear pela cidade com a calmaria da manhã, antes das 09:00, quando as excursões com turistas para passar o dia ainda não chegaram… demais!

Continue lendo “Blogmas | dia 7 | Alsácia e a magia do Natal: Colmar”
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O encanto de Rothenburg ob der Tauber

No último réveillon planejamos algo um pouco diferente de tudo o que já tínhamos experienciado no período, então decidimos conhecer a tranquilidade de Rothenburg ob der Tauber, na Alemanha.

Localizada no estado da Baviera (Bayern), a cidade faz parte da Rota Romântica, que é um percurso que conecta 27 cidades com cenários característicos em quase 400 km de extensão entre Würzburg a Füssen. As cidades mais populares entre os viajantes são: Würzburg, Dinkelsbühl, Augsburg, Füssen e o vilarejo que escolhemos para nos hospedar, Rothenburg ob der Tauber.

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Sou o tipo de viajante que gosta de pesquisar tudo e mais um pouco sobre os lugares que pretendo visitar, acredito que planejar o que fazer nos destinos já é o início da viagem, pois é quando posso definir os caminhos a percorrer de acordo com o que me interessa, entretanto, tenho a consciência que faz parte não conseguir realizar tudo o que foi planejado, pois nem sempre é possível (por “N” razões, seja pelo cansaço, tempo, clima, humor ou imprevistos, etc…), e tudo bem também, sem apego. Como já era previsto desde o planejamento da viagem, eu me apaixonei pelo vilarejo.

Conhecendo Rothenburg ob der Tauber

Depois da construção do castelo para o rei Konrad III, durante o século XII, os comerciantes da região passaram a negociar (comprar, vender, trocar) as mercadorias na praça do mercado – Marktplatz. Situada em rotas comerciais importantes na época, a cidade cresceu com o passar do tempo e construções em estilo enxaimel começaram a se destacar ao redor da praça central da cidade. Atualmente, a maioria dos prédios se tornaram estabelecimentos comerciais na região.

É onde os eventos da cidade aconteciam (e ainda acontecem).

Também é onde a prefeitura está instalada, em um prédio de estilo renascentista que se destaca dos demais. Parte do prédio caiu durante o incêndio 1501, mas foi reconstruído, reformado e restaurado, e uma cúpula em estilo barroco foi adicionada em 1681.

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Rathaus – prefeitura de Rothenburg ob der Tauber

É permitido que os visitantes acessem o local para observar a cidade do alto (220 degraus).

Ainda na Marktplatz, o Ratstrinkstube – antiga Câmara Municipal da cidade – é atração com o relógio astronômico na fachada, pois de hora em hora (entre 10:00 e 22:00) tem apresentação de bonecos nas janelas do prédio. Remete à fábula “Meistertrunk”, em que, após cumprir o desafio de beber três litros de vinho, o ato do prefeito Georg Nusch determinou a salvação dos vereadores que já tinham sido condenados à morte pelo general Tilly, que chegou com as tropas em Rothenburg ob der Tauber também para queimar a cidade durante a Guerra dos Trinta Anos. Atualmente, é o escritório oficial de turismo da cidade.

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Da Marktplatz, descendo as ruas Obere Schmiedgasse e Untere Schmiedgasse consecutivamente, está a bifurcação que é o cartão-postal do vilarejo: o Plönlein. Tanto as construções de ambos os lados da rua com arquitetura tipicamente alemã em estilo enxaimel quanto as torres Kobolzeller e Siebers criam um cenário ainda mais fotogênico.Ambas as torres Kobolzeller e Siebers foram construídas durante a expansão da cidade em 1204.

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Entre as atrações de Rothenburg ob der Tauber, também estão os museus que exibem um pouco da história da Idade Média e da cidade, mas infelizmente não conseguimos visitá-los.

São muitas as lojas de artigos natalinos e souvenirs que estão espalhadas em Rothenburg.

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Käthe Wohlfahrt

A tradicional Käthe Wohlfahrt é uma loja com artigos natalinos que foi fundada em Herrenberg (1964). A empresa foi para Rothenburg ob der Tauber em 1977. Lojas da rede também podem ser encontradas em outras cidades da Alemanha, em Brugge (Bélgica), em Riquewihr (França), em York (Inglaterra) e em Stillwater (Estados Unidos). Já durante o período dos mercados de Natal, barracas da Käthe Wohlfahrt chegam ao Canadá, mais cidades dos Estados Unidos, Japão, Itália, Áustria, Suíça, França, e é claro, mais cidades da Alemanha.

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Käthe Wohlfahrt
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O museu da Käthe Wohlfahrt foi inaugurado em 2000. Expõe, além das histórias que envolvem o Natal, diferentes tipos de decoração de Natal a partir do século XIX na Alemanha e como as peças são produzidas.

No Burggarten ficava o castelo dos Hohenstaufen/Staufer que foi construído para o rei Konrad III, destruído em 1356 por um terremoto. As pedras das ruínas do castelo foram utilizadas para a construção da muralha da cidade, que permanece lá até hoje e é uma das atrações para visitação.

Percorrer sobre a muralha de Rothenburg ob der Tauber: possibilita a visão da cidade de outra forma, entretanto. Nomes de pessoas e de cidades estão grafados nas pedras da muralha, uma forma de agradecimento/homenagem para aqueles que doaram os materiais para a reconstrução da cidade após a 2ª Guerra Mundial.

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Rothenburg está entre as cidades medievais mais bem preservadas da Europa, mesmo após os processos de reconstrução dos danos que foram causados durante os períodos de guerras.

É cheia de história, e do lado de dentro da muralha parece que é outra época, senti como se estivesse nos contos da Idade Média, e ainda tem o clima natalino que permanece na cidade em qualquer época do ano e torna tudo tão mais fascinante. Caminhar pelas ruas de Rothenburg ob der Tauber é mágico.

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É compreensível que o vilarejo de 10.000 habitantes atraia cerca de 3.000.000 visitantes por ano.


Hospedagem

Nos hospedamos no Mittermeiers Alter Ego, um conceito de hospedagem diferente de tudo o que já tínhamos experienciado. Trata-se de um edifício com onze apartamentos (privados) de diferentes tipos e uma cozinha bem equipada com eletrodomésticos e utensílios para ser compartilhada pelos hóspedes, onde é possível desde apenas fazer as refeições como também cozinhar, além de ter sempre disponível (gratuitamente) água para beber, café e chá, além dos itens que são cobrados à parte.

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Além de ser pet friendly, as acomodações do Mittermeiers Alter Ego possuem condições que consideremos importantes, pois temos a Mel que fica sozinha durante o dia por horas, então priorizamos o tamanho do quarto e a região (gostamos de passear com ela no dia a dia onde não tem tanta movimentação de pessoas, mas tentamos equilibrar que a localização seja de fácil acesso).

Eu sempre esqueço de fotografar o que envolve a hospedagem… tentarei melhorar! ehehe

Alimentação

Costumamos pesquisar as opções de restaurantes antecipadamente para nos programarmos e fazer as reservas quando é o caso, até porque a minha alimentação é restrita e precisamos ter o cuidado de buscar por restaurantes que nos agradem. Também é uma forma de poupar um pouco de tempo. Nem sempre conseguimos conhecer o que planejamos, pois acontece de às vezes optarmos pela praticidade por estarmos perto do lugar “x” ou “y” e comer ou beber onde é mais fácil.

O que envolve a alimentação também é algo que eu geralmente esqueço de fotografar, mas deixarei registrado através das palavras algumas das opções de restaurantes em Rothenburg.

Primeiramente, sobre o restaurante que eu tenho fotos: Michelangelo. Jantamos nele no dia 31/12. Lugar agradável, equipe atenciosa e comida saborosa, altamente recomendado!

Também recomendo os restaurantes Zur Höll e Italia Eiscafé-Pizzeria, ambos na região central de Rothenburg. E apesar de não ser o tipo de restaurante que eu gosto por ser beeem turístico, os pratos que pedimos no Bausmeiterhaus (localizado na Großer Markt) estavam ok (mas a decoração é péssima).

Schneeball é um doce típico de Rothenburg.

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Já viajamos anteriormente para a Alemanha e a dica que dou para quem pretende visitar o país é: sempre tenha dinheiro em espécie na carteira, especialmente para pagar a conta de restaurante.

Locomoção

Em Rothenburg ob der Tauber é possível fazer qualquer coisa a pé.

É comum a exploração de animais em nome do turismo na cidade, como, por exemplo, cavalos puxando charretes. Não patrocine! Não apoie. Não incentive. Não fotografe porque acredita que é bonito. É cruel.

Na noite do réveillon

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Normalmente, quem vai para Rothenburg ob der Tauber não busca por agitação. Depois do jantar no restaurante Michelangelo – já mencionado – caminhamos pela região central do vilarejo e voltamos para o hotel, de onde até observamos que hóspedes saíram na rua para soltar fogos, mas do lado de dentro permanecemos. Não tem algo em especial na cidade para o réveillon.

Informações úteis

Clima (29/12/2018 a 01/01/2019): variação de temperatura entre -3 e +3. O sol raramente apareceu entre as nuvens durante os dias que estivemos na cidade.

Moeda: euro.

Idioma: alemão.

Para mais informações, acesse o site oficial de Rothenburg ob der Tauber aqui.